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sábado, 24 de abril de 2010

Feira estimula adoção de animais rejeitados

Mudar a realidade de cães e gatos de mais idade, de pelagem curta, rabinho fino, cor preta e portadores de deficiência - cegos e mutilados -, em geral preteridos na hora de ser adotados - é o objetivo da feira "Adoção sem Preconceito", promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). O evento será neste sábado, dia 24, das 10h às 16h.
Para ajudar o processo de escolha, haverá desfiles dos cães, em horários específicos (11h30, 13h30 e 15h). Nos intervalos das apresentações, alguns animais passearão pelo CCZ para a interação com os possíveis adotantes.
Todos os cães e gatos da feira já sairão castrados, vacinados, vermifugados, microchipados, registrados e tratados contra pulgas e carrapatos. Os interessados pela adoção devem comparecer ao CCZ portando RG, CPF, comprovante de residência e pagam uma taxa de R$ 15,25.
O CCZ promove essas campanhas periodicamente com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância da adoção de cães e gatos, atitude que beneficia a relação entre as pessoas no ambiente familiar. O processo de adoção contribui ainda para a redução do abandono desses animais nas ruas, evitando que sofram acidentes e maus-tratos.
O evento conta com o apoio de entidades ligadas à proteção animal, personalidades como a apresentadora Luisa Mell e a participação de grupo de voluntários que são parcerias significativas que vêm sendo construídas com o CCZ. Como exemplos de sucesso, podem ser citados os serviços de banho e tosa, realizados pela OSCIP Natureza em Forma, às sextas-feiras, e as "Cãominhadas" (passeios com os animais) aos domingos, que ocorrem nas dependências do órgão.

SERVIÇO:

Feira "Adoção Sem Preconceito"
Data: 24 de abril de 2010
Horário: das 10h às 16h
Desfiles de cães: 11h30, 13h30 e 15h
Local: Centro de Controle de Zoonoses
Rua Santa Eulália, 82, Santana
Informações: (11) 3397-8900

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Produtos sustentáveis para pets e assume compromisso para gerar um mundo melhor

Preservar a natureza e ter respeito por ela significa proteger a vida humana. A proteção do meio ambiente envolve vários aspectos que devem inspirar as pessoas a ter uma conduta moral que leve a um estilo de vida onde o “ser” predomine sobre o “ter”. Baseado nisso, a empresária Carolina Vaz criou a marca Dog’s Care com a proposta de oferecer somente produtos 100% naturais e biodegradáveis para animais de estimação.
A marca é amiga da natureza e só produz artigos que minimizam o impacto gerado ao meio ambiente. No início a empresa fabricava somente as fraldas para cachorro, feitas com plástico 100% biodegradável. Já nessa época, a empresa tinha como objetivo, criar consciência ambiental e estimular a posse responsável. As fraldas evitam que os pets sujem as calçadas, parques ou qualquer outro lugar. O xixi deixado por aí causa inúmeras doenças e suja as cidades. Logo em seguida, a empresária criou as sacolinhas para recolhimentos de fezes, também feita com plástico 100% biodegradável como forma de conscientizar os donos.
O desenvolvimento de produtos sustentáveis cresceu e deu lugar a uma linha com inúmeros produtos. Agora, no evento mais chic e fashion do ano, o Pet Fashion Week, a Dog’s Care apresenta dois lançamentos que misturam a modernidade e a praticidade com a conexão à natureza. “Agregamos conhecimentos ambientais com um pouco de tecnologia e uma boa dosagem de criatividade ao criar os novos produtos”, declara Vaz.
O Kit Viagem é um desses lançamentos criado para incentivar viagens com animais de estimação, o kit é prático, versátil e ajuda a convivência em ambientes novos, típicos de viagens. Composto por uma bolsa de transporte feita com lona reciclada de garrafa pet ou ecojuta certificada, ela vira uma pequena cama e vem com uma nécessaire exclusiva para levar os acessórios de viagem (escova, brinquedo, ração, biscoito, produtos de banho, fralda, etc), um bebedouro e um comedouro portáteis, um porta ração de 1kg, uma Biobag (sacolinhas higiências) e mais um Guia de Viagem no verso da embalagem que visa a não geração de lixo. A nécessaire é removível. Quando o dono chega ao destino, basta tirar a nécessaire, abrir a bolsa e determinar o lugar onde o pet vai dormir.
O outro mimo é a charmosa Bolsa Prática. Feita com lona reciclada de caminhão super resistente, serve tanto para transportar o animal em passeios e viagens como também vira uma bolsa encantadora para a dona, que pode acomodar todos os seus pertences e assim evitar andar com duas bolsas. A bolsa possui quatro bolsos menores que podem ser usados para colocar biscoitos, documentos, brinquedinhos, bebedouro, etc, e mais dois bolsos maiores ideais para guardar fraldas, shampoo, perfume, escova, etc.
A bolsa é assinada pela artista plástica Gabi Gonçalves e levam suas histórias by Maria Buzina. A artista é neta de caminhoneiros e conta através de seu trabalho um pouco da vida dos caminhoneiros. Todas são pintadas a mão e tem o toque instintivo, poético, inexplicável e encantador das mãos de Gabi. Nesse esforço ela une a necessidade material e o cuidado com o meio ambiente. “Cada bolsa que crio é uma forma de me conectar com a natureza e estender esse sentimento para quem a utilizar”, declara Gonçalves.
Mensagem da empresa
A natureza é de fundamental importância para todos os seres vivos, pois é a fonte de todas as riquezas que nos alimenta e fornece todos os produtos necessários à vida. Devemos preservar totalmente a sua beleza e o ambiente que a cerca, para que um dia nossos filhos a conheçam da forma que ela deve ser: linda, limpa e ainda inteira. Para isso, basta incorporar em nosso cotidiano a razão e a emoção nas questões ambientais como prioridade. É uma ação solidária com nós mesmos e com o ambiente que nos envolve. Precisamos urgentemente de um modelo de sociedade que valorize a relação de equilíbrio com o meio ambiente, só assim poderemos construir uma nova sociedade ambientalmente sustentável.

Serviço:
Pet Fashion Week
24 e 25 de abril de 2010
Horário: das 10 às 20h
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Av. das Nações Unidas, 12559, São Paulo - SP

Mais informações: http://www.petfashionweeksp.com e www.dogscare.net

A IMPORTÂNCIA DA HIGIENIZAÇÃO DOS OUVIDOS DE CÃES E GATOS‏

Cães, principalmente os de orelhas caídas, e gatos podem desenvolver otites, inflamações nos condutos auditivos. Donos de animais de estimação precisam estar atentos à higiene e aos sinais clínicos

Cães e gatos dependem muito de seus donos para cuidar da higiene e da saúde de seus ouvidos. Por serem estruturas bastante delicadas, a limpeza exige alguns cuidados especiais, para não machucar o pet e evitar inflamações, como otites, causando desconforto para o animal e até danos graves à audição.

Dentre as causas mais comuns de otites destacam-se fungos, bactérias, ectoparasitas, excesso de cera, corpos estranhos e processos alérgicos, revela a médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto. “As raças de cães de orelhas caídas são as mais predispostas a desenvolver o problema, já que a ventilação nos condutos auditivos é menor, tornando-os mais propícios à proliferação de micro-organismos”.

Quanto aos sintomas do problema, a veterinária diz que o pet que apresenta uma inflamação no ouvido logo se delata, coçando as orelhas com as patas traseiras ou sacudindo a cabeça. “O animal pode apresentar secreção purulenta no ouvido, com característica de mau odor, indicando que a infecção já está instalada. Em casos mais severos o animal pode apresentar desorientação e desequilíbrio, caracterizados por sinais neurológicos”.

Para prevenir as otites donos de animais de estimação devem cuidar da limpeza das orelhas de cães e gatos. Para isso, é importante levar em consideração alguns fatores como a produção natural de cera, a presença de pelos dentro das orelhas e a forma das orelhas. Segundo Vincoletto, a limpeza deve ser feita periodicamente, dependendo da observação desses fatores. “A produção de cera varia de animal para animal, portanto, é importante verificar regularmente como está a higiene das orelhas do pet”.

Os donos de animais de orelhas caídas devem ter cuidado redobrado, pois esses cães são mais predispostos a problemas de ouvido: o ambiente com pouca ventilação propicia a proliferação de micro-organismos.

O alerta da médica veterinária é para nunca introduzir objetos pontiagudos como cotonetes e pinças nos ouvidos do animal de estimação, pois isso pode machucá-lo, além de empurrar secreção (cerúmen) para o interior do conduto auditivo, agravando mais o quadro. “O uso de produtos ceruminolíticos pode diminuir a frequência das infecções micóticas ou bacterianas. A indústria de medicamentos veterinários já dispõe de auxiliares no combate aos sintomas clássicos da inflamação. Um exemplo disso é o Aurivet, da Vetnil, um medicamento com propriedades anti-inflamatória, antibiótica, antifúngica e analgésica, eficaz no combate aos principais sinais clínicos das otites”, completa a veterinária.

A dica para o dono do animal de estimação é observar o ouvido do pet para avaliar o acúmulo de cera e estar atento aos sinais clínicos decorrentes da otite. Caso haja constatação de que algo não está dentro da normalidade, o melhor é buscar a orientação de um médico veterinário de confiança.

Sobre a Vetnil

Fundada em 1994, a Vetnil está entre os cinco maiores laboratórios brasileiros de produtos veterinários e é líder no mercado nacional de equinos. A empresa é fabricante de produtos que garantem a saúde nutricional e a qualidade de vida de animais domésticos, além de aumentarem a performance de animais atletas. Entre seus produtos estão suplementos e medicamentos para pets (caninos, felinos, aves ornamentais, pássaros e roedores), avestruzes, bovinos, equinos, ovinos, caprinos e suínos. A empresa conquistou prêmios importantes promovidos pela imprensa brasileira, dentre os quais o de “Empresa que mais cresceu em 2005 no setor veterinário” (Anuário Exame Agronegócio 2006-2007), o de “Melhor empresa do setor de produtos veterinários (Anuário do Agronegócio 2006, da Revista Globo Rural), além de ter figurado entre as “100 Melhores empresas para se trabalhar no Brasil (Revista Época) e entre as “30 Melhores empresas para a mulher trabalhar 2006” (Revista Época).

www.vetnil.com.br

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Exposição reúne gatos de raças exóticas em SP

Nos dias 3 e 4 de abril, o Clube Pet Memorial, em São Bernardo do Campo, receberá um campeonato de beleza felina, especializado em gatos persas e exóticos. No mesmo evento, também serão realizadas duas exposições de felinos.
No total, cerca de 140 exemplares de raças pouco conhecidas no Brasil serão apresentadas ao público, entre eles, gatos da raça maine coon, espécie persa que chega a ter quatro vezes mais volume de pelos que um gato comum e pode atingir 11 quilos.
Os dóceis representantes da raça ragdoll, que relaxam completamente a musculatura quando manipulado pelas pessoas e os da raça don sphynx, identificados pela total ausência de pelo, também serão exibidos aos visitantes. Segundo a organização do evento, a novidade ficará por conta de uma raça com pouquíssimos exemplares no país, a angorá turco.
Quando: 3 e 4 de abril, das 10h às 18h.
Onde: Avenida Sadae Takagi, nº 860, São Bernardo do Campo-SP (o local fica a 8 minutos da Av. dos Bandeirantes)
Informações: http://www.petmemorial.com.br/

Fotos: Bichos Uol
























































































terça-feira, 16 de março de 2010

PROJETO QUE ESTERILIZA PITBULLS É INCONSTITUCIONAL

A matéria é polêmica e cria um agravante ao ampliar as atuais penas para homicídio e lesão corporal para quem usar um cão feroz para cometer um crime

O projeto de lei 300/2008 que prevê a esterilização de diversas raças de cachorros, inclusive a pitbull, e deve ser votado nesta quarta-feira pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado é inconstitucional, na opinião do advogado criminalista Fernando Augusto Fernandes, especialista em advocacia criminal. “O artigo 225, parágrafo 1º, inciso VII, da Constituição Federal veda expressamente a extinção de qualquer espécie no Brasil”, afirma.
Na justificativa do projeto, o senador Valter Pereira (PMDB-MS) destaca a necessidade de criminalização em razão do artigo 13 do Código Penal somente responsabilizar pessoas por crimes causados por ação e omissão, a chamada relação de causalidade. A preocupação se deve ao entendimento de que como um ataque realizado pelo cachorro não puniria o dono, ele estaria imune de responsabilidade penal. “Ocorre que além de não ser possível a responsabilização sem que alguém por ação ou omissão tenha causado o crime, já é previsão ampla de responsabilidade”, ressalta o criminalista. “Isso é muito amplo. Alguém que não age, mas se omite de agir, impedindo um cão de atacar pode ser acusado de um crime doloso. Já aquele que não toma os cuidados necessários para impedir o ataque pode responder por um crime culposo. A justificativa para a criação da lei é falha, pois todos os tipos de responsabilidade penal no caso de ataque de cães já estão previstas no Código Penal.”
Além da esterilização, o projeto dispõe sobre a responsabilidade civil e criminal dos proprietários e criadores de cães de guarda perigosos que não cumprirem as normas legais. Fernando Fernandes considera um equívoco a intenção do legislador de criar mais um “crime de perigo”. Para ele, criar outro delito, com pena de até 2 anos, somente irá lotar ainda mais os juizados criminais, em processos que acabarão com trocas de cestas básicas, e gerar impunidade. “O projeto poderia regular a posse de animais perigosos, criando a exigência de licenças de órgãos públicos, ambientes adequados, acompanhamento de veterinários, taxas etc., a exemplo das dificuldades impostas ao proprietário de algum outro animal perigoso, como um tigre ou um leão, sem incorrer em inconstitucionalidade da tentativa de extinção, ou da criação de crimes que nada resolverão os ataques”, sugere.
Na opinião do especialista, para evitar novos procedimentos jurídicos, bastaria a criação de uma pesada multa, a ser aplicada pela guarda municipal ou pela polícia militar, que já multam no trânsito, assim como a apreensão do cão, sem burocracia. “Criar mais este crime significa gerar infindáveis discussões judiciais e atrapalhar ainda mais o funcionamento do Judiciário. Haverá a alegação de que seria necessário comprovar o perigo concreto, não se podendo punir pelo simples fato de descumprimento da norma legal.”
Se aprovada, a lei ainda criaria um agravante com a ampliação em 1/3 das penas atuais de 6 a 20 anos para homicídio e lesão corporal. Dessa forma, avalia Fernando Fernandes, a pena pode estar sendo diminuída: “Usar um cão feroz para a prática de um homicídio ou lesão corporal é um meio cruel já previsto como agravante geral no artigo 61 do Código Penal. E o homicídio torna-se qualificado na forma do artigo 121, parágrafo 2°, III, com penas de 12 a 30 anos. Portanto, a pena passaria a ser menor no caso no caso da lei entrar em vigor. Se o desejo do legislador é deixar claro um agravante bastaria a especificação no artigo 61, II do Código Penal”.

Cães precisam de cuidados especiais ao envelhecer

Cães idosos possuem necessidades especiais. O corpo começa a ficar lento e o reflexo já não é mais o mesmo. A vida dos cães pode variar dependendo da raça e do tratamento que teve no início, como uma nutrição correta, por exemplo.

Depois de oito anos de vida, o cão já começa a envelhecer e precisa de cuidados especiais. Um problema comum é a insuficiência renal, que precisa de acompanhamento médico e, muitas vezes, requer o uso de fraldas para que a vida em família não se transforme em caos, levando ao isolamento do melhor amigo em alguns casos.
Percebendo a necessidade existente, a Dog’s Care, primeira empresa Pet do Brasil a adotar a filosofia sustentável, traz ao mercado as fraldas para cães, 100% biodegradáveis. Higiênicas e confortáveis (já que foram desenvolvidas levando em conta a anatomia dos machos e das fêmeas), permitem que o “melhor amigo” continue na companhia de seu dono, onde quer que ele vá, sem se preocupar com o xixi que pode acontecer nas horas e locais mais inusitados.
Com a mesma tecnologia das fraldas de bebês, o produto facilita a vida de quem tem um cãozinho com incontinência urinária, tanto dentro como fora de casa, garantindo até 6 horas de absorção, além de evitar a proliferação de fungos e bactérias que possam causar assaduras e alergias, uma vez que são esterilizadas. Quem utiliza as fraldas, durante o passeio, está se preocupando também com a saúde da população, uma vez que a urina animal pode transmitir inúmeras doenças, com a limpeza da cidade e a preservação do meio ambiente, pois são feitas de plástico 100% biodegradável, ou seja, enquanto fraldas normais demorariam mais de 6000 meses para se decompor na natureza, as biodegradáveis demoram até 18 meses, desde que em contato com o oxigênio.
As fraldas Dog’s Care estão disponíveis em 5 tamanhos , PP, P, M ,G e GG, além de design especial para macho e fêmeas.




Mais informações sobre o produto através do site www.dogscare.com.br

Simon Cowell (American Idol) defende os animais

Jurado do "American Idol" grava vídeo para promover a "Declaração Universal de Bem-Estar Animal"


Simon Cowell, mais conhecido no Brasil como um dos jurados do programa de TV “American Idol”, está apoiando a WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) e sua campanha pelo reconhecimento internacional do bem-estar animal. Devido a um antigo amor pelos animais, Simon decidiu se juntar ao rol de personalidades que já apoiaram a WSPA, conforme explica abaixo:

“Eu me identifico com a Sociedade Mundial de Proteção Animal, pois é uma ONG internacional que reconhece as necessidades dos animais do mundo. Ao longo da vida tive animais de estimação e fui ensinado desde cedo a respeitar os animais. Agora não tenho pets simplesmente porque viajo muito e não poderia assumir tal responsabilidade. Mas ter animais de estimação causou um impacto muito positivo na minha vida. Penso que os animais merecem nossa proteção”.

Ele está apoiando a campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal e pedindo ao público que faça o mesmo:

“Neste momento, não há recomendações internacionais para proteger animais e a Sociedade Mundial de Proteção Animal está trabalhando para mudar isso. Ela está pedindo aos governos do mundo que abracem o acordo comum chamado Declaração Universal de Bem-Estar Animal. Ela iria reconhecer que os animais podem sofrer e sentir dor, e que eles precisam receber a devida proteção”.

Nas últimas semanas, Simon encontrou tempo na sua apertada agenda de gravações do “X Factor” para falar à WSPA sobre por que os animais importam para ele, num novo vídeo lançado hoje, que você pode ver clicando aqui.

Ingrid Eder, Gerente de Campanhas da WSPA Brasil, disse: “A WSPA fica feliz por contar com o apoio de Simon Cowell nesta importante campanha. Afinal, ele é uma pessoa de credibilidade e, claro, apaixonado pelos animais e pelo bem-estar animal. Isso fica muito claro no depoimento que ele dá em vídeo. Na verdade, esperamos que ele inspire muitas pessoas a pensar sobre como os animais são tratados no mundo, o que é fundamental para ocasionar uma mudança real”.

Simon deseja que outras pessoas sigam seu exemplo e participem do abaixo-assinado da campanha: “Tudo o que você precisa fazer é adicionar seu nome. Estou encorajando as pessoas para que assinem e divulguem entre os amigos. A Declaração Universal vai significar muito. Irá ajudar governos a considerar o papel fundamental que os animais têm nas nossas vidas e no ambiente no qual vivemos e, assim, inspirar uma legislação que proteja melhor os animais do mundo. Então, acesse www.dubeabrasil.org e adicione sua mensagem de apoio hoje”.

A campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal conta com um leque de apoiadores famosos. Entre as personalidades internacionais estão Leona Lewis, Jackie Chan, Miranda Richardson, Kristin Davis, Brooke Shields e Christina Applegate. Entre os nacionais: Evandro Mesquita, Betty Gofman, Luigi Baricelli e Luisa Mell.

domingo, 14 de março de 2010

CONFINAMENTO INJUSTO PARA ANIMAIS DE ABATE

Chega a ser uma hipocrisia quando falamos sobre injustiça aos animais, se matamos e comemos a sua carne todos os dias.

Embora esse hábito esteja descrito na cadeia alimentar, eu gostaria de esquecer de ser uma pessoa carnívora, mas ainda não atingi este grau de evolução, e olha que eu me julgo como 'ser humano' pensante. Tenho que admitir meu erro e me conscientizar que ainda falta muito pra minha evolução.
Mesmo assim, não deixo de tentar melhorar a vida das minhas 'futuras presas'.
Outro dia, assisti num canal de TV, uma reportagem sobre o confinamento intensivo animal oferecido aos animais de abate. Fiquei ainda mais constrangida e com sentimento de culpa, quando vi milhares de galinhas empilhadas, sem a mínima condição de conforto, durante todo o seu ciclo de vida, sendo obrigadas a comer e botar ovos o dia inteiro, como se fossem máquinas.
Sinceramente, eu não gostaria nenhum pouco de me ver numa situação dessas. Depois disso, morro de medo de ir parar no reino das galinhas quando eu finalmente morrer...
Para minimizar um pouco o sofrimento dessas pequenas vítimas, pelo menos no pouco tempo que elas tem de vida, resolvi que a partir de agora só vou consumir alimentos de empresas que tratam a minha futura comida, com respeito e dignidade.

Mas como posso saber se a galinha que estou comendo foi criada num confinamento injusto ou em liberdade?

Existem várias granjas, que criam as galinhas, soltas, junto com animais de pasto. Elas crescem normalmente, alimentam-se de comida natural e botam seus ovos dentro do seu ciclo normal de vida. Pelo menos enquanto estão vivas, podem viver felizes. Uma galinha normalmente gosta de ciscar, espreguiçar-se abrindo as asas, empoleirar-se, etc.
As pobrezinhas do confinamento, ingerem grandes quantidades de hormônios para crescerem rapidamente e botarem muito mais ovos. Chamadas como "galinhas de bateria" elas ficam em gaiolas onde não é possível se quer, abrir as asinhas. Seus bicos são cortados com lâminas quentes para evitar que elas firam umas as outras. Levam essa vida deprimida e reprimida durante aproximadamente dois anos, quando são mortas e substituídas umas pelas outras. Se você aguentar ver o sofrimento delas até o final, assista o vídeo ao lado.

Como somos enganados?

Num mundo consumidor onde o mais esperto é aquele que leva vantagens em tudo, os produtos são rotulados pelos marqueteiros para vencer a concorrência na hora de vender. Parece que os compradores gostam de ser enganados.
A galinha continua a mesma, mas seus ovos, recebem várias denominações: “Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” ou dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial”, “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados” ou “Ovos Pufa”, com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light” que prometem menos colesterol do que os normais.
Devemos repensar se realmente todas essas 'configurações' não estão na verdade, provocando vários tipos de novas doenças, que os nossos antepassados que comiam ovos comuns nunca tiveram.

Certificação Humana


Simultaneamente à Campanha pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal, a ARCA Brasil e a HSI lançaram o mundialmente respeitado selo Humane Certified no Brasil com a intenção de certificar os criadores que respeitam os critérios de bem-estar. Já são dois produtores habilitados: o Grupo JD e a Korin Agropecuária. O primeiro teve reconhecida sua produção de bois e suínos para corte e o segundo de frango para corte. Se você não consegue deixar a carne de lado, consuma um produto mais responsável.

Fique atento para esse logotipo!








A certificação de produtos agrícolas

A certificação de produtos agrícolas representa sua garantia de origem e qualidade, isto é, de que foram obtidos conforme as normas pelas quais ele está sendo certificado. É um processo de auditoria que cobre desde a fonte de produção, até o ponto final de venda ao consumidor.

Para ser significativa, a certificação deve sempre ser realizada por terceiros, ou seja, uma estrutura independente creditada por um órgão autorizado. Esta, executa e assegura através da emissão de um certificado de conformidade, que um produto ou processo obedece a determinados requisitos. O produto então, incluirá no seu rótulo um selo da certificadora indicando que o que está ali escrito é valido.

Em geral, a certificação de produtos agrícolas tem validade anual, re-confirmada por auditorias, que incluem visitas de inspeção à unidade de produção agrícola ou de processamento. O certificado pode ser suspenso em caso que se verifiquem situações que não estejam em conformidade com as normas.


A certificação de produtos de origem animal

Em 2008, foi lançado aqui no Brasil um selo de certificação do bem-estar animal: o “Certified Humane.” Criado pela Humane Farm Animal Care (organização sem-fins lucrativos dedicada à melhoria das condições de vida dos animais de produção), esta certificação é única em seu gênero nos Estados Unidos e requer estandards mínimos de tratamento aos animais de produção, desde seu nascimento até o abate.

No Brasil, existem diversas certificadoras de produtos agrícolas. Entretanto o selo Certified Humane Brasil foi concedido à Ecocert Brasil, através de um acordo firmado entre esta e a Humane Farm Animal Care. A Ecocert segue as mesmas normas, com adaptações pertinentes, ao selo similar utilizado nos E.U.A, país que atualmente conta com mais de 20 milhões de animais certificados, além de distribuidores e restaurantes.

A certificação de produtos garante o bem estar do animal

O selo “Certified Humane” deve assegurar ao consumidor que o produtor cumpra as normas e as aplique a todos os animais. Os animais devem ter espaço suficiente, abrigo e um manejo adequado ; suficiente água fresca, dieta saudável e de qualidade, sem adição de antibióticos ou hormônios.


Gaiolas, celas e coleiras (‘tie-stalls’) são práticas proibidas, ou seja, os animais devem desenvolver comportamentos próprios à sua espécie. Por exemplo, as galinhas podem esticar suas asas e tomar banho de areia e os porcos têm espaço para se mover e fuçar na terra.








ARCA BRASIL:

Propaganda enganosa é crime

Se você encontrar embalagens de “ovos de granja” (criados em gaiolas) com fotos de aves ciscando ao ar livre sugerindo que os animais não foram confinados ou palavras que confundam a definição da origem do artigo, denuncie! A regulamentação brasileira proíbe nos rótulos qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.
Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trazer impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos, as embalagens devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.

Fique de olho: você sabe interpretar rótulos na hora de comprar ovos?

A cada dia o consumidor se mostra mais interessado e preocupado com aquilo que compra. A rotulagem correta é um dever dos produtores com esse consumidor consciente, que busca informações precisas sobre as características e condições em que esses produtos foram obtidos. Este é um desafio especial para os consumidores preocupados com o bem-estar dos animais.

Apesar de ser um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor1, nem sempre é fácil entender esses rótulos, já que muitas vezes são confusos ou ainda transmitem uma falsa impressão. Resumindo, pode existir uma grande quantidade de informações que levam ao engano, considerando-se que há uso de palavras ambíguas, confusas e termos vagos.

Hoje você encontra facilmente nos supermercados ovos rotulados como “caipira”,“colonial”, “orgânico”, “enriquecido”, etc., alguns deles com fotos das aves ciscando ao ar livre. Podemos confiar em tudo aquilo que lemos ou vemos nas embalagens?

Fique atento ao que diz a regulamentação brasileira: “fica proibida, nos rótulos, qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.” Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trará impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.3 Estudos demonstraram que as inadequações da rotulagem resultam mais da falta de fiscalização do que da ausência de leis.

Ajude você também a fiscalizar os produtos que compra!

Conheça as classificações dos rótulos:
“Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial”
Esta classificação se deve a cor da casca e ao peso do ovo. Conhecidos também como “Ovos de granja”*, são produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”**, com alimentação exclusivamente a base de ração. Entre os ovos produzidos em sistema convencional, encontramos ainda os “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados”6 normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light”7 que prometem ter menos colesterol do que os normais. “Ovos Pufa” normalmente são ovos enriquecidos com Ômega 3 e Vitamina E.

Nenhum desses leva obrigatoriamente em consideração o bem-estar animal.
“Ovos Caipira” ou “Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial”
De acordo com a legislação devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos, que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos. A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de promotores de crescimento, antibióticos e pigmentos na ração. Também são conhecidos como “Ovos de Capoeira”. “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importadas da França, a Label Rouge. Tenha em mente que este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado. Assim, os consumidores não têm a garantia de que todos os quesitos do bem-estar animal foram alcançados.

“Ovos Orgânicos”

A principal característica é a alimentação das aves, toda feita com ingredientes de origem orgânica, ou seja, produzidos sem o uso de defensivos e fertilizantes químicos. É proibido o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração. Um dos quesitos para a obtenção do selo orgânico é o respeito ao comportamento natural e ao bem-estar da ave (saiba mais sobre estes quesitos no parágrafo a seguir). Para aprovação do rótulo orgânico o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada10 cujo selo é exibido na embalagem.

A preocupação com o bem-estar das galinhas poedeiras deve respeitar as seguintes normas: não é permitida a debicagem (retirada de uma parte do bico), muda forçada (privação de alimento para estimular novo ciclo de produção de ovos), nem o confinamento em gaiolas. As criações devem oferecer alimentação suficiente e água limpa, espaço para a interação social, movimentação, descanso, e abrigo. Enfim, proporcionar um ambiente que permita aos animais desenvolver seus comportamentos naturais.

É importante esclarecer que o fato de não serem “convencionais”, ou seja, não serem produzidos em sistemas de confinamento intensivo nas gaiolas em bateria, não significa que esses produtos sempre levem em consideração todos os aspectos relacionados ao bem-estar dos animais. A rotulagem pode ser realmente considerada significativa quando há a certificação por uma terceira parte confiável de que os padrões significativos associados ao rótulo foram alcançados. Selos com relevância para o bem-estar animal fornecem aos consumidores informações que podem ajudá-los a fazer escolhas conscientes.

Em 2008 foi lançado no Brasil o selo “Certified Humane”. Produtos que carregam este selo foram auditados pela certificadora terceirizada ECOCERT e alcançam determinados padrões de bem-estar animal.

Para maiores informações sobre este selo acesse: www.ecocert.com.br/bem_estar_animal.html.


* Obs: Não confunda o termo “granja”. Granja pode significar “uma construção fechada, na qual se abrigam aves ou mamíferos”11 ou ainda “sítio em que se faz a pequena indústria agrícola, a criação de aves de terreiro”.12 Neste caso, “ovos de granja” significam que são ovos produzidos por galinhas criadas nas condições convencionais, em granjas industrializadas, confinadas e em sistema de “gaiolas em bateria”.

** Gaiolas em bateria: filas de gaiolas de arame dispostas uma por cima das outras, superlotadas de galinhas.

Links Relacionados


- Certificação de Produtos

- Leia mais também sobre alimentação consciente: www.confinamentoanimal.org.br/acoes-para-o-confinamento-de-animais/cuide-da-sua-saude.asp  e www.hsus.org/hsi/farm_animals/brazil/brazil_campaign_portuguese/alimentando.html


Referências:

1. BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Defesa do Consumidor (CDC). Lei n° 8 078/90 de 11 de setembro de 1990. Disponível em www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8078.htm. Acessado em maio de 2009.

2. CELESTE, R. K. Análise comparativa da legislação sobre rótulo alimentício do Brasil, Mercosul, Reino Unido e União Européia. Rev.Saúde Pública, n.35, p.217-223, 2001.

3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - RIISPOA - Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Brasília, v.2: 165p, 1980.

4. CÂMARA, M. C. C.; MARINHO, C. L. C.; GUILAM, M. C.; BRAGA, A. M. C. B. A produção acadêmica sobre a rotulagem de alimentos no Brasil. Rev Panam Salud Publica v.23 n.1 Washington jan. 2008.

5. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Resolução nº 1, de 9 de janeiro de 2003, Anexo VIII Nomenclatura de Ovos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=2711. Acessado em maio 2009.

6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 31, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos Adicionados de Nutrientes Essenciais.

7. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 27, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente à Informação Nutricional Complementar.

8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ofício Circular / DIPOA nº 60/99 em 04/11/99.

9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 007, de 17 de maio de 1999. Dispõe sobre normas para a produção de produtos orgânicos vegetais e animais. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1662 Acessado em maio 2009.

10. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 16, de 11 de Junho de 2004 - Anexo II Instruções Para Elaboração Do Rótulo De Produtos Orgânicos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=7796 Acessado em maio 2009.

11. pt.wikipedia.org/wiki/Granja. Acessado em maio 2009.

12. michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?palavra=granja. Acessado em maio 2009.

Fonte: Para saber mais acesse: http://www.arcabrasil.org.br/

CÃES PEQUENOS COSTUMAM TER CONVULSÕES

Cães pequenos como poodles e pinshers, podem sofrer de epilepsia e convulsões. Os motivos podem ter várias causas.
Quem quiser saber mais detalhes, pode entrar no site da Dra. Synara Rillo. Ela possui várias postagens explicando os tipos e causas desses problemas entre outros. Através da interação com os leitores, experiências são trocadas de forma a esclarecer várias dúvidas.
Vale a pena conhecer: http://synararillo.com.br/

quinta-feira, 4 de março de 2010

POR QUE OS ANIMAIS SOFREM?

O saudoso escritor Carmo Bernardes considerava muito importante a presença de animais domésticos numa casa, em contato com as crianças.

Assim, elas crescem amando e respeitando os bichos, porque aprendem que eles sofrem tanto quanto nós mesmos - dizia o sábio regionalista.

Por que sofrem os animais? Eis aí um tema a exigir muitos e profundos estudos, aos quais a Doutrina Espírita oferece os primeiros fundamentos.

Agora mesmo, com o mal da vaca louca nas manchetes da imprensa, ficamos nos perguntando o motivo dessas epidemias que dizimam milhares e até milhões de bovinos.

A chave para a explicação pode estar no abate desenfreado de gado para alimentação humana. Ainda sem livre arbítrio, a alma animal tem necessidade do aprimoramento, num processo reencarnatório estabelecido pela Natureza. O homem o interrompe violentamente e a resposta é a doença coletiva, porque o equilíbrio natural foi abruptamente partido.

A alma animal já possui, em maior ou menor quantidade, uma relativa liberdade e mantém a individualidade depois da morte. Ainda sem livre arbítrio, contudo, ela não dispõe da faculdade de escolha desta ou daquela espécie para renascer. Seu espírito progride, reencarnando em corpos cada vez mais capazes de lhe favorecerem condições para as primícias do raciocínio acima do instinto.

Entre o espírito do homem e os espíritos dos animais, todavia, a distância é quase do tamanho da existente entre Deus e o homem. É um mistério que a mente humana só muito lentamente aclarará.

A alma animal, que já passou pelo reino mineral, onde a individualidade não existe, evoluiu através do reino vegetal e um dia iniciará a longa caminhada da espécie humana em direção à angelitude.

Mas é muito difícil raciocinar nesses termos devido ao ranço das religiões sectárias, ao orgulho, pretensão, vaidade e egoísmo próprios da espécie humana. O egocentrismo persiste até hoje e é ele que impede à esmagadora maioria das pessoas aceitar a existência do vida em outros planetas embora Jesus tenha afirmado, há dois mil anos, que a casa do Pai tem muitas moradas.

Discípulo de Herbert Spencer, Ernesto Bozzano trouxe da escola positivista o hábito de se apoiar no fato para dele tirar conclusões. Seu audacioso livro Os animais têm alma?, produzido na primeira metade do século XX, é fruto de pesquisas sérias realizadas em 130 casos de aparições e outros fenômenos supranormais com animais.

No prefácio da edição brasileira de sua obra, Francisco Klors Werneck lamenta que, geralmente preocupados com outros problemas, os homens não dêem atenção a seus irmãos inferiores, aos grandes e pequenos seres da criação como cavalos, cães, gatos e outros, "como se eles também não tivessem alma, não possuíssem sentimentos afetivos e mesmo faculdades surpreendentes."

Ele cita que alguns animais percebem a morte próxima, como cavalos e bois que se recusam a entrar no matadouro, advertidos ninguém sabe como, do que os espera lá dentro. Animais, como os cães, se deixam morrer depois da morte de seus donos, tal a desesperada saudade que sentem deles. Um famoso cavalo de corrida se tornou de tal afeição por uma cabra que não aceitava se separar dela.

Os animais têm alma? Dá a entender que os cães podem ser a espécie mais evoluída na escala animal. Relata o fato surpreendente do cão que avançou ferozmente contra outro e parou sem o agredir, ao verificar que era cego. Outro, mais extraordinário ainda, do cirurgião que tratou, em sua própria casa, de um cachorro que tivera a pata esmagada. Passados doze meses, o médico ouviu estranhos arranhões na porta da rua, abriu-a e espantou-se. O cão que curara um ano antes lhe trazia um companheiro com a pata esmagada.

Fato parecido é comum na Cavalaria da Polícia Militar do Estado de Goiás, em Goiânia, onde cavalos com dor de barriga procuram por conta própria o consultório do veterinário, segundo nos contou o doutor Francisco Godinho, que ali trabalha há muitos anos.

Há uma página admirável de Emmanuel, intitulada "Animais e sofrimento", na qual ele analisa o que parece injustiça: os animais, isentos da lei de causa e efeito, sem culpas a expiar por serem irracionais, padecerem sacrifícios e dores neste mundo.

O notável instrutor espiritual de Francisco Cândido Xavier considera, em primeiro lugar, ser necessário interpretar o sofrimento "por mais altos padrões de entendimento. Ninguém sofre tão-somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se também angariando recursos preciosos para a obter. Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para se instruir".

Nenhum espírito obtém elevação ou cultura por osmose, mas unicamente através do trabalho paciente e intransferível.

O animal, igualmente, para chegar à auréola da razão, deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por lhe conferir a posse definitiva do raciocínio. Sem sofrimento, não há progresso.

Todo ser, criado por Deus simples e ignorante, é compelido a lutar pela conquista da razão, para em seguida a burilar. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução. Dor física no homem, acrescida de dor moral, é fixação de responsabilidade em trânsito para a Vida Maior.

Toda criatura caminha para ser anjo: investida na posição de espírito sublime, livra-se da dor, porque o amor lhe será sol no coração, dissipando as sombras ao toque da sua própria luz.

quarta-feira, 3 de março de 2010

SOLUÇÃO PARA CÃES COM MEDO DE BARULHOS

As chuvas intensas do verão podem deixar os peludos apavorados, por causa dos raios e trovões. Mesmo os cachorros que não costumam ter medo podem passar a demonstrar um comportamento nervoso nesta época do ano, principalmente os filhotes e os cachorros mais velhinhos.
Terapias de dessensibilização (acostumar o cão com os barulhos que lhe causam medo), e mesmo o uso de medicamentos que auxiliam no bem estar emocional do cachorrinho levam pelo menos uns 30 dias para surtir um efeito satisfatório.

É justamente AGORA que os donos devem começar o programa de dessensibilização do peludo com os CD’s exclusivos da BitCão. Criado especialmente para condicionar os cães que sofrem de pavor de barulhos o CD Sem Medo de Trovões foi desenvolvido cientificamente por profissionais da área de comportamento para que você consiga libertar o seu peludo dos medos, passo a passo, sem pular fases importantes, e com a ajuda de um manual explicativo.
Aproveite para também conversar com o seu veterinário e determinar se algum medicamento é necessário para auxiliar no tratamento do cão. O uso de antidepressivos costuma ser muito mais seguro e de efeito duradouro do que os calmantes e sedativos. E lembre-se de nunca dar qualquer medicamento para o seu bicho sem falar com seu veterinário antes.

Aproveite e vá preparando o peludo para as comemorações da Copa do Mundo de 2010. Esta época também é um terror para os peludos sensíveis aos barulhos de fogos de artifício. Não perca tempo. Quanto antes vocês começarem este programa, maiores serão as chances de sucesso e de que o tratamento do seu amigão se torne definitivo.

Veja alguns dos destaques da BitCão
Indispensável no recondicionamento e dessensibilização de cães que ficam apavorados com barulhos de fogos de artifício. É um programa completo de dessenbilização que leva mais três semanas para ser completado.
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CD Sem Medo de Trovões e Tempestades
Indispensável no recondicionamento e dessensibilização de cães que ficam apavorados com barulhos de trovões e tempestades. É um programa completo de dessenbilização que leva mais três semanas para ser completado.
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CD com Músicas que Acalmam seu Cachorro
Este CD contém músicas que comprovadamente acalmam o seu cachorro. É adequado para cães que passam muito tempo sozinhos (latem ou choram), estão internados em uma clínica veterinária, ou que precisam passar muito tempo hospedados ou presos em canil.
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Promoção dos 3 CD's (Fogos, Trovões e Acalmam)
Aproveite esta promoção! Comprando estes dois CDs, além de um desconto, você ganha o CD com MÚSICAS QUE ACALMAM SEU CACHORRO.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Hospital Veterinário da UnG retoma atendimento

Veja aqui os procedimentos e o valor da taxa para ser beneficiado com os serviços, que vão de intervenções clínicas às cirúrgicas

O Hospital Veterinário da Universidade Guarulhos (UnG), localizado no campus Guarulhos-Dutra da Instituição, retomou o atendimento no início deste mês após o período de férias.
Estruturado com laboratórios, centro cirúrgico e modernos equipamentos, o Hovet presta atendimento clínico e cirúrgico a todas as espécies de animais domésticos e silvestres, de pequeno e grande portes.
Embora não seja gratuito, o serviço oferecido pelo Hospital tem preço inferior ao cobrado pelas clínicas particulares (R$ 18 a consulta), e toda a arrecadação é destinada à compra de materiais. Os valores relativos a procedimentos são informados pelo veterinário.
Pessoas interessadas em levar seus animais têm de agendar com antecedência a consulta, seja na recepção ou por telefone. Emergências passarão por avaliação da equipe; se confirmadas serão atendidas na hora sem a necessidade de agendamento.
Clínicas – Os demais setores da UnG que prestam serviços de atendimento à comunidade têm previsão de retorno em meados do mês de fevereiro. As clínicas de Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Nutrição, além do Laboratório de Análises Clínicas, divulgarão no início do próximo mês os procedimentos necessários à inscrição aos tratamentos.
Serviço
Hospital Veterinário da UnG
Av. Anton Philips, 01, Vila Hermínia, Guarulhos
Tel.: (11) 2423-7601
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Animais ajudam a tratar pacientes com Alzheimer

O envelhecimento da população mundial traz grandes desafios à sociedade moderna. Segundo estudo recente promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000 a proporção de idosos era de 17,8 para cada 100 jovens. Mas esses dados estão mudando radicalmente. Estima-se que, em 2050, serão aproximadamente 102 idosos para cada 100 jovens. Nesse contexto, torna-se fundamental promover iniciativas para melhorar as condições de vida da população acima de 65 anos. Uma delas é tratar a senilidade, um fenômeno altamente fragilizante, provocado também pela Doença de Alzheimer, que aos poucos apaga as mais valiosas lembranças.

Essa moléstia integra o grupo das doenças mais comuns na velhice. Ataca o sistema cognitivo do indivíduo e acarreta a perda gradual da autonomia decorrente de um declínio funcional progressivo. Esse processo que deteriora sobretudo a memória, se inicia por perdas em curto prazo e se agrava, comprometendo as atividades diárias. Perda de concentração, desatenção, perda de iniciativa, retraimento social, abandono de passatempos e mudanças de humor, são alguns sintomas que podem aparecer.

Terapia afetiva
Estudo realizado pela aluna de psicologia e pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Luciana Teixeira Guimarães, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), investigou os benefícios propiciados pela terapia assistida com animais, em idosos institucionalizados com diagnóstico de processo de demência tipo Alzheimer. A revelação é que os idosos, sobretudo quando institucionalizados, sentem uma enorme necessidade de receber demonstrações de afeto, como o toque, atenção e carinho, o que muitas vezes acaba não ocorrendo, pois estão afastados do convívio social. De acordo com Teixeira, a terapia com animais enfatiza bastante o tato e o contato, além de exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva, ou seja, aquela despertada por algum fato que traz lembranças com certa ligação afetiva.
A coleta de dados ocorreu por meio de observação, durante o tratamento em atividade assistida do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) - "Projeto Cão do Idoso", realizado na Associação Beneficente A Mão Branca de Amparo aos Idosos, em São paulo. O método aponta diversos benefícios aos pacientes, tais como: diminuição da pressão sanguínea e frequência cardíaca, do uso de calmante e antidepressivo; melhora do sistema imunológico; estímulo da interação social; melhora da capacidade motora; diminuição da quantidade de medicamentos utilizados e melhoria da auto-confiança e auto-estima.
Segundo Teixeira, o projeto recebe o acompanhamento de profissionais de diversas áreas. Veterinários, psicólogos e assistentes sociais são alguns especialistas envolvidos. Os cachorros estão sempre muito limpos e com exames que comprovam sua saúde. São escolhidos levando-se em conta as necessidades dos assistidos, uma avaliação de comportamento, para impedir situações desagradáveis, como mordidas, latidos inadequados, brigas com outros cães, inquietude, ou mesmo a falta de interesse na interação.
"Na relação com o cachorro permeiam-se sensações, emoções, palavras, imagens e posturas. O animal passa a ser um caminho pelo qual o idoso pode expressar de forma corporal e simbólica com suas lembranças, seus sentimentos, pensamentos e conceitos. Recordar vivências é o caminho da re-significação da história pessoal presente. Caso estas senhoras tivessem suas comunicações invalidadas, consideradas sem sentido, avaliadas em falsas memórias, a sua verbalização diminuiria, o que poderia acarretar no avanço da situação de Alzheimer", finaliza Teixeira.
A pesquisa foi orientada pela professora Regina Célia Gorodscy, doutora em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP) e co-orientada pela docente Ruth Lopes, coordenadora do Programa de Estudos Pós Graduados em Gerontologia, da PUC-SP.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

UM CACHORRO CHAMADO FÉ

Esta é a história de um cachorro que nasceu na véspera do Natal  de 2002

Ele nasceu com 3 pernas - duas saudáveis e uma anormal, na frente, que teve de ser amputada. Certamente ele não conseguia andar quando nasceu. Mesmo a sua mãe não o aceitou. Ele foi rejeitado e desdenhado.
Seu primeiro dono também nem acreditou que ele sobreviveria. Assim sendo ele até pensou em eliminá-lo. Naquela época, sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e desejou cuidar dele. Ela estava determinada a ensiná-lo e treiná-lo para andar por si só. Ela acreditava que só precisava de um pouco de FÉ. Por isso ela lhe deu o nome de "Faith" (Fé).
No começo ela colocava FAITH numa prancha de surf para que ele sentisse os
movimentos da água. Mais tarde lhe dava pasta de amendoim,numa colher, como um premio e recompensa por ter ficado ereto e saltar pela casa. Até outros cachorros da casa o ajudavam e encorajavam a caminhar.
Surpreendentemente, depois de apenas seis meses, como que num milagre, FAITH aprendeu a se equilibrar em suas duas patas traseiras e saltar se movendo para a frente. Depois de mais algum treinamento na neve ele pode caminhar como um ser humano!
FAITH adora passear. Não importa para onde ele vai ele sempre atrai as pessoas à sua volta . Agora ele está ficando famoso no cenário internacional. Ele já apareceu em vários jornais e espetáculos de TV. Há,
inclusive, um livro cujo título é "With a Little Faith" (Com um pouco de
fé), publicado a seu respeito. Ele chegou a ser cogitado para aparecer num dos filmes de Harry Potter.
Sua atual proprietária, Jude Stringfellow deixou seu trabalho e carreira como professora, para levá-lo através do mundo, para orar:"mesmo sem um corpo perfeito, alguém pode ter uma alma perfeita."
Na vida sempre acontecem coisas indesejáveis.
Talvez uma pessoa que sinta que as coisas não estão indo bem como desejaria, talvez venha a se sentir melhor mudando seu ponto de vista e ver os fatos sob uma nova perspectiva.
Talvez esta mensagem possa trazer a todos novas formas de pensar e encarar a vida. Talvez,todos possamos apreciar e agradecer cada dia maravilhoso que se seguirá.
A Vida é uma demonstração contínua do poder do pensamento positivo e de ter fé.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"CONHECENDO OS DIREITOS DOS ANIMAIS"

CONHECENDO OS DIREITOS” – LANÇAMENTO DE UM NOVO SEGMENTO BIBLIOGRÁFICO PARA O PÚBLICO INFANTO-JUVENIL

Um novo segmento bibliográfico, voltado para o público infanto-juvenil, intitulado “Coleção Conhecendo os direitos”, de autoria da advogada e professora universitária Renata Braga Klevenhusen, chega para conquistar a criançada. A autora inicia a coleção com a publicação do livro “Conhecendo os direitos dos animais”, que pretende alertar as crianças para as noções de seus direitos, deveres e cidadania com os animais e será lançado logo no início de janeiro. O livro realiza um desejo da autora, o de transformar seus leitores em adultos conscientes a partir de mecanismos lúdicos, com linguagem apropriada e ilustrações criadas especialmente para ciência da mensagem.

“A criança é curiosa, reflexiva e dialógica por natureza. Utilizei o conceito de ‘direito’ no sentido de ‘respeito’ e ‘bom senso’, partindo de situações que fazem parte do cotidiano das crianças, estimulando a abordagem dos temas nos ambientes escolar e familiar”, explica a autora. O lançamento será realizado no dia 10 de janeiro de 2010, domingo, às 11h, na livraria Argumento, do Leblon, com a participação do grupo “Os Tapetes Contadores de Histórias”.

A ideia do livro surgiu quando a autora começou a pesquisar sobre a possibilidade de aplicação do princípio da dignidade humana, princípio fundamental no texto da Constituição brasileira (art. 1º. III), à qualidade de vida como um todo (inclusive a não-humana). Foi a partir daí que se criou um Grupo de Pesquisa sobre os Direitos dos Animais e, em parceria com diversas ONGs, já foram realizadas palestras sobre o tema. Mas, por iniciativa própria, Renata Braga Klevenhusen passou a contatar responsáveis por escolas com o interesse de realizar ações diretas para as crianças.

A primeira ação, em maio de 2009, foi realizada com alunos entre 4 e 6 anos da Escola Trilingue, em Chapecó, Santa Catarina. As questões relacionadas ao bem-estar animal, à educação sanitária e a não instrumentalização dos animais foram tratadas no encontro, que ainda contou com jogos participativos e a apresentação de uma nova versão para a música “Atirei o pau no gato”, que passou a ser intitulada “Não atire o pau no gato”.

A segunda e terceira ações, em junho e dezembro de 2009, foram realizadas com alunos da Escola Corcovado, no Rio de Janeiro.
Esses encontros possibilitaram o desenvolvimento do texto do livro “Conhecendo os direitos dos animais”. A Editora UNOESC se interessou na publicação do primeiro volume como parte dos projetos sociais que estava desenvolvendo.

A coleção

A produção bibliográfica da autora sempre foi voltada para estudantes e profissionais da área jurídica. Como o projeto virou um livro, a autora se viu estimulada a trabalhar com outros temas jurídicos voltados para o público infanto-juvenil que serão publicados em 2010. O próximo lançamento será em co-autoria com o Promotor Rodrigo Terra e vai tratar dos “Direitos do Consumidor”. Há previsão dos seguintes temas, dentre outros: “Conhecendo as famílias”; “Conhecendo a Constituição Brasileira”; “Conhecendo os Direitos Humanos”; “Conhecendo os Direitos da Criança e do Adolescente”; “Conhecendo os Direitos dos Idosos”; “Conhecendo o Direito Ambiental”.

“Apresentar o ‘Direito’, sob uma nova roupagem, desde a infância, enfatizando os valores do respeito, da solidariedade, da boa fé, da eticidade, da sociabilidade, dentre outros, contribuirá para que a criança desenvolva o senso da importância da participação individual na construção do bem comum para as presentes e futuras gerações”, sinaliza a autora.


Sobre a autora

Renata Braga Klevenhusen é advogada e professora universitária da disciplina “Bioética e Biodireito” para mestrandos e doutorandos em Direito. É Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina e Mestre em Direito Civil pela UERJ. Toda sua produção bibliográfica foi desenvolvida na área do Biodireito, considerado um novo ramo do Direito que trata das normas jurídicas destinadas a disciplinar os conflitos que surgiram com o progresso técnico-científico da biomedicina e da biotecnologia, envolvendo o direito à vida, à integridade física e à saúde.

Sobre a ilustradora

As ilustrações do livro “Conhecendo os direitos dos animais” são de autoria da chapecoense Marlowa Pompermayer Marin. Artista plástica e ilustradora, Marlowa é associada à Sociedade dos Ilustradores do Brasil – SIB. www.marlowa.com.br .
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

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domingo, 3 de janeiro de 2010

HISTÓRIA DE UM CASAL DE ANDORINHAS

Elas anunciam o início e o fim do Verão. Constróem o ninho com lama nos beirais das casas ou no interior de celeiros, barracões ou outros edifícios de quintas.

Chegam por volta de Março /Abril e entre Outubro e Novembro juntam-se em bandos, que podem chegar a centenas de elementos, para rumarem a sul, a fim de passarem o Inverno. A andorinha-das-chaminés distingue-se da andorinha-dos-beirais por apresentar umas grandes guias caudais, umas asas mais angulosas e uma face avermelhada.

A andorinha não pesa mais de 10 a 20 gramas, mas pode percorrer até 10 mil quilômetros numa migração. O macho e a fêmea se ocupam com a construção do ninho, que é feito de pequenos grãos de areia e palha, cimentados com terra argilosa misturado com saliva.

A fêmea põe três a cinco ovos brancos, que são chocados pelos pais durante duas semanas. Os filhotes saem do ninho com cerca de três semanas, mas a família continua unida até que eles sejam completamente independentes.

Veja esta história de um casal de andorinhas:

Aqui sua companheira foi machucada e a condição é fatal
Ela foi pega por um carro enquanto voava baixo em uma rua.













Aqui ele traz comida para ela e a atende com amor e compaixão.














e trouxe comida novamente mas ficou chocado ao encontra-la morta.

Tentou move-la... Um esforço raramente visto entre andorinhas!!



Mas percebe que sua querida esta morta e que nunca mais voltará para ele...
Ele chora tristemente a perda de seu adorado amor...
Permaneceu ao lado dela tristemente em sua morte...
Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais...
Permaneceu ao lado de seu corpo com tristeza
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GESTAÇÃO DE ELEFANTE

O elefante é um PAQUIDERME HERBÍVORO considerado o maior mamífero da terra. É mais encontrado na África Central e do Sul.

A gestação de uma eloá ou elefanta pode durar até 22 meses. Quando os filhotes nascem, pesam 100 quilos e tem 1m de altura, quando adultos, podem chegar a 7 toneladas. A vida de um elefante pode durar até 120 anos se não sofrer a interferência do homem.

Sua alimentação consiste de ervas, folhas e água. Seus únicos dentes são as presas de marfim. Com elas, o elefante pode separar seus alimentos antes de introduzi-los à boca pela tromba.

Vivem em manadas de até 30 membros, que são orientados por uma líder fêmea adulta e que geralmente é composto por ela, seus filhotes e aparentados.

No seu habitat natural, quando sentem que estão para morrer, procuram um lugar em comum onde encerram a sua vida. Vários pesquisadores, presenciaram as manadas passando por estes locais e tocando as ossadas com as trombas, como se estivessem reverenciando seus antepassados.
Estudos genéticos levaram os pesquisadores a considerar que, o elefante-africano do gênero Loxodonta, contitui três espécies: o elefante-da-savana (Loxodonta africana), o elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis) e uma outra espécie já extinta, o elefante-adaurora precursora do elefante-da-savana. O elefante-africano (Loxodonta africana) é o maior mamífero terrestre, podendo pesar 8 toneladas e medir 5 metros de comprimento, com 4 metros de altura, no caso do macho. A fêmea é bem menor, mede cerca de 3,5 metros de comprimento, tem cerca de 3,2 metros de altura e pesa aproximadamente 3,6 toneladas. A tromba do elefante é a estrutura que mais se destaca em sua anatomia externa e conta com (segundo alguns pesquisadores) cerca de 300 mil músculos, divididos em cinco grupos musculares. Ela representa uma modificação do lábio superior e do nariz e tem uma sensibilidade 10.000 vezes maior que um dedo humano.
Por que são as fêmeas que lideram o bando?
Geralmente, os machos ao completarem aproximadamente 30 anos, iniciam o processo natural de maturidade sexual, devido as altas taxas de hormônio masculino em seus corpos. A TESTOSTERONA aumenta durante 30 dias no ano, causando-lhes um odor característico e atraente para as fêmeas (nós humanos, não conseguimos nem chegar perto, tamanho é o odor terrível). Já para as fêmeas, o macho mais fético é aquele que representa mais força e saúde física e que pode lhe garantir filhotes mais fortes. Quando elas entram no cio, transmitem ruídos em baixa frequencia e que os machos captam pelas vibrações no solo, através de terminações nervosas que possuem em seus pés.
Após a cópula o macho abandona a fêmea deixando o caminho livre para outros machos. Uma fêmea, em geral, acasala 5 vezes para que ocorra a fecundação. Na hora do parto, quando estão em manada as outras fêmeas do bando auxiliam.
Quando sozinhas, a natureza se encarrega de ensinar como agir. Assista este vídeo em que uma eloá dá a luz a um filhote e se desespera quando percebe que ele não está reagindo bem e que poderá perdê-lo:
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Diferenças entre o elefante africano e o asiático

As únicas duas espécies de elefante que sobrevivem na atualidade se diferenciam com facilidade pelo tamanho de suas orelhas: pequenas, no elefante asiático, e muito grandes no elefante africano, mais corpulento (podem medir 1,5 m de comprimento). A tromba preênsil da espécie asiática termina num só lóbulo, enquanto que na africana existem dois lóbulos. As figuras representadas no esquema abaixo correspondem a elefantes machos e, portanto, não se observa a ausência de presas característica da fêmea do elefante asiático, já no elefante africano os dois sexos têm presas. O elefante asiático tem a frente convexa, o lombo arqueado. As duas espécies têm cinco unhas nas patas dianteiras, mas nas traseiras o elefante africano tem três e o asiático, quatro.

Aprendizagem (atuação dos elefantes)

Muitos fatores externos e internos influenciam na aprendizagem, e o indivíduo precisa ter um aparelho chamado "cérebro" para aprender. Está fora de dúvida que o tamanho do cérebro é um fator decisivo na capacidade de aprender. Mas não é apenas o volume total do cérebro que importa, mas sobretudo o do córtex. A quantidade e o tamanho das células nervosas também são importantes.

Um elefante possui um cérebro de 6 kg, e estudiosos observaram que os elefantes (na Índia - onde executam tarefas úteis ao homem), se comportavam como se "soubessem" o que deviam fazer. Esses animais conheciam cerca de 24 comandos para o trabalho, mas, com um mínimo de ordens, puxavam e empurravam toras de madeira, colocando-as num caminhão.

Em testes realizados com elefantes, o animal aprendeu todas as respostas corretas, em troca de recompensa. Em todos os testes, o animal revelou também sua proverbial memória: um ano depois, lembra-se mais de 70 % do que aprendera.

Pré-História
Entre os representantes primitivos dos elefantes, estão os mamutes e os mastodontes - elefantes da Era Glacial. Dos mastodontes havia vários tipos: alguns tinham quatro presas, um par no maxilar superior e outro par no maxilar inferior. Mamute significa em língua tártara, "filho da terra". A explicação para esse nome está no fato de que os nativos da Ásia setentrional encontraram tantos desses animais sepultos na terra e no gelo que acreditaram que eles haviam sido gerados pela própria terra.

Elefante africano
◦Família - Elephantidae:
◦Nome Científico - Loxodonta africana;
◦Peso - de 4 a 6 toneladas;
◦Altura - 5 a 7 metros;
◦Alimentação - (Herbívoro) capim, folhas secas, cascas de árvores e raízes;
◦Tempo de Gestação - 22 meses;
◦Habitat - Florestas tropicais e Savanas;
◦Características - É o maior dos mamíferos terrestres dos tempos modernos. Tanto os machos assim como as fêmeas possuem no maxilar superior dois dentes incisivos (presas) prolongados. Com eles, os elefantes se defendem e procuram alimentos e sais minerais. Os machos são maiores que as fêmeas e possuem também os incisivos mais potentes. A pele é quase nua e a pequena cauda termina numa mecha.

Elefante asiático
◦Família - Primelephas;
◦Nome Científico - Elephas maximus;
◦Peso - de 3 a 5 toneladas;
◦Altura - 2,40 a 3 metros;
◦Alimentação - Folhagens, ervas, bolbos, frutos;
◦Tempo de Gestação - 22 meses. Nasce uma cria, por vezes, ajudada por outras fêmeas;
◦Habitat - Florestas;
◦Características - São utilizados como animais de carga há séculos. Muito agressivos na época de acasalamento, devido aos altos níveis de hormônios masculinos. Os Elefantes Asiáticos são menores que os africanos, tem orelhas menores e apresentam duas protuberâncias abobadadas em cima dos olhos. Em geral as "presas" são menores.
Classificação científica
Família dos Elefantídeos, ordem dos Proboscídeos.

O elefante asiático é classificado como Elephas maximus e o africano, como Loxodonta africana

Classificação científica:
Reino: Animalia.
Filo: Chordata.
Classe: Mammalia.
Ordem: Proboscidea.
Família: Elephantidae.
Gênero: Loxodonta.
Espécie: Loxodonta africana e Loxodonta cyclotis


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