Páginas

Assista nossos programas:

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Meu home office acabou, especialista dá dicas para preparar os pets sem os donos




Igor Cesar S. Miranda, professor e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Cesuca, explica os impactos que os pets podem sentir nos pós pandemia, quando seus tutores voltarem ao trabalho 

Meu home office acabou, e agora o que fazer com meus pets?

Os animais de companhia se acostumaram com a presença física ininterrupta de seus tutores dentro de casa. Mas para os pets, o isolamento social acabou impactando de forma diferente seu dia a dia e seu comportamento. Habituados com o “novo normal”, agora, os bichinhos irão encarar um novo desafio, a sensação de casa vazia deixada por seus donos ao terem que retornar ao trabalho presencial. O impacto desta transformação de rotina pode trazer sofrimento emocional e físico, podendo comprometer o bem-estar animal.

Igor Cesar Santos de Miranda, médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Cesuca, explica que cães e gatos têm realidade distintas para enfrentar essa nova situação. O canino é uma espécie gregária, que busca o convívio social, e aprimorou esse relacionamento com os humanos na sua linha evolutiva. Já os felinos são animais que conseguem conviver em grupos, mas utilizam a ferramenta de interação social de forma diferente dos cães. Eles gostam sim de companhia, possuem rotina e muitos até “recepcionam” o tutor na chegada em casa, mas adoram também momentos sozinhos.

“Os cães e gatos estavam acostumados com uma rotina pré-pandemia dos seus donos (casa/trabalho ou escola/faculdade/casa), e com horários definidos de passeios e alimentação com eles. Com o isolamento social, passaram por uma nova adaptação, e a mudança estressou a todos. A retomada das atividades presenciais poderá sim causar um estresse nos animais”, explica o médico veterinário.

Igor alerta que os impactos que os pets poderão sofrer ao voltarem a ficar sozinhos em casa são ansiedade, irritabilidade, picacismo (apetite por coisas ou substâncias não alimentares) ou até mesmo urinar e defecar em espaços da residência.

O retorno às atividades fora do ambiente doméstico por parte dos tutores poderá estressar e deprimir os pets, isso é um fato para o médico veterinário, que aponta abaixo algumas dicas para preparar os animais para este momento de transição, sem os donos presentes o tempo todo:
Se puder, realize uma mudança gradual do ambiente. Para o felino, o ideal é o enriquecimento ambiental, seja com a colocação de arranhadores, prateleiras, pontos para escalar ou mesmo a utilização de feromônio sintético, que são ferramentas adequadas para melhorar o espaço para eles. Já para os cães, o interessante é incluir momentos de passeio com uma frequência maior. Uma alternativa é contratar passeadores ou mesmo incluí-lo em creche para animais.

Planejar com bastante antecedência. Ir deixando o pet sozinho de forma gradual, assim é uma forma de preparar o bichinho para o momento sem os tutores presente o tempo todo. Hoje, se você está em home office, utilize o mesmo espaço da residência para trabalhar ou estudar, e insira na sua rotina, momentos externos com mais de 2 horas, pois assim, o animal terá tempo de ir se acostumando com a sua ausência.

Busque o atendimento do médico veterinário. É importante consultar o especialista para mediar e acompanhar o processo, indicar as alterações do ambiente.

Por fim, o veterinário ainda ressalta que os tutores devem ter um cuidado especial com essas adaptações de rotina dos animais, visto que a saúde dos pets também é importante, e que ele é parte integrante do núcleo familiar dos tempos atuais.

sábado, 14 de agosto de 2021

Mostra Filhos de Estimação reúne famosos com seus pets




Ana Maria Braga assina curadoria da exposição 

Muita fofura reunida é o que o público vai encontrar na exposição Filhos de Estimação que tem a curadoria de Ana Maria Braga, uma tutora para lá de apaixonada pelos seus pets, clicada pela fotógrafa Catarina Machado. 20 personalidades com os seus animais de estimação explicitam nas imagens a relação mútua de amor e amizade.

Participam da exposição Filhos de Estimação a própria Ana Maria, a atriz Adriana Lessa, o jornalista Amaury Júnior, a apresentadora Ana Paula Padrão, o Padre Antônio Maria, a apresentadora Catia Fonseca, o jornalista Celso Zucatelli, o apresentador e chef Edu Guedes, o Padre Fábio de Melo, o confeiteiro Flávio Federico, o morador de rua Leandro de Almeida, a amazona olímpica Luíza Almeida, o cartunista Maurício de Sousa, os publicitários Mauro Sousa e Rafael Piccin, o cantor Nahim, a comediante Nany People, a repórter e jornalista Pamela Domingues, a apresentadora Regina Volpato, a cantora Roberta Miranda e o cantor Ronnie Von.

Vejas algumas fotos da Catarina Machado:

Adriana Lessa

Amary Jr

Ana Paula Padrão

Catia Fonseca

Celso Zucatelli

Edu Guedes

Flavio Federico

Leandro de Almeida

Luiza Almeida

Mauricio de Souza

Nahim

Nany People

Pamela Domingues

Padre Antonio Maria

Padre Fabio de Melo

Rafael Piccin e Mauro Sousa

Regina Volpato

Roberta Miranda

Ronnie Von



Para Ana Maria Braga o carinho que os animais de estimação nos dedicam é uma sensação indescritível, é um amor incondicional. “Quem nunca teve um animal de estimação, se puder ter, eu acho que deveria experimentar. Ter a responsabilidade de amar e cuidar de um animalzinho é algo que aquece o coração, enobrece a alma e salva vidas. Quem não os tem está perdendo muito!”
A mostra tem patrocínio da Cobasi, que replicará a exposição para o público em cinco lojas da marca de 8 a 29 de agosto.

Sobre a fotógrafa: Catarina Machado, nascida em São Paulo é formada em fotografia pelo Centro Universitário Belas Artes com especialização no IIF - Instituto Internacional de Fotografia. É também autora das exposições “Bancos - Contemplar e Integrar”, “Calçada Portuguesa”, “Portas” e participou da exposição “A Cara de São Paulo”, com a curadoria da Ana Maria Braga e do Maestro João Carlos Martins. Para a fotógrafa “este trabalho foi uma excelente oportunidade para captar em imagens o amor e a cumplicidade entre os animais e seus “donos”. Cada personagem que fotografei é uma história exemplar de convivência harmônica e plena entre pessoas e animais.”

Serviço:
De 8 a 22 de agosto, das 9h às 18h - Entrada Franca
Saguão Social do Clube Paineiras do Morumby
Avenida Dr. Alberto Penteado, 605 – Morumbi
Visitas apenas mediante agendamento no Showare: https://clubepaineiras.showare.com.br/

Cobasi: de 8 a 29 de agosto
Cobasi Eldorado – Shopping Eldorado
Cobasi Aricanduva – Espaço Auto Shopping
Cobasi Vila Lobos – Rua Manuel Velasco, 90 – Vila Leopoldina
Cobasi Augusta – Rua Augusta, 2380 – Jardins
Cobasi Marginal Tietê – Vila Guilherme



domingo, 8 de agosto de 2021

Felinos ganham corações e lares dos brasileiros

Neste Dia Internacional do Gato, 8 de agosto, o CRMV-SP dá dicas sobre as principais características e cuidados com estes animais



Foi-se o tempo em que gato era visto como um animal traiçoeiro e frio, não sendo muito considerado na hora da escolha por um pet. A mudança de comportamento e estilo de vida ao longo dos últimos anos ajudou a abrir portas (e janelas) para que, aos poucos, os felinos começassem a ganhar seu espaço nos lares e no coração dos brasileiros.

Não por acaso, a população de gatos nos lares brasileiros cresceu mais do que o dobro em relação à de cães nos últimos seis anos, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, o País tem mais de 22 milhões de gatos domésticos e a expectativa é de que ultrapasse os 30 milhões até 2022.

Este considerável aumento é atribuído principalmente à mudança no estilo de vida das pessoas, explica a médica-veterinária Cristiane Pizzutto, presidente da Comissão Técnica de Bem-estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP). "A população tende a ficar muito tempo fora de casa e a morar em casas e apartamentos menores. Com isso, um gato é o pet ideal, porque há uma certa facilidade do animal se adaptar, assim como esses espaços às suas necessidades."

Desde o início da pandemia e do isolamento social por conta da Covid-19, há quase um ano e meio, essa aproximação entre humanos e felinos se intensificou. "O gato é um animal bastante afetuoso e interage bem com o tutor. Como as pessoas deixaram de sair na pandemia, o felino passou a ser uma opção de companhia interessante. Ele cumpriu essa necessidade de sanar o estado de solidão que tomou conta das pessoas", avalia Cristiane.

Para a médica-veterinária, o gato trouxe acolhimento e conseguiu se adaptar muito bem às condições da pandemia, quando todo mundo teve que ficar isolado. A independência característica desse animal caiu como luva. “Ele não depende, por exemplo, de passeios constantes na rua para fazer as necessidades fisiológicas ou de interagir com o mundo exterior, diferentemente do cão”, aponta. Ele também é capaz de brincar e se entreter em espaços menores.

Guarda responsável

Tanta independência, porém, não significa que os bichanos não precisam de amor, cuidados e atenção. Ao decidir ter um gato em casa, é fundamental saber quais são todos os compromissos e responsabilidades com a guarda responsável, para não ter arrependimentos. "As pessoas precisam conhecer todas essas características do animal, para depois não se decepcionarem e falarem que não era isso que queriam ou imaginavam, e, assim, acabar aumentando os índices de abandono", diz a presidente da Comissão de Bem-estar Animal do CRMV-SP.

Antes de adquirir um gato, é preciso conhecer a espécie e ter ciência de suas necessidades em todos os aspectos, como o dia a dia de manejo, custos com saúde, alimentação e higiene, visitas regulares ao médico-veterinário e vacinação. Outro ponto muito importante, Cristiane, é a adequação do lar, para garantir que o gato desenvolva seu comportamento natural.

"O ambiente tem que trazer segurança e oferecer conforto. É preciso estimular o comportamento de caça, de captura, de forma artificial; colocar atividades à noite, porque é quando estará mais ativo; e fornecer pontos de fuga, para se esconder quando sentir necessidade. Isso tudo proporciona qualidade de vida e bem-estar para esses animais", destaca a médica-veterinária.

Cuidados

A partir do momento em que se adaptam ao ambiente, qualquer mudança pode deixar os gatos estressados, como explica o médico-veterinário Otávio Verlengia, membro da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. “O gato é um animal que ainda está em processo de adaptação, de domesticação. Ele pode sofrer com interferências no seu ambiente, como a chegada de outros animais, excesso de barulho, nascimento de uma criança, uma visita. Tudo isso pode gerar estresse.”

Além da ambientação, há outros cuidados que o tutor deve tomar. O pote de água, por exemplo, deve ter a base mais larga para evitar que o gato encoste o bigode nas laterais. Para os felinos que bebem pouco líquido, uma sugestão é disponibilizar água corrente, como uma fonte.

Outra dica do médico-veterinário é em relação à caixa de areia. A limpeza do recipiente deve ser feita no mínimo duas vezes ao dia e ele deve ficar num lugar tranquilo, para evitar que o gato fique segurando a urina ou as fezes. “Se colocar a caixa ao lado de uma máquina de lavar que faz muito barulho, por exemplo, isso pode assustar o gato e impedir que ele use o local adequadamente.” As caixas maiores são as mais indicadas.

A escovação é mais um item importante a ser incluído na rotina de cuidados. Animais com pelagem longa dão mais trabalho e, nesses casos, a escovação deve ser feita ao menos duas vezes ao dia. Já os gatos de pelo curto, escovar uma vez é o suficiente. De acordo com Verlengia, o gato tem o hábito natural de se lamber, e a escovação é importante para evitar que ele ingira muito pelo.

O corte das unhas também é recomendado e deve ser feito, em média, a cada quinze dias. “O tutor deve procurar um médico-veterinário para que ele oriente como realizar o corte da maneira correta”, sugere.

A ida ao consultório, inclusive, pode ser um desafio para os tutores. Para o gato se acostumar com a caixa de transporte, o médico-veterinário indica deixá-la aberta pela casa, à disposição do gato. “Dá para usar feromônios, colocar brinquedos dentro, para que o gato vá se familiarizando com a caixa. O tutor não deve forçar a entrada do animal, para evitar que ambos se machuquem.”



Sobre o CRMV-SP

O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 45 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

Rennan da Penha instala comedores para animais de rua no Complexo da Penha

 



O artista carioca anunciou o projeto nas redes sociais neste sábado (7) e revelou que homenageia sua cachorrinha 

O DJ e produtor Rennan da Penha lançou um projeto de instalação de comedouros e bebedouros para animais no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele contou a novidade na sua conta do Instagram neste sábado, 7 de agosto. 

“Fé, rapaziada! Estou muito feliz por estar realizando esse projeto. Consegui instalar cinco pontos com comedouros e bebedouros para os cachorros aqui do complexo da Penha. Em breve, também estarei realizando um projeto de castração dos cachorros de rua aqui na região. Esta ação é em homenagem à minha cachorrinha, que eu perdi [faleceu] esses dias”, conta.

 A ideia consiste em promover uma ação social para diminuir a fome dos animais abandonados e que vivem nas ruas. Os comedouros são canos de PVC adaptados para serem recipientes de ração e água

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Descubra quais são os principais perfis de tutores de pets, de acordo com pesquisa Radar Pet 2020



Levantamento da Comac apontou três tipos de tutores de animais de companhia com base em aspectos emocionais e como eles se relacionam com os pets. Entenda cada um dos perfis!

Mais de 37 milhões de domicílios no Brasil contam com algum pet, de acordo com a pesquisa Radar Pet 2020. Além de desvendar dados da população pet, o levantamento realizado pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) também descobriu os principais perfis dos tutores dos animais.

De forma geral, a maior parte das pessoas responsáveis pelos cuidados dos animais de companhia são mulheres, com uma média 60%. Além disso, 58% dos tutores são casais ou pessoas que moram juntas. Grande parte dos responsáveis, tanto por cães ou gatos, também são famílias com filhos de diversas idades. Apenas cerca de 10% dos tutores moram sozinhos.

Através de pesquisas quantitativas e qualitativas com mais de 3.500 brasileiros de todas as idades, gêneros e classes sociais, a Comac identificou três tipos de tutor, com base em aspectos emocionais: “Pet Lover”, “Amigo dos Pets” e “Desapegado”. Todos eles são apegados aos bichinhos, porém de maneiras diferentes. Entenda a distinção entre cada um:

Os “Pet Lovers”

Representando 55% dos tutores de pets, os “Pet Lovers” são os que mais se identificam com mães/pais de pet e possuem um vínculo afetivo muito forte com os animais. Em sua maioria, esse grupo é composto por jovens, mulheres, pessoas casadas com filhos. Também corresponde à maior proporção de LGBTQIA+ e casais sem filhos.

Os “Pet Lovers” costumam investir mais em produtos e serviços do segmento pet e são os mais preocupados com a saúde dos animais, com visitas mais frequentes ao veterinário. São pessoas que não conseguem imaginar viver sem o seu pet.

Os “Amigos dos Pets”


Com 21% do total, esse grupo possui uma predominância de mulheres, pessoas da Classe A, casadas e famílias com filhos pequenos. Esse é um perfil considerado intermediário entre os “Pet Lovers” e os “Desapegados”. Possuem vínculos com os animais, mas sem necessariamente considerá-los como parte da família.

Amam seus pets, mas não apresentam um vínculo tão forte, cuidando deles com carinho mas sem tantos “mimos”. Além disso, 46% enxerga o pet como um animal, e não como um filho.

Os “Desapegados”


Correspondem a 24% dos tutores e são majoritariamente homens. Não costumam ter um vínculo afetivo tão forte quanto os “Pets Lovers” e quase 44% deles já consideraram deixar de ter um animal. São pessoas mais pragmáticas e que tem o costume de levar o pet ao veterinário apenas em casos de emergência.

Além disso, os “Desapegados” também tendem a gastar menos com os pets e evitam antropomorfizar os animais, ou seja, não gostam de atribuir características humanas a eles e consideram estranha a visão do bichinho como um familiar.

Confira outros destaques do levantamento:


Presença dos pets: Cerca de 53% dos domicílios brasileiros contam com cães ou gatos. Dentro desse percentual, 44% são habitados por cães e 21% por gatos. Há uma média de 1,72 cães e 2,01 gatos por lar brasileiro. Os gatos, em geral, são os pets de entrada (o primeiro contato de pessoas com os animais de companhia) e contam com um crescimento 3 vezes maior do que os cães dentro do Brasil, de acordo com Leonardo Brandão, médico veterinário Coordenador da Comac.

“Temos mais cães, mas os gatos têm ganhado um grande espaço nos lares brasileiros. É o pet de entrada para muitas famílias. No Nordeste, por exemplo, há uma predominância dos gatos. Um dos possíveis motivos para isso, além do perfil do animal, é um custo mais baixo de cuidados. Pelo perfil de vida das pessoas (morando em cidades, com pouco espaço e tempo restrito) os gatos tem se firmado cada vez mais como o pet do futuro”, observa.

Perfil do pet: Os vira-latas ou Sem Raça Definida (SRD) são a grande maioria dos animais de companhia brasileiros. Entre os cães, 42% são vira-latas. Cerca de 70% daqueles com raça definida são de pequeno porte. As raças favoritas dos brasileiros são, respectivamente, pincher, poodle e shitzu. Entre os gatos, 65% são sem raça definida. Entre aqueles com raça, os siamês são predominantes.

Gastos mensais: Os tutores de cães gastam uma média R$ 224 por mês para cuidar dos pets, entre banho, tosa, alimentação e acessórios para o animal. Já os tutores de gatos investem cerca de R$ 168 mensais nos cuidados com o pet.

Adoção: A grande maioria dos pets, sejam cães ou gatos, chegaram aos seus tutores como um presente ou por meio de processo de adoção. Entre os animais nos lares brasileiros, 33% dos cães e 59% dos gatos foram adotados. Leonardo analisa que, durante a pandemia, é provável que os números tenham crescido consideravelmente.

Relação com os pets: Cada vez mais, os brasileiros estão criando laços afetivos com seus pets. A maioria enxerga os animais como um filho ou membro da família. Um dos dados da pesquisa revela que, por exemplo, a saúde dos pets é tão importante para seus tutores quanto das demais pessoas da casa. Também existe uma grande preocupação com o envelhecimento do pet e o cuidado com a saúde preventiva dos animais. Contudo, ainda é baixa a frequência de idas ao veterinário.

Apesar do grande número de animais, Leonardo percebe que o Brasil precisa muito evoluir em relação aos cuidados e bem-estar com os Pets. Não à toa, esse é um dos mercados mais promissores dentro do Brasil por conta do seu potencial de crescimento.

Sobre a Comac

A COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos.

A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.

***

Câncer de Mama atinge aproximadamente 45% das cadelas e 30% das gatas

Câncer de Mama atinge aproximadamente 45% das cadelas e 30% das gatas, segundo Conselho Federal de Medicina Veterinária

Rede de hospitais em SP lança campanha que incentiva os exames preventivos e aborda sobre os tratamentos.

Problemática: Segundo dos dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), cerca de 80% dos casos diagnosticados são malignos. O alto índice se deve ao diagnostico tardio, somado a outros problemas, inclusive genéticos.

Fonte: A diretora geral e veterinária do Vet Popular, Caroline Mouco, fala a respeito dos tratamentos disponíveis, sintomas, estudos de caso e prevenção, além das indicações caso haja suspeita de câncer no animal.

E para contribuir ainda mais com o combate, a rede de serviços veterinários VET Popular, lançou neste mês uma campanha de conscientização. Durante todo o mês de outubro, a rede criará ações para conscientização sobre exames preventivos, dicas e tratamentos.

***

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Promoção da Saúde Única é chave para evitar novas pandemias



A pandemia de Covid-19 evidenciou quão integradas são as saúdes humana, animal e ambiental. Com o surgimento de um novo vírus, o conceito de Saúde Única, definido por esta indissoabilidade, tornou-se pauta mais presente em todo o mundo. O tema faz parte, inclusive, do relatório sobre prevenção de pandemias da Organização das Nações Unidas (ONU), que vem alertado sobre o fato de que 75% das doenças emergentes no planeta têm origem animal.

O documento elenca tendências que impulsionam o surgimento de doenças zoonóticas – aquelas que afetam tanto humanos quanto animais –, como: crescente demanda por proteína animal; expansão agrícola não sustentável; crises climáticas e exploração da vida selvagem. Neste contexto, o relatório aponta a promoção da Saúde Única como solução.

“Fica cada vez mais claro que a Saúde deve ser vista de forma integral, multifatorial e com forte ação de planejamento preventivo”, frisa o presidente da Comissão de Políticas Públicas do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), Celso da Costa Carrer.

Este olhar começou a ser construído no início do século XX, quando a ideia de que saúde corresponde apenas à ausência da doença deu lugar uma visão mais ampla e de integralidade. “O ser humano passou a ser entendido como ser bio-psíquico-social, o qual pode adoecer por interferência de diferentes fatores em seu bem-estar”, enfatiza a ex-presidente da Comissão de Zootecnia e Ensino do CRMV-SP, Célia Regina Orlandelli.

Conceito deve ser incorporado pelo SUS

Apesar de as discussões terem sido ampliadas sobre o assunto, ainda há muito a ser feito para a efetiva promoção da Saúde Única no Brasil. A incorporação do conceito no Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das necessidades pontuadas pela presidente da Comissão de Saúde Pública do CRMV-SP, Adriana Maria Lopes Vieira.

“Trata-se de um importante passo a ser dado para conceber soluções adaptáveis, prospectivas e multidisciplinares, visando o enfrentamento dos desafios que, certamente, ainda teremos pela frente”, enfatiza Adriana.

A inclusão de médicos-veterinários nas equipes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf) do SUS, em 2011, foi um importante avanço neste sentido. No entanto, a Saúde Única deve ser o pilar que norteia as diretrizes do sistema, cujos resultados seriam observados na forma de prevenção.

Para Célia, o cenário atual evidenciou que os investimentos em tratamentos ainda são mais valorizado do que os empenhos em prevenção e em promoção da saúde. “As discussões sobre as vacinas nos fazem enxergar melhor o porquê de os gestores públicos não se atentarem para a importância do investimento em Medicina Veterinária Preventiva e, apesar da criação do Nasf, as estratégias e a inserção ou não de médicos-veterinários nas equipes ainda é definida por cada prefeitura, a seu modo.”

A união de saberes pelo bem de todos


De acordo com Carrer, um dos cernes da questão é a complementaridade e a soma de diferentes expertises, ou seja, equipes multiprofissionais trabalhando em conjunto. Promover o entendimento desta união de saberes visando a saúde e o bem-estar coletivos foi justamente o que levou à criação do Dia Mundial da Saúde Única (03/11).

“Já está claro que o desenvolvimento de ações com abordagem interdisciplinar, envolvendo várias áreas de conhecimento, não apenas aquelas diretamente ligadas à Saúde, é indispensável”, diz Adriana.

O papel do médico-veterinário e do zootecnista

No que tange à atuação dos profissionais de Medicina Veterinária e de Zootecnia, são inúmeras as formas de atuação de ambos, cujos resultados permeiam a Saúde Única. “Os médicos-veterinários, por exemplo, além de contribuírem por meio do diagnóstico de doenças de animais que podem afetar suas famílias e as comunidades vizinhas, trabalham nas áreas de vigilância, epidemiologia e controle de doenças, entre outros campos”, diz Adriana.

Quanto aos profissionais da área de ciências agrárias, Célia afirma serem também verdadeiros promotores de saúde. “Isso por que os processos passam muito fortemente pelo cuidado e pelo respeito aos ecossistemas. A inserção desses profissionais em práticas produtivas de menor impacto garante maior qualidade para o meio ambiente e a redução de interferências na saúde dos animais."

Saiba mais

Em 2020, as celebrações do Dia da Saúde Única são especialmente comoventes em face da pandemia COVID-19. A pandemia faz a data ser reconhecida e adotada como mais necessária agora do que nunca antes. Para mais informações sobre as ações de comemoração: https://www.onehealthcommission.org/

Sobre o CRMV-SP


O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 42 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.


***

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Índice de câncer na próstata em animais machos em estado avançado é preocupante

Contextualização: Segundo o Inca, cerca de 29% dos diagnósticos de câncer em homens são na próstata, sendo o segundo câncer que mais mata. No mundo animal, não é diferente, cães machos, por exemplo, também são atingidos e, casos não detectados no início também tornam-se agressivos, assim como nos humanos, com poucas chances de cura.

Objetivo: Conscientizar o tutor quanto à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de próstata e câncer nos testículos em cães e gatos. Além das visitas regulares ao médico veterinário, a castração pode funcionar como medida preventiva. Se o pet não é castrado, se possui somente a ausência de um testículo ou se identificou nódulos em região testicular, é importante procurar um médico veterinário para orientação, avaliação e atendimento o mais rápido possível.

Fonte: Dr. Luiz Moretti e Dra. Caroline Mouco, veterinários e fundadores da rede de hospitais 24h Vet Popular estão à disposição para explicar sinais, sintomas, tratamentos, entre outras medidas para combater o câncer.

O hospital possui estrutura completa de internação, tratamentos e cirurgias de alta complexidade, além de um centro de diagnósticos completo.

***


sábado, 7 de novembro de 2020

Cobertura de seguro saúde para animais de estimação inclui cirurgias e vacinas




Quem tem um bichinho de estimação em casa sabe que eles são verdadeiros integrantes da família. Por isso, nada mais natural que também tenham plano de saúde.

O diretor da Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (AECOR-RJ), Jayme Torres, explica que o segmento de seguro saúde para pets ainda é considerado relativamente novo no estado. Ainda assim, registrou um crescimento de 6% no último ano.

“Há cerca de cinco anos, o mercado de seguros do Rio de Janeiro começou a se adequar para atender a essa demanda. Da mesma forma que existe plano de saúde para os humanos, as pessoas agora se preocupam também em garantir a saúde do pet”, explica.

Torres afirma que o primeiro passo para a contratação dessa modalidade de seguro é o mesmo que para os humanos, procurar um corretor.

“O bom corretor de seguros é aquele que tem registro na Susep e, por isso, estará preparado para dar as melhores indicações de planos de acordo com o perfil do bichinho de estimação. A partir de R$ 100 mensais, já é possível garantir a cobertura básica. Dependendo do plano escolhido, o pet terá direito a consultas médicas, cirurgias, atendimento emergencial, vacinas e até desconto no valor dos medicamentos da linha vet. Tudo isso poderá ser informado detalhadamente pelo corretor”, informa.

Outra forma de proteção é a assistência emergencial para os pets, que muitas vezes pode ser contratada junto com o seguro de vida ou residencial.

“Muitas pessoas têm esses seguros, mas desconhecem que oferecem também assistência veterinária emergencial. Um corretor de seguros habilitado poderá indicar todas as opções de acordo com o perfil financeiro da família, de forma a proteger a casa, o humano e também o pet nos imprevistos”.

Tem sido comum no Rio de Janeiro notícias sobre roubos de pets, geralmente, durante assaltos a carros. Sobre essa modalidade de seguro, Torres avalia que nem toda seguradora oferece, devido a baixa demanda.

“Não existe tanta procura por seguros para animais de estimação. Geralmente, quem contrata essa modalidade pretende proteger cavalos de raça ou outros animais de maior valor comercial. Particularmente, acredito que essa procura não seja grande porque, só quem tem amor por um bichinho de estimação sabe que em caso de perda não existe valor algum de seguro que possa reparar a falta que eles fazem”, afirma.

Vantagens do seguro

• Como primeiro passo, o animal receberá um microchip de identificação.

• O dispositivo serve para que todo o histórico de saúde fique registrado, sendo acessado rapidamente por qualquer veterinário credenciado pelo plano de saúde escolhido.

• Além das medicações e tratamentos, também é possível controlar se as vacinas estão em dia

• Alguns planos de seguro residencial e de vida contam até com serviço de entrega de ração e transporte de animais.

. Converse com um corretor habilitado para saber mais.

Sobre a AECOR-RJ |

A AECOR-RJ teve origem na Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense – AFutebol, criada em abril de 1999 por um grupo de tradicionais corretores da região para atender às demandas dos profissionais da Baixada. Hoje, a associação reúne cerca de 200 profissionais pessoas físicas.

O objetivo da Associação é fortalecer e representar a classe, apoiar o associado em todas as suas demandas, oferecer serviços, disponibilizar recursos tecnológicos ao corretor, oferecer suporte técnico com treinamentos, promover reuniões e debates com as seguradoras.

***

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Dionisio.AG Royal Canin, viabiliza arte gigante na cidade de São Paulo para conscientizar sobre a saúde dos felinos

Nos últimos 6 anos, a população de gatos cresceu mais que o dobro que a de cães, acumulando 8,1% de aumento contra 3,8% do crescimento canino, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A tendência foi confirmada pela recente pesquisa realizada no País pela ROYAL CANIN®, marca líder em Nutrição Saúde para gatos e cães, no mês de agosto deste ano, com 2 mil tutores de felinos, que apontou um crescimento de 30% de gatos nos lares brasileiros durante a pandemia do coronavírus.

Embora os gatos estejam arranhando o reinado dos cães, ainda existe uma grande falta de conhecimento sobre a espécie. A pesquisa mostrou alguns dados alarmantes: 43% dos tutores que trouxeram um novo gato para seu lar durante a pandemia não os levaram ao Médico-Veterinário nenhuma vez. Além disso, 29% dos que já possuíam um felino antes da pandemia relataram que diminuíram muito a frequência das consultas devido ao atual momento. “Diferente dos cães, os felinos demoram a presentar sintomas de que algo não vai bem e isso faz com que as doenças sejam descobertas em estágio avançado, impactando diretamente no bem-estar e expectativa de vida deles”, conta Carlos Martella, Diretor de Marketing da ROYAL CANIN® Brasil.

Por isso, a marca convidou o artista Tito Ferrara para ajudá-la, por meio da arte, a conscientizar as pessoas sobre a importância das idas frequentes ao Médico-Veterinário. A iniciativa busca estimular com que a vida real imite a arte e é parte do maior investimento em uma campanha de comunicação já realizado pela ROYAL CANIN® no País, intitulada “Meu Gato No Vet”.

“Desde a fase de idealização da campanha, queríamos algo impactante, que tocasse a rotina das pessoas e promovesse reflexões sobre a causa. Esta é a primeira vez que a ROYAL CANIN® aposta em uma ação desse tipo, utilizando a arte para contar uma história relevante para nós, que colocamos os pets no centro de tudo o que fazemos. A ideia não era apenas estampar a cidade com uma mensagem sobre a importância da saúde preventiva dos felinos, mas também ser um registro que promova nos tutores de gatos a lembrança da necessidade do agendamento de check-ups regulares anuais. Temos pesquisas que mostram que 42% deles adiam a ida ao Médico-Veterinário e isso é muito preocupante”, complementa Carlos.

A vida inspira a arte e a arte inspira a vida

Tito Ferrara é um artista paulistano, com relevante notoriedade nacional, cujo trabalho é muito focado em retratos e em pessoas; e usa tanto suas feições quanto suas histórias como fonte de inspiração e conteúdo. “Eu falo que por trás de cada retrato há uma história, e esse é o conceito do meu trabalho”, explica Tito.

E a união de Tito com a ROYAL CANIN® teve um impacto relevante na vida do artista, que usou a gata da família - a Emi - como inspiração para criar a arte que estampa o mural gigantesco, localizado em uma empena cega de um prédio no bairro Vila Nova Conceição, na cidade de São Paulo. Mas o mais impactante foi a revelação de identificação com o tema da campanha. “ A Emi nunca tinha ido ao Médico-Veterinário, por isso esta obra para a campanha “Meu Gato No Vet” foi muito significante para mim”, relata o artista.

A arte retrata a relação de cuidado de uma Médica-Veterinária com um gato sem raça definida. Ambos estão olhando para a cidade e criando uma conexão imediata com quem a admira. Ela impacta por sua magnitude e riqueza de detalhes, gerando reflexões imediatas sobre a causa da campanha “Meu Gato No Vet”. O edifício escolhido para receber a obra fica na Avenida Santo Amaro, 220, em sua face lateral, que é facilmente visível na esquina com a Avenida Presidente Juscelino Kubitschek.

“Para mim, pintar uma empena foi muito importante, ainda mais sendo em São Paulo, a cidade onde eu nasci. Trata-se do trabalho mais alto que eu já fiz, e foi como realizar um sonho. Para o artista que pinta na rua, quanto mais alto for o painel mais legal é. Além disso, agora, a Emi, que é como um membro da família, vai passar a fazer seus check-ups de saúde regulares. Essa obra me marcou e espero que marque outros tutores de gatos também”, finaliza Tito.

A ROYAL CANIN® contou com a curadoria e produção da agência Dionisio Arte para viabilizar esta intervenção artística na cidade de São Paulo._

Sobre a Dionisio.Ag

A Dionisio.Ag é uma agência especializada em arte que nasceu para unir empresas, pessoas e artistas. Ela oferece um trabalho full service, no qual é responsável pela curadoria, produção artística, produção cultural, execução e entrega dos projetos. Atualmente, conta com um time de artistas de estilos diversos, todos extremamente qualificados, com reconhecimento nacional e internacional.

Site: www.dionisioag.com.br



Sobre a ROYAL CANIN®

A multinacional Royal Canin, uma das maiores fabricantes do mundo de alimentos de alta qualidade nutricional para gatos e cães, celebrou 50 anos em 2018. Com 16 fábricas no mundo e presente em 92 países, a marca considera sempre o gato e o cão em primeiro lugar e tem sua história focada no conhecimento e respeito por estes animais.

Em 2002, passou a fazer parte da Mars, Incorporated, líder mundial em alimentos para animais de estimação. A unidade brasileira da Royal Canin está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, desde 1990. No mercado brasileiro, a marca disponibiliza mais de 150 alimentos, incluindo produtos específicos para raças, portes, idades, estilos de vida, necessidades específicas, cuidados especiais e auxiliares no tratamento de algumas doenças. Os produtos estão disponíveis em canais especializados, entre os quais, clínicas veterinárias e pet shops, em mais de 15 mil pontos de vendas no Brasil.

Para mais informações visite o site: https://www.royalcanin.com/br


***

50 ARTES PARA PET



segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Finados: O que fazer quando um pet morre?





Quando se tem um pet, as responsabilidades com o animal são incorporadas na rotina das famílias, que se tornam experientes nestes cuidados. Entretanto, quando o ciclo de vida de um cão ou gato de estimação chega ao fim, muitos tutores ficam em dúvida sobre o que fazer com o corpo do animal. Nesta situação, a destinação correta deve ser uma preocupação não apenas pelo carinho com pet, mas devido às questões sanitárias.

Isso porque, quando feita de maneira e em local inadequados, esta destinação pode trazer danos à saúde pública, por oferecer risco de infecções que afetam humanos e outros animais.

A contaminação ocorre pela liberação de líquidos que possuem grande quantidade de bactérias e substâncias tóxicas. “O risco se dá quando este material entra em contato com solo, lençóis freáticos e poços artesianos”, explica Elma Pereira dos Santos Polegato, presidente da Comissão de Saúde Ambiental do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP).

Um ato de amor, um dever

Mais do que uma medida de guarda-responsável, a conduta correta com corpos de animais é regra estabelecida pelo artigo 54 da Lei Federal nº 9.605/20. Se infringida, configura-se crime ambiental, com pena detenção e multa.

Portanto, quando perde um animal de estimação, as famílias têm a responsabilidade de procurar por serviços de coleta.

“A maior parte das clínicas e hospitais médico-veterinários oferece estes serviços”, diz o Márcio Thomazo Mota, presidente da Comissão de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP, sobre a possibilidade de o tutor entrar em contato com o estabelecimento em que o pet costumava ser atendido ou outro que esteja mais próximo.

As famílias podem, ainda, contar com serviços de coleta de órgãos públicos. Para isso, é preciso entrar em contato com a prefeitura da cidade para saber qual secretaria municipal opera o serviço e, então, buscar por atendimento.

Mercado especializado

Mota comenta que o mercado já dispõe de cemitérios e crematórios específicos para pets. Semelhante aos serviços oferecidos para humanos, as empresas realizam velórios, possuem modelos salas ecumênicas, oferecem urnas para as cinzas do animal e, ainda, lembrancinhas para esse momento de despedida.

Elma e Mota ressaltam que a cremação é o mais indicado, sob o ponto de vista de impacto ambiental. “Entretanto, ainda não está disponível na maioria dos municípios brasileiros”, pontua Elma.

Seja para o sepultamento ou para a cremação de animais, os requisitos ambientais e sanitários são os mesmos observados para humanos. “Se esta for a escolha do tutor, é indispensável que ele se certifique da idoneidade da empresa e de que a instituição possui as licenças ambiental e sanitária para operar”, enfatiza Mota.

Sobre o CRMV-SP


O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 42 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

***

sábado, 3 de outubro de 2020

O que fazer na hora do adeus ao seu animal de estimação?

Augusto Lavinas e seus Pets



Diversas opções para o momento da despedida oferecem amparo para o tutor e a possibilidade de homenagear a memória do pet


Uma grande dúvida que sempre assombra os tutores de cães, gatos e outros animais de estimação é: o que fazer quando chegar a hora de se despedir do pet? Ninguém gosta de pensar nesse momento ou planejar como lidar com esta situação. Para muitas pessoas, os pets são considerados verdadeiros membros da família e só imaginar ficar sem eles já é doloroso. E assim sendo, o carinho e o apego acabam dificultando a despedida na hora do falecimento.

Foi o caso do adestrador de cães Augusto Lavinas, que recorda com muita saudade de seu cachorro Peter. “Foi um pet muito especial para mim, pois foi por causa dele que virei adestrador de cães”. Lavinas relembra como foi a despedida final. “Passeamos, brincamos, fiz tudo que ele gostava e fiquei presente com o Peter todo o tempo. O que mais me conforta são todos os momentos que compartilhamos e a vida que proporcionei a ele.

Para ajudar nessa situação, Augusto Lavinas contou com o apoio do Grupo Zelo, empresa mineira entre as maiores do país no setor de assistência funeral, que oferece conforto e auxílio os tutores e suas famílias com o ZeloPet. Augusto destaca que “fui acolhido super bem e tive todo o apoio que precisei”. Ele optou pelo serviço de cremação individual, pois escolheu homenagear seu pet preservando parte das suas cinzas em itens pessoais e jogar a outra parte delas em locais que o cão gostava.

A empresária Claudia Ribeiro, também optou pelos serviços do ZeloPet para a despedida final de seu poodle Thor, após 18 anos de uma convivência repleta de amor. Ela comenta que a acolhida oferecida pelo Grupo Zelo fez toda a diferença. “Gostei muito. Quando cheguei, nos deixaram em um lugar confortável e tranquilo, onde pude me despedir dele”. Cláudia também optou pelo serviço de cremação individual. “Pude expressar o meu grande amor pelo Thor e ainda levar as cinzas comigo”.

O terapeuta canino Jean Cloude comenta sobre a importância de os tutores vivenciarem o luto. “Perder um pet é terrível, mas esta situação nos ensina a lidar com outros tipos de perda. Indico que quando chegar o momento, que o tutor passe pelo luto, que chore bastante e não tente amenizar a dor. Mas que depois de alguns meses, quando abrir espaço, que ele conquiste, adote outro cão. É importante compreender que o ciclo da vida do pet é menor que o nosso e que você pode ter a chance de ser amado por outro cãozinho”.

Jean Cloude aponta ainda que, seja como uma homenagem especial do tutor para com seu pet, ou do ponto de vista ecológico, a cremação é a melhor opção. “Ocupar um espaço de terra para enterrá-lo ou descartá-lo em um aterro sanitário são coisas que agridem demais o meio ambiente. Para a ecologia é a melhor resposta e é também uma maneira de fazer nosso animal de estimação prosperar através de uma planta, de uma árvore, sabendo que esse nutriente está voltando para a natureza”.

ZeloPet

A cobertura do plano preventivo ZeloPet disponibiliza assistência funeral e cremação de pequenos animais, de até 10 anos de idade. Entre os serviços oferecidos, estão remoção 24 horas por dia, espaço para cerimonial de despedida, urna cinerária com opção de urna ecológica, cremação individual e devolução de cinzas, se o tutor desejar, além de descontos em clínicas e petshops parceiros. Segundo Gustavo Lobato, Consultor Comercial do ZeloPet, “estas comodidades foram pensadas com total alinhamento às necessidades dos tutores a fim de ajudá-los a se planejarem para o momento da partida de seu pet”.

Além do plano preventivo, é possível também contratar serviços particulares para uso imediato ou futuro, como cremação individual ou coletiva e sepultamento em lóculo vertical, sem contato com o solo, no Cemitério e Crematório PET Bosque das Águas Claras, necrópole do Grupo Zelo especialmente dedicada para este fim. Os serviços são realizados com todas as especificações previstas nas legislações municipal, estadual e federal, e a utilização de equipamentos, materiais e técnicas sustentáveis para preservação do meio ambiente.

Lobato aponta que o “propósito do plano preventivo e dos serviços é acolher os tutores e suas famílias, garantindo uma despedida digna ao pet querido que se foi”. O Consultor salienta também que o Bosque das Águas Claras “é um local que oferece paz e tranquilidade ao tutor. Um espaço que honra e perpetua a memória do animal de estimação e do legado de amor e fidelidade”.

Mais informações sobre o ZeloPet estão disponíveis no site https://grupozelo.com

Mercado Pet

O Brasil é o segundo maior mercado pet do mundo, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação - Abinpet. O país tem a segunda maior população de cães, gatos e aves canoras e ornamentais em todo o mundo e é o terceiro maior em população total de animais de estimação.

São 54,2 milhões de cães, 23,9 milhões de gatos, 19,1 milhões de peixes, 39,8 milhões de aves e mais 2,3 milhões de outros animais. O total é de 139,3 milhões de pets, o que demonstra a força potencial do setor na economia brasileira.

O desenvolvimento do mercado pet reflete o reconhecimento dos benefícios da interação entre humanos e animais de estimação. Atualmente, os pets são considerados como parte da família, principalmente para as pessoas que moram em grandes centros urbanos. Além disso, os animais de estimação são cada vez mais importantes em tratamentos terapêuticos e em políticas de inclusão social.

Destaca-se também a mudança do perfil das famílias brasileiras, com o aumento de casais que optam por não ter filhos, ou ter apenas um filho, e que se tornam tutores de um animal de estimação.

Sobre o Grupo Zelo

O Grupo Zelo nasceu em 2017, com a aquisição da Funerária Bom Jesus e da carteira de clientes das empresas Santa Clara, Santa Rita e Bom Pastor. Teve as suas atividades iniciadas no mercado funerário de Minas Gerais em conformidade com a Lei Federal 13.261/2016, que dispõe sobre a normatização, a fiscalização e a comercialização de planos de assistência funerária em âmbito nacional.

Em apenas três anos, o Grupo Zelo aumentou sua área de atuação de 15 para mais de 40 cidades. Ampliou o número de 350 para 1.300 colaboradores. E aumentou seu número de clientes de 500 mil para 1,5 milhão de associados. De lá para cá, o Grupo cresce continuamente com foco na oferta de estrutura completa para o atendimento, do início ao fim, de serviços de assistência funerária.

A empresa mineira já é uma das maiores do setor e segue investindo em gestão e inovação como nenhuma outra. Mensalmente, são prestados diversos serviços – ornamentação, velório, transporte para qualquer lugar do país, cremação, sepultamento, manutenção de jazigos, tanatopraxia e serviço funerário completo - com índice de satisfação de 95% apontado pelos seus clientes.

O Grupo Zelo atende a mais de 600 cidades em todo o país e está presente em mais de 40 cidades em três estados. Conta com uma frota de 250 veículos diversificados em funerários, administrativos, comerciais, manutenção, suporte a família, ônibus e caminhões.

Para garantir a prestação do serviço funerário, com qualidade e excelência, através de um atendimento humanizado e profissional e assegurar a satisfação total dos clientes, o Grupo Zelo utiliza um moderno de sistema integrado de serviços, planos e cemitérios, com gestão integrada de controle de folha, estoque, ativos e demais processos. As tecnologias implantadas garantem também o sistema de roteirização de frota e de atendimento eletrônico de clientes.



****




5 dicas para adotar um pet de forma responsável




MID® e AMPARA Animal reúnem dicas em comemoração ao Dia Nacional de Adotar um Animal


A decisão de adotar um novo pet, como um gato ou cachorro, sempre envolve muitos dilemas, e nem sempre é uma tarefa fácil. O ideal é balancear todos os prós e contras, pensando principalmente no bichinho, que precisa de muitos cuidados e carinho. MID®, a marca de refrescos em pó da Ajinomoto do Brasil, que contribui com ações em defesa dos animais, aproveita o Dia Nacional de Adotar um Animal, celebrado em 4 de outubro, para dar algumas dicas importantes sobre o tema.

Em 2015, a marca MID® e a ONG AMPARA Animal se uniram com o objetivo de dividir histórias e auxiliar nos cuidados de animais abandonados. Parte das vendas dos refrescos Baunilha com Limão, Groselha e Guaraná, são revertidas para a ONG, que apoia projetos focados em animais domésticos e em animais silvestres ameaçados de extinção. Com o apoio da marca, a instituição organiza feiras de adoção e campanhas para arrecadação de mantimentos. Com o início da pandemia de Covid-19 e o aumento do número de casos de abandono de animais, a marca, em parceria com a ONG, desenvolveu um guia com orientações de como ajudar animais desabrigados durante esse período.

“MID® acredita que o bom é dividir momentos de alegria com a família e amigos, incluindo nossos animais de estimação. Por isso, parte das vendas de três sabores da linha é revertida especialmente à AMPARA Animal”, afirma a gerente da marca, Thais Bellinassi.

“A parceria com MID® é fundamental para que possamos continuar o nosso trabalho. Iniciativas como esta nos permitem viabilizar grandes projetos para proteger aqueles que mais precisam de nós, os animais carentes”, explica a presidente da AMPARA Animal, Juliana Camargo.




Confira abaixo 5 dicas para adotar um pet de forma responsável:


Avalie a sua rotina

Pense na sua rotina, você tem como se dedicar a cuidar do seu amigo? Atenção e carinho são fundamentais para que ele se sinta acolhido. É importante planejar como será o dia a dia com momentos de interação e passeios com seu pet, principalmente se optar por um cachorro e morar em apartamento. Além disso, com o início da pandemia de Covid-19, muitas ONGs apresentaram um aumento considerável na procura de pets para adoção, principalmente como forma de ganhar uma companhia durante o período de isolamento. Apesar dos índices favoráveis, muitos especialistas temem pelo abandono de animais depois que a rotina de trabalho e compromissos voltar ao normal.




Participação mútua

Em ambientes de família ou espaços compartilhados com outras pessoas, todos, sem exceção, precisam concordar com a presença de um peludo em casa. Adotar é um ato de amor e uma grande responsabilidade, por isso, é essencial dividir as tarefas diárias, como passeios, alimentação, horários de diversão e a limpeza das necessidades. Também é muito importante lembrar dos custos atrelados à adoção do pet, desde a compra de ração até consultas e vacinação frequente em clínicas veterinárias.


Ambiente adequado

Gatinho ou cachorro? Muitos já têm sua preferência, porém, mais importante que um gosto pessoal, é necessário avaliar se o seu lar oferece o ambiente ideal de convivência para o pet. Os felinos costumam se adaptar com mais facilidade a apartamentos, enquanto alguns cachorros de porte grande precisam de mais espaço para se exercitar. Passeios diários evitam estresse e qualidade de vida para seu melhor amigo. E tudo dependerá também da personalidade de cada um – os animais também possuem comportamentos únicos, sendo alguns mais ativos e outros mais sossegados.


Adaptação da casa

Antes de adotar um novo companheiro, o ideal é que você prepare o lar com a proteção necessária e itens básicos de alimentação para cada um. No caso de gatos, as telas e redes de proteção são indispensáveis para quem mora em casa ou apartamentos. Além de garantir a segurança, essa medida também evita fugas perigosas. Com os cachorros, é essencial preparar um cantinho especial, onde ele possa se sentir seguro e confortável. É importante se atentar também às rotas de fuga dos portões.


Segundo filho

Para quem já tem um gato ou cachorro e está pensando em adotar outro, muitos pontos devem ser levados em consideração. Se tiver um gato adulto, ele pode se adaptar com mais facilidade com outro filhote. Mas é natural que essa adaptação demore em média 15 dias, então paciência é fundamental para ajudar no processo. No caso de dois cães, é necessário avaliar se o perfil do primeiro socializa facilmente com outros – isso pode ser percebido durante passeios, por exemplo. E a apresentação dos dois nunca deve ser feita dentro de casa, e sim em lugar neutro onde o cão não tenha o ímpeto de mostrar dominância e territorialismo. Para a adaptação de gatos e cachorros, é importante procurar a orientação de um especialista.


Sobre MID®

MID® é um delicioso refresco com o gostinho da fruta, adoçado na medida certa e rico em vitamina C. Como uma opção econômica e com 18 sabores disponíveis, MID® é perfeito para você dividir com quem mais ama. Além de gostoso e refrescante, MID® é muito prático e fácil de preparar, basta adicionar 1 litro de água gelada e está pronto. Além disso, MID® tem uma linha exclusiva em parceria com a ONG AMPARA ANIMAL com as versões Baunilha com Limão, Groselha e Guaraná. Parte da venda desses sabores é revertida à ONG.

Sobre a Ajinomoto do Brasil

Presente no Brasil desde 1956, a Ajinomoto do Brasil se empenha em oferecer produtos de qualidade tanto para o consumidor como insumos para as indústrias alimentícia, cosmética, esportiva, farmacêutica, de nutrição animal e agronegócios. Atualmente, a unidade brasileira é a terceira mais importante do Grupo Ajinomoto fora do Japão, atrás apenas da Tailândia e dos Estados Unidos. A linha de produtos da empresa voltada ao consumidor é composta pelo tempero umami AJI-NO-MOTO®, AJI-SAL®, Tempero SAZÓN®, Caldo SAZÓN®, SAZÓN® Tempera & Prepara, RECEITA DE CASA™, HONDASHI® e SABOR A MI®, além das sopas individuais VONO® e da linha de sopas cremosas e claras VONO® Chef. Também se destacam os refrescos em pó MID® e FIT Zero Açúcar, o azeite de oliva extra virgem TERRANO™ e o azeite de oliva tipo único TERRANO™, o SATIS!® Molho Shoyu, além de aminoVITAL® GOLD, produto composto por nove aminoácidos essenciais para a recuperação de atletas e entusiastas do esporte. No Brasil, a companhia também atua no segmento de food service (alimentação fora do lar). Com quatro unidades fabris, localizadas no estado de São Paulo, nas cidades de Limeira, Laranjal Paulista, Valparaíso e Pederneiras, e sede administrativa na capital, emprega cerca de 3 mil funcionários e atende tanto ao mercado interno como ao externo. A Ajinomoto, multinacional japonesa com sede em Tóquio, é líder mundial em aminoácidos. O Grupo Ajinomoto obteve um faturamento global de US$ 10,1 bilhões e nacional de R$ 2,4 bilhões no ano fiscal de 2019. Atualmente, está presente em 35 países, possui 121 fábricas e cerca de 34 mil funcionários em todo o mundo. Para saber mais, acesse www.ajinomoto.com.br.





Em atividade desde 2010, A AMPARA Animal nasceu quando as fundadoras se uniram por amor e respeito aos animais. Juntas sonharam em criar um projeto para mudar a realidade dos animais rejeitados e abandonados do Brasil. Com os mesmos ideais e amor incondicional àqueles que não têm voz, iniciaram uma luta em prol da desafiadora e negligenciada causa.

Em 2013, recebeu a certificação de OSCIP, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, comprovando sua seriedade e transparência administrativa. Em 2015 se tornou a instituição que mais ajuda animais no país, ao se tornar uma "ONG mãe" que ampara mais de 450 abrigos cadastrados em nível nacional, que são auxiliados em um sistema de rodízio com ração, medicamentos, vacinas, atendimento veterinário, eventos de adoção e projetos de conscientização. Os parceiros da instituição auxiliam diretamente e mensalmente cerca de 10 mil animais. A AMPARA atua de forma preventiva com seus três principais pilares: adoção, castração e, principalmente, a conscientização, através de projetos educativos voltados para o público infantil e adulto.

Gerenciando o maior programa de adoção do país, o “Adotar é Tudo de Bom” que se encontra em 11 estados brasileiros. Em 2016, uma nova frente da entidade foi criada, a AMPARA Silvestre, com foco em conservação ao reabilitar animais que possam ser devolvidos à natureza e também oferecer bem-estar aos animais condenados ao cativeiro.

Os ideais da ONG são comprovados na prática, com resultados significativos e de grande impacto, que têm merecido o respeito, o carinho e o reconhecimento das organizações parceiras além da confiança de grandes empresas brasileiras, obtendo subsídios para a continuação desse trabalho em prol dos animais carentes.

Em 10 anos somam-se mais de 1,6 milhão de quilos de ração distribuídos, 155 mil animais vacinados, 350 mil animais medicados, 10mil animais castrados e mais de 12mil animais adotados. É com estes números e muitos projetos em mente que a AMPARA pretende atingir e conscientizar as pessoas sobre estas vítimas de tanto sofrimento e descaso. Difundir este tema tão importante para o equilíbrio da humanidade e mensurar os resultados das ações a curto, médio e longo prazo.



sábado, 12 de setembro de 2020

Drive-in Pet Friendly oferece diversão para o melhor amigo e toda a família





Show, dicas e cinema garantem entretenimento nos novos tempos


Quem disse que o nosso melhor amigo não pode se divertir com toda a família e com segurança? O Drive-in Pet Friendly apresenta, no dia 19 de setembro a partir das 16h, o primeiro Pet Show neste formato com muita diversão, música, desfile e claro, muitos pets.

A abertura do espaço, que tem vagas demarcadas para 120 carros em um ambiente totalmente seguro que segue todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde – OMS, acontece às 16h. Show de cães com Lucas Marques e Dicas de Estética com William Galharde garantem a diversão de toda a família. E para encerrar o dia em grande estilo, o Cine Pet apresenta o filme Quatro Vidas de um Cachorro.

Os ingressos, que custam 99 reais por carro com 4 passageiros humanos e quantos pets couber, dão direito a uma vaga delimitada ao ar livre, em frente ao imenso palco montado com 3 telões gigantes, onde é possível curtir toda apresentação fora do carro, sempre respeitando o espaço demarcado e com a obrigatoriedade do uso de máscara durante toda a programação. O Drive-in também conta com espaços planejados e seguros para total conforto do melhor amigo.



Drive-in Pet Show Friendly
Data: 19 de setembro
Horário: Abertura - 16h
Endereço: Alameda Tocantins, 234 - Alphaville Industrial - Barueri – SP
Ingressos por carro com 4 pessoas: 99 reais
Classificação: Livre
Informações: (11) 2506-1580



***




sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Fórum Animal realiza protesto em Brasília para aprovação de Projeto de Lei



O Fórum Animal, juntamente com outras entidades, realizou esta semana um protesto para pedir a aprovação do Projeto de Lei 1.095/2019, que prevê prisão para crimes de maus-tratos. O objetivo é reverter o cenário atual, no qual criminosos que maltratam animais respondem pelos seus atos em liberdade.

Adicionada à pauta, a proposta pode aumentar a punição para maus-tratos para 2 a 5 anos de prisão. Atualmente, o período de detenção é de três meses a um ano, além de multa. A legislação atual trata os maus-tratos como crime de menor potencial ofensivo e, por isso, permite que os agressores respondam em liberdade, tendo a pena convertida em prestação de serviços à comunidade.

O Projeto de Lei foi aprovado em Brasília e agora segue para sanção do presidente.


Pausa para reflexão:

"Este é um trabalho muito bonito de conscientização e mudança da nossa relação com os bichos, algo que encaro com extrema importância. ".

Cléo Pires, atriz e participante da AMPARA Animal (Associação das Mulheres Protetoras dos Animais Rejeitados e Abandonados)


***

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Colaboração entre escolas de cães-guias: quem ganha são pessoas com deficiência visual


Com foco no treinamento de cães-guias, a colaboração entre Helen Keller e Instituto Magnus visa oferecer um aperfeiçoamento genético dos cães doados pelas entidades a pessoas com deficiência visual


Dedicadas a promover a inclusão social, escolas que treinam e doam cães-guias buscam cada vez mais trocar informações, a fim de oferecer excelência em seu trabalho final. Os cães-guias são os olhos de pessoas com deficiência visual, que tem nos cães uma nova perspectiva de autonomia e liberdade para viver.

De um lado, o Instituto Magnus. Localizado em Salto de Pirapora, SP, é uma iniciativa sem fins lucrativos com o objetivo de estimular o convívio social saudável entre humanos e cães através de cães de assistência e atividades que buscam transformar vidas em diversas esferas da sociedade. Do outro lado, a Escola de Cães-Guias Helen Keller. Associação de direito privado, sem fins econômicos com o objetivo de prestar serviços quanto ao treinamento, adaptação e entrega gratuita de cães-guias para pessoas com baixa visão e cegas em Balneário Camboriú, SC. Buscando colaboração mútua diante das necessidades específicas de cada uma delas, as escolas realizaram uma troca que beneficiará a sociedade como um todo, mas principalmente as pessoas com deficiência visual, pessoas a quem essas instituições direcionam suas atividades.

A colaboração foi simbolizada com a chegada de cinco filhotes da raça Labrador de uma ninhada de nove cães. Com início das atividades em julho de 2000, a Helen Keller possui tradição e expertise na atividade e pode contribuir para o crescimento sustentável de instituições que também possuem o mesmo objetivo. Com a chegada desses cães, o Instituto Magnus alia à sua ampla estrutura e sua força de ação e investimento um avanço em relação ao seu processo de desenvolvimento de melhoria genética de cães pré-dispostos a exercer a função.

“Esta conexão e aproximação é muito importante para o Instituto Magnus e principalmente para a causa do cão-guia. É uma sinergia que tem como grande objetivo a inclusão social”, explica Thiago Pereira, Gerente Geral do Instituto Magnus

Inaugurado em setembro de 2018, o Instituto Magnus busca ampliar suas atividades e melhorar cada vez mais o nível de excelência do trabalho desenvolvido e hoje conta com 19 cães entregues a pessoas cegas e com baixa visão de diferentes regiões do Brasil.

As duas instituições têm relação com a Federação Internacional de Cães Guias (International Guide Dog Federation – IGDF). A Helen Keller é a primeira instituição da América Latina a obter tal certificação, se tornando federado em 2017 e o Instituto Magnus está no processo de certificação, sendo atualmente candidato a membro. Seguir as diretrizes da IGDF significa não apenas ser orientado quanto as boas práticas de treinamento, bem estar e qualidade do serviço prestado a pessoa cega , mas também haver uma troca entre instituições buscando fortalecer a causa do cão-guia universalmente.

“Isto demonstra a vontade de, acima de tudo, ‘falar a língua universal’ das instituições que dedicam-se a promover o cão-guia pelo mundo, de forma responsável e sadia”, relata Fabiano Pereira, Instrutor e Educador de Mobilidade com cão-guia, da Escola de Cães-Guias Helen Keller.

Atualmente, no Brasil, existem cerca de 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual e menos de 200 cães-guias em atividade. O déficit de acesso a essa tecnologia assistiva é influenciado por vários fatores, desde o alto investimento para o treinamento destes cães até a falta de conhecimento e engajamento da comunidade em colaborar com o programa socializando um filhote. A colaboração entre o Instituto Magnus e a Escola Helen Keller é mais uma iniciativa para a propagação da causa e a ampliação da cultura do cão-guia em nosso país.

Sobre o Instituto Magnus

Localizado em Salto de Pirapora, interior de São Paulo, o Instituto Magnus é uma iniciativa sem fins lucrativos, gerido pela empresa Adimax Pet. O trabalho do Instituto é contribuir para a inclusão social por meio do cão-guia em diversas esferas da sociedade, por isso, além do treinamento e entrega dos cães, suas atividades também são palestras informativas e educativas, vivências, dinâmicas de grupos e ações de divulgação para conscientização e engajamento de pessoas para a causa.


***




sábado, 5 de setembro de 2020

Síndrome da Ansiedade da Separação em pets é resultado da quarentena e novo normal



























Ficamos um longo período em casa, criamos hábitos e novas rotinas que nos aproximaram uns dos outros e estreitaram laços ainda mais próximos com nossos animais de estimação. Porém, com a flexibilização, fomos obrigados a retomar e criar novos costumes para a família e inclusive para o animal.

Essa mudança de comportamento familiar afeta principalmente os animais, já que eles possuem percepções diferentes das nossas e tem um pouco mais de dificuldade para entender esses períodos de ausência. Sabe aquela bagunça no quintal, móveis ruídos, estados de euforia, falta ou excesso de apetite, isolamento entre outros comportamentos estranhos que estamos percebendo em nossos pets?

Esse estado chama-se Síndrome da Ansiedade da Separação e acarreta em condutas atípicas que envolvem sintomas de depressão, ansiedade e até mesmo de punição para os tutores e em casos mais graves, até agressividade.

Fonte: A Dra. Caroline Mouco Moretti, diretora clínica do hospital veterinário 24h Vet Popular, explica os sinais, sintomas e tratamentos para combater a Síndrome e proporcionar uma vida física e emocional mais saudável para os animais e consequentemente seus tutores.


***