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terça-feira, 24 de maio de 2022

Mercado de seguros para pets prevê crescimento bilionário nos próximos anos

Setor deve atingir US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano



O distanciamento social exigido na pandemia de Covid-19 abriu novas oportunidades para o mercado pet, que devem se ampliar nos próximos anos. Como tentativa para as pessoas driblarem a solidão do isolamento, houve crescimento na aquisição e adoção de animais em todo o mundo, o que aqueceu o setor de produtos e serviços dirigidos aos bichinhos. No Brasil, não foi diferente: atualmente há, no país, mais de 141 milhões de pets, entre cães, gatos, aves e outros, de acordo com estimativa da companhia de serviços de assistência Europ Assistance Brasil (EABR).

A crise econômica internacional ocasionada pela pandemia e por outros fatores estimula particularmente o mercado de seguros para pets, já que os tutores buscam o serviço pela necessidade de reduzir o risco financeiro e driblar os altos custos dos cuidados veterinários. Segundo relatório da consultoria Grand View Research, o setor foi avaliado em US$ 8,3 bilhões em 2021 e deve alcançar US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano.

Para o consumidor, há muitas vantagens. Afinal, ao contrário de planos de saúde pet, que se limitam à assistência veterinária, as assistências podem oferecer amplas gamas de serviços, como hospedagem e transporte.

“As soluções pet já fazem parte do nosso portfólio há alguns anos, mas desde o ano passado temos investido ainda mais na diversificação de nossos produtos, como por exemplo, a assistência psicológica à família em caso de perda de um pet, pois sabemos que os bichinhos são como membros da família, e a orientação remota de saúde, seguindo a nova onda de Telemedicina”, afirma Rogerio Guandalini, Diretor Comercial e de Marketing da Europ Assistance Brasil. “Temos mais de 20 soluções que podem auxiliar os clientes em casos de emergências ou momentos de conveniência, como: consulta veterinária e cirurgia emergencial, internação, exames laboratoriais, hospedagem, funeral, entre outras”.

Segundo Rogerio, a procura por esse tipo de assistência tem crescido no país, seguindo as tendências internacionais. “Sabemos que esse é um mercado que vem crescendo a cada ano, e, com a pandemia, notamos um aumento de aproximadamente 30% na procura por serviços voltados aos pets. Temos investido bastante em novas soluções e capilaridade de atendimento, garantindo modelos de credenciamento de clínicas veterinárias e pets de forma simplificada, a fim de atender a população brasileira sem restrições”.

Para o especialista, este é o momento ideal para investir no setor. “O segmento vem crescendo acima da casa de dois dígitos nos últimos anos, e a procura de serviços também. Tanto o mercado segurador, como o mercado varejista estão incluindo em seu portfólio de produtos os serviços voltados ao mundo pet, para atender a nova formação das famílias brasileiras e suas necessidades”, conclui.

Sobre a Europ Assistance Brasil


A Europ Assistance Brasil (EABR) foi fundada em 1996 e atualmente está entre as cinco maiores empresas de assistências do País. A companhia atua em cinco linhas de negócios diferentes: automóveis, viagens, saúde, residencial e concierge. A EABR faz parte da Europ Assistance Group, que atende clientes em mais de 200 países e conta com uma rede de 750 mil prestadores e 39 centros de assistência pelo mundo. Para saber mais, basta acessar www.europ-assistance.com.br.


domingo, 22 de maio de 2022

Como criar conteúdo de pets para plataforma de vídeos curtos

Os bichinhos ganharam cada vez mais destaque na internet, e criadores do app Kwai dão dicas para transformar os animais de estimação em verdadeiras estrelas




Até pouco tempo, os pets eram coadjuvantes dentro dos perfis de seus tutores. Hoje em dia, com o aumento no número de páginas destinadas a conteúdos de animais, eles se tornaram os verdadeiros protagonistas. De cachorros a aves, os animais de estimação são muito queridos pelos usuários de redes sociais, mostrando perfis repletos de muito carisma e personalidade.

E o Kwai, aplicativo de criação e compartilhamento de vídeos curtos, reuniu dicas valiosas dos pais e mães dos pets mais amados da plataforma para quem quer começar a criar conteúdos para seus bichinhos. Os criadores dos perfis Lulu de Lua (1.1M seguidores), Pequenos Príncipes (1.1M seguidores) e Pedrinho e Paulinho (666K seguidores) ensinam como tornar seu animalzinho um sucesso na internet. Confira:

1- Conheça a personalidade do seu pet e adote uma linguagem divertida

Ao identificar a personalidade do seu animalzinho, é possível criar uma voz e uma história para ele. Com essas características você pode contar o que seu pet gosta e não gosta de fazer, se ele faz mais o tipo inteligente ou mais inocente; e criar histórias ou contar piadas na visão dele. É o que Fran e Emily, as mães do trio de cachorros Pequenos Príncipes, fazem. “O Zorro é o mais engraçado, o Nhoque o mais manhoso e o Bolt o mais inteligente. Todos os vídeos criados por nós retratam a realidade e a personalidade dos bichinhos, com o viés sempre voltado para a comédia”, afirmam.

2 - Registre vários momentos

Uma dica chave para criar um conteúdo de pet é registrar os mais diversos momentos do dia dele. Qualquer situação pode gerar um clique ou um vídeo legal. Um passeio, uma soneca, a hora da comida e até o veterinário podem render boas histórias. Pode ser brincando ou até mesmo tomando um banho! Com esses registros, é possível criar uma história com diferentes cenários, diferentes gestos e ações do seu animalzinho. “É preciso ter dedicação e respeitar o tempo dele”, explica Layla, dona do ringneck Lulu. “Por isso, um bom truque é estar sempre fazendo algum registro. Assim os conteúdos saem com mais naturalidade e espontaneidade”.

3 - Identifique o gosto do seu público

É muito importante receber e abraçar o feedback dos seguidores. Saber o que mais atrai o público irá gerar mais engajamento. “Sei do que os seguidores mais gostam, então meus vídeos curtos performam bem na plataforma. Nos feedbacks que recebo, os fãs contam que gostam de ver os gatinhos em situações fofas e engraçadas, e que esses conteúdos acabam tornando o dia dessas pessoas melhor”, explica Cláudia, criadora dos gatinhos Pedrinho e Paulinho.

4 - Siga outros perfis para buscar tendências

Ficar atento aos assuntos mais falados em outros perfis ou nas hashtags mais utilizadas - como a #pet, que já possui mais de 1 bilhão de visualizações - farão você ter várias inspirações na criação do seu conteúdo. Fazer um vídeo que remete aos assuntos mais comentados fará com que seu pet ganhe visibilidade. Mas seja original, se você quer ter uma página diferente das que já existem, é bom quebrar a cabeça para ter uma ideia exclusiva.

5 - Faça com amor

Nunca force o seu bicho a fazer algo que ele não esteja curtindo, foque apenas na diversão e no conforto dele. Faça com calma e muito amor! E não se esqueça de responder aos comentários e às mensagens diretas com muita simpatia e cordialidade. Dessa forma, o seu pet vai ganhar o carinho do público com base em um relacionamento de confiança e amizade.


Sobre o Kwai


Um dos aplicativos gratuitos mais populares do Brasil, o Kwai permite que o público crie seu próprio conteúdo e compartilhe vídeos online de forma fácil, inclusiva e acessível, em um universo interativo que possibilita a conexão de pessoas. Com a missão de tornar a vida das pessoas mais felizes, o Kwai acredita que todos os pequenos momentos da vida merecem ser compartilhados. O app está disponível nos sistemas iOS e Android, na App Store e no Google Play . Saiba mais em: www.kwai.com.


domingo, 2 de janeiro de 2022

Como salvar seu Pet em caso de acidentes




Dicas importantes para salvar seu pet em caso de acidentes:


Os animais sempre tiveram ao lado dos seres humanos, isso é fato! Com a pandemia, essa relação se tornou ainda mais estreita. Apesar de todo carinho e amor que temos por eles, será que estamos preparados para lidar com situações que envolvam a saúde ou até mesmo a manutenção da vida de nossos queridos animais?

Infelizmente, o conhecimento de técnicas de primeiros socorros não é conhecida por grande parte das pessoas no auxílio a outros seres humanos. E quanto aos acidentes aos animais? O que podemos fazer?

Apaixonada por animais, inclusive pelo seu amigo inseparável Pickles, a Priscila Currie – que é a única paramédica brasileira neste cargo em Londres, acaba de elencar algumas dicas de socorro aos animais, em parceria com a Dra Maísa Secco, que é médica veterinária. Confira:

“As emergências acontecem e, dessa forma, estarmos preparados pode salvar a vida dos bichanos e garantir sua saúde deles. Mas muito cuidado, pois o susto e a dor podem deixar o animal agressivo ou tocá-lo”, explica Priscila.


Confira as dicas:


Antes de qualquer coisa tenha disponível o contato de mais de um hospital, clinica ou Veterinário que atenda a qualquer momento. Muitos veterinários atendem somente em horário comercial e talvez não poderão oferecer ajuda em diferentes horários.

Tenha um kit de primeiros socorros para o seu animal. Neste kit, tenha visível o contato da emergência 24h, um termômetro, esparadrapo, gazes estéreis, faixas de compressão largas, uma tesoura, bandagens, gel antisséptico, luvas estéreis, uma caneta, água oxigenada volume 10%, carvão ativado e dipirona gotas. Caixa de transporte sempre disponível! Limpa e segura!

Atropelamento ou quedas: as fraturas devem ser imobilizadas com faixas ou pedaço de papelão. Fraturas expostas, o melhor é cobrir a região com um pano grande e limpo. Vale ressaltar que no caso de fraturas expostas, somente um veterinário terá habilidade de reposicionar, por isso apenas cubra a região com pano limpo e busque assistência veterinária. Muito cuidado com as mordidas! O animal estará com dor, então, com auxilio de um cobertor ou toalhas de banho, cubra ou enrole a cabeça do animal. Tenha cuidado para manter a respiração dele viável.

Envenenamento: Antes de qualquer atitude é importante saber o que o animal ingeriu. Nunca dê leite ou água para o animal. Nunca! Administre, por via oral, a água oxigenada do kit de emergência. Isso fará com que o animal vomite o conteúdo tóxico. O carvão ativado também ajudará a evitar a absorção do veneno. Estimular o vômito é uma atitude de emergência e pode salvar seu animal, mas somente o médico veterinário poderá estabilizar o quadro.

Sangramento por cortes – nunca lave a ferida. Utilize bandagem ou panos limpos, como toalhas e pressione para evitar mais perda de sangue. Procure imediatamente o veterinário.

Engasgos - Ofereça petiscos seguros para seu animal. Atualmente o mercado pet conta com produtos anatomicamente produzidos para auxiliar a preensão e evitar esses acidentes. No caso de engasgos, a mesma Manobra de Heimlich utilizada em humanos pode auxiliar seu pet. Muito cuidado ao tentar abrir a boca do animal, pois pode acontecer mordedura!

Convulsão - Coloque seu animal sobre almofadas e enrole em cobertores para evitar traumas pela agitação. Cuidado com as mordeduras que podem acontecer. Lembre-se que o animal está inconsciente e pode machucar você. Espere o quadro se acalmar e o leve para acompanhamento clínico veterinário.

Avalie sempre as vias respiratórias e batimentos cardíacos. Lembre-se que a manutenção da vida começa por aqui. Aja com calma, tenha atenção para não se machucar e procure seu veterinário de confiança.

Em caso de dor, a medicação mais segura que você pode oferecer é a dipirona. Uma gota para cada quilo pode aliviar o desconforto até que o veterinário estabeleça o protocolo de controle de dor. Na Inglaterra, a medicação usada é a aspirina, na dose de 10mg para cada quilo. Ou seja, para um cão com 10kg, por exemplo, você pode administrar 100mg (equivalente a mais ou menos ¼ de comprimido).


Sobre a Paramédica

Priscila Currie é formada por umas das melhores faculdades clínicas do mundo, a St Georges University, em Londres. Ela trabalha como Paramédica (única mulher brasileira neste cargo) para o governo britânico atendendo as maiores emergências pré-hospitalares da capital.

Sobre a Médica Veterinária

Maísa Secco é formada na Universidade do Estado de Santa Catarina. Atua há 10 anos como anestesista em campanhas de esterilização de cães e gatos em comunidades carentes no Brasil. Apaixonada por emergência, controle de dor e clínica médica de cães e gatos e por todas as formas de vida, realizou curso de primeiros socorros com a Priscila Currie para auxiliar seres humanos em situação de urgência e emergência. Também se atualizou com o curso Pet First Aid by Internacional Open Academy em Londres. Além disso, é veterinária técnica do laboratório francês Virbac em Santa Catarina, pela Agroveterinária Timbó.


sábado, 1 de janeiro de 2022

Viagens internacionais com pets exigem certificado veterinário emitido pelo Mapa


A emissão do documento pode ser feita de forma eletrônica para o trânsito internacional de cães e gatos com destino a 11 países





Quem pretende viajar para fora do país com seu animal de estimação precisa obter o Certificado Veterinário Internacional (CVI), emitido gratuitamente pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O documento atesta as condições e o histórico de saúde do animal de estimação e comprova que o cão ou gato atende às exigências sanitárias do país de destino.

Os donos de animais devem planejar a viagem com antecedência, a fim de conhecer as exigências do país de destino. Cada país tem seus procedimentos para autorizar a entrada de animais domésticos: alguns aceitam o CVI ou o passaporte para a entrada do animal, outros países só permitem a entrada de cães e gatos exclusivamente por meio do CVI.

Confira no link as respostas para as principais dúvidas sobre viagens com animais

O passaporte pode ser usado durante toda a vida do animal, desde que seja acompanhado de comprovante de vacinação atualizado, e não tem prazo de validade. Já o CVI deve ser emitido antes de cada viagem. Atualmente, a emissão do passaporte está suspensa, devido à pandemia de Covid-19.

O Ministério da Agricultura já disponibiliza a emissão do CVI para trânsito internacional de cães e gatos para 11 países de forma eletrônica: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Japão, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Nesses casos, é possível solicitar o Certificado por meio do Portal GOV.br

Para os demais países com o CVI presencial, o passageiro deve contatar uma unidade do Vigiagro com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

As informações, exigências de cada país acordado e contato das unidades


Estados Unidos

Desde o dia 1º de dezembro, o Center for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos, alterou as regras de entrada de cães no país. Os animais que chegam de países classificados como de alto risco para raiva, que inclui o Brasil, só poderão ingressar nos Estados Unidos por um dos 18 pontos de entrada aprovados. A decisão inclui cães que estiveram em países com alto risco nos últimos seis meses.

A exigência de documentos aumentou. Antes, era exigido apenas o comprovante de vacina de raiva, agora é preciso apresentar um comprovante de microchip e o laudo de sorologia da raiva, se a vacina atual tiver sido aplicada fora dos Estados Unidos. A idade mínima para o ingresso de cães passou de 4 meses para 6 meses de idade.

Segundo o CDC, as medidas são necessárias para proteger a saúde pública contra a reintrodução da variante do vírus da raiva canina nos Estados Unidos.

>>> Ouça a matéria na Rádio Mapa


sábado, 13 de novembro de 2021

3 importantes alterações na próstata dos cães


Novembro azul traz um alerta sobre os problemas de próstata que também acometem os pets



As campanhas de combate ao câncer tem sido cada vez mais frequentes na sociedade e extravasando também para o mundo animal. Embora o câncer de próstata nos pets não seja comum, atingindo apenas cerca de 4% dos cães com mais de 7 anos, outras alterações prostáticas interferem corriqueiramente na vida e no bem-estar dos pets machos.

“A próstata é uma glândula que faz parte do sistema reprodutor do macho, circundando a uretra. Pela região anatômica, todas as alterações da próstata podem interferir nos órgãos vizinhos, impedindo a passagem da urina e até mesmo gerando dificuldade para o animal defecar“, conta a médica veterinária e gerente de Produtos de Nutrição da Avert Saúde Animal, Priscila Brabec.

Os sinais clínicos mais comuns de problemas relacionados à próstata são dificuldade em urinar, urina com sangue, gotejamento (sangue, urina ou secreção) pelo pênis, infecções urinárias recorrentes, dificuldade em defecar, “fezes em fita” e, em alguns casos, dificuldade de locomoção. “Muitas vezes esses sintomas são confundidos com problemas no sistema urinário, digestivo e até mesmo locomotor. Em outros casos, o animal pode apresentar problemas na próstata sem manifestar nenhum sinal clínico, mas interferindo no seu bem-estar, e por isso é importante falar sobre o tema”, explica Priscila.

A palpação e ultrassonografia abdominal ajudam a diagnosticar e retardar o avanço das afecções prostáticas e a castração pode contribuir como um fator protetor.

Quando diagnosticado a tempo, o câncer de próstata, pode ser tratado e por isso, é muito importante manter a rotina de “check-up” do animal junto ao médico veterinário.

Abaixo, listamos três alterações da próstata muito importantes para a saúde e bem-estar do cachorro:

1 – Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)

É muito comum em cães mais velhos e não castrados. Ela acontece pelo aumento do tamanho da próstata de forma acentuada, podendo ocasionar compressão das estruturas regionais, como reto, cólon e a uretra. Apesar de não apresentar risco de vida ao animal, a hiperplasia prostática interfere negativamente no bem-estar do cão, sendo a castração indicada também como tratamento, com possibilidade de redução do tamanho da próstata após o procedimento.

2 – Prostatites

A prostatite é uma inflamação da próstata, que pode ser infecciosa ou não. Os animais com HPB são mais predispostos a apresentarem o quadro, que gera dor, desconforto e mal-estar para o animal. Prostatites infecciosas podem facilitar infecção urinária e outros quadros mais sérios para o animal. O tratamento é complexo e quando não tratada de forma adequada, a prostatite pode se tornar crônica.

3 – Câncer de Próstata


Apensar de sua baixa ocorrência, o câncer de próstata quando maligno nos cães é extremamente agressivo e danoso para o animal, promovendo metástases de forma rápida.

Os sinais clínicos incluem perda de peso, fraqueza de membros pélvicos, retenção ou incontinência urinária, inchaço nos membros pélvico e dores abdominais ou lombares, associados aos sintomas já citados anteriormente. O diagnóstico geralmente é tardio, limitando as opções de tratamento e o sucesso terapêutico. Por isso, leve sempre seu pet ao médico-veterinário.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br



sexta-feira, 12 de novembro de 2021

A longevidade dos pets requer cuidados diferenciados





O desejo de ter a convivência com pet por mais tempo tem se tornado cada vez mais realidade atualmente, porém é preciso se atentar que com os pets vivendo mais as suas necessidades mudam e é importante entender e se adaptar à essas mudanças.

Um envelhecimento saudável, livre de doenças e sem o uso de medicações, também traz consigo alterações comportamentais normais e esperadas, que estão relacionadas ao declínio cognitivo e sensorial do pet, assim como a redução de energia e vivacidade para as ações do dia a dia. Não espere aquela vivacidade e excitabilidade que o pet tinha anos atrás quando alguém chegava em casa, tampouco a curiosidade e empolgação para brincar ou explorar novos ambientes. O sono fica mais perturbado, o ato de comer é mais lento, e alguns comandos podem ser ignorados... tudo isso é esperado no processo de envelhecimento dos pets.

Alguns cuidados relevantes para garantir uma velhice segura para os nossos companheirinhos de quatro patas são mais do que necessários, e envolvem principalmente os cuidados com a saúde física e emocional, além de ajustes no ambiente e na dieta.

A Dra. Dani Ramos, médica veterinária comportamentalista, explica de forma mais detalhada as alterações esperadas em um envelhecimento saudável do pet e como podemos ajudar nossos animais a passarem por esta fase da vida de forma tranquila e confortável:

1 – Mais idas ao veterinário

Os animais idosos precisam ir ao veterinário pelo menos duas vezes ao ano para realizar exames de acompanhamento da saúde física e psicológica do pet. “O médico veterinário precisa estar mais perto, mais presente, e o tutor precisa relatar com mais detalhes os comportamentos e os sintomas do animal. Existe uma série de exames que precisam ser feitos com uma maior frequência nos pets idosos. Algumas mudanças de comportamento trazem junto o diagnóstico de doenças físicas, que são comuns nessa faixa etária, e quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhores são os resultados”, conta Dani.

Além das doenças físicas mais comuns nesta época da vida, alguns animais podem apresentar alterações comportamentais relacionadas ao envelhecimento cerebral mais pronunciado, como a disfunção cognitiva (o Alzheimer canino).

“Animais que apresentam um envelhecimento cerebral mais pronunciado, mais acelerado, apresentam alterações comportamentais mais significativas e perceptíveis, como alteração de personalidade, uma grande agressividade, um medo que virou fobia, problemas graves de ansiedade de separação quando o cão não tolera mais ficar sozinho... tudo isso precisa ser investigado pelo veterinário clínico geral e pelo veterinário comportamentalista. É um trabalho em conjunto para que o pet passe por um processo de envelhecimento saudável, ou o mais saudável possível”, alerta.

2 – Cuidados com o Ambiente

Adaptar o ambiente é uma etapa necessária para a nova realidade do pet, facilitando o seu acesso à água, ao alimento e ao local onde ele deve fazer suas necessidades.

‘É importante pensar em como o ambiente pode se tornar mais seguro e facilitar a locomoção do pet, o conforto dele, sinalizar através do uso de tapetes para que ele sinta com as patinhas onde está indo, com sons e cheiros para que ele saiba por onde está passando. Esses estímulos ajudam muito! E precisamos pensar na segurança deles também, então sempre tomar cuidando com rampas e escadas, isolar bem as piscinas e os acessos para a rua, por exemplo”, explica Dani.

Além disso, evitar a mudança de móveis, redecorar a casa e realizar mudanças também é importante. Essas mudanças, ainda que pareçam pequenas e quase irrelevantes, estressam o animal e podem gerar confusão.

“Outro ponto que faz a diferença nessa fase do pet é que precisamos adequar a nossa linguagem com eles para que a nossa comunicação fique mais clara, e parar por completo qualquer tipo de bronca, punição ou castigo, que nunca deveria existir. E adequar também os estímulos mentais e físicos: manter os passeios manter os passeios frequentes, porém mais curtos e sempre interessantes para o cão, estimular as brincadeiras com os gatos, sempre adequando à personalidade do nosso idoso. Somos nós que precisamos nos adequar a eles, e não o contrário”, continua.

3 – Cuidados com a dieta

Uma dieta equilibrada e bem pensada para os pets idosos é aquela que atende todas as necessidades desta fase da vida, fornecendo nutrientes e minerais responsáveis não apenas por alimentar, mas também por contribuir com a saúde integral do pet.

Buscar uma dieta adequada para o idoso é muito importante, e na maioria das vezes é necessário entrar com suplementos para poder fornecer à ele tudo o que é necessário para suprir suas necessidades nutricionais. Suplemento à base de ômega-3 com antioxidantes ou também que contenha triptofano na sua composição, pode ajudar na proteção e manutenção da saúde em geral e principalmente do sistema nervoso dos animais.

O triptofano é um aminoácido utilizado pelo cérebro junto com vitaminas e minerais para a produção de serotonina, neurotransmissor relacionado ao humor e bem-estar, popularmente conhecido como hormônio da felicidade. Já os benefícios do ômega-3 são conhecidos mundialmente na medicina humana e na veterinária, reduzindo inflamações, protegendo contra doenças vasculares, melhorando a musculatura, auxiliando no funcionamento cerebral e ajudando inclusive a prevenir contra o Alzheimer.

Sobre a Avert Saúde Animal


Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br


quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Comidas naturais para pets ganham espaço na escolha dos tutores



Os pets estão ganhando cada vez mais status de parentesco nas famílias brasileiras. Os animais, que antes eram vistos apenas como de estimação, começam a ter suas necessidades atendidas com mais rapidez e preocupação. Desde cuidados veterinários, até momentos de lazer e alimentação, os tutores buscam diariamente proporcionar bem-estar para os bichinhos.

O mercado pet, que já era enorme, cresce a cada ano. Segundo o Instituo Pet Brasil, em 2020, o mercado pet brasileiro fechou o ano com um faturamento de R$ 40,8 bilhões, um aumento de 13,8% em relação ao ano anterior.

O setor está aquecido e percebe isso. Para atender a demanda do mercado, muitas marcas estão oferecendo opções cada vez mais saudáveis e diferenciais para os animais. Apenas a ração já não basta e os tutores buscam produtos que agreguem valor nutricional e ofereçam bem-estar.

Hoje, é possível encontrar opções de marmitas naturais de vários sabores, tanto congeladas como frescas, cookies, bolos, sorvetes, cervejas... Um mercado imenso focado apenas para pets.

Como é o caso dos petiscos naturais da Dentalight, uma marca que acabou de chegar ao Brasil e já atende o mercado exigente da Europa. Os petiscos têm a proposta de ser um complemento alimentar que traz benefícios para a saúde bucal e intestinal e oferece um grande valor nutricional.

Além de ter ingredientes naturais, algumas opções são vegetarianas, atendendo um público de tutores ainda mais exigente com a própria alimentação e a dos animais. Nader Ghosn, representante da marca no país, explica a importância das marcas em oferecem opções preocupadas com a saúde animal. “Os animais se tornaram parte da família, e nada mais justo que serem tratados tão bem quanto. Os tutores buscam opções que mantém uma rotina saudável e, em ocasiões especiais, possam oferecer um alimento diferenciado que acompanhem o cardápio junk food escolhido pelos humanos. Assim, ninguém passa vontade”.

A Dentalight se destaca pela variedade de sabores, tendo em sua linha:


Vital Fiber – disponível na versão haste ou escova, é 100% vegetariano e mantém o intestino saudável;


sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Meu home office acabou, especialista dá dicas para preparar os pets sem os donos




Igor Cesar S. Miranda, professor e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Cesuca, explica os impactos que os pets podem sentir nos pós pandemia, quando seus tutores voltarem ao trabalho 

Meu home office acabou, e agora o que fazer com meus pets?

Os animais de companhia se acostumaram com a presença física ininterrupta de seus tutores dentro de casa. Mas para os pets, o isolamento social acabou impactando de forma diferente seu dia a dia e seu comportamento. Habituados com o “novo normal”, agora, os bichinhos irão encarar um novo desafio, a sensação de casa vazia deixada por seus donos ao terem que retornar ao trabalho presencial. O impacto desta transformação de rotina pode trazer sofrimento emocional e físico, podendo comprometer o bem-estar animal.

Igor Cesar Santos de Miranda, médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Cesuca, explica que cães e gatos têm realidade distintas para enfrentar essa nova situação. O canino é uma espécie gregária, que busca o convívio social, e aprimorou esse relacionamento com os humanos na sua linha evolutiva. Já os felinos são animais que conseguem conviver em grupos, mas utilizam a ferramenta de interação social de forma diferente dos cães. Eles gostam sim de companhia, possuem rotina e muitos até “recepcionam” o tutor na chegada em casa, mas adoram também momentos sozinhos.

“Os cães e gatos estavam acostumados com uma rotina pré-pandemia dos seus donos (casa/trabalho ou escola/faculdade/casa), e com horários definidos de passeios e alimentação com eles. Com o isolamento social, passaram por uma nova adaptação, e a mudança estressou a todos. A retomada das atividades presenciais poderá sim causar um estresse nos animais”, explica o médico veterinário.

Igor alerta que os impactos que os pets poderão sofrer ao voltarem a ficar sozinhos em casa são ansiedade, irritabilidade, picacismo (apetite por coisas ou substâncias não alimentares) ou até mesmo urinar e defecar em espaços da residência.

O retorno às atividades fora do ambiente doméstico por parte dos tutores poderá estressar e deprimir os pets, isso é um fato para o médico veterinário, que aponta abaixo algumas dicas para preparar os animais para este momento de transição, sem os donos presentes o tempo todo:
Se puder, realize uma mudança gradual do ambiente. Para o felino, o ideal é o enriquecimento ambiental, seja com a colocação de arranhadores, prateleiras, pontos para escalar ou mesmo a utilização de feromônio sintético, que são ferramentas adequadas para melhorar o espaço para eles. Já para os cães, o interessante é incluir momentos de passeio com uma frequência maior. Uma alternativa é contratar passeadores ou mesmo incluí-lo em creche para animais.

Planejar com bastante antecedência. Ir deixando o pet sozinho de forma gradual, assim é uma forma de preparar o bichinho para o momento sem os tutores presente o tempo todo. Hoje, se você está em home office, utilize o mesmo espaço da residência para trabalhar ou estudar, e insira na sua rotina, momentos externos com mais de 2 horas, pois assim, o animal terá tempo de ir se acostumando com a sua ausência.

Busque o atendimento do médico veterinário. É importante consultar o especialista para mediar e acompanhar o processo, indicar as alterações do ambiente.

Por fim, o veterinário ainda ressalta que os tutores devem ter um cuidado especial com essas adaptações de rotina dos animais, visto que a saúde dos pets também é importante, e que ele é parte integrante do núcleo familiar dos tempos atuais.

sábado, 14 de agosto de 2021

Mostra Filhos de Estimação reúne famosos com seus pets




Ana Maria Braga assina curadoria da exposição 

Muita fofura reunida é o que o público vai encontrar na exposição Filhos de Estimação que tem a curadoria de Ana Maria Braga, uma tutora para lá de apaixonada pelos seus pets, clicada pela fotógrafa Catarina Machado. 20 personalidades com os seus animais de estimação explicitam nas imagens a relação mútua de amor e amizade.

Participam da exposição Filhos de Estimação a própria Ana Maria, a atriz Adriana Lessa, o jornalista Amaury Júnior, a apresentadora Ana Paula Padrão, o Padre Antônio Maria, a apresentadora Catia Fonseca, o jornalista Celso Zucatelli, o apresentador e chef Edu Guedes, o Padre Fábio de Melo, o confeiteiro Flávio Federico, o morador de rua Leandro de Almeida, a amazona olímpica Luíza Almeida, o cartunista Maurício de Sousa, os publicitários Mauro Sousa e Rafael Piccin, o cantor Nahim, a comediante Nany People, a repórter e jornalista Pamela Domingues, a apresentadora Regina Volpato, a cantora Roberta Miranda e o cantor Ronnie Von.

Vejas algumas fotos da Catarina Machado:

Adriana Lessa

Amary Jr

Ana Paula Padrão

Catia Fonseca

Celso Zucatelli

Edu Guedes

Flavio Federico

Leandro de Almeida

Luiza Almeida

Mauricio de Souza

Nahim

Nany People

Pamela Domingues

Padre Antonio Maria

Padre Fabio de Melo

Rafael Piccin e Mauro Sousa

Regina Volpato

Roberta Miranda

Ronnie Von



Para Ana Maria Braga o carinho que os animais de estimação nos dedicam é uma sensação indescritível, é um amor incondicional. “Quem nunca teve um animal de estimação, se puder ter, eu acho que deveria experimentar. Ter a responsabilidade de amar e cuidar de um animalzinho é algo que aquece o coração, enobrece a alma e salva vidas. Quem não os tem está perdendo muito!”
A mostra tem patrocínio da Cobasi, que replicará a exposição para o público em cinco lojas da marca de 8 a 29 de agosto.

Sobre a fotógrafa: Catarina Machado, nascida em São Paulo é formada em fotografia pelo Centro Universitário Belas Artes com especialização no IIF - Instituto Internacional de Fotografia. É também autora das exposições “Bancos - Contemplar e Integrar”, “Calçada Portuguesa”, “Portas” e participou da exposição “A Cara de São Paulo”, com a curadoria da Ana Maria Braga e do Maestro João Carlos Martins. Para a fotógrafa “este trabalho foi uma excelente oportunidade para captar em imagens o amor e a cumplicidade entre os animais e seus “donos”. Cada personagem que fotografei é uma história exemplar de convivência harmônica e plena entre pessoas e animais.”

Serviço:
De 8 a 22 de agosto, das 9h às 18h - Entrada Franca
Saguão Social do Clube Paineiras do Morumby
Avenida Dr. Alberto Penteado, 605 – Morumbi
Visitas apenas mediante agendamento no Showare: https://clubepaineiras.showare.com.br/

Cobasi: de 8 a 29 de agosto
Cobasi Eldorado – Shopping Eldorado
Cobasi Aricanduva – Espaço Auto Shopping
Cobasi Vila Lobos – Rua Manuel Velasco, 90 – Vila Leopoldina
Cobasi Augusta – Rua Augusta, 2380 – Jardins
Cobasi Marginal Tietê – Vila Guilherme



domingo, 8 de agosto de 2021

Felinos ganham corações e lares dos brasileiros

Neste Dia Internacional do Gato, 8 de agosto, o CRMV-SP dá dicas sobre as principais características e cuidados com estes animais



Foi-se o tempo em que gato era visto como um animal traiçoeiro e frio, não sendo muito considerado na hora da escolha por um pet. A mudança de comportamento e estilo de vida ao longo dos últimos anos ajudou a abrir portas (e janelas) para que, aos poucos, os felinos começassem a ganhar seu espaço nos lares e no coração dos brasileiros.

Não por acaso, a população de gatos nos lares brasileiros cresceu mais do que o dobro em relação à de cães nos últimos seis anos, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, o País tem mais de 22 milhões de gatos domésticos e a expectativa é de que ultrapasse os 30 milhões até 2022.

Este considerável aumento é atribuído principalmente à mudança no estilo de vida das pessoas, explica a médica-veterinária Cristiane Pizzutto, presidente da Comissão Técnica de Bem-estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP). "A população tende a ficar muito tempo fora de casa e a morar em casas e apartamentos menores. Com isso, um gato é o pet ideal, porque há uma certa facilidade do animal se adaptar, assim como esses espaços às suas necessidades."

Desde o início da pandemia e do isolamento social por conta da Covid-19, há quase um ano e meio, essa aproximação entre humanos e felinos se intensificou. "O gato é um animal bastante afetuoso e interage bem com o tutor. Como as pessoas deixaram de sair na pandemia, o felino passou a ser uma opção de companhia interessante. Ele cumpriu essa necessidade de sanar o estado de solidão que tomou conta das pessoas", avalia Cristiane.

Para a médica-veterinária, o gato trouxe acolhimento e conseguiu se adaptar muito bem às condições da pandemia, quando todo mundo teve que ficar isolado. A independência característica desse animal caiu como luva. “Ele não depende, por exemplo, de passeios constantes na rua para fazer as necessidades fisiológicas ou de interagir com o mundo exterior, diferentemente do cão”, aponta. Ele também é capaz de brincar e se entreter em espaços menores.

Guarda responsável

Tanta independência, porém, não significa que os bichanos não precisam de amor, cuidados e atenção. Ao decidir ter um gato em casa, é fundamental saber quais são todos os compromissos e responsabilidades com a guarda responsável, para não ter arrependimentos. "As pessoas precisam conhecer todas essas características do animal, para depois não se decepcionarem e falarem que não era isso que queriam ou imaginavam, e, assim, acabar aumentando os índices de abandono", diz a presidente da Comissão de Bem-estar Animal do CRMV-SP.

Antes de adquirir um gato, é preciso conhecer a espécie e ter ciência de suas necessidades em todos os aspectos, como o dia a dia de manejo, custos com saúde, alimentação e higiene, visitas regulares ao médico-veterinário e vacinação. Outro ponto muito importante, Cristiane, é a adequação do lar, para garantir que o gato desenvolva seu comportamento natural.

"O ambiente tem que trazer segurança e oferecer conforto. É preciso estimular o comportamento de caça, de captura, de forma artificial; colocar atividades à noite, porque é quando estará mais ativo; e fornecer pontos de fuga, para se esconder quando sentir necessidade. Isso tudo proporciona qualidade de vida e bem-estar para esses animais", destaca a médica-veterinária.

Cuidados

A partir do momento em que se adaptam ao ambiente, qualquer mudança pode deixar os gatos estressados, como explica o médico-veterinário Otávio Verlengia, membro da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. “O gato é um animal que ainda está em processo de adaptação, de domesticação. Ele pode sofrer com interferências no seu ambiente, como a chegada de outros animais, excesso de barulho, nascimento de uma criança, uma visita. Tudo isso pode gerar estresse.”

Além da ambientação, há outros cuidados que o tutor deve tomar. O pote de água, por exemplo, deve ter a base mais larga para evitar que o gato encoste o bigode nas laterais. Para os felinos que bebem pouco líquido, uma sugestão é disponibilizar água corrente, como uma fonte.

Outra dica do médico-veterinário é em relação à caixa de areia. A limpeza do recipiente deve ser feita no mínimo duas vezes ao dia e ele deve ficar num lugar tranquilo, para evitar que o gato fique segurando a urina ou as fezes. “Se colocar a caixa ao lado de uma máquina de lavar que faz muito barulho, por exemplo, isso pode assustar o gato e impedir que ele use o local adequadamente.” As caixas maiores são as mais indicadas.

A escovação é mais um item importante a ser incluído na rotina de cuidados. Animais com pelagem longa dão mais trabalho e, nesses casos, a escovação deve ser feita ao menos duas vezes ao dia. Já os gatos de pelo curto, escovar uma vez é o suficiente. De acordo com Verlengia, o gato tem o hábito natural de se lamber, e a escovação é importante para evitar que ele ingira muito pelo.

O corte das unhas também é recomendado e deve ser feito, em média, a cada quinze dias. “O tutor deve procurar um médico-veterinário para que ele oriente como realizar o corte da maneira correta”, sugere.

A ida ao consultório, inclusive, pode ser um desafio para os tutores. Para o gato se acostumar com a caixa de transporte, o médico-veterinário indica deixá-la aberta pela casa, à disposição do gato. “Dá para usar feromônios, colocar brinquedos dentro, para que o gato vá se familiarizando com a caixa. O tutor não deve forçar a entrada do animal, para evitar que ambos se machuquem.”



Sobre o CRMV-SP

O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 45 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

Rennan da Penha instala comedores para animais de rua no Complexo da Penha

 



O artista carioca anunciou o projeto nas redes sociais neste sábado (7) e revelou que homenageia sua cachorrinha 

O DJ e produtor Rennan da Penha lançou um projeto de instalação de comedouros e bebedouros para animais no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele contou a novidade na sua conta do Instagram neste sábado, 7 de agosto. 

“Fé, rapaziada! Estou muito feliz por estar realizando esse projeto. Consegui instalar cinco pontos com comedouros e bebedouros para os cachorros aqui do complexo da Penha. Em breve, também estarei realizando um projeto de castração dos cachorros de rua aqui na região. Esta ação é em homenagem à minha cachorrinha, que eu perdi [faleceu] esses dias”, conta.

 A ideia consiste em promover uma ação social para diminuir a fome dos animais abandonados e que vivem nas ruas. Os comedouros são canos de PVC adaptados para serem recipientes de ração e água

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Descubra quais são os principais perfis de tutores de pets, de acordo com pesquisa Radar Pet 2020



Levantamento da Comac apontou três tipos de tutores de animais de companhia com base em aspectos emocionais e como eles se relacionam com os pets. Entenda cada um dos perfis!

Mais de 37 milhões de domicílios no Brasil contam com algum pet, de acordo com a pesquisa Radar Pet 2020. Além de desvendar dados da população pet, o levantamento realizado pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) também descobriu os principais perfis dos tutores dos animais.

De forma geral, a maior parte das pessoas responsáveis pelos cuidados dos animais de companhia são mulheres, com uma média 60%. Além disso, 58% dos tutores são casais ou pessoas que moram juntas. Grande parte dos responsáveis, tanto por cães ou gatos, também são famílias com filhos de diversas idades. Apenas cerca de 10% dos tutores moram sozinhos.

Através de pesquisas quantitativas e qualitativas com mais de 3.500 brasileiros de todas as idades, gêneros e classes sociais, a Comac identificou três tipos de tutor, com base em aspectos emocionais: “Pet Lover”, “Amigo dos Pets” e “Desapegado”. Todos eles são apegados aos bichinhos, porém de maneiras diferentes. Entenda a distinção entre cada um:

Os “Pet Lovers”

Representando 55% dos tutores de pets, os “Pet Lovers” são os que mais se identificam com mães/pais de pet e possuem um vínculo afetivo muito forte com os animais. Em sua maioria, esse grupo é composto por jovens, mulheres, pessoas casadas com filhos. Também corresponde à maior proporção de LGBTQIA+ e casais sem filhos.

Os “Pet Lovers” costumam investir mais em produtos e serviços do segmento pet e são os mais preocupados com a saúde dos animais, com visitas mais frequentes ao veterinário. São pessoas que não conseguem imaginar viver sem o seu pet.

Os “Amigos dos Pets”


Com 21% do total, esse grupo possui uma predominância de mulheres, pessoas da Classe A, casadas e famílias com filhos pequenos. Esse é um perfil considerado intermediário entre os “Pet Lovers” e os “Desapegados”. Possuem vínculos com os animais, mas sem necessariamente considerá-los como parte da família.

Amam seus pets, mas não apresentam um vínculo tão forte, cuidando deles com carinho mas sem tantos “mimos”. Além disso, 46% enxerga o pet como um animal, e não como um filho.

Os “Desapegados”


Correspondem a 24% dos tutores e são majoritariamente homens. Não costumam ter um vínculo afetivo tão forte quanto os “Pets Lovers” e quase 44% deles já consideraram deixar de ter um animal. São pessoas mais pragmáticas e que tem o costume de levar o pet ao veterinário apenas em casos de emergência.

Além disso, os “Desapegados” também tendem a gastar menos com os pets e evitam antropomorfizar os animais, ou seja, não gostam de atribuir características humanas a eles e consideram estranha a visão do bichinho como um familiar.

Confira outros destaques do levantamento:


Presença dos pets: Cerca de 53% dos domicílios brasileiros contam com cães ou gatos. Dentro desse percentual, 44% são habitados por cães e 21% por gatos. Há uma média de 1,72 cães e 2,01 gatos por lar brasileiro. Os gatos, em geral, são os pets de entrada (o primeiro contato de pessoas com os animais de companhia) e contam com um crescimento 3 vezes maior do que os cães dentro do Brasil, de acordo com Leonardo Brandão, médico veterinário Coordenador da Comac.

“Temos mais cães, mas os gatos têm ganhado um grande espaço nos lares brasileiros. É o pet de entrada para muitas famílias. No Nordeste, por exemplo, há uma predominância dos gatos. Um dos possíveis motivos para isso, além do perfil do animal, é um custo mais baixo de cuidados. Pelo perfil de vida das pessoas (morando em cidades, com pouco espaço e tempo restrito) os gatos tem se firmado cada vez mais como o pet do futuro”, observa.

Perfil do pet: Os vira-latas ou Sem Raça Definida (SRD) são a grande maioria dos animais de companhia brasileiros. Entre os cães, 42% são vira-latas. Cerca de 70% daqueles com raça definida são de pequeno porte. As raças favoritas dos brasileiros são, respectivamente, pincher, poodle e shitzu. Entre os gatos, 65% são sem raça definida. Entre aqueles com raça, os siamês são predominantes.

Gastos mensais: Os tutores de cães gastam uma média R$ 224 por mês para cuidar dos pets, entre banho, tosa, alimentação e acessórios para o animal. Já os tutores de gatos investem cerca de R$ 168 mensais nos cuidados com o pet.

Adoção: A grande maioria dos pets, sejam cães ou gatos, chegaram aos seus tutores como um presente ou por meio de processo de adoção. Entre os animais nos lares brasileiros, 33% dos cães e 59% dos gatos foram adotados. Leonardo analisa que, durante a pandemia, é provável que os números tenham crescido consideravelmente.

Relação com os pets: Cada vez mais, os brasileiros estão criando laços afetivos com seus pets. A maioria enxerga os animais como um filho ou membro da família. Um dos dados da pesquisa revela que, por exemplo, a saúde dos pets é tão importante para seus tutores quanto das demais pessoas da casa. Também existe uma grande preocupação com o envelhecimento do pet e o cuidado com a saúde preventiva dos animais. Contudo, ainda é baixa a frequência de idas ao veterinário.

Apesar do grande número de animais, Leonardo percebe que o Brasil precisa muito evoluir em relação aos cuidados e bem-estar com os Pets. Não à toa, esse é um dos mercados mais promissores dentro do Brasil por conta do seu potencial de crescimento.

Sobre a Comac

A COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos.

A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.

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Câncer de Mama atinge aproximadamente 45% das cadelas e 30% das gatas

Câncer de Mama atinge aproximadamente 45% das cadelas e 30% das gatas, segundo Conselho Federal de Medicina Veterinária

Rede de hospitais em SP lança campanha que incentiva os exames preventivos e aborda sobre os tratamentos.

Problemática: Segundo dos dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), cerca de 80% dos casos diagnosticados são malignos. O alto índice se deve ao diagnostico tardio, somado a outros problemas, inclusive genéticos.

Fonte: A diretora geral e veterinária do Vet Popular, Caroline Mouco, fala a respeito dos tratamentos disponíveis, sintomas, estudos de caso e prevenção, além das indicações caso haja suspeita de câncer no animal.

E para contribuir ainda mais com o combate, a rede de serviços veterinários VET Popular, lançou neste mês uma campanha de conscientização. Durante todo o mês de outubro, a rede criará ações para conscientização sobre exames preventivos, dicas e tratamentos.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Promoção da Saúde Única é chave para evitar novas pandemias



A pandemia de Covid-19 evidenciou quão integradas são as saúdes humana, animal e ambiental. Com o surgimento de um novo vírus, o conceito de Saúde Única, definido por esta indissoabilidade, tornou-se pauta mais presente em todo o mundo. O tema faz parte, inclusive, do relatório sobre prevenção de pandemias da Organização das Nações Unidas (ONU), que vem alertado sobre o fato de que 75% das doenças emergentes no planeta têm origem animal.

O documento elenca tendências que impulsionam o surgimento de doenças zoonóticas – aquelas que afetam tanto humanos quanto animais –, como: crescente demanda por proteína animal; expansão agrícola não sustentável; crises climáticas e exploração da vida selvagem. Neste contexto, o relatório aponta a promoção da Saúde Única como solução.

“Fica cada vez mais claro que a Saúde deve ser vista de forma integral, multifatorial e com forte ação de planejamento preventivo”, frisa o presidente da Comissão de Políticas Públicas do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP), Celso da Costa Carrer.

Este olhar começou a ser construído no início do século XX, quando a ideia de que saúde corresponde apenas à ausência da doença deu lugar uma visão mais ampla e de integralidade. “O ser humano passou a ser entendido como ser bio-psíquico-social, o qual pode adoecer por interferência de diferentes fatores em seu bem-estar”, enfatiza a ex-presidente da Comissão de Zootecnia e Ensino do CRMV-SP, Célia Regina Orlandelli.

Conceito deve ser incorporado pelo SUS

Apesar de as discussões terem sido ampliadas sobre o assunto, ainda há muito a ser feito para a efetiva promoção da Saúde Única no Brasil. A incorporação do conceito no Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das necessidades pontuadas pela presidente da Comissão de Saúde Pública do CRMV-SP, Adriana Maria Lopes Vieira.

“Trata-se de um importante passo a ser dado para conceber soluções adaptáveis, prospectivas e multidisciplinares, visando o enfrentamento dos desafios que, certamente, ainda teremos pela frente”, enfatiza Adriana.

A inclusão de médicos-veterinários nas equipes dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf) do SUS, em 2011, foi um importante avanço neste sentido. No entanto, a Saúde Única deve ser o pilar que norteia as diretrizes do sistema, cujos resultados seriam observados na forma de prevenção.

Para Célia, o cenário atual evidenciou que os investimentos em tratamentos ainda são mais valorizado do que os empenhos em prevenção e em promoção da saúde. “As discussões sobre as vacinas nos fazem enxergar melhor o porquê de os gestores públicos não se atentarem para a importância do investimento em Medicina Veterinária Preventiva e, apesar da criação do Nasf, as estratégias e a inserção ou não de médicos-veterinários nas equipes ainda é definida por cada prefeitura, a seu modo.”

A união de saberes pelo bem de todos


De acordo com Carrer, um dos cernes da questão é a complementaridade e a soma de diferentes expertises, ou seja, equipes multiprofissionais trabalhando em conjunto. Promover o entendimento desta união de saberes visando a saúde e o bem-estar coletivos foi justamente o que levou à criação do Dia Mundial da Saúde Única (03/11).

“Já está claro que o desenvolvimento de ações com abordagem interdisciplinar, envolvendo várias áreas de conhecimento, não apenas aquelas diretamente ligadas à Saúde, é indispensável”, diz Adriana.

O papel do médico-veterinário e do zootecnista

No que tange à atuação dos profissionais de Medicina Veterinária e de Zootecnia, são inúmeras as formas de atuação de ambos, cujos resultados permeiam a Saúde Única. “Os médicos-veterinários, por exemplo, além de contribuírem por meio do diagnóstico de doenças de animais que podem afetar suas famílias e as comunidades vizinhas, trabalham nas áreas de vigilância, epidemiologia e controle de doenças, entre outros campos”, diz Adriana.

Quanto aos profissionais da área de ciências agrárias, Célia afirma serem também verdadeiros promotores de saúde. “Isso por que os processos passam muito fortemente pelo cuidado e pelo respeito aos ecossistemas. A inserção desses profissionais em práticas produtivas de menor impacto garante maior qualidade para o meio ambiente e a redução de interferências na saúde dos animais."

Saiba mais

Em 2020, as celebrações do Dia da Saúde Única são especialmente comoventes em face da pandemia COVID-19. A pandemia faz a data ser reconhecida e adotada como mais necessária agora do que nunca antes. Para mais informações sobre as ações de comemoração: https://www.onehealthcommission.org/

Sobre o CRMV-SP


O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 42 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.


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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Índice de câncer na próstata em animais machos em estado avançado é preocupante

Contextualização: Segundo o Inca, cerca de 29% dos diagnósticos de câncer em homens são na próstata, sendo o segundo câncer que mais mata. No mundo animal, não é diferente, cães machos, por exemplo, também são atingidos e, casos não detectados no início também tornam-se agressivos, assim como nos humanos, com poucas chances de cura.

Objetivo: Conscientizar o tutor quanto à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de próstata e câncer nos testículos em cães e gatos. Além das visitas regulares ao médico veterinário, a castração pode funcionar como medida preventiva. Se o pet não é castrado, se possui somente a ausência de um testículo ou se identificou nódulos em região testicular, é importante procurar um médico veterinário para orientação, avaliação e atendimento o mais rápido possível.

Fonte: Dr. Luiz Moretti e Dra. Caroline Mouco, veterinários e fundadores da rede de hospitais 24h Vet Popular estão à disposição para explicar sinais, sintomas, tratamentos, entre outras medidas para combater o câncer.

O hospital possui estrutura completa de internação, tratamentos e cirurgias de alta complexidade, além de um centro de diagnósticos completo.

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sábado, 7 de novembro de 2020

Cobertura de seguro saúde para animais de estimação inclui cirurgias e vacinas




Quem tem um bichinho de estimação em casa sabe que eles são verdadeiros integrantes da família. Por isso, nada mais natural que também tenham plano de saúde.

O diretor da Associação Estadual dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (AECOR-RJ), Jayme Torres, explica que o segmento de seguro saúde para pets ainda é considerado relativamente novo no estado. Ainda assim, registrou um crescimento de 6% no último ano.

“Há cerca de cinco anos, o mercado de seguros do Rio de Janeiro começou a se adequar para atender a essa demanda. Da mesma forma que existe plano de saúde para os humanos, as pessoas agora se preocupam também em garantir a saúde do pet”, explica.

Torres afirma que o primeiro passo para a contratação dessa modalidade de seguro é o mesmo que para os humanos, procurar um corretor.

“O bom corretor de seguros é aquele que tem registro na Susep e, por isso, estará preparado para dar as melhores indicações de planos de acordo com o perfil do bichinho de estimação. A partir de R$ 100 mensais, já é possível garantir a cobertura básica. Dependendo do plano escolhido, o pet terá direito a consultas médicas, cirurgias, atendimento emergencial, vacinas e até desconto no valor dos medicamentos da linha vet. Tudo isso poderá ser informado detalhadamente pelo corretor”, informa.

Outra forma de proteção é a assistência emergencial para os pets, que muitas vezes pode ser contratada junto com o seguro de vida ou residencial.

“Muitas pessoas têm esses seguros, mas desconhecem que oferecem também assistência veterinária emergencial. Um corretor de seguros habilitado poderá indicar todas as opções de acordo com o perfil financeiro da família, de forma a proteger a casa, o humano e também o pet nos imprevistos”.

Tem sido comum no Rio de Janeiro notícias sobre roubos de pets, geralmente, durante assaltos a carros. Sobre essa modalidade de seguro, Torres avalia que nem toda seguradora oferece, devido a baixa demanda.

“Não existe tanta procura por seguros para animais de estimação. Geralmente, quem contrata essa modalidade pretende proteger cavalos de raça ou outros animais de maior valor comercial. Particularmente, acredito que essa procura não seja grande porque, só quem tem amor por um bichinho de estimação sabe que em caso de perda não existe valor algum de seguro que possa reparar a falta que eles fazem”, afirma.

Vantagens do seguro

• Como primeiro passo, o animal receberá um microchip de identificação.

• O dispositivo serve para que todo o histórico de saúde fique registrado, sendo acessado rapidamente por qualquer veterinário credenciado pelo plano de saúde escolhido.

• Além das medicações e tratamentos, também é possível controlar se as vacinas estão em dia

• Alguns planos de seguro residencial e de vida contam até com serviço de entrega de ração e transporte de animais.

. Converse com um corretor habilitado para saber mais.

Sobre a AECOR-RJ |

A AECOR-RJ teve origem na Associação dos Corretores de Seguros da Baixada Fluminense – AFutebol, criada em abril de 1999 por um grupo de tradicionais corretores da região para atender às demandas dos profissionais da Baixada. Hoje, a associação reúne cerca de 200 profissionais pessoas físicas.

O objetivo da Associação é fortalecer e representar a classe, apoiar o associado em todas as suas demandas, oferecer serviços, disponibilizar recursos tecnológicos ao corretor, oferecer suporte técnico com treinamentos, promover reuniões e debates com as seguradoras.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Dionisio.AG Royal Canin, viabiliza arte gigante na cidade de São Paulo para conscientizar sobre a saúde dos felinos

Nos últimos 6 anos, a população de gatos cresceu mais que o dobro que a de cães, acumulando 8,1% de aumento contra 3,8% do crescimento canino, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A tendência foi confirmada pela recente pesquisa realizada no País pela ROYAL CANIN®, marca líder em Nutrição Saúde para gatos e cães, no mês de agosto deste ano, com 2 mil tutores de felinos, que apontou um crescimento de 30% de gatos nos lares brasileiros durante a pandemia do coronavírus.

Embora os gatos estejam arranhando o reinado dos cães, ainda existe uma grande falta de conhecimento sobre a espécie. A pesquisa mostrou alguns dados alarmantes: 43% dos tutores que trouxeram um novo gato para seu lar durante a pandemia não os levaram ao Médico-Veterinário nenhuma vez. Além disso, 29% dos que já possuíam um felino antes da pandemia relataram que diminuíram muito a frequência das consultas devido ao atual momento. “Diferente dos cães, os felinos demoram a presentar sintomas de que algo não vai bem e isso faz com que as doenças sejam descobertas em estágio avançado, impactando diretamente no bem-estar e expectativa de vida deles”, conta Carlos Martella, Diretor de Marketing da ROYAL CANIN® Brasil.

Por isso, a marca convidou o artista Tito Ferrara para ajudá-la, por meio da arte, a conscientizar as pessoas sobre a importância das idas frequentes ao Médico-Veterinário. A iniciativa busca estimular com que a vida real imite a arte e é parte do maior investimento em uma campanha de comunicação já realizado pela ROYAL CANIN® no País, intitulada “Meu Gato No Vet”.

“Desde a fase de idealização da campanha, queríamos algo impactante, que tocasse a rotina das pessoas e promovesse reflexões sobre a causa. Esta é a primeira vez que a ROYAL CANIN® aposta em uma ação desse tipo, utilizando a arte para contar uma história relevante para nós, que colocamos os pets no centro de tudo o que fazemos. A ideia não era apenas estampar a cidade com uma mensagem sobre a importância da saúde preventiva dos felinos, mas também ser um registro que promova nos tutores de gatos a lembrança da necessidade do agendamento de check-ups regulares anuais. Temos pesquisas que mostram que 42% deles adiam a ida ao Médico-Veterinário e isso é muito preocupante”, complementa Carlos.

A vida inspira a arte e a arte inspira a vida

Tito Ferrara é um artista paulistano, com relevante notoriedade nacional, cujo trabalho é muito focado em retratos e em pessoas; e usa tanto suas feições quanto suas histórias como fonte de inspiração e conteúdo. “Eu falo que por trás de cada retrato há uma história, e esse é o conceito do meu trabalho”, explica Tito.

E a união de Tito com a ROYAL CANIN® teve um impacto relevante na vida do artista, que usou a gata da família - a Emi - como inspiração para criar a arte que estampa o mural gigantesco, localizado em uma empena cega de um prédio no bairro Vila Nova Conceição, na cidade de São Paulo. Mas o mais impactante foi a revelação de identificação com o tema da campanha. “ A Emi nunca tinha ido ao Médico-Veterinário, por isso esta obra para a campanha “Meu Gato No Vet” foi muito significante para mim”, relata o artista.

A arte retrata a relação de cuidado de uma Médica-Veterinária com um gato sem raça definida. Ambos estão olhando para a cidade e criando uma conexão imediata com quem a admira. Ela impacta por sua magnitude e riqueza de detalhes, gerando reflexões imediatas sobre a causa da campanha “Meu Gato No Vet”. O edifício escolhido para receber a obra fica na Avenida Santo Amaro, 220, em sua face lateral, que é facilmente visível na esquina com a Avenida Presidente Juscelino Kubitschek.

“Para mim, pintar uma empena foi muito importante, ainda mais sendo em São Paulo, a cidade onde eu nasci. Trata-se do trabalho mais alto que eu já fiz, e foi como realizar um sonho. Para o artista que pinta na rua, quanto mais alto for o painel mais legal é. Além disso, agora, a Emi, que é como um membro da família, vai passar a fazer seus check-ups de saúde regulares. Essa obra me marcou e espero que marque outros tutores de gatos também”, finaliza Tito.

A ROYAL CANIN® contou com a curadoria e produção da agência Dionisio Arte para viabilizar esta intervenção artística na cidade de São Paulo._

Sobre a Dionisio.Ag

A Dionisio.Ag é uma agência especializada em arte que nasceu para unir empresas, pessoas e artistas. Ela oferece um trabalho full service, no qual é responsável pela curadoria, produção artística, produção cultural, execução e entrega dos projetos. Atualmente, conta com um time de artistas de estilos diversos, todos extremamente qualificados, com reconhecimento nacional e internacional.

Site: www.dionisioag.com.br



Sobre a ROYAL CANIN®

A multinacional Royal Canin, uma das maiores fabricantes do mundo de alimentos de alta qualidade nutricional para gatos e cães, celebrou 50 anos em 2018. Com 16 fábricas no mundo e presente em 92 países, a marca considera sempre o gato e o cão em primeiro lugar e tem sua história focada no conhecimento e respeito por estes animais.

Em 2002, passou a fazer parte da Mars, Incorporated, líder mundial em alimentos para animais de estimação. A unidade brasileira da Royal Canin está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, desde 1990. No mercado brasileiro, a marca disponibiliza mais de 150 alimentos, incluindo produtos específicos para raças, portes, idades, estilos de vida, necessidades específicas, cuidados especiais e auxiliares no tratamento de algumas doenças. Os produtos estão disponíveis em canais especializados, entre os quais, clínicas veterinárias e pet shops, em mais de 15 mil pontos de vendas no Brasil.

Para mais informações visite o site: https://www.royalcanin.com/br


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50 ARTES PARA PET



segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Finados: O que fazer quando um pet morre?





Quando se tem um pet, as responsabilidades com o animal são incorporadas na rotina das famílias, que se tornam experientes nestes cuidados. Entretanto, quando o ciclo de vida de um cão ou gato de estimação chega ao fim, muitos tutores ficam em dúvida sobre o que fazer com o corpo do animal. Nesta situação, a destinação correta deve ser uma preocupação não apenas pelo carinho com pet, mas devido às questões sanitárias.

Isso porque, quando feita de maneira e em local inadequados, esta destinação pode trazer danos à saúde pública, por oferecer risco de infecções que afetam humanos e outros animais.

A contaminação ocorre pela liberação de líquidos que possuem grande quantidade de bactérias e substâncias tóxicas. “O risco se dá quando este material entra em contato com solo, lençóis freáticos e poços artesianos”, explica Elma Pereira dos Santos Polegato, presidente da Comissão de Saúde Ambiental do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV-SP).

Um ato de amor, um dever

Mais do que uma medida de guarda-responsável, a conduta correta com corpos de animais é regra estabelecida pelo artigo 54 da Lei Federal nº 9.605/20. Se infringida, configura-se crime ambiental, com pena detenção e multa.

Portanto, quando perde um animal de estimação, as famílias têm a responsabilidade de procurar por serviços de coleta.

“A maior parte das clínicas e hospitais médico-veterinários oferece estes serviços”, diz o Márcio Thomazo Mota, presidente da Comissão de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP, sobre a possibilidade de o tutor entrar em contato com o estabelecimento em que o pet costumava ser atendido ou outro que esteja mais próximo.

As famílias podem, ainda, contar com serviços de coleta de órgãos públicos. Para isso, é preciso entrar em contato com a prefeitura da cidade para saber qual secretaria municipal opera o serviço e, então, buscar por atendimento.

Mercado especializado

Mota comenta que o mercado já dispõe de cemitérios e crematórios específicos para pets. Semelhante aos serviços oferecidos para humanos, as empresas realizam velórios, possuem modelos salas ecumênicas, oferecem urnas para as cinzas do animal e, ainda, lembrancinhas para esse momento de despedida.

Elma e Mota ressaltam que a cremação é o mais indicado, sob o ponto de vista de impacto ambiental. “Entretanto, ainda não está disponível na maioria dos municípios brasileiros”, pontua Elma.

Seja para o sepultamento ou para a cremação de animais, os requisitos ambientais e sanitários são os mesmos observados para humanos. “Se esta for a escolha do tutor, é indispensável que ele se certifique da idoneidade da empresa e de que a instituição possui as licenças ambiental e sanitária para operar”, enfatiza Mota.

Sobre o CRMV-SP


O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 42 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

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