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sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Instituto Ampara Animal completa 15 anos de atuação e se consolida como uma das principais organizações de proteção animal no Brasil

Fundado em agosto de 2010, o Instituto Ampara Animal completa 15 anos de atuação voltada à proteção e ao bem-estar dos animais no Brasil. Criado por Juliana Camargo, Marcele Becker, Raquel Facuri e Cassiana Garcia, o Instituto desenvolve iniciativas para transformar a realidade de animais domésticos em situação de abandono, por meio de programas de adoção responsável, castração e atendimento veterinário, e também realiza o resgate, a recuperação e a reintrodução de animais silvestres.

A organização atua na defesa dos direitos dos animais e na conservação da fauna, promovendo campanhas educativas que estimulam a conscientização social, com a missão de promover a defesa dos direitos dos animais por meio de ações que priorizem práticas de saúde única e coexistência para uma transformação integrada.

Foto de Rafael Cusato


Fundação e trajetória da organização


O Instituto Ampara Animal surgiu da iniciativa de Juliana Camargo, atual presidente da entidade e pós-graduada em gestão ambiental. Após sua atuação como jornalista, modelo e apresentadora de TV, Juliana dedicou-se integralmente à defesa dos animais, tendo iniciado sua caminhada voluntária na Associação Internacional de Proteção Animal (AILA). Com o objetivo de ampliar o alcance e a eficiência das ações, criou-se o Instituto Ampara Animal para atuar em diversas frentes de proteção.



Desde sua fundação, o Instituto ampliou sua atuação de forma consistente, expandindo os serviços para além do atendimento e cuidado dos animais domésticos para incluir projetos voltados para a fauna silvestre. Atualmente, a organização realiza mais de 24 mil adoções de cães e gatos por ano, castra milhares de animais, distribui medicamentos e ração, além de promover campanhas educativas que alcançam diferentes públicos.

Atuação no segmento pet


No segmento pet, o Instituto desenvolve ações contínuas de atendimento veterinário, castração e adoção responsável. Uma das frentes centrais é o combate ao abandono e maus-tratos de cães e gatos. Através das campanhas educativas, a instituição trabalha para modificar o comportamento social e o entendimento da população quanto à posse responsável.

O Instituto realizou a castração de aproximadamente 61 mil animais, como forma de controle populacional e prevenção de doenças. Também distribui medicamentos para mais de 557 mil animais, oferecendo suporte à saúde dos pets em situação vulnerável. Em paralelo, a doação de mais de 3 toneladas de ração contribui para o sustento dos animais acolhidos e daqueles assistidos pela rede de parceiros e abrigos.

Campanhas do Instituto Ampara Animal


O Instituto Ampara Animal estabelece parcerias com artistas, ativistas e celebridades de diversos setores, que colaboram para ampliar o alcance das campanhas promovidas pela organização. Essa colaboração contribui para aumentar a visibilidade das ações na mídia, fortalecer a mensagem das campanhas e envolver diferentes públicos na causa da proteção animal. Por meio dessas parcerias, o Instituto consegue potencializar o impacto de suas iniciativas e alcançar maior engajamento social.



O Instituto mantém um conjunto de campanhas permanentes que visam a promoção do respeito, da adoção responsável e da proteção dos animais domésticos. Entre as principais campanhas estão:

Somos Todos Vira-latas: campanha que aborda o preconceito social contra cães e gatos sem raça definida, incentivando a adoção desses animais e ressaltando seu valor independente da linhagem. A ação busca desconstruir estereótipos e valorizar a diversidade de animais sem pedigree.

Especial é Ser Diferente: direcionada a destacar a importância da adoção e cuidado de animais com necessidades especiais, sejam elas físicas, comportamentais ou de saúde. A campanha enfatiza a responsabilidade dos tutores em oferecer um ambiente adequado e afeto para esses animais.

Para Sempre ao Seu Lado: essa campanha reforça o vínculo permanente entre tutor e animal, com ênfase na continuidade do cuidado e na responsabilidade pelo bem-estar durante toda a vida do pet.

Somos Todos Silvestres: iniciativa voltada para ampliar o entendimento da população sobre a importância da fauna silvestre, o papel de cada espécie no ecossistema e os riscos do tráfico e maus-tratos. Essa campanha conecta o segmento pet com a conservação ambiental.

Sinta Na Pele: proposta que utiliza a empatia para sensibilizar o público sobre o sofrimento causado pelos maus-tratos e abandono, estimulando a adoção de atitudes positivas em relação aos animais.



Cada uma dessas campanhas conta com materiais oficiais, eventos e ações em diferentes mídias, que fortalecem o alcance e impacto da mensagem do Instituto. A organização mantém o compromisso de aprofundar essas iniciativas, com dados atualizados e exemplos reais, para ampliar a conscientização e a mobilização da sociedade.

Atuação na proteção da fauna silvestre: Ampara Silvestre e o Pantanal


A atuação do Instituto Ampara Animal também se estende ao segmento da fauna silvestre, principalmente por meio do projeto Ampara Silvestre. Criado em resposta às queimadas que devastaram o Pantanal em 2020, o projeto visa proteger e reabilitar animais silvestres afetados por incêndios e outras ameaças ambientais.



Em 2023, foi inaugurada a Base de Atendimento Ampara Pantanal (BAAP), localizada em Porto Jofre, no município de Poconé, Mato Grosso. A BAAP foi estruturada para oferecer atendimento emergencial e especializado a animais silvestres, com centro cirúrgico e instalações para reabilitação e soltura, atuando diretamente na região mais afetada pelas queimadas.

Além do atendimento, o Instituto, em parceria com o WWF-Brasil, lançou o "Guia de Manejo de Animais Silvestres Impactados pelo Fogo no Pantanal". O documento serve como referência técnica para equipes de resgate e profissionais envolvidos na recuperação da fauna local, buscando mitigar os impactos causados pelos incêndios.

Outros projetos voltados à fauna incluem o Mantenedor da Fauna, que abriga onças-pintadas e onças-pardas resgatadas do cativeiro, garantindo cuidados e qualidade de vida; o Projeto de Coexistência Humano-Fauna, que trabalha na redução dos conflitos entre onças-pintadas e populações locais; o “De Volta para Casa”, que possibilita o retorno de animais silvestres à natureza; o “Projeto Life Print”, que capta recursos para ações de conservação e bem-estar de onças condenadas ao cativeiro e o “Binóculos da Liberdade” integra o portfólio que busca reconectar as pessoas com a biodiversidade local, incentivar práticas como ciência cidadã e promover educação ambiental em ambientes urbanos.

Esse programa inclui saídas para observação de aves nos parques de São Paulo, atividades educativas, uso de aplicativos de identificação de espécies (como WikiAves, eBird e iNaturalist), palestras e capacitações — ampliando o engajamento do público com a fauna livre

Impactos e resultados


Em 15 anos de atuação, o Instituto Ampara Animal realizou mais de 24 mil adoções, castrou aproximadamente 61 mil animais e distribuiu medicamentos e ração para centenas de milhares de pets. Na área de fauna silvestre, mais de 700 animais receberam atendimento especializado.

O trabalho do Instituto envolve uma rede ampla de parceiros, voluntários e profissionais dedicados à proteção animal, abrangendo desde o atendimento clínico e cirúrgico até campanhas de conscientização e políticas públicas.



O Instituto Ampara Animal realiza eventos de adoção estruturados para oferecer infraestrutura adequada ao conforto e bem-estar dos animais, criando oportunidades para que pessoas encontrem novos companheiros. Por meio de mutirões de castração, conduzidos por equipe veterinária capacitada para procedimentos minimamente invasivos, a organização atua em parceria com entidades públicas e privadas no controle populacional. O trabalho é complementado pelo Centro de Controle Populacional de Cães e Gatos (CCPA), equipado para esterilização, identificação e registro dos animais, e pela UMAvet, unidade móvel de atendimento veterinário que leva serviços a diferentes regiões, atendendo animais em situação de vulnerabilidade e contribuindo para o controle populacional de forma efetiva.

Compromisso institucional e próximos passos


O Instituto Ampara Animal mantém seu compromisso com a defesa dos direitos dos animais e a promoção de práticas que favoreçam a convivência harmoniosa entre seres humanos e animais, sejam domésticos ou silvestres. A entidade atua também no apoio a projetos que buscam a redução do abandono, a erradicação do tráfico e maus-tratos, além da conservação das espécies.

Neste aniversário de 15 anos, o Instituto reafirma a intenção de aprofundar suas campanhas, ampliando dados, exemplos e recursos educativos para fortalecer o engajamento da sociedade e dos órgãos públicos. A organização convida parceiros, apoiadores e a população em geral a conhecerem as ações e se envolverem nas campanhas de proteção animal.

Para conhecer os projetos, campanhas e formas de apoio, o público pode acessar o site oficial do Instituto Ampara Animal: institutoamparanimal.org.br.

Governo de SP abre chamamento público para municípios participarem do Programa Estadual de Castração de Cães e Gatos





Parceria com prefeituras fortalece saúde e bem-estar animal; prazo para envio de formulários vai até 19 de setembro
 
O Governo de São Paulo lançou em 29/8 o edital de chamamento público para seleção de municípios interessados em participar do Programa Estadual de Identificação e Controle da População de Cães e Gatos, conhecido como Programa de Castração. Coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), a iniciativa apoia prefeituras na realização de mutirões de castração, com recursos da ordem de R$ 4,7 milhões, contribuindo para o manejo da população de animais, a redução do abandono e a prevenção de zoonoses.

“O programa é uma política pública consolidada que alia saúde, bem-estar animal e qualidade de vida nas cidades. Com o chamamento, damos mais um passo para ampliar o acesso dos municípios às ações e fortalecer o impacto positivo junto às comunidades”, afirma o subsecretário de Meio Ambiente da Semil, Jônatas Trindade.

Os municípios poderão manifestar interesse por meio do preenchimento do formulário disponível no site da Semil (Link. O prazo para envio do formulário vai até as 23h59 do dia 19 de setembro.

O processo de seleção seguirá um cronograma definido. Após o encerramento das inscrições, a Comissão de Habilitação avaliará as manifestações de interesse até 26 de setembro, e o resultado preliminar será divulgado até 29 de setembro. A publicação final da homologação está prevista até 6 de outubro.

Serão priorizadas as cidades com maior demanda de castrações, presença de Unidades de Conservação, menor número de habitantes e existência de órgãos municipais de bem-estar animal.

“A definição de critérios objetivos garante que os mutirões cheguem aonde são mais necessários. É um esforço conjunto entre Estado e municípios para reduzir a superpopulação de cães e gatos, fortalecer a guarda responsável e combater o abandono”, destaca a diretora da Diretoria de Bem-Estar Animal da Semil, Rebecca Politti.

A seleção não garante participação automática no programa, pois dependerá de critérios técnicos e da disponibilidade orçamentária.

Compromisso

Criado pelo Decreto Estadual nº 55.373/2010 e reorganizado em 2018, o Programa Estadual de Identificação e Controle da População de Cães e Gatos promove castrações, identificação dos animais, incentivo à adoção e campanhas educativas, reforçando a guarda responsável, prevenindo doenças e protegendo tanto os animais quanto a saúde coletiva.

terça-feira, 12 de agosto de 2025

Sódio na alimentação do pet: vilão ou mocinho? Entenda por que ele é essencial e quando merece atenção




O sódio é um nutriente essencial e a ausência dele pode provocar falta de apetite, desidratação, atraso no crescimento dos filhotes, desnutrição e até aumento da frequência cardíaca dos pets.


Veterinária alerta que conceitos da nutrição humana não devem ser aplicados para cães e gatos

São Paulo, julho de 2025. Quando se fala em alimentação saudável e completa para cães e gatos, muitos tutores se preocupam com a quantidade de sódio presente nos alimentos. Mas afinal, será que esse mineral é um vilão para os pets, como muitas vezes é visto na dieta dos humanos? A médica-veterinária da BRF Pet, Mayara Andrade, esclarece que não é bem assim: o sódio é, na verdade, essencial para diversas funções no organismo quando está presente na medida certa.

“Muita gente não sabe, mas o sódio é um nutriente essencial e precisa fazer parte da dieta dos cães e gatos para que ela seja completa e adequada. Ele é indispensável para diversas funções do organismo, como a contração muscular, o funcionamento do coração, a transmissão dos impulsos nervosos e a absorção de nutrientes”, orienta Mayara.

A profissional também destaca que o sódio ajuda a manter o equilíbrio de água no corpo dos pets, garantindo que todas as células funcionem da forma correta.

“Além disso, ele participa da regulação da pressão arterial e do equilíbrio do pH do organismo, ou seja, ajuda a manter o corpo funcionando de forma estável e saudável. Por isso, é importante que esteja presente na medida certa nos alimentos", reforça, lembrando que um alimento saudável e completo é feito da combinação de ingredientes e nutrientes, como proteínas, gorduras, vitaminas e minerais essenciais.

Segundo Mayara, a ausência ou a restrição do sódio sem acompanhamento veterinário pode trazer riscos para a saúde do pet. Entre os problemas que podem surgir estão a falta de apetite, desidratação, atraso no crescimento dos filhotes, desnutrição, etc.

“É importante que o tutor saiba que, ao contrário do que ocorre nos humanos, o sódio não interfere diretamente na regulação da pressão arterial dos pets. A restrição só é indicada em situações específicas, como em casos de doença renal crônica ou em estágios avançados de doenças cardíacas”, reforça a veterinária.

Outro ponto que gera dúvidas é a fonte do sódio na dieta. Segundo Mayara, carnes e outros ingredientes de origem animal já fornecem o mineral em quantidade suficiente para atender as necessidades diárias dos pets.

“O melhor caminho para cuidar bem da saúde do pet é oferecer uma alimentação completa e adequada às suas necessidades, sempre com acompanhamento veterinário. Assim, o sódio cumpre seu papel correto, contribuindo para uma vida longa e saudável”, conclui Mayara.

terça-feira, 22 de julho de 2025

 Pegadas no Coração: O Luto Silencioso Pela Perda de um Pet



    Há algumas semanas li uma reportagem que falava de uma pessoa que perdeu seu animal de estimação e, consequentemente, entrou em um estado de depressão tão profunda que precisou de acompanhamento psiquiátrico. Muitos julgamentos e críticas surgiram. As pessoas não conseguem enxergar o apego emocional envolvido em um cuidado com o animal.

    Muitos acham estranho e até julgam a motivação que leva o outro a sofrer tanto pela morte de um pet, mas isso é extremamente natural, coerente e verdadeiro. Pois, a relação do ser humano com seus animais de estimação demonstram a importância do sentimento de afetividade que é inerente ao indivíduo. Muitas pessoas, inclusive, seguem a vida cuidando de seus pets de forma tão intensa, como se estes fossem filhos. E quem irá dizer que não o são?

    Um amor sem explicação que revela a intimidade e cumplicidade de quem entrega todo carinho e amor incondicional a seus companheiros do reino animal. E quando acontece a morte de um Pet? O sofrimento é real, pois a dor e o processo de luto por causa de um animal de estimação podem ser exatamente iguais ao quando uma pessoa querida morre.

    Sabemos que a literatura médica classifica o luto relacionando-o somente à morte de um humano, no entanto, um processo semelhante também ocorre quando perdemos algo muito próximo e querido como um animal, um relacionamento, um trabalho ou um objeto.

    No momento da perda de um animal de estimação, as pessoas próximas precisam respeitar o que o tutor do pet está passando e tomar cuidado para não serem indelicadas e invasivas.

    Porém, de uma coisa não temos dúvidas: é preciso respeitar a dor, não julgar a pessoa e, principalmente, não minimizar o sofrimento com frases do tipo: 'Era só um cachorro, não tem motivo para tudo isso'". " Arruma outro gatinho, coloca no lugar e está tudo bem".

    Fato é que, respeitar essa dor é muito importante para que a pessoa possa passar por todas as fases do luto até chegar na aceitação, que é quando ela consegue lidar com a perda com menos sofrimento e assim, ir retomando a normalidade da sua vida e se adaptando à nova realidade até que o luto se acabe ou se transforme em saudade e em boas lembranças.

    Geralmente, um processo de luto dura de três meses a um ano, podendo chegar até muito mais tempo. Mas, se a tristeza não diminuir e a pessoa não conseguir retomar a vida, ficando a maior parte do tempo se sentindo culpada e infeliz, o problema pode se tornar um luto patológico. É possível que a depressão possa vir a fazer parte do dia a dia do indivíduo. É muito importante, portanto, identificar que a situação chegou neste patamar, buscar ajuda profissional, como um tratamento psiquiátrico ou psicoterapêutico, pois a dor do luto pode se transformar em um transtorno mental.

    Portanto, a nossa dor e o nosso processo de luto são individualizados. Cada um de nós sabe onde o calo aperta. Por isso, não julgue o sentimento alheio. Somos seres humanos, temos alma e sofremos com nossas emoções. E o luto, seja ele de que natureza for, será vivenciado por cada um de uma forma diferente. Afinal, a intensidade e o tamanho da dor é subjetiva e não cabe julgamentos. Cabem e devem fazer parte deste processo, sentimentos simples, mas também muito poderosos, como: o respeito, a empatia, a compaixão e a sensibilidade.

Dra Andrea Ladislau / Psicanalista

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Cobasi transforma compras em doações para pets em situação de abrigo na Semana do Abraço




Campanha especial reverte vendas em refeições para cães e gatos acolhidos por ONGs parceiras do programa Cobasi Cuida


Em celebração ao Dia Nacional do Abraço, que ocorre no dia 22 de maio, a Cobasi irá promover pelo terceiro ano consecutivo a Semana do Abraço, uma ação solidária que transforma carinho em ajuda para pets em situação de vulnerabilidade. Entre os dias 19 e 25 de maio, cada produto vendido das linhas Tapete Higiênico MyHug e Areia Higiênica MyHug, exclusivas da rede, se converte em uma refeição doada para cães e gatos acolhidos por ONGs parceiras do programa Cobasi Cuida.

Durante a campanha, cada pacote de tapete higiênico MyHug vendido nas lojas físicas, no app ou no site da Cobasi garante a doação de uma refeição para cães. Já cada unidade de areia higiênica MyHug adquirida representa uma refeição para gatos.

A MyHug foi criada pela Cobasi com o propósito de oferecer bem-estar aos pets e, nesta ação, reforça seu compromisso com o cuidado e a solidariedade. A iniciativa faz parte do pilar doação do programa Cobasi Cuida, que ao longo do ano promove ações sociais e ambientais em parceria com dezenas de ONGs em todo o Brasil.

“A Semana do Abraço é uma oportunidade de engajar nossos clientes em uma corrente de afeto que vai além do gesto simbólico. Cada compra representa um abraço real, com impacto direto na alimentação de cães e gatos resgatados por instituições comprometidas com o bem-estar animal”, afirma Daniela Bochi, gerente de marketing da Cobasi.

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No Dia Mundial das Abelhas, Anffa Sindical recomenda cuidados na compra do mel e destaca proteção da saúde das polinizadoras



Auditores fiscais federais agropecuários avaliam frequentemente a sanidade dos insetos, fundamentais para a produção de alimentos


Com mais de 20 mil espécies pelo mundo, as abelhas são polinizadoras essenciais para a biodiversidade e para a produção de alimentos. São fundamentais para garantir a alta produtividade e a qualidade dos frutos em diversas culturas agrícolas e têm a sua própria data, celebrada em 20 de maio. Neste dia, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) alerta sobre a importância da fiscalização da saúde desses animais e da garantia da qualidade dos produtos, como o mel. Abaixo, veja como garantir a compra de produtos puros.

Poucos sabem, mas assim como os demais animais, as abelhas também adoecem. E como elas são responsáveis pela polinização de cerca de 70% das plantas que consumimos, além de produzir produtos deliciosos e altamente nutritivos, como mel e pólen, é extremamente necessário que sua saúde seja verificada e cuidada. É aí que entra a atuação rigorosa dos auditores fiscais federais agropecuários.

“Nós coordenamos as equipes que vão até o campo checar se está tudo bem com as colmeias e se elas estão saudáveis, para que continuem produzindo e promovendo a segurança alimentar dos seres humanos por meio da polinização. Nós examinamos as abelhas, coletamos amostras em caso de suspeita de doenças ou intoxicações e enviamos para nossos colegas nos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária para diagnóstico. Com os resultados em mãos, podemos orientar os apicultores sobre as medidas que devem tomar em seus apiários para conservação e promoção da saúde das abelhas”, destacou a auditora fiscal federal agropecuária Luciana Guirelli, que é dirigente do Anffa Sindical no Distrito Federal.

A especialista explica que todo esse cuidado é feito também para a garantir a qualidade e inocuidade dos produtos produzidos pelas abelhas. Neste caso, os auditores fiscais federais agropecuários coletam amostras de mel, pólen, própolis e geleia real em estabelecimentos que possuem registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF), para testes de alta tecnologia nos laboratórios.

Mel

Quando se fala em abelha, a primeira coisa que vem à mente é o mel. Produzido a partir do néctar das flores e processado por enzimas digestivas das abelhas, ele é um alimento caracterizado pelos diversos nutrientes em sua composição, o tornando um grande aliado para a saúde.

De forma comprovada, o mel carrega importantes propriedades ao organismo humano, como anti-inflamatória, antioxidante e antimicrobiana. Ainda é rico em minerais, como cálcio, magnésio, fósforo e potássio, além da vitamina C. A longo prazo, auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares, estimula o sistema imunológico, promovendo uma produção maior de serotonina, e, de bônus, deixa a pele mais saudável. Além disso, trata-se de uma excelente fonte de energia, especialmente antes de praticar esportes ou atividades físicas.

Para ser considerado “puro”, o mel não pode ter passado pela adição de nenhum produto, ou por processos de aquecimento ou filtragem. Porém, em alguns casos, ele é submetido a adulterações que visam aumento do volume ou mascaram a má qualidade do produto.

As fraudes dos méis podem acontecer de maneira direta, por meio de substâncias como açúcares (glucose e frutose) ou indireta, quando se envolve a alimentação das abelhas. Também existe a fraude misturada, na qual são mixados produtos diferentes tipos e preços.

Cuidados na hora da compra

Para identificar um mel puro, é importante tomar cuidados. Na hora da compra, verifique se a embalagem apresenta o registro do Sistema de Inspeção Federal (SIF), Serviço de Inspeção Municipal (SIM) ou o Serviço de Inspeção Estadual (SIE). Os carimbos são responsáveis por assegurar a qualidade de produtos de origem animal no país.

“Para obter produtos livres de adulterações com garantia de procedência e qualidade, os consumidores só devem adquirir produtos com o selo de inspeção, que assegura que a matéria prima (mel, pólen, própolis, geleia real) de qualidade foi processada com higiene, observando as normas vigentes”, explicou a auditora.

Além disso, o rótulo do produto deve ser observado. Analise os ingredientes presentes: quanto mais, menos puro o mel será. Se o rótulo menciona aromatizantes, corantes, adoçantes artificiais ou xarope de glicose, isso sugere que o produto não é puro.

Em casos de irregularidades, as punições podem abranger desde advertências e multas até a apreensão ou a condenação dos produtos, além da possibilidade de suspensão das atividades, interdição ou até mesmo o cancelamento do registro do estabelecimento.

“O Anffa Sindical reafirma seu compromisso com a segurança dos alimentos e a saúde pública, destacando o papel fundamental dos auditores fiscais federais agropecuários na fiscalização e controle de produtos de origem animal. Ressaltamos a importância de políticas públicas que promovam a apicultura sustentável e a conservação das abelhas, essenciais para a manutenção da biodiversidade e da produção agrícola”, afirmou o presidente da entidade, Janus Pablo Macedo.

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sexta-feira, 9 de maio de 2025

Lei Joca é aprovada e garante transporte gratuito de animais domésticos em ônibus interestaduais


  
    Foi sancionada a Lei nº 14.898/2024, conhecida como Lei Joca, que estabelece diretrizes para o transporte de animais domésticos em ônibus interestaduais. A norma representa um marco na legislação brasileira ao assegurar direitos a tutores de animais de estimação e promover o bem-estar animal em viagens de longa distância.

    O projeto teve origem na Câmara dos Deputados, de autoria do deputado federal Alencar Santana (PT-SP), e foi aprovado com relatoria da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) no Senado Federal. A proposta ganhou repercussão nacional após a morte do cão Joca, um golden retriever que foi embarcado erroneamente em um voo com conexão indevida e permaneceu mais de oito horas em condições inadequadas, vindo a falecer por estresse e desidratação.

    Principais mudanças

    A nova legislação estabelece que:

  • Animais domésticos de até 10 kg poderão ser transportados gratuitamente em ônibus interestaduais, desde que estejam em contêineres apropriados, ventilados, higienizados e seguros;
  • Cada passageiro poderá transportar um animal por viagem, observadas as condições de segurança e bem-estar;
  • As empresas poderão limitar o número de animais por viagem, conforme critérios técnicos, mas não poderão impedir o transporte de forma injustificada;
  • Animais acima de 10 kg poderão ser transportados mediante regras específicas das empresas, com eventual cobrança adicional.

    A senadora Margareth Buzetti, responsável pela relatoria da proposta no Senado, destacou a importância da norma para corrigir uma lacuna histórica na legislação brasileira. “Os animais são parte da família de milhões de brasileiros. Esta lei garante que eles possam viajar com segurança e dignidade, sem ônus indevido para seus tutores”, afirmou a parlamentar.

    Regulamentação e impacto


    A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) terá o prazo de 90 dias para regulamentar os detalhes operacionais da lei, como especificações dos contêineres, exigências sanitárias e limites por viagem.

    A tramitação da Lei Joca incluiu audiências públicas realizadas pela senadora Buzetti, com participação de especialistas, representantes do setor de transporte, órgãos reguladores e entidades de proteção animal. O processo colaborativo foi fundamental para garantir que a proposta equilibrasse o direito dos tutores com a viabilidade logística das operadoras de transporte.

    Avanço na proteção animal


    A sanção da Lei Joca foi comemorada por ONGs, protetores independentes e milhões de tutores em todo o país. Além de atender a uma demanda antiga, a nova legislação inaugura um debate mais amplo sobre o transporte seguro de animais em outros modais, como o aéreo e o ferroviário.

    A lei já está em vigor e representa um passo significativo na consolidação de políticas públicas voltadas ao bem-estar animal e ao reconhecimento dos vínculos afetivos entre pessoas e seus pets.


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sábado, 3 de maio de 2025

O Refúgio Perfeito para Seu Gato: Conforto e Segurança na Caminha Pet




Os gatos são conhecidos por seu amor por lugares aconchegantes e seguros. Eles adoram se enroscar em espaços confortáveis, onde podem relaxar e dormir tranquilamente. Por isso, oferecer uma caminha pet adequada é essencial para garantir o bem-estar do seu felino.

Benefícios de uma boa caminha para gatos


Conforto absoluto – Uma cama macia e bem estruturada proporciona um descanso tranquilo e evita desconfortos musculares.

Sensação de segurança – Gatos gostam de espaços fechados e protegidos, onde podem se sentir seguros e relaxados.

Proteção contra o frio – Especialmente em dias mais frios, uma caminha pet ajuda a manter a temperatura corporal do animal.

Higiene e organização – Ter um local específico para o gato dormir evita que ele se espalhe pela casa e facilita a limpeza.

Escolha a caminha ideal para seu gato


Ao escolher uma caminha pet, leve em consideração o tamanho do seu gato, o material da cama e a facilidade de limpeza. Modelos impermeáveis e laváveis são ótimos para manter a higiene e garantir durabilidade.

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Conforto e Bem-Estar: A Importância da Cama Pet para Seu Melhor Amigo



Se você tem um pet, sabe que ele merece todo o carinho e conforto do mundo. Assim como nós, os animais precisam de um espaço aconchegante para descansar e recarregar as energias. Uma boa cama pet não é apenas um luxo, mas uma necessidade para garantir o bem-estar do seu amigo de quatro patas.

Por que investir em uma cama pet de qualidade?

Conforto e segurança – Uma cama macia e bem estruturada proporciona um descanso tranquilo e evita dores musculares.


Proteção contra o frio – Especialmente em dias mais frios, uma cama pet ajuda a manter a temperatura corporal do animal.


Higiene e organização – Ter um local específico para o pet dormir evita que ele se espalhe pela casa e facilita a limpeza.


Redução do estresse – Um espaço próprio para descanso ajuda a diminuir a ansiedade e proporciona um ambiente seguro.


Escolha a cama ideal para seu pet

Ao escolher uma cama pet, leve em consideração o tamanho do seu animal, o material da cama e a facilidade de limpeza. Modelos impermeáveis e laváveis são ótimos para manter a higiene e garantir durabilidade.

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sábado, 12 de abril de 2025

Petlove e Instituto Adimax promovem experiência sensorial para evidenciar a importância dos cães-guia na inclusão social

No mês em que se comemora o Dia Internacional do Cão-Guia, instituições chamam atenção para a causa

    O cão-guia é capaz de reduzir riscos de acidentes, gerar confiança e inclusão aos que possuem problemas relacionados à visão - entre outras necessidades específicas. No mês em que é celebrado Dia Internacional do Cão-guia, a Petlove - maior ecossistema pet do Brasil - e o Instituto Adimax preparam uma experiência imersiva, gratuita e aberta ao público no próximo sábado, dia 12, na Avenida Braz Leme, com o objetivo de chamar atenção à causa. A iniciativa é um convite à reflexão sobre a importância dos cães de trabalho nos processos de inclusão social, além de um exercício que busca fortalecer a empatia com a pessoa com deficiência.

    Dentro de um túnel escuro, o visitante receberá um óculos de oclusão para limitar a própria visão, enquanto realiza um trajeto repleto de obstáculos, para que possa vivenciar, mesmo que minimamente, os desafios de uma pessoa cega. Com essa dinâmica, a importância do acompanhamento de um cão de trabalho se torna ainda mais evidente, já que são facilitadores e oferecem mais qualidade de vida e mobilidade a centenas de pessoas com problemas visuais.

    "Nossa parceria com o Instituto Adimax reforça o compromisso da Petlove com o impacto social positivo. Acreditamos na inclusão como uma importante ferramenta na transformação da sociedade. Sabemos que os cães-guia podem promover verdadeiras revoluções ao oferecer mais autonomia, mobilidade e liberdade para pessoas cegas. Ao nos unirmos com uma instituição que promove um trabalho tão relevante, potencializamos ainda mais nosso papel como agente transformador da sociedade.", explica Bruno Junqueira, vice-presidente de Pessoas, ESG & Comunicação da Petlove. A empresa também é apoiadora fixa do Instituto Adimax e já doou três cachorros - Oscar, Benjamin e Serena - para serem treinados como cães-guia e doados a pessoas com deficiência visual.
    
    "A ação do túnel sensorial em um local público é importante para podermos impactar diferentes tipos de pessoas. É uma forma de conscientizá-las e fazê-las refletir sobre os desafios que uma pessoa com deficiência visual enfrenta no dia a dia devido à falta de acessibilidade, além de mostrar a diferença que um cão-guia faz na vida dessa pessoa. O Dia Internacional do Cão-Guia é muito mais que uma data, é uma chance de falarmos sobre os direitos da pessoa com deficiência visual, visto que ainda há muito desconhecimento sobre o assunto no Brasil.", aponta Bruna Oliveira, coordenadora de Relações Institucionais do Instituto Adimax.

    De acordo com dados de 2023 do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, existem apenas 200 cães-guia no Brasil. O Instituto Adimax já formou e doou mais de 100 cães- guia e, para 2025 visa entregar mais 25, que serão doados para pessoas que se cadastraram e passaram pelo processo de seleção da instituição.


SERVIÇO:

Experiência Sensorial
Data: 12 de abril
Horário: 10h às 16h
Local: Estacionamento da Petlove - Avenida Braz Leme, 1200, Santana São Paulo - SP, 02525-050

    Sobre o treinamento

    O tempo médio de formação de um cão-guia é de 1 ano e seis meses. O filhote vai para casa de famílias socializadoras voluntárias e passa por diversas situações e locais, para que possa conhecer desde a rotina de uma casa até a de uma avenida movimentada.

    Após esse período, os animais ficam cerca de cinco meses em trabalho específico para a função de cães-guia, entre eles treinamento de trânsito, desvio de obstáculos e entendimento de objetos e locais essenciais no dia a dia, como cadeiras e estações de metrô. As capacitações são intensas e, enquanto acontecem, especialistas traçam um perfil de cada cachorro, de modo que na hora de selecionar o tutor que ficará com ele, haja um match de personalidade entre ambos.

    Características do Cão-guia

    O médico-veterinário da Petlove, Pedro Risolia, indica que características individuais dos pets são avaliadas de maneira muito próxima e cuidadosa, mas em geral, raças como Labrador, Golden Retriever, Pastor Alemão e Border Collie são designados para a função de cão-guia. “Estes animais são escolhidos por virtudes como temperamento doce, facilidade de aprendizado, força e obediência.”

    Pedro recorda que apesar de serem cães de trabalho, estes animais possuem necessidades como qualquer outro. “É preciso que o tutor garanta uma alimentação adequada, acesso à veterinários e vacinas, além de proporcionar enriquecimento ambiental, como brinquedos e comedouros inteligentes, de maneira que o pet tenha maior qualidade de vida e bem-estar, auxiliando no bom desempenho em trabalho”, reforça o veterinário.

    O veterinário ainda promove a conscientização e diz que é preciso respeitar a pessoa com deficiência e o cão-guia, já que, quando em trabalho, o animal não deve receber cafunés, interações desnecessárias e nem estímulos que o atrapalhem            


    Sobre a Petlove&Co

        
    Fundada em 1999, a Petlove iniciou suas atividades como um e-commerce, pioneiro no setor no país, e hoje se consolida como o primeiro ecossistema pet no Brasil. Atualmente, a companhia engloba outras frentes de negócios, como saúde, hospedagem e serviços, sempre focada em oferecer soluções completas para tutores e pets, seja no mundo virtual ou presencial. Com as frentes de planos de saúde e os serviços da DogHero, a companhia conecta a jornada do cliente, que pode resolver todas as questões relativas ao pet em um só lugar. A empresa também tem forte atuação no segmento B2B e busca a valorização dos profissionais do setor, com soluções voltadas a médicos veterinários e petshops, empreendedores e pet sitters, fortalecendo todo o ecossistema pet por meio das plataformas de conteúdos técnicos e auxílio ao médico veterinário e de gestão de negócios com as marcas Vet Smart e Vetus, respectivamente.

    Sobre o Instituto Adimax

    O propósito do Instituto é apoiar a inclusão de pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade e o bem-estar animal. Localizado em Salto de Pirapora, interior de São Paulo, a sede conta com uma estrutura completa. São 15 mil metros quadrados, com maternidade, canil, clínica veterinária, centro cirúrgico, área de soltura, lazer e treinamento, prédio administrativo e hotel para receber futuros usuários de cães-guias, e uma equipe multidisciplinar, distribuída nas áreas de saúde e bem-estar, equipe técnica, administrativo, relações institucionais, assistência socia, responsabilidade social e operacionais.

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Cobasi Cuida realiza campanha “Coelho Não é Brinquedo” durante a Páscoa




    Venda de coelhos e roedores estará suspensa no período para prevenir compra por impulso

    Com o objetivo de se posicionar e conscientizar sobre a Guarda Responsável, a Cobasi suspende, pelo oitavo ano consecutivo, as vendas de coelhos e roedores nas datas próximas às comemorações da Páscoa. A campanha “Coelho Não É Brinquedo”, realizada pelo pilar social da varejista, Cobasi Cuida, será realizada entre os dias 7 e 22 de abril, nas mais de 245 lojas da empresa no Brasil.

    A iniciativa da empresa veio da percepção de que, como o coelho é reconhecido como um dos símbolos da festividade de Páscoa, havia maior interesse pela compra destes animais neste período. Porém, após a celebração, ocorre o aumento nas devoluções, abandono ou entrega para cuidados de terceiros, pois eram compras por impulso e, muitas vezes, para presentear crianças.

    "Coelhos são pets que exigem cuidados específicos e um compromisso de longo prazo. Ao suspender as vendas nesse período, queremos reforçar a conscientização sobre a guarda responsável e evitar compras por impulso, que podem resultar em abandono ou em dificuldades para os tutores. Nosso objetivo é promover a educação e garantir que esses animais sejam adotados com plena consciência de suas necessidades", diz a gerente do pilar social da Cobasi, Cobasi Cuida, Daniela Bochi.

    Além da suspensão das vendas, nos locais onde estariam os animais, a Cobasi irá disponibilizar um material informativo sobre a campanha, explicando que coelho não é brinquedo e é um pet que precisa de cuidados. O material também tem um QR Code que leva para um texto no blog da Cobasi dando mais detalhes do cuidado com essa espécie.

    Entre as informações contidas no material estão o tempo médio de vida de um coelho, cuidados com higienização do ambiente que irão viver, alimentação adequada e a necessidade de atendimento veterinário especializado.

    Educação é uma das 6 frentes do pilar social Cobasi Cuida e tem como o objetivo de desenvolver conteúdos sobre bem-estar animal e guarda responsável. A Campanha Coelho não é brinquedo conscientiza sobre os cuidados que esse animal necessita e inibe a compra de animais por impulso.

    Sobre a Cobasi

    Pioneira no conceito de megaloja com produtos para pet, casa e jardim, a Cobasi oferece o que é essencial para a vida do brasileiro. Com 40 anos, a marca tem mais 245 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, que oferecem mais de 20 mil produtos. Em 2023, concluiu a aquisição da rede cearense Mundo Pet, dobrando sua atuação na região Nordeste. Além da proximidade física dos seus clientes, a empresa entrega, também, comodidade de compra com seu e-commerce e aplicativo próprios.

    Certificada por quatro anos consecutivos como Great Place to Work, em 2025 foi listada entre as 20 melhores empresas do varejo para se trabalhar, é o quatro ano consecutivo que a empresa participa do ranking. A Cobasi investe na capacitação dos seus colaboradores e, com isso, entrega uma experiência única aos clientes. Ampliando seu ecossistema de negócios, em 2021 adquiriu a empresa Pet Anjo, plataforma que oferece a intermediação de serviços como dog walker, pet sitter, hospedagem e daycare.

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sexta-feira, 21 de março de 2025

Gato pode tomar banho? Veterinária do CEUB revela segredos da higiene dos felinos domésticos



Especialista destaca ocasiões em que a ajuda humana se faz necessária nos cuidados com os pets



    Em lares onde os gatos reinam, os tutores ficam em dúvida: dar ou não dar banho? A condição “autolimpante” dos bichanos pode ser considerada suficiente? Pois bem, apesar de os gatos costumarem se lamber para fazer a própria higiene, em alguns casos eles precisam da ajuda humana para manter a limpeza em dia. Fabiana Volkweis, professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), revela quando é ou não necessário levar o felino para o chuveiro.

    De acordo com a especialista, os gatos são animais altamente higiênicos e, na maioria dos casos, não precisam tomar banho. Isso porque eles mesmos realizam diariamente o grooming, que consiste em lamber para escovar e remover sujeiras da pelagem. “A língua do gato é áspera justamente para facilitar essa limpeza, contribuindo muito para seu conforto e bem-estar”, explica.

    Entre as exceções, estão aqueles gatos com pelos longos, como os das raças Persa e Maine Coon, que necessitam de cuidados especiais para evitar que os pelos embaracem, incluindo escovação frequente e banhos ocasionais. Outra raça que precisa de atenção especial é a Sphynx, conhecida pela ausência de pelos: "Esses gatos têm a pele mais oleosa e necessitam de banhos regulares para manter uma boa qualidade da pele".

    O banho também é indicado é quando os gatos têm acesso ao ambiente externo, como quintais e gramados, já que podem retornar para casa mais sujos, afirma a docente do CEUB. Já gatos com problemas dermatológicos podem precisar de "banhos terapêuticos, que devem ser prescritos pelo veterinário com shampoos específicos e frequências adaptadas a cada caso".

    Para raças de gatos comuns, de pelo curto, que não se enquadram em situações especiais, Fabiana Volkweis reforça que, preferencialmente, não é recomendado o banho. “Caso o tutor julgue necessário, o ideal é limitar o banho a uma vez por mês, exceto quando houver alguma recomendação veterinária específica, como no caso dos gatos da raça Sphynx", finaliza a especialista.

Nutrição saudável para pets: vantagens dos petiscos e alimentos naturais


Especialista explica a diferença entre uma alimentação natural e tradicional e elenca os aperitivos permitidos para o dia a dia


Ter uma alimentação balanceada e que seja o mais natural possível é a melhor opção; não só para humanos, mas também para os pets. Na dieta deles, além da alimentação feita com a ração, há a possibilidade de incluir as refeições com alimentos naturais que também ajudam no bem-estar. Desde frutas a carboidratos saudáveis, as possibilidades são variadas, mas é importante entender no que as alternativas diferem e saber como moderar a oferta aos bichinhos.

Thiago Teixeira, diretor-geral do Nouvet, centro veterinário hospitalar em São Paulo, explica que enquanto na alimentação tradicional é ofertada a ração seca, na natural são oferecidas refeições completamente naturais, como legumes, carnes e vegetais. O tutor que não optar pela refeição natural, pode oferecer os alimentos em formatos de petiscos. “Disponibilizar alimentos naturais também contribui para uma dieta balanceada, sempre levando em consideração as particularidades de cada pet. É uma prática até incentivada, pois pode trazer benefícios nutritivos, além de bem-estar e longevidade”, comenta.

Alimentos cozidos a vapor, livres de conservantes ou componentes químicos, têm sido opções viáveis para as famílias e para centros veterinários.

Além de adquirir produtos naturais de empresas confiáveis, é importante as famílias entenderem quais alimentos disponíveis em casa são, de fato, permitidos. Pensando nisso, Thiago Teixeira elenca alguns que podem ser entregues aos pets. Confira:

Frutas


Ricas em vitaminas, fibras e água, as frutas costumam ser bem aceitas por cães e gatos: maçã, pera e banana são as principais. Além de oferecê-las em cortes pequenos, uma boa forma de disponibilizar esse tipo de petisco natural é fazer picolés em épocas mais quentes. É preciso apenas misturar a fruta com água, colocar em forminhas, levar ao congelador e entregar ao pet. Assim, além de consumir um alimento saudável, ele estará se hidratando e se entretendo com as lambidas.

A maioria das frutas é permitida, mas algumas possuem restrições, como a uva, que deve ser evitada por conter substâncias tóxicas aos mascotes.

Legumes e verduras


Por serem alimentos ricos em fibras e antioxidantes, e com menos açúcares, legumes e verduras também são bem-vindos como snacks. Entre alguns legumes excelentes para os pets estão a cenoura crua, que ajuda na limpeza dos dentes, e a abobrinha, que, se bem higienizada, crua e com casca, pode ajudar na visão e na pele.

Já na categoria de verduras, a alface é bem recomendada, pois é uma fonte de cálcio e vitamina A, além de ajudar na manutenção dos ossos e do trato intestinal.

Carboidratos saudáveis


Muitos pets, principalmente cãezinhos, ficam em volta da mesa pedindo comida durante as refeições da família. Mesmo não sendo petiscos, é importante saber quais tipos de carboidratos são permitidos para consumo deles. Levando sempre em conta um cozimento bem-feito e sem tempero, grãos como arroz integral, aveia e quinoa proporcionam nutrientes e energia. A batata assada ou cozida, livre de temperos, também é uma boa opção, garantindo vitaminas do complexo B e K, fósforo e potássio.

“Todo alimento precisa ser entregue de forma moderada aos bichinhos e, mais do que isso, sempre com base na orientação de um médico-veterinário. Antes de oferecer alimentos diferentes, entenda com o profissional quais são as contraindicações e peculiaridades de cada pet. Além de, é claro, saber se seu amiguinho tem alergias ou sensibilidade às comidas”, complementa o diretor do Nouvet.

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Seu cachorro tem pedras nos rins? Saiba tudo sobre a Doença Renal Crônica pet




Campanha Março Amarelo alerta para processos infecciosos, ingestão de alimentos inadequados e déficit de hidratação entre cães e gatos

    Assim como nos humanos, os problemas renais afetam a qualidade de vida dos pets, exigindo mudanças na alimentação e acompanhamento veterinário constante. A campanha Março Amarelo alerta sobre a Doença Renal Crônica (DRC) em cães e gatos, enfermidade silenciosa que pode ser fatal se não diagnosticada e tratada a tempo. Fabiana Volkweis, professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica como identificar sinais de alerta e garantir o bem-estar dos animais.


Confira entrevista, na íntegra:

Quais doenças renais afetam cães e gatos?

FV: Cães e gatos podem desenvolver doenças renais por diversas causas, de forma aguda ou crônica. A ingestão de alimentos inadequados, como uvas e carambolas, plantas tóxicas, medicamentos e metais pesados pode levar à lesão renal aguda. Outras causas importantes incluem doenças infecciosas, como a leishmaniose, processos obstrutivos causados por cálculos no sistema urinário, hipotensão severa e perdas sanguíneas. Dependendo da gravidade da lesão, o animal pode evoluir para insuficiência renal crônica.

Existem raças mais propensas a desenvolver problemas renais?

FV: Não há uma raça específica mais propensa, mas sim uma espécie. Os felinos, por natureza, possuem cerca da metade dos néfrons (unidades de filtração renal) em comparação aos cães. Dependendo do estilo de vida, da ingestão de água e das doenças que possam desenvolver, os gatos têm maior tendência a se tornarem insuficientes renais crônicos na velhice.

Quais são os sinais de alerta que os tutores devem observar?

FV: Na fase aguda da doença renal, os sinais mais comuns incluem vômitos intensos, recusa alimentar e diarreia. Já na doença renal crônica, os sintomas podem ser mais silenciosos, com perda de peso, diminuição do apetite (ou apetite seletivo), pelagem opaca e quebradiça, vômitos ocasionais e aumento da produção de urina com aspecto muito claro e transparente.

Como é feito o diagnóstico das doenças renais em cães e gatos?

FV: O diagnóstico é baseado em exames laboratoriais, como análise sanguínea para avaliação da função renal e eletrólitos, urinálise e exames de imagem, a exemplo da ultrassonografia abdominal. Além disso, a aferição da pressão arterial auxilia no diagnóstico e acompanhamento da doença.

Quais são os fatores de risco para o desenvolvimento de doenças renais nos pets?

FV: Para as doenças renais agudas, os principais fatores de risco incluem intoxicações, uso inadequado de medicamentos, processos obstrutivos por cálculos urinários, desidratação severa, hipotensão e hemorragias intensas. Já na insuficiência renal crônica, a principal causa em cães são as doenças infecciosas, enquanto em gatos, a idade avançada por si só já é um fator predisponente.

Como a alimentação influencia na saúde renal dos animais? Há rações específicas para prevenção?

FV: Não existem rações para prevenir doenças renais, mas sim para o tratamento de problemas do trato urinário, como cálculos urinários e doença renal crônica. A escolha da ração deve ser feita com orientação veterinária, pois algumas dietas específicas para cálculos urinários, por exemplo, não são indicadas para uso contínuo sem acompanhamento profissional. Além disso, nem todo animal com insuficiência renal crônica necessita de uma dieta renal, reforçando a importância do acompanhamento veterinário na escolha da alimentação.

Onde entra a hidratação na prevenção? Como incentivar cães e gatos a beberem mais água?

FV: A hidratação é essencial para a saúde dos rins. Para estimular o consumo de água, podem ser oferecidos picolés de caldo de ossos (sem temperos), além de manter sempre à disposição água fresca em diferentes pontos da casa. Para os gatos, fontes de água corrente costumam ser uma boa alternativa, já que muitos preferem beber água em movimento.

Quais são os tratamentos disponíveis para pets diagnosticados com doenças renais?

FV: O tratamento depende da causa e da gravidade da doença. Na forma aguda, a quantidade e qualidade da urina são avaliadas, bem como o grau de desidratação e a presença de sintomas como vômitos. Em casos mais graves, quando há ausência de produção de urina, a hemodiálise pode ser indicada. Já na doença renal crônica, os animais costumam produzir grande quantidade de urina transparente e podem desenvolver anemia e hipertensão. O tratamento inclui medicamentos, mudanças na alimentação, controle da hidratação e ajustes nos eletrólitos e na pressão arterial.

As doenças renais podem ser controladas? Como garantir qualidade de vida aos animais diagnosticados?

FV: Na maioria dos casos, as doenças renais podem ser controladas com acompanhamento veterinário adequado. Para garantir qualidade de vida ao pet, os tutores devem realizar exames regulares e ter orientação médica veterinária. Assim como na medicina humana, a veterinária conta com especialistas em nefrologia, que podem oferecer um tratamento mais direcionado, seja para doenças renais agudas ou crônicas.

Há novidades no tratamento das doenças renais veterinárias?

FV: Atualmente, há centros especializados no tratamento de doenças renais em animais, incluindo serviços de nefrologia com equipamentos modernos de hemodiálise. Pesquisas para o desenvolvimento de novos fármacos e exames diagnósticos avançam constantemente. Além das terapias complementares, como homeopatia e acupuntura, que também estão disponíveis na medicina veterinária e podem ser utilizadas como suporte ao tratamento convencional.


Entenda como o perfil nutricional dos alimentos influencia na manutenção da saúde de gatos e cães

ROYAL CANIN® reforça a importância da nutrição adequada para o controle de peso e qualidade de vida dos pets

Créditos: Divulgação Royal Canin


    Manter o peso ideal dos pets é um grande desafio. A prevenção e o controle do sobrepeso devem ser feitos em conjunto com um Médico-Veterinário, que pode orientar sobre a dieta, o plano de exercícios e monitorar o progresso. Com o acompanhamento adequado e uma nutrição equilibrada, é possível contribuir para que gatos e cães tenham uma vida saudável e com qualidade.

    “A obesidade é uma condição multifatorial que vai além do consumo excessivo de calorias. Fatores como nível de atividade, predisposição genética, manejo alimentar e até mesmo a forma como os tutores interpretam os sinais de fome dos animais influenciam o ganho de peso. Por isso, a escolha de um alimento formulado especificamente para essa condição é fundamental para garantir uma perda de peso segura e sustentável, sem comprometer a nutrição e o bem-estar dos animais”, explica Priscila Rizelo, Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

    Estima-se que até 50% dos gatos e cães estejam acima do peso, condição que pode reduzir a longevidade e favorecer o desenvolvimento de doenças graves, como diabetes, especialmente em felinos, além de problemas cardíacos e articulares, dentre outros. Para enfrentar esse desafio, é fundamental compreender melhor o papel dos macronutrientes — os nutrientes que fornecem energia, como proteínas, gorduras e carboidratos — na nutrição equilibrada. Entender suas funções ajuda a promover escolhas alimentares mais adequadas para a saúde e o bem-estar dos animais. Confira abaixo como eles contribuem para o controle do peso:

Proteína: aliada da manutenção muscular


    A proteína é essencial para a construção e preservação da massa muscular, sendo um nutriente-chave no controle de peso. Durante o emagrecimento, um teor adequado de proteínas ajuda a evitar a perda muscular e favorece uma composição corporal ideal. Além da quantidade, a qualidade também é determinante: proteínas altamente digestíveis, de origem animal ou vegetal, garantem a oferta de aminoácidos essenciais sem excesso calórico desnecessário.

Carboidratos: energia equilibrada para um metabolismo saudável


    Frequentemente apontados como vilões do peso, os carboidratos são, na verdade, uma fonte eficiente de energia. O ganho de peso está relacionado ao consumo excessivo de calorias, independentemente da fonte. Quando incluídos em quantidades adequadas, os carboidratos fazem parte de uma dieta equilibrada, auxiliando no funcionamento eficiente do metabolismo e na manutenção de um peso saudável.

Gordura: essencial, mas com moderação


    A gordura desempenha diversas funções importantes no organismo dos animais, incluindo o fornecimento de energia, a absorção de vitaminas lipossolúveis e a manutenção da saúde da pele e da pelagem. No entanto, por ser o macronutriente mais calórico, seu consumo em excesso pode levar ao ganho de peso. Em dietas para controle de peso, a redução equilibrada do teor de gordura ajuda a limitar a ingestão calórica sem comprometer a nutrição.


    A ROYAL CANIN® oferece soluções nutricionais adaptadas à cada fase da vida dos pets, bem como diferentes necessidades de saúde, como a linha Satiety, desenvolvida especificamente para atuar como coadjuvante no controle de peso. Com baixo teor calórico, alto valor proteico e fibras, auxilia na redução da sensação de fome e na preservação da massa muscular durante o processo de emagrecimento. A definição do peso ideal, a duração do tratamento e a quantidade de alimento a ser fornecida devem ser determinadas pelo Médico-Veterinário.


    Para garantir que a introdução de um novo alimento seja bem-sucedida e evitar possíveis distúrbios gastrointestinais, a transição alimentar deve ser feita de maneira gradual, ao longo de sete dias. Durante esse período, recomenda-se misturar o alimento anterior ao novo em proporções progressivas. Essa abordagem permite uma adaptação tranquila, especialmente para pets mais sensíveis. Caso tenha dúvidas sobre a melhor forma de realizar essa transição, consulte um Médico-Veterinário para orientações específicas.


Para saber mais sobre os alimentos da ROYAL CANIN®, acesse o site.