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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Para se livrar de pulgas e carrapatos, além dos pets, ambiente deve ser "tratado"


Veterinário da Pet Center Marginal ensina tutor a identificar o problema e alerta: 95% das pulgas estão nos espaços frequentados pelos animais

O clima quente é cenário ideal para a proliferação de pulgas e carrapatos, parasitas que costumam atacar cães e gatos.  Além do incomodo para o animal que se coça, desenvolve feridas na pele, falhas na pelagem e alergias, eles podem ser acometidos por outras doenças transmitidas por esses ectoparasitas.  Segundo o médico veterinário  Manrique Andrés, da rede Pet Center Marginal, a maioria dos cães são alérgicos às picadas de pulgas, carrapatos e até pernilongos.
"O tutor deve fazer varreduras frequentes na pele do animal, além da coceira, tanto as pulgas como os pernilongos deixam pontos avermelhados na pele. Já os carrapatos lembram pequenos pontos escuros. O ideal é investir na prevenção, optando por  anti-pulgas, repelentes e cuidados com o ambiente, já que esses parasitas habitam o espaço físico (praças públicas, halls dos prédios, ruas)", esclarece.

Estima-se, aliás, que 95% das pulgas estejam no ambiente. Encontrados tanto no ambiente rural e urbano, as pulgas e os carrapatos fazem ninhos nas frestas dos tacos de madeira, portas, carpetes, tapetes, além de gramado e terra. "Por isso é importante fica atento aos locais que são frequentados pelos pets. Esses espaços, muitas vezes negligenciados, também devem ser tratados com produtos específicos", alerta o Dr. Andrés.

As pulgas ainda transmitem verminoses para cães e gatos. Como elas picam o animal, podem transmitir vermes pela saliva.  Nos felinos, porém, elas são mais graves, pois podem contaminá-los com a Mycoplasma, parasita do sangue, cuja nocividade está sendo estudada. Grandes infestações de pulgas, sem tratamento adequado, ainda levam a quadros de anemia que podem ser graves, dependo do estado de saúde do animal.

Já os carrapatos, segundo o veterinário da Pet Center Marginal, são responsáveis principalmente pela Erlichiose e Babesiose, enfermidades  popularmente conhecidas como “doença do carrapato”. "Comuns em nosso meio, elas causam a destruição de células sanguíneas. Entre os sintomas em cães, estão febre, apatia, falta de apetite, podendo evoluir a óbito", informa o veterinário da Pet Center Marginal.

Como tratar os animais

Entre as opções para o tratamento contra pulgas e carrapatos, é possível encontrar no mercado sprays que são potentes, agem rapidamente e devem ser passados em todo o corpo do animal. Há também as pipetas com produto que podem demorar (entre 24 horas e 48 horas)  para ser absorvido e ficar realmente ativo. É aplicado na região da nuca, diretamente sobre a pele, afastando os pêlos, o banho só poderá ser dado 3 dias após a aplicação.

Quanto as medicações orais, temos anti-pulgas em comprimido que funcionam como um anticoncepcional de pulgas, deixando-as estéreis, ótimo para controlar a infestação do ambiente, mas se o cão for alérgico, será picado e desenvolverá as alergias.

Outro comprimido disponível é muito eficiente, as pulgas caem a partir de 20 minutos após a administração, mas ele só protegerá o corpo por até 48 horas, após este período as pulgas do ambiente poderão infestar novamente o paciente.

Além desses medicamentos, é importantíssimo o controle ambiental (retirar lixos estocados, madeiras empilhadas. Existem sprays e soluções para controle de ectoparasitas no ambiente.

De acordo com o Dr. Andrés,  o ideal é tratar todos os animais da casa, para poder exterminar esses ectoparasitas.

ADOTE UM GATINHO LANÇA COLEÇÃO 2014


Campanha Adote Um Gato Adulto, Copa do Mundo e felinos que estão para adoção estampam nova linha de produtos com venda revertida para manter o trabalho da própria organização

A Adote Um Gatinho, organização não governamental, que trabalha na defesa e proteção dos gatos desenvolveu uma linha 2014 de produtos exclusivos que vão desde itens de decoração e uso pessoal, até material para escola e escritório. As novidades marcam o 11 anos da ONG, completados em janeiro.

São mais de 20 itens em decoração, vestuário, papelaria e artigos para os próprios gatinhos. A nova linha traz os temas da Copa do Mundo e da campanha de 2014, “Adote Um Gato Adulto”, estampados em canecas, bowls, cadernos, canetas, bloco de notas com imã, eco-bags, mochilas, guarda-chuva dobrável, camisetas (infantil, feminina e masculina), meias, camisolas e body para os bebês. Além disso, para os próprios gatinhos a ONG preparou cubos, kit brinquedo de sisal, rede e manta em microfibra.

Além das novas ilustrações e novos objetos, alguns dos produtos ganharam ilustração da campanha “Adote Um Gato Adulto”, que será trabalhado durante todo o ano para incentivar a adoção de gatinhos com mais idade. Todos os produtos são vendidos exclusivamente no site da entidade (www.adoteumgatinho.org.br).

A entidade sem fins lucrativos começou suas atividades em janeiro de 2003, pela iniciativa de Susan Yamamoto e Juliana Bussab, que durante os primeiros 3 anos tocaram sozinhas todo o projeto e conseguiram resgatar mais de 1.400 gatinhos em situação de risco e encontrar lares seguros para todos eles. Hoje, a ONG conta com cerca de 60 voluntários.

Hoje, a Adote Um Gatinho tem aproximadamente 300 gatos em tratamento ou esperando um lar seguro em seu abrigo e nas casas dos voluntários. Em 11 anos de atuação, mais de 6 mil gatos já foram resgatados e doados. A ONG vive de doações de pessoas físicas e da ajuda das voluntárias nos cuidados com os gatos. As idealizadoras do projeto participam ativamente do dia a dia da entidade, realizando resgates, cuidando dos animais e administrando a ONG.

Como ajudar a Adote Um Gatinho:

É possível ajudar a Adote Um Gatinho ao acessar o site ou no envio de e-mail para informacoes@adoteumgatinho.org.br.

Pedidos de ajuda a gatinhos abandonados devem ser enviados para resgates@adoteumgatinho.org.br

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ATIVISTA EM PROL DOS ANIMAIS CARLA FERREIRA RECEBE HOMENAGEM NO PROGRAMA MÚSICO EMPREENDEDOR




Alô amigos de todo o Brasil! No último programa MÚSICO EMPREENDEDOR, o meu amigo Eduardo Roz prestou uma homenagem para uma grande amiga ativista em prol dos animais abandonados, que possui a fanpagehttps://www.facebook.com/cvferreira1 e realiza um belíssimo trabalho em Minas Gerais.

Quem for da região e quiser colaborar adotando um dos peludos ou enviando doações de material de limpeza, xampu de pets, rações, etc., é só entrar em contato.

Para a revitalização do canil afim de melhorar as condições, doações de qualquer quantia em dinheiro poderão ser feitas para a conta:

Banco do Brasil
agencia 3927-6
conta corrente 26197-1
Carla Vanessa Serrano Ferreira.

Quem não puder ajudar, apenas compartilhe essa mensagem para que outras pessoas possam colaborar.

Programa Músico Empreendedor vai doar uma caixa de Cds do Maestro Eduardo Roz com a música "Não Judie dos Animais" para que os proprietários do canil possam revender e reverter em lucro para o trabalho.

Os animais são criaturas indefesas e dependem dos humanos para sobreviverem em paz.

"Abençoado seja aquele que cuidar das criaturas de Deus. Salomão"

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

ABAIXO O USO DE ANIMAIS EM TESTES



Quem é que respeita mais as leis da natureza? Nós seres humanos ou os animais? Quem de nós respeita mais a vida? - Conheça um entre os vários casos de crianças que foram salvas na selva pelo amor de macacos como estes que cuidaram e alimentaram seres humanos em seu momento mais difícil.






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

"Carta Aberta sobre a libertação de animais do Instituto Royal"



A ação que libertou animais mantidos pelo Instituto Royal, como cobaias, para fins de experimentação ganhou avassaladoramente a opinião pública, possivelmente como nunca antes no país, inclusive com repercussões internacionais. Chamou de forma ampliada a atenção da sociedade para questão altamente sensível e de nuclear apelo ético já de muito discutida na academia: a utilização de animais para pesquisa e ensino.

A percepção da redução dos animais a recursos ou objetos de estudo, denominados assim, pejorativamente, animais de laboratório, o que se dá seja por meio de imagens bizarras, já divulgadas há tempos e de fácil acesso, seja pela literatura ou regulações, causa choque e tensiona o senso comum, demonstrando que esta cultura se vê problematizada, confrontada, quando não com a legalidade, com a moralidade, gerando um sentimento crescente de indignação.

Todavia, o Instituto Royal é uma de muitas outras entidades que usam animais como meios, estando acompanhado de diversas instituições de ensino superior, inclusive entre as mais prestigiadas Universidades brasileiras, gozando de financiamento público, sob o beneplácito da legislação, a qual autoriza que animais sejam confinados, feridos, adoentados, alienados das suas propensões naturais, da busca de bem-estar, vivisseccionados, eutanasiados, mortos.

Os animais que estavam no Instituto Royal e que estão presos em lugares similares são sencientes e conscientes, possuem uma experiência subjetiva de ser e de estar no mundo, ostentam psique, perseguem a própria felicidade, sentem medo, solidão, estresse, dor; enfim, possuem vontades. Disto testemunha a recente Declaração de Cambridge (The Cambridge Declaration of Consciousness), datada de julho de 2012, firmada por cientistas de instituições

como a Universidade de Stanford, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) e o Instituto Max Planck, redigido por Philip Low, em evento que contou com a presença de Stephen Hawking.

Animais são dotados de interesses, interesses que encontram paralelo com interesses humanos: em síntese, o interesse de não sofrer, o interesse pela própria vida. E, portanto, não há razão para não levar tais interesses em conta, devendo-se adotar, como imperativo ético, a igual consideração de interesses.

Conclusão advinda deste reconhecimento é que animais são titulares de direitos (à vida, à integridade física, à liberdade) e não coisas. São fins em si, não são meros meios para objetivos humanos ou mesmo de outros animais. São indivíduos, insubstituíveis; são sujeitos de direitos e não objetos. Animais não são agentes biológicos, como se diz em jargão. A ética a reger a conduta, neste âmbito, deve ser, pois, em tudo, similar à ética adotada para com seres humanos, vez que a uma posição igual deve ser dispensado tratamento igual.

A existência de lei em sentido contrário não tem o condão de tornar moral o que não é. A lei, como consabido, não é necessariamente fonte de legitimidade. Pode ser injusta, pode estar errada. Esteve muitas vezes ao longo da história: quando usurpou direitos dos negros, das mulheres, dos índios e de tantos outros. Estamos testemunhando mais um movimento pela expansão de direitos: agora aos animais. O melhor cenário é quando o Direito acompanha, pari passu, tais movimentos. Por vezes, porém, há um hiato e atos ilegais/criminalizados no passado passam a ser celebrados no futuro. As insurreições contra a escravidão negra, os quilombos, são um exemplo. Quando há um contratempo entre o Direito e os direitos, vê-se a invocação do direito de resistência/desobediência civil/legitima defesa de terceiro.

Por outro lado, a própria coerência interna do ordenamento jurídico é posta à baila. Enquanto a Constituição veda condutas que implicam crueldade aos animais, enquanto a Lei 9.605/98 tipifica o crime de maus-tratos, como entender lícitas as práticas que impõem sofrimento aos animais em nome da ciência? Não são cruéis? Não são maus-tratos? Como não concluir que a Lei 11.794/08, que regula a instrumentalização dos animais em nome da ciência, não

está em conflito com a Constituição, inconciliável com a vedação de maus-tratos. Ora, se não há maus-tratos, se não existe crueldade, por que não realizar tais experimentos diretamente com seres humanos, o modelo ideal (humano-humano ao invés de humano-animal)?

A relação de igualdade é antes moral do que fática. Daí a alteridade. Não bastassem os argumentos metodológico-científicos que condenam experiências com animais para efeitos em humanos, o debate acerca da utilização de animais é antes uma discussão ética do que técnico-científica. Livres e iguais é uma bandeira central dos direitos humanos. Obviamente, os animais não são iguais em tudo aos seres humanos. Mas, no que são, devem ser assim admitidos. Mesmo não sendo iguais em tudo, são livres. Devem, pois, ser livres da opressão, da instrumentalização que parcela da humanidade impõe, subjugando-os.

Como alertou Philip Low: “Não é mais possível dizer que não sabíamos.” Assim, sendo simplesmente inaceitável, insuportável compactuar com a exploração dos animais, os signatários abaixo se manifestam contra qualquer pesquisa/teste com animal que importe fazer dele meio para outro(s).

Em 28 de outubro de 2013.

Documento em 7 páginas
Fábio Corrêa Souza de Oliveira
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO
Prof. do Mestrado em Direito, Democracia e Sustentabilidade da IMED/RS
Coordenador do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá
Centro de Direito dos Animais, Ecologia Profunda/UFRJ-UFF-UFRRJ
Daniel Braga Lourenço
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro/UFRRJ
Prof. da Pós-Graduação em Direito Ambiental da PUC/RJ
Prof. do Programa BAILE da Pace Law School (Estados Unidos)
Centro de Direito dos Animais, Ecologia Profunda/UFRJ-UFF-UFRRJ
David N. Cassuto
Prof. de Direito Ambiental da Pace Law University (White Plains, EUA)
Lenio Luiz Streck
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade do Vale dos Sinos (UNISINOS)
Prof. do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá
Prof. Visitante da Universidade de Coimbra e da Universidade de Lisboa
Prof. Visitante da Universidad Javeriana (Bogotá)
Carlos Naconecy
Pesquisador do Oxford Centre for Animal Ethics
Mestre e Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do RS/PUC-RS
Laerte Fernando Levai
Pesquisador do Grupo de Ética e Direito Animal do Diversitas da Universidade de São Paulo
Prof. da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo/MP-SP
Fernando Araújo
Profa. Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa/FDUL
Fernanda Luiza Fontoura de Medeiros
Profa. da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do RS/PUC-RS
Profa. do Mestrado em Direito e Sociedade da UNILASALLE/RS
Presidente do Instituto Piracema
Rita Leal Paixão
Diretora do Instituto Biomédico da Universidade Federal Fluminense/UFF
Profa. do Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária da UFF
Profa. do Programa de Pós-Graduação em Ética Aplicada, Bioética e Saúde Coletiva da UFF/UFRJ/FIOCRUZ/UERJ (PPGBIOS)
Centro de Direito dos Animais, Ecologia Profunda/UFRJ-UFF-UFRRJ
Vicente de Paulo Barretto
Decano da Faculdade de Direito da Universidade do Vale dos Sinos (UNISINOS)
Prof. do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá
Prof. Aposentado da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ
Larissa Pinha de Oliveira
Profa. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Centro de Direito dos Animais, Ecologia Profunda/UFRJ-UFF-UFRRJ
Paula Callefi
Reitora da Universidade Estácio de Sá/UNESA
Doutora em Historia pela Universidad Complutense de Madrid
Carlos Bolonha
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Vice-Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Maria Clara Marques Dias
Profa. do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Profa. do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFRJ
Profa. do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da UFRJ/UERJ/UFF/FIOCRUZ (PPGBIOS)
Coordenadora do Núcleo de Inclusão Social da UFRJ/NIS-UFRJ
Centro de Direito dos Animais, Ecologia Profunda/UFRJ-UFF-UFRRJ
Tagore Trajano
Presidente do Instituto Abolicionista Animal/IAA
Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal da Bahia/UFBA
Julio Dornelles Goulart
Prof. da Faculdade de Direito das Faculdades Hélio Alonso/FACHA (RJ)
Danielle Tetü Rodrigues
Prof. da Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica do PR/PUC-PR
Vice-presidente do Instituto Abolicionista Animal/IAA
Cristiane Dupret
Profa. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Profa. da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro/EMERJ
Profa. da Faculdade de Direito Universidade Estácio de Sá/UNESA
Jaime Nudilemon Chatkin
Promotor de Justiça do Rio Grande do Sul/MP-RS
Heron José Gordilho
Prof. do PPGD da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia/UFBA
Reynaldo Velloso
Presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB/RJ
Advogado e Biólogo
Ana Paula Perrota
Doutoranda em Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ-IFCS
Marcelo Dealtry Turra
Prof. da Faculdade de Direito das Faculdades Hélio Alonso/FACHA (RJ)
Coordenador do Escritório de Prática Jurídica das Faculdades Hélio Alonso/FACHA (RJ)
André TANIA KARAM Trindade
Coordenador do Mestrado em Direito, Democracia e Sustentabilidade da IMED/RS
Luigi Bonizzato
Profa. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Sérgio Augustin
Coordenador do Mestrado em Direito Ambiental da Universidade de Caxias do Sul/UCS
Cristiano Pacheco
Mestre em Direito pela Universidade de Caxias do Sul/UCS
Membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB/RS
Tiago Fensterseifer
Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul/PUC-RS
Defensor Público do Estado de São Paulo
Ruy Samuel Espíndola
Prof. da Escola da Magistratura de Santa Catarina/EMESC
Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC
Eduardo Manuel Val
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense/UFF
Prof. do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá
José Ribas Vieira
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Prof. Aposentado da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense/UFF
Prof. da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC-RJ
Afranio Faustino
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro/UFRRJ
José Roque Junges Prof. e Pesquisador em Bioética e Saúde Coletiva Prof. da Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade do Vale do Rio dos Sinos/UNISINOS
Terla Bica Rodrigues
Pedagoga e Advogada
Diretora Executiva do Instituto Piracema
Mery Chalfun
Profa. da Universidade Castelo Branco/UCB
Mestre em Direito pela Universidade Estácio de Sá/UNESA
Centro de Direito dos Animais, Ecologia Profunda/UFRJ-UFRRJ-UFF
Elis Cristina Uhry Lauxen
Mestranda em Direito pela Universidade do Vale dos Sinos/UNISINOS
Membro do Núcleo de Direitos Humanos da UNISINOS
Rogério José Bento Nascimento
Prof. do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá
Prof. da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro/PUC-RJ
Edna Raquel Hogemann
Profa. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO
Profa. do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá
Fabio Alves Gomes de Oliveira
Doutorando em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Pesquisador do Núcleo de Inclusão Social - NIS/UFRJ
Eduardo Garcia Ribeiro Lopes Domingues
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO
Bruno Müller
Doutorando em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ
Vânia Rall
Pesquisadora do Grupo de Ética e Direito Animal do Diversitas da Universidade de São Paulo
Paula Cals Brügger Neves Profa. do Centro de Ciências Biológicas da Universidade federal de Santa Catarina/UFSC
Fernando Augusto da Rocha Rodrigues
Prof. do Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ
Aluisio Gonçalves de Castro Mendes
Prof. da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ
Prof. do Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade Estácio de Sá

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Dog Solution é referência em bem-estar para cães



Pioneiro em trabalhos com enriquecimento ambiental, o centro de convivência também oferece serviços de consulta comportamental, adestramento, passeios, day care e hotel para os animais

Ter um animal de estimação nos grandes centros não é uma tarefa fácil. Com a correria do dia a dia na cidade e com os horários de trabalho cada vez mais extensos, fica difícil dar atenção às atividades essenciais para a saúde do cão.

Pensando no bem-estar e nas necessidades naturais dos cachorros que vivem em centros urbanos, o zootecnista Renato Zanetti criou a Dog Solution. O local é mais do que um espaço para o pet passar o dia, é um Centro de Convivência Canina, onde são oferecidas inúmeras oportunidades para os animais se divertirem e expressarem comportamentos naturais.

A ideia é proporcionar ao cão uma rotina diária que o fará mais saudável e feliz. Para isto, a Dog Solution é pioneira no trabalho com o “enriquecimento ambiental”, ou seja, são introduzidos elementos originais, simples, criativos e de fácil interação na área onde o cachorro passa seu tempo. O ambiente não precisa ser “selvagem”, mas permitir que o animal haja de forma natural.

O Centro de Convivência oferece serviços de consulta comportamental, adestramento, passeios, day care e hotel para cachorro. Inicialmente é feito um diagnóstico detalhado sobre as necessidades do cliente e proposto um plano individual de atividades, balanceado da seguinte forma:

· Exercícios físicos e mentais: para tornar o cão saudável e relaxado

· Regras e limites: para facilitar o dono a lidar com seu cão em casa e na rua

· Sociabilização: para atingir um comportamento adequado com outros cães e pessoas

· Carinho: para fortalecer o vínculo entre pessoas e cães

Além do bem-estar proporcionado aos cães, a Dog Solution promove um ambiente profissional agradável para seus colaboradores. A carga horária é reduzida e são oferecidos benefícios como quick massage, dayoff, treinamentos trimestrais, subsídios em cursos, vale-cultura entre outros privilégios, para que os funcionários trabalhem com toda a energia e motivação necessárias para acompanhar a rotina dos bichos.

A Dog Solution está estrategicamente localizada no Brooklin – próximo dos bairros Moema, Campo Belo, Vila Olímpia e a caminho do importante centro comercial da Berrini – numa área de 500 m², onde os cães ficam soltos e são supervisionados 100% do tempo por uma equipe apaixonada pelo que faz.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

LISTA DE EMPRESAS QUE UTILIZAM TESTES COM ANIMAIS

Aqui está a lista de empresas internacionais, várias delas com filiais no Brasil e que utilizam testes com animais.

http://www.mediapeta.com/peta/PDF/companiesdotest.pdf

Mais informações, acesse: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/


DEPUTADO FERNANDO CAPEZ apóia a defesa aos animais no caso INSTITUTO ROYAL

Quero parabenizar o Deputado Estadual Dr. Fernando Capez (PSDB) que ao contrário de muitos políticos que dizem lutar em defesa dos animais e se omitiram, manifestou-se a favor dos ativistas do caso INSTITUTO ROYAL. 

O ano que vem é um ano político e como apartidária eu peço a todos os meus amigos defensores, que na hora de votar, prestem atenção nos políticos e nos partidos que se empenham pelas causas dos menos favorecidos e da defesa aos indefesos.

Deputado Estadual Dr. Fernando Capez, à partir desse momento o senhor pode contar com a minha admiração e respeito pelo seu trabalho, bem como com o meu apoio incondicional.

Ficarei eternamente grata e conte comigo e com os meus amigos fiéis para apoiá-lo nessa causa.

Parabéns pelo SER HUMANO que o senhor está demonstrando SER.

Conte comigo e com todas as minhas ferramentas de comunicação para apoiá-lo sempre que precisar.

Nunca disse isso a nenhum político, o senhor será o primeiro:

PRAZER em conhecê-lo.

CLAUDIA SOUZA - Jornalista e apresentadora do Programa MÚSICO EMPREENDEDOR.



AJUDE A COMBATER O SACRIFÍCIO ANIMAL


É preciso acabar com todo tipo de crueldade animal. Vivemos num país com inversão de valores. O bandido ataca, se a polícia bater, é culpada!, o estuprador tortura e a vítima é que fica presa em quatro paredes porque eles são soltos em pouco tempo, aniquilam animais e os seus salvadores é que são os bandidos! Gente, não tem um meio de impedir um crime batendo na porta com jeitinho... Experimente ter um olho arrancado, a sua carne aberta, seus membros retirados e deteriorados por elementos químicos e depois me diga se você não gostaria que alguém te libertasse desse cativeiro.

Nesse país não existe JUSTIÇA VERDADEIRA. A JUSTIÇA aqui depende dos interesses de políticos e juízes, por isso, OS ATIVISTAS SÃO VERDADEIROS HERÓIS e merecem o apoio de todos os que se enquadram na categoria de SERES HUMANOS "de fato".

Não interessa se eles tinham mandato, se invadiram a merda do laboratório, se pularam o muro! Atos de heroísmo independem de cálculo antecipado, não se pode calar e assistir centenas de animais inocentes serem sacrificados dessa maneira.

Detalhe: o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.

TODOS ELES ESTÃO CERTÍSSIMOS E EU SÓ LAMENTO NÃO TER ESTADO JUNTO PARA DAR O MEU APOIO NO LOCAL. VANDALISMO É O QUE ESSE LABORATÓRIO VEM FAZENDO COM VIDAS INOCENTES.

Parabéns à todos! Que esses animaizinhos sejam muito felizes e que Deus ajude os seus salvadores nessa missão heroica. PARABÉNS e contem comigo para divulgar sempre, sempre e sempre.

ESSE PAÍS PRECISA MUDAR!



Assine a Petição contra o sacrifício de animais:

http://www.avaaz.org/po/petition/MANIFESTATION_ROYAL_INSTITUTE/?cstiMdb


LEIA MATÉRIA PUBLICADA NA VEJA:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/instituto-royal-acusa-ativistas-de-furto-de-animais

sexta-feira, 12 de julho de 2013

SERVIÇO VETERINÁRIO ANCLIVEPA - HOSPITAL VETERINÁRIO MUNICIPAL



O Serviço Veterinário Anclivepa destina-se a moradores de São Paulo, de baixa renda, assistidos pelos programas sociais tais como: bolsa família, renda mínima, renda cidadã, entre outros. É necessário que os interessados compareçam com antecedência (antes de alguma eventualidade com seus animaizinhos de estimação) para uma prévia entrevista, munidos de RG original, CPF Original, comprovante de residência. Se a pessoa comparecer sem todos esses documentos não será atendido.

Em casos de emergência médica como traumas e doenças súbitas com risco de vida, os responsáveis que não possuírem senha de atendimento, apenas receberão o primeiro atendimento, para serem encaminhados para outra instituição ou serem atendidos no dia seguinte.

A Anclivepa não é um pronto-socorro, por isso tem limitações de atendimentos, consultas, exames e cirurgias. TAMBÉM NÃO POSSUI TRANSPORTE PARA ANIMAIS.


Endereço:

Rua Professor Carlos Zagotis, 3 Tatuapé - São Paulo - Tel: 2667-7804 / 2227-0858
www.anclivepa-sp.org.br

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Comissão da Câmara amplia pena para crimes contra animais

Fonte - Por: Eduardo Gonçalves

Fraldinha, a mascote da ONG - Clube dos Vira-latas , foi resgatada dentro de um rio,
enrolada em um pano e com a Coluna fraturada - Cida Alves

Segundo o projeto de lei, o responsável pela morte de um animal doméstico poderá ser condenado a até dez anos de prisão


A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou um projeto de lei que endurece a punição para crimes cometidos contra cães e gatos. A proposta, que ainda deve ser votada pelo plenário, prevê pena de 3 a 5 anos de reclusão para quem causar a morte de animais domésticos. Em casos de morte por envenenamento, fogo, asfixia, espancamento, arrastamento, tortura ou outro meio considerado cruel, a pena pode subir para 6 a 10 anos de prisão.
Atualmente, a Lei 9.605/88 prevê detenção de três meses a um ano e multa para maus-tratos contra animais.
O projeto também prevê sanções de 3 a 5 anos de reclusão para quem abandonar animais domésticos em propriedades públicas ou privadas e para quem promover algum tipo de luta entre cães. Deixar de assistir a algum cão ou gato em situação de perigo prevê punição de 2 a 4 anos de detenção. Se em alguma dessas condutas o animal sofrer mutilações ou perda de algum membro ou órgão, a pena prevista será aumentada em um terço.
O texto, de autoria do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), foi lido na comissão pelo deputado Márcio Macêdo (PT-SE), que abrandou algumas cláusulas para a proposta ser aprovada. Sem a emenda, a medida previa de 5 a 8 anos de reclusão como punição para crimes contra cães e gatos.
Para Macêdo, o que motivou o aval ao projeto foi o salto no número de casos de maus-tratos contra animais domésticos nos últimos anos. “A ideia é aumentar a responsabilidade das pessoas em relação aos seus pets”, disse o deputado.
Para o petista, a legislação atual é “branda” e não tem se mostrado eficaz para coibir desse tipo de crime. “A nossa legislação ambiental é forte, mas a punição (contra maus-tratos a animais domésticos) não é adequada”, disse.


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CAMPANHA PELO DIREITO DOS ANIMAIS