Jurado do "American Idol" grava vídeo para promover a "Declaração Universal de Bem-Estar Animal"
Simon Cowell, mais conhecido no Brasil como um dos jurados do programa de TV “American Idol”, está apoiando a WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) e sua campanha pelo reconhecimento internacional do bem-estar animal. Devido a um antigo amor pelos animais, Simon decidiu se juntar ao rol de personalidades que já apoiaram a WSPA, conforme explica abaixo:
“Eu me identifico com a Sociedade Mundial de Proteção Animal, pois é uma ONG internacional que reconhece as necessidades dos animais do mundo. Ao longo da vida tive animais de estimação e fui ensinado desde cedo a respeitar os animais. Agora não tenho pets simplesmente porque viajo muito e não poderia assumir tal responsabilidade. Mas ter animais de estimação causou um impacto muito positivo na minha vida. Penso que os animais merecem nossa proteção”.
Ele está apoiando a campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal e pedindo ao público que faça o mesmo:
“Neste momento, não há recomendações internacionais para proteger animais e a Sociedade Mundial de Proteção Animal está trabalhando para mudar isso. Ela está pedindo aos governos do mundo que abracem o acordo comum chamado Declaração Universal de Bem-Estar Animal. Ela iria reconhecer que os animais podem sofrer e sentir dor, e que eles precisam receber a devida proteção”.
Nas últimas semanas, Simon encontrou tempo na sua apertada agenda de gravações do “X Factor” para falar à WSPA sobre por que os animais importam para ele, num novo vídeo lançado hoje, que você pode ver clicando aqui.
Ingrid Eder, Gerente de Campanhas da WSPA Brasil, disse: “A WSPA fica feliz por contar com o apoio de Simon Cowell nesta importante campanha. Afinal, ele é uma pessoa de credibilidade e, claro, apaixonado pelos animais e pelo bem-estar animal. Isso fica muito claro no depoimento que ele dá em vídeo. Na verdade, esperamos que ele inspire muitas pessoas a pensar sobre como os animais são tratados no mundo, o que é fundamental para ocasionar uma mudança real”.
Simon deseja que outras pessoas sigam seu exemplo e participem do abaixo-assinado da campanha: “Tudo o que você precisa fazer é adicionar seu nome. Estou encorajando as pessoas para que assinem e divulguem entre os amigos. A Declaração Universal vai significar muito. Irá ajudar governos a considerar o papel fundamental que os animais têm nas nossas vidas e no ambiente no qual vivemos e, assim, inspirar uma legislação que proteja melhor os animais do mundo. Então, acesse www.dubeabrasil.org e adicione sua mensagem de apoio hoje”.
A campanha pela Declaração Universal de Bem-Estar Animal conta com um leque de apoiadores famosos. Entre as personalidades internacionais estão Leona Lewis, Jackie Chan, Miranda Richardson, Kristin Davis, Brooke Shields e Christina Applegate. Entre os nacionais: Evandro Mesquita, Betty Gofman, Luigi Baricelli e Luisa Mell.
Assista nossos programas:
terça-feira, 16 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
CONFINAMENTO INJUSTO PARA ANIMAIS DE ABATE
Chega a ser uma hipocrisia quando falamos sobre injustiça aos animais, se matamos e comemos a sua carne todos os dias.
Embora esse hábito esteja descrito na cadeia alimentar, eu gostaria de esquecer de ser uma pessoa carnívora, mas ainda não atingi este grau de evolução, e olha que eu me julgo como 'ser humano' pensante. Tenho que admitir meu erro e me conscientizar que ainda falta muito pra minha evolução.
Mesmo assim, não deixo de tentar melhorar a vida das minhas 'futuras presas'.
Outro dia, assisti num canal de TV, uma reportagem sobre o confinamento intensivo animal oferecido aos animais de abate. Fiquei ainda mais constrangida e com sentimento de culpa, quando vi milhares de galinhas empilhadas, sem a mínima condição de conforto, durante todo o seu ciclo de vida, sendo obrigadas a comer e botar ovos o dia inteiro, como se fossem máquinas.
Sinceramente, eu não gostaria nenhum pouco de me ver numa situação dessas. Depois disso, morro de medo de ir parar no reino das galinhas quando eu finalmente morrer...
Para minimizar um pouco o sofrimento dessas pequenas vítimas, pelo menos no pouco tempo que elas tem de vida, resolvi que a partir de agora só vou consumir alimentos de empresas que tratam a minha futura comida, com respeito e dignidade.
Como somos enganados?
Num mundo consumidor onde o mais esperto é aquele que leva vantagens em tudo, os produtos são rotulados pelos marqueteiros para vencer a concorrência na hora de vender. Parece que os compradores gostam de ser enganados.
A galinha continua a mesma, mas seus ovos, recebem várias denominações: “Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” ou dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial”, “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados” ou “Ovos Pufa”, com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light” que prometem menos colesterol do que os normais.
Devemos repensar se realmente todas essas 'configurações' não estão na verdade, provocando vários tipos de novas doenças, que os nossos antepassados que comiam ovos comuns nunca tiveram.
Certificação Humana
Simultaneamente à Campanha pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal, a ARCA Brasil e a HSI lançaram o mundialmente respeitado selo Humane Certified no Brasil com a intenção de certificar os criadores que respeitam os critérios de bem-estar. Já são dois produtores habilitados: o Grupo JD e a Korin Agropecuária. O primeiro teve reconhecida sua produção de bois e suínos para corte e o segundo de frango para corte. Se você não consegue deixar a carne de lado, consuma um produto mais responsável.
A certificação de produtos agrícolas representa sua garantia de origem e qualidade, isto é, de que foram obtidos conforme as normas pelas quais ele está sendo certificado. É um processo de auditoria que cobre desde a fonte de produção, até o ponto final de venda ao consumidor.
Para ser significativa, a certificação deve sempre ser realizada por terceiros, ou seja, uma estrutura independente creditada por um órgão autorizado. Esta, executa e assegura através da emissão de um certificado de conformidade, que um produto ou processo obedece a determinados requisitos. O produto então, incluirá no seu rótulo um selo da certificadora indicando que o que está ali escrito é valido.
Em geral, a certificação de produtos agrícolas tem validade anual, re-confirmada por auditorias, que incluem visitas de inspeção à unidade de produção agrícola ou de processamento. O certificado pode ser suspenso em caso que se verifiquem situações que não estejam em conformidade com as normas.
A certificação de produtos de origem animal
Em 2008, foi lançado aqui no Brasil um selo de certificação do bem-estar animal: o “Certified Humane.” Criado pela Humane Farm Animal Care (organização sem-fins lucrativos dedicada à melhoria das condições de vida dos animais de produção), esta certificação é única em seu gênero nos Estados Unidos e requer estandards mínimos de tratamento aos animais de produção, desde seu nascimento até o abate.
No Brasil, existem diversas certificadoras de produtos agrícolas. Entretanto o selo Certified Humane Brasil foi concedido à Ecocert Brasil, através de um acordo firmado entre esta e a Humane Farm Animal Care. A Ecocert segue as mesmas normas, com adaptações pertinentes, ao selo similar utilizado nos E.U.A, país que atualmente conta com mais de 20 milhões de animais certificados, além de distribuidores e restaurantes.
A certificação de produtos garante o bem estar do animal
O selo “Certified Humane” deve assegurar ao consumidor que o produtor cumpra as normas e as aplique a todos os animais. Os animais devem ter espaço suficiente, abrigo e um manejo adequado ; suficiente água fresca, dieta saudável e de qualidade, sem adição de antibióticos ou hormônios.
Gaiolas, celas e coleiras (‘tie-stalls’) são práticas proibidas, ou seja, os animais devem desenvolver comportamentos próprios à sua espécie. Por exemplo, as galinhas podem esticar suas asas e tomar banho de areia e os porcos têm espaço para se mover e fuçar na terra.
ARCA BRASIL:
Propaganda enganosa é crime
Se você encontrar embalagens de “ovos de granja” (criados em gaiolas) com fotos de aves ciscando ao ar livre sugerindo que os animais não foram confinados ou palavras que confundam a definição da origem do artigo, denuncie! A regulamentação brasileira proíbe nos rótulos qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.
Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trazer impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos, as embalagens devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.
Fique de olho: você sabe interpretar rótulos na hora de comprar ovos?
A cada dia o consumidor se mostra mais interessado e preocupado com aquilo que compra. A rotulagem correta é um dever dos produtores com esse consumidor consciente, que busca informações precisas sobre as características e condições em que esses produtos foram obtidos. Este é um desafio especial para os consumidores preocupados com o bem-estar dos animais.
Apesar de ser um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor1, nem sempre é fácil entender esses rótulos, já que muitas vezes são confusos ou ainda transmitem uma falsa impressão. Resumindo, pode existir uma grande quantidade de informações que levam ao engano, considerando-se que há uso de palavras ambíguas, confusas e termos vagos.
Hoje você encontra facilmente nos supermercados ovos rotulados como “caipira”,“colonial”, “orgânico”, “enriquecido”, etc., alguns deles com fotos das aves ciscando ao ar livre. Podemos confiar em tudo aquilo que lemos ou vemos nas embalagens?
Fique atento ao que diz a regulamentação brasileira: “fica proibida, nos rótulos, qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.” Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trará impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.3 Estudos demonstraram que as inadequações da rotulagem resultam mais da falta de fiscalização do que da ausência de leis.
Ajude você também a fiscalizar os produtos que compra!
Conheça as classificações dos rótulos:
“Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial”
Esta classificação se deve a cor da casca e ao peso do ovo. Conhecidos também como “Ovos de granja”*, são produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”**, com alimentação exclusivamente a base de ração. Entre os ovos produzidos em sistema convencional, encontramos ainda os “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados”6 normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light”7 que prometem ter menos colesterol do que os normais. “Ovos Pufa” normalmente são ovos enriquecidos com Ômega 3 e Vitamina E.
Nenhum desses leva obrigatoriamente em consideração o bem-estar animal.
“Ovos Caipira” ou “Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial”
De acordo com a legislação devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos, que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos. A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de promotores de crescimento, antibióticos e pigmentos na ração. Também são conhecidos como “Ovos de Capoeira”. “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importadas da França, a Label Rouge. Tenha em mente que este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado. Assim, os consumidores não têm a garantia de que todos os quesitos do bem-estar animal foram alcançados.
“Ovos Orgânicos”
A principal característica é a alimentação das aves, toda feita com ingredientes de origem orgânica, ou seja, produzidos sem o uso de defensivos e fertilizantes químicos. É proibido o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração. Um dos quesitos para a obtenção do selo orgânico é o respeito ao comportamento natural e ao bem-estar da ave (saiba mais sobre estes quesitos no parágrafo a seguir). Para aprovação do rótulo orgânico o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada10 cujo selo é exibido na embalagem.
A preocupação com o bem-estar das galinhas poedeiras deve respeitar as seguintes normas: não é permitida a debicagem (retirada de uma parte do bico), muda forçada (privação de alimento para estimular novo ciclo de produção de ovos), nem o confinamento em gaiolas. As criações devem oferecer alimentação suficiente e água limpa, espaço para a interação social, movimentação, descanso, e abrigo. Enfim, proporcionar um ambiente que permita aos animais desenvolver seus comportamentos naturais.
É importante esclarecer que o fato de não serem “convencionais”, ou seja, não serem produzidos em sistemas de confinamento intensivo nas gaiolas em bateria, não significa que esses produtos sempre levem em consideração todos os aspectos relacionados ao bem-estar dos animais. A rotulagem pode ser realmente considerada significativa quando há a certificação por uma terceira parte confiável de que os padrões significativos associados ao rótulo foram alcançados. Selos com relevância para o bem-estar animal fornecem aos consumidores informações que podem ajudá-los a fazer escolhas conscientes.
Em 2008 foi lançado no Brasil o selo “Certified Humane”. Produtos que carregam este selo foram auditados pela certificadora terceirizada ECOCERT e alcançam determinados padrões de bem-estar animal.
Para maiores informações sobre este selo acesse: www.ecocert.com.br/bem_estar_animal.html.
* Obs: Não confunda o termo “granja”. Granja pode significar “uma construção fechada, na qual se abrigam aves ou mamíferos”11 ou ainda “sítio em que se faz a pequena indústria agrícola, a criação de aves de terreiro”.12 Neste caso, “ovos de granja” significam que são ovos produzidos por galinhas criadas nas condições convencionais, em granjas industrializadas, confinadas e em sistema de “gaiolas em bateria”.
** Gaiolas em bateria: filas de gaiolas de arame dispostas uma por cima das outras, superlotadas de galinhas.
Links Relacionados
- Certificação de Produtos
- Leia mais também sobre alimentação consciente: www.confinamentoanimal.org.br/acoes-para-o-confinamento-de-animais/cuide-da-sua-saude.asp e www.hsus.org/hsi/farm_animals/brazil/brazil_campaign_portuguese/alimentando.html
Referências:
1. BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Defesa do Consumidor (CDC). Lei n° 8 078/90 de 11 de setembro de 1990. Disponível em www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8078.htm. Acessado em maio de 2009.
2. CELESTE, R. K. Análise comparativa da legislação sobre rótulo alimentício do Brasil, Mercosul, Reino Unido e União Européia. Rev.Saúde Pública, n.35, p.217-223, 2001.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - RIISPOA - Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Brasília, v.2: 165p, 1980.
4. CÂMARA, M. C. C.; MARINHO, C. L. C.; GUILAM, M. C.; BRAGA, A. M. C. B. A produção acadêmica sobre a rotulagem de alimentos no Brasil. Rev Panam Salud Publica v.23 n.1 Washington jan. 2008.
5. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Resolução nº 1, de 9 de janeiro de 2003, Anexo VIII Nomenclatura de Ovos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=2711. Acessado em maio 2009.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 31, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos Adicionados de Nutrientes Essenciais.
7. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 27, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente à Informação Nutricional Complementar.
8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ofício Circular / DIPOA nº 60/99 em 04/11/99.
9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 007, de 17 de maio de 1999. Dispõe sobre normas para a produção de produtos orgânicos vegetais e animais. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1662 Acessado em maio 2009.
10. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 16, de 11 de Junho de 2004 - Anexo II Instruções Para Elaboração Do Rótulo De Produtos Orgânicos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=7796 Acessado em maio 2009.
11. pt.wikipedia.org/wiki/Granja. Acessado em maio 2009.
12. michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?palavra=granja. Acessado em maio 2009.
Fonte: Para saber mais acesse: http://www.arcabrasil.org.br/
Embora esse hábito esteja descrito na cadeia alimentar, eu gostaria de esquecer de ser uma pessoa carnívora, mas ainda não atingi este grau de evolução, e olha que eu me julgo como 'ser humano' pensante. Tenho que admitir meu erro e me conscientizar que ainda falta muito pra minha evolução.
Mesmo assim, não deixo de tentar melhorar a vida das minhas 'futuras presas'.
Outro dia, assisti num canal de TV, uma reportagem sobre o confinamento intensivo animal oferecido aos animais de abate. Fiquei ainda mais constrangida e com sentimento de culpa, quando vi milhares de galinhas empilhadas, sem a mínima condição de conforto, durante todo o seu ciclo de vida, sendo obrigadas a comer e botar ovos o dia inteiro, como se fossem máquinas.
Sinceramente, eu não gostaria nenhum pouco de me ver numa situação dessas. Depois disso, morro de medo de ir parar no reino das galinhas quando eu finalmente morrer...
Para minimizar um pouco o sofrimento dessas pequenas vítimas, pelo menos no pouco tempo que elas tem de vida, resolvi que a partir de agora só vou consumir alimentos de empresas que tratam a minha futura comida, com respeito e dignidade.
Mas como posso saber se a galinha que estou comendo foi criada num confinamento injusto ou em liberdade?
Existem várias granjas, que criam as galinhas, soltas, junto com animais de pasto. Elas crescem normalmente, alimentam-se de comida natural e botam seus ovos dentro do seu ciclo normal de vida. Pelo menos enquanto estão vivas, podem viver felizes. Uma galinha normalmente gosta de ciscar, espreguiçar-se abrindo as asas, empoleirar-se, etc.
As pobrezinhas do confinamento, ingerem grandes quantidades de hormônios para crescerem rapidamente e botarem muito mais ovos. Chamadas como "galinhas de bateria" elas ficam em gaiolas onde não é possível se quer, abrir as asinhas. Seus bicos são cortados com lâminas quentes para evitar que elas firam umas as outras. Levam essa vida deprimida e reprimida durante aproximadamente dois anos, quando são mortas e substituídas umas pelas outras. Se você aguentar ver o sofrimento delas até o final, assista o vídeo ao lado.
Num mundo consumidor onde o mais esperto é aquele que leva vantagens em tudo, os produtos são rotulados pelos marqueteiros para vencer a concorrência na hora de vender. Parece que os compradores gostam de ser enganados.
A galinha continua a mesma, mas seus ovos, recebem várias denominações: “Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” ou dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial”, “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados” ou “Ovos Pufa”, com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light” que prometem menos colesterol do que os normais.
Devemos repensar se realmente todas essas 'configurações' não estão na verdade, provocando vários tipos de novas doenças, que os nossos antepassados que comiam ovos comuns nunca tiveram.
Certificação Humana
Simultaneamente à Campanha pelo Fim do Confinamento Intensivo Animal, a ARCA Brasil e a HSI lançaram o mundialmente respeitado selo Humane Certified no Brasil com a intenção de certificar os criadores que respeitam os critérios de bem-estar. Já são dois produtores habilitados: o Grupo JD e a Korin Agropecuária. O primeiro teve reconhecida sua produção de bois e suínos para corte e o segundo de frango para corte. Se você não consegue deixar a carne de lado, consuma um produto mais responsável.
Fique atento para esse logotipo!
A certificação de produtos agrícolas
Para ser significativa, a certificação deve sempre ser realizada por terceiros, ou seja, uma estrutura independente creditada por um órgão autorizado. Esta, executa e assegura através da emissão de um certificado de conformidade, que um produto ou processo obedece a determinados requisitos. O produto então, incluirá no seu rótulo um selo da certificadora indicando que o que está ali escrito é valido.
Em geral, a certificação de produtos agrícolas tem validade anual, re-confirmada por auditorias, que incluem visitas de inspeção à unidade de produção agrícola ou de processamento. O certificado pode ser suspenso em caso que se verifiquem situações que não estejam em conformidade com as normas.
A certificação de produtos de origem animal
Em 2008, foi lançado aqui no Brasil um selo de certificação do bem-estar animal: o “Certified Humane.” Criado pela Humane Farm Animal Care (organização sem-fins lucrativos dedicada à melhoria das condições de vida dos animais de produção), esta certificação é única em seu gênero nos Estados Unidos e requer estandards mínimos de tratamento aos animais de produção, desde seu nascimento até o abate.
No Brasil, existem diversas certificadoras de produtos agrícolas. Entretanto o selo Certified Humane Brasil foi concedido à Ecocert Brasil, através de um acordo firmado entre esta e a Humane Farm Animal Care. A Ecocert segue as mesmas normas, com adaptações pertinentes, ao selo similar utilizado nos E.U.A, país que atualmente conta com mais de 20 milhões de animais certificados, além de distribuidores e restaurantes.
A certificação de produtos garante o bem estar do animal
O selo “Certified Humane” deve assegurar ao consumidor que o produtor cumpra as normas e as aplique a todos os animais. Os animais devem ter espaço suficiente, abrigo e um manejo adequado ; suficiente água fresca, dieta saudável e de qualidade, sem adição de antibióticos ou hormônios.
Gaiolas, celas e coleiras (‘tie-stalls’) são práticas proibidas, ou seja, os animais devem desenvolver comportamentos próprios à sua espécie. Por exemplo, as galinhas podem esticar suas asas e tomar banho de areia e os porcos têm espaço para se mover e fuçar na terra.
ARCA BRASIL:
Propaganda enganosa é crime
Se você encontrar embalagens de “ovos de granja” (criados em gaiolas) com fotos de aves ciscando ao ar livre sugerindo que os animais não foram confinados ou palavras que confundam a definição da origem do artigo, denuncie! A regulamentação brasileira proíbe nos rótulos qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.
Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trazer impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos, as embalagens devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.
Fique de olho: você sabe interpretar rótulos na hora de comprar ovos?
A cada dia o consumidor se mostra mais interessado e preocupado com aquilo que compra. A rotulagem correta é um dever dos produtores com esse consumidor consciente, que busca informações precisas sobre as características e condições em que esses produtos foram obtidos. Este é um desafio especial para os consumidores preocupados com o bem-estar dos animais.
Apesar de ser um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor1, nem sempre é fácil entender esses rótulos, já que muitas vezes são confusos ou ainda transmitem uma falsa impressão. Resumindo, pode existir uma grande quantidade de informações que levam ao engano, considerando-se que há uso de palavras ambíguas, confusas e termos vagos.
Hoje você encontra facilmente nos supermercados ovos rotulados como “caipira”,“colonial”, “orgânico”, “enriquecido”, etc., alguns deles com fotos das aves ciscando ao ar livre. Podemos confiar em tudo aquilo que lemos ou vemos nas embalagens?
Fique atento ao que diz a regulamentação brasileira: “fica proibida, nos rótulos, qualquer indicação, por escrito ou ilustração, que passe falsa impressão e que forneça uma idéia errônea da origem e qualidade do produto.” Todo rótulo deve ser aprovado e registrado no DIPOA (Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal) e trará impressa a declaração do registro e número. No caso dos ovos devem apresentar ainda o carimbo da Inspeção Federal.3 Estudos demonstraram que as inadequações da rotulagem resultam mais da falta de fiscalização do que da ausência de leis.
Ajude você também a fiscalizar os produtos que compra!
Conheça as classificações dos rótulos:
“Ovos brancos” e “Ovos vermelhos” dos tipos “Jumbo”, “Extra”, “Grande”, “Médio”, “Pequeno”, e “Industrial”
Esta classificação se deve a cor da casca e ao peso do ovo. Conhecidos também como “Ovos de granja”*, são produzidos de forma convencional, normalmente em sistemas onde as galinhas são confinadas em “gaiolas em bateria”**, com alimentação exclusivamente a base de ração. Entre os ovos produzidos em sistema convencional, encontramos ainda os “Ovos Enriquecidos ou Vitaminados”6 normalmente enriquecidos com Ômega 3 e/ou vitamina E adicionados à ração da ave e os “Ovos Light”7 que prometem ter menos colesterol do que os normais. “Ovos Pufa” normalmente são ovos enriquecidos com Ômega 3 e Vitamina E.
Nenhum desses leva obrigatoriamente em consideração o bem-estar animal.
“Ovos Caipira” ou “Ovos Tipo ou Estilo Caipira” ou “Ovos Colonial” ou “Ovos Tipo ou Estilo Colonial”
De acordo com a legislação devem ser produzidos por galinhas criadas em sistemas extensivos, que podem ciscar e “pastar” pelo terreiro, com ninhos em locais cobertos para a postura dos ovos. A alimentação é feita de ingredientes exclusivamente de origem vegetal, sendo proibido o uso de promotores de crescimento, antibióticos e pigmentos na ração. Também são conhecidos como “Ovos de Capoeira”. “Ovos Caipira Label Rouge” – produzidos a partir de uma linhagem de galinhas caipira importadas da França, a Label Rouge. Tenha em mente que este tipo de produção nem sempre é certificada por um órgão terceirizado. Assim, os consumidores não têm a garantia de que todos os quesitos do bem-estar animal foram alcançados.
“Ovos Orgânicos”
A principal característica é a alimentação das aves, toda feita com ingredientes de origem orgânica, ou seja, produzidos sem o uso de defensivos e fertilizantes químicos. É proibido o uso de promotores de crescimento e antibióticos na ração. Um dos quesitos para a obtenção do selo orgânico é o respeito ao comportamento natural e ao bem-estar da ave (saiba mais sobre estes quesitos no parágrafo a seguir). Para aprovação do rótulo orgânico o produtor deve apresentar certificado emitido por uma entidade certificadora terceirizada10 cujo selo é exibido na embalagem.
A preocupação com o bem-estar das galinhas poedeiras deve respeitar as seguintes normas: não é permitida a debicagem (retirada de uma parte do bico), muda forçada (privação de alimento para estimular novo ciclo de produção de ovos), nem o confinamento em gaiolas. As criações devem oferecer alimentação suficiente e água limpa, espaço para a interação social, movimentação, descanso, e abrigo. Enfim, proporcionar um ambiente que permita aos animais desenvolver seus comportamentos naturais.
É importante esclarecer que o fato de não serem “convencionais”, ou seja, não serem produzidos em sistemas de confinamento intensivo nas gaiolas em bateria, não significa que esses produtos sempre levem em consideração todos os aspectos relacionados ao bem-estar dos animais. A rotulagem pode ser realmente considerada significativa quando há a certificação por uma terceira parte confiável de que os padrões significativos associados ao rótulo foram alcançados. Selos com relevância para o bem-estar animal fornecem aos consumidores informações que podem ajudá-los a fazer escolhas conscientes.
Em 2008 foi lançado no Brasil o selo “Certified Humane”. Produtos que carregam este selo foram auditados pela certificadora terceirizada ECOCERT e alcançam determinados padrões de bem-estar animal.
Para maiores informações sobre este selo acesse: www.ecocert.com.br/bem_estar_animal.html.
* Obs: Não confunda o termo “granja”. Granja pode significar “uma construção fechada, na qual se abrigam aves ou mamíferos”11 ou ainda “sítio em que se faz a pequena indústria agrícola, a criação de aves de terreiro”.12 Neste caso, “ovos de granja” significam que são ovos produzidos por galinhas criadas nas condições convencionais, em granjas industrializadas, confinadas e em sistema de “gaiolas em bateria”.
** Gaiolas em bateria: filas de gaiolas de arame dispostas uma por cima das outras, superlotadas de galinhas.
Links Relacionados
- Certificação de Produtos
- Leia mais também sobre alimentação consciente: www.confinamentoanimal.org.br/acoes-para-o-confinamento-de-animais/cuide-da-sua-saude.asp e www.hsus.org/hsi/farm_animals/brazil/brazil_campaign_portuguese/alimentando.html
Referências:
1. BRASIL. Ministério da Justiça. Código de Defesa do Consumidor (CDC). Lei n° 8 078/90 de 11 de setembro de 1990. Disponível em www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/L8078.htm. Acessado em maio de 2009.
2. CELESTE, R. K. Análise comparativa da legislação sobre rótulo alimentício do Brasil, Mercosul, Reino Unido e União Européia. Rev.Saúde Pública, n.35, p.217-223, 2001.
3. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - RIISPOA - Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. Brasília, v.2: 165p, 1980.
4. CÂMARA, M. C. C.; MARINHO, C. L. C.; GUILAM, M. C.; BRAGA, A. M. C. B. A produção acadêmica sobre a rotulagem de alimentos no Brasil. Rev Panam Salud Publica v.23 n.1 Washington jan. 2008.
5. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Resolução nº 1, de 9 de janeiro de 2003, Anexo VIII Nomenclatura de Ovos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=2711. Acessado em maio 2009.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 31, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente a Alimentos Adicionados de Nutrientes Essenciais.
7. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 27, de 13 de janeiro de 1998. Aprova o Regulamento Técnico referente à Informação Nutricional Complementar.
8. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Ofício Circular / DIPOA nº 60/99 em 04/11/99.
9. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 007, de 17 de maio de 1999. Dispõe sobre normas para a produção de produtos orgânicos vegetais e animais. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=1662 Acessado em maio 2009.
10. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Agricultura Orgânica. Legislação / Instrução Normativa nº 16, de 11 de Junho de 2004 - Anexo II Instruções Para Elaboração Do Rótulo De Produtos Orgânicos. Disponível em extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do?operacao=visualizar&id=7796 Acessado em maio 2009.
11. pt.wikipedia.org/wiki/Granja. Acessado em maio 2009.
12. michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?palavra=granja. Acessado em maio 2009.
Fonte: Para saber mais acesse: http://www.arcabrasil.org.br/
CÃES PEQUENOS COSTUMAM TER CONVULSÕES
Cães pequenos como poodles e pinshers, podem sofrer de epilepsia e convulsões. Os motivos podem ter várias causas.
Quem quiser saber mais detalhes, pode entrar no site da Dra. Synara Rillo. Ela possui várias postagens explicando os tipos e causas desses problemas entre outros. Através da interação com os leitores, experiências são trocadas de forma a esclarecer várias dúvidas.
Vale a pena conhecer: http://synararillo.com.br/
Quem quiser saber mais detalhes, pode entrar no site da Dra. Synara Rillo. Ela possui várias postagens explicando os tipos e causas desses problemas entre outros. Através da interação com os leitores, experiências são trocadas de forma a esclarecer várias dúvidas.
Vale a pena conhecer: http://synararillo.com.br/
quinta-feira, 4 de março de 2010
POR QUE OS ANIMAIS SOFREM?
O saudoso escritor Carmo Bernardes considerava muito importante a presença de animais domésticos numa casa, em contato com as crianças.
Assim, elas crescem amando e respeitando os bichos, porque aprendem que eles sofrem tanto quanto nós mesmos - dizia o sábio regionalista.
Por que sofrem os animais? Eis aí um tema a exigir muitos e profundos estudos, aos quais a Doutrina Espírita oferece os primeiros fundamentos.
Agora mesmo, com o mal da vaca louca nas manchetes da imprensa, ficamos nos perguntando o motivo dessas epidemias que dizimam milhares e até milhões de bovinos.
A chave para a explicação pode estar no abate desenfreado de gado para alimentação humana. Ainda sem livre arbítrio, a alma animal tem necessidade do aprimoramento, num processo reencarnatório estabelecido pela Natureza. O homem o interrompe violentamente e a resposta é a doença coletiva, porque o equilíbrio natural foi abruptamente partido.
A alma animal já possui, em maior ou menor quantidade, uma relativa liberdade e mantém a individualidade depois da morte. Ainda sem livre arbítrio, contudo, ela não dispõe da faculdade de escolha desta ou daquela espécie para renascer. Seu espírito progride, reencarnando em corpos cada vez mais capazes de lhe favorecerem condições para as primícias do raciocínio acima do instinto.
Entre o espírito do homem e os espíritos dos animais, todavia, a distância é quase do tamanho da existente entre Deus e o homem. É um mistério que a mente humana só muito lentamente aclarará.
A alma animal, que já passou pelo reino mineral, onde a individualidade não existe, evoluiu através do reino vegetal e um dia iniciará a longa caminhada da espécie humana em direção à angelitude.
Mas é muito difícil raciocinar nesses termos devido ao ranço das religiões sectárias, ao orgulho, pretensão, vaidade e egoísmo próprios da espécie humana. O egocentrismo persiste até hoje e é ele que impede à esmagadora maioria das pessoas aceitar a existência do vida em outros planetas embora Jesus tenha afirmado, há dois mil anos, que a casa do Pai tem muitas moradas.
Discípulo de Herbert Spencer, Ernesto Bozzano trouxe da escola positivista o hábito de se apoiar no fato para dele tirar conclusões. Seu audacioso livro Os animais têm alma?, produzido na primeira metade do século XX, é fruto de pesquisas sérias realizadas em 130 casos de aparições e outros fenômenos supranormais com animais.
No prefácio da edição brasileira de sua obra, Francisco Klors Werneck lamenta que, geralmente preocupados com outros problemas, os homens não dêem atenção a seus irmãos inferiores, aos grandes e pequenos seres da criação como cavalos, cães, gatos e outros, "como se eles também não tivessem alma, não possuíssem sentimentos afetivos e mesmo faculdades surpreendentes."
Ele cita que alguns animais percebem a morte próxima, como cavalos e bois que se recusam a entrar no matadouro, advertidos ninguém sabe como, do que os espera lá dentro. Animais, como os cães, se deixam morrer depois da morte de seus donos, tal a desesperada saudade que sentem deles. Um famoso cavalo de corrida se tornou de tal afeição por uma cabra que não aceitava se separar dela.
Os animais têm alma? Dá a entender que os cães podem ser a espécie mais evoluída na escala animal. Relata o fato surpreendente do cão que avançou ferozmente contra outro e parou sem o agredir, ao verificar que era cego. Outro, mais extraordinário ainda, do cirurgião que tratou, em sua própria casa, de um cachorro que tivera a pata esmagada. Passados doze meses, o médico ouviu estranhos arranhões na porta da rua, abriu-a e espantou-se. O cão que curara um ano antes lhe trazia um companheiro com a pata esmagada.
Fato parecido é comum na Cavalaria da Polícia Militar do Estado de Goiás, em Goiânia, onde cavalos com dor de barriga procuram por conta própria o consultório do veterinário, segundo nos contou o doutor Francisco Godinho, que ali trabalha há muitos anos.
Há uma página admirável de Emmanuel, intitulada "Animais e sofrimento", na qual ele analisa o que parece injustiça: os animais, isentos da lei de causa e efeito, sem culpas a expiar por serem irracionais, padecerem sacrifícios e dores neste mundo.
O notável instrutor espiritual de Francisco Cândido Xavier considera, em primeiro lugar, ser necessário interpretar o sofrimento "por mais altos padrões de entendimento. Ninguém sofre tão-somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se também angariando recursos preciosos para a obter. Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para se instruir".
Nenhum espírito obtém elevação ou cultura por osmose, mas unicamente através do trabalho paciente e intransferível.
O animal, igualmente, para chegar à auréola da razão, deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por lhe conferir a posse definitiva do raciocínio. Sem sofrimento, não há progresso.
Todo ser, criado por Deus simples e ignorante, é compelido a lutar pela conquista da razão, para em seguida a burilar. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução. Dor física no homem, acrescida de dor moral, é fixação de responsabilidade em trânsito para a Vida Maior.
Toda criatura caminha para ser anjo: investida na posição de espírito sublime, livra-se da dor, porque o amor lhe será sol no coração, dissipando as sombras ao toque da sua própria luz.
Assim, elas crescem amando e respeitando os bichos, porque aprendem que eles sofrem tanto quanto nós mesmos - dizia o sábio regionalista.
Por que sofrem os animais? Eis aí um tema a exigir muitos e profundos estudos, aos quais a Doutrina Espírita oferece os primeiros fundamentos.
Agora mesmo, com o mal da vaca louca nas manchetes da imprensa, ficamos nos perguntando o motivo dessas epidemias que dizimam milhares e até milhões de bovinos.
A chave para a explicação pode estar no abate desenfreado de gado para alimentação humana. Ainda sem livre arbítrio, a alma animal tem necessidade do aprimoramento, num processo reencarnatório estabelecido pela Natureza. O homem o interrompe violentamente e a resposta é a doença coletiva, porque o equilíbrio natural foi abruptamente partido.
A alma animal já possui, em maior ou menor quantidade, uma relativa liberdade e mantém a individualidade depois da morte. Ainda sem livre arbítrio, contudo, ela não dispõe da faculdade de escolha desta ou daquela espécie para renascer. Seu espírito progride, reencarnando em corpos cada vez mais capazes de lhe favorecerem condições para as primícias do raciocínio acima do instinto.
Entre o espírito do homem e os espíritos dos animais, todavia, a distância é quase do tamanho da existente entre Deus e o homem. É um mistério que a mente humana só muito lentamente aclarará.
A alma animal, que já passou pelo reino mineral, onde a individualidade não existe, evoluiu através do reino vegetal e um dia iniciará a longa caminhada da espécie humana em direção à angelitude.
Mas é muito difícil raciocinar nesses termos devido ao ranço das religiões sectárias, ao orgulho, pretensão, vaidade e egoísmo próprios da espécie humana. O egocentrismo persiste até hoje e é ele que impede à esmagadora maioria das pessoas aceitar a existência do vida em outros planetas embora Jesus tenha afirmado, há dois mil anos, que a casa do Pai tem muitas moradas.
Discípulo de Herbert Spencer, Ernesto Bozzano trouxe da escola positivista o hábito de se apoiar no fato para dele tirar conclusões. Seu audacioso livro Os animais têm alma?, produzido na primeira metade do século XX, é fruto de pesquisas sérias realizadas em 130 casos de aparições e outros fenômenos supranormais com animais.
No prefácio da edição brasileira de sua obra, Francisco Klors Werneck lamenta que, geralmente preocupados com outros problemas, os homens não dêem atenção a seus irmãos inferiores, aos grandes e pequenos seres da criação como cavalos, cães, gatos e outros, "como se eles também não tivessem alma, não possuíssem sentimentos afetivos e mesmo faculdades surpreendentes."
Ele cita que alguns animais percebem a morte próxima, como cavalos e bois que se recusam a entrar no matadouro, advertidos ninguém sabe como, do que os espera lá dentro. Animais, como os cães, se deixam morrer depois da morte de seus donos, tal a desesperada saudade que sentem deles. Um famoso cavalo de corrida se tornou de tal afeição por uma cabra que não aceitava se separar dela.
Os animais têm alma? Dá a entender que os cães podem ser a espécie mais evoluída na escala animal. Relata o fato surpreendente do cão que avançou ferozmente contra outro e parou sem o agredir, ao verificar que era cego. Outro, mais extraordinário ainda, do cirurgião que tratou, em sua própria casa, de um cachorro que tivera a pata esmagada. Passados doze meses, o médico ouviu estranhos arranhões na porta da rua, abriu-a e espantou-se. O cão que curara um ano antes lhe trazia um companheiro com a pata esmagada.
Fato parecido é comum na Cavalaria da Polícia Militar do Estado de Goiás, em Goiânia, onde cavalos com dor de barriga procuram por conta própria o consultório do veterinário, segundo nos contou o doutor Francisco Godinho, que ali trabalha há muitos anos.
Há uma página admirável de Emmanuel, intitulada "Animais e sofrimento", na qual ele analisa o que parece injustiça: os animais, isentos da lei de causa e efeito, sem culpas a expiar por serem irracionais, padecerem sacrifícios e dores neste mundo.
O notável instrutor espiritual de Francisco Cândido Xavier considera, em primeiro lugar, ser necessário interpretar o sofrimento "por mais altos padrões de entendimento. Ninguém sofre tão-somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se também angariando recursos preciosos para a obter. Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para se instruir".
Nenhum espírito obtém elevação ou cultura por osmose, mas unicamente através do trabalho paciente e intransferível.
O animal, igualmente, para chegar à auréola da razão, deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por lhe conferir a posse definitiva do raciocínio. Sem sofrimento, não há progresso.
Todo ser, criado por Deus simples e ignorante, é compelido a lutar pela conquista da razão, para em seguida a burilar. Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução. Dor física no homem, acrescida de dor moral, é fixação de responsabilidade em trânsito para a Vida Maior.
Toda criatura caminha para ser anjo: investida na posição de espírito sublime, livra-se da dor, porque o amor lhe será sol no coração, dissipando as sombras ao toque da sua própria luz.
quarta-feira, 3 de março de 2010
SOLUÇÃO PARA CÃES COM MEDO DE BARULHOS
As chuvas intensas do verão podem deixar os peludos apavorados, por causa dos raios e trovões. Mesmo os cachorros que não costumam ter medo podem passar a demonstrar um comportamento nervoso nesta época do ano, principalmente os filhotes e os cachorros mais velhinhos.
Terapias de dessensibilização (acostumar o cão com os barulhos que lhe causam medo), e mesmo o uso de medicamentos que auxiliam no bem estar emocional do cachorrinho levam pelo menos uns 30 dias para surtir um efeito satisfatório.
É justamente AGORA que os donos devem começar o programa de dessensibilização do peludo com os CD’s exclusivos da BitCão. Criado especialmente para condicionar os cães que sofrem de pavor de barulhos o CD Sem Medo de Trovões foi desenvolvido cientificamente por profissionais da área de comportamento para que você consiga libertar o seu peludo dos medos, passo a passo, sem pular fases importantes, e com a ajuda de um manual explicativo.
Aproveite para também conversar com o seu veterinário e determinar se algum medicamento é necessário para auxiliar no tratamento do cão. O uso de antidepressivos costuma ser muito mais seguro e de efeito duradouro do que os calmantes e sedativos. E lembre-se de nunca dar qualquer medicamento para o seu bicho sem falar com seu veterinário antes.
Aproveite e vá preparando o peludo para as comemorações da Copa do Mundo de 2010. Esta época também é um terror para os peludos sensíveis aos barulhos de fogos de artifício. Não perca tempo. Quanto antes vocês começarem este programa, maiores serão as chances de sucesso e de que o tratamento do seu amigão se torne definitivo.
________________________________________
CD Sem Medo de Trovões e Tempestades
Indispensável no recondicionamento e dessensibilização de cães que ficam apavorados com barulhos de trovões e tempestades. É um programa completo de dessenbilização que leva mais três semanas para ser completado.
________________________________________
CD com Músicas que Acalmam seu Cachorro
Este CD contém músicas que comprovadamente acalmam o seu cachorro. É adequado para cães que passam muito tempo sozinhos (latem ou choram), estão internados em uma clínica veterinária, ou que precisam passar muito tempo hospedados ou presos em canil.
________________________________________
Promoção dos 3 CD's (Fogos, Trovões e Acalmam)
Aproveite esta promoção! Comprando estes dois CDs, além de um desconto, você ganha o CD com MÚSICAS QUE ACALMAM SEU CACHORRO.
Terapias de dessensibilização (acostumar o cão com os barulhos que lhe causam medo), e mesmo o uso de medicamentos que auxiliam no bem estar emocional do cachorrinho levam pelo menos uns 30 dias para surtir um efeito satisfatório.
É justamente AGORA que os donos devem começar o programa de dessensibilização do peludo com os CD’s exclusivos da BitCão. Criado especialmente para condicionar os cães que sofrem de pavor de barulhos o CD Sem Medo de Trovões foi desenvolvido cientificamente por profissionais da área de comportamento para que você consiga libertar o seu peludo dos medos, passo a passo, sem pular fases importantes, e com a ajuda de um manual explicativo.
Aproveite para também conversar com o seu veterinário e determinar se algum medicamento é necessário para auxiliar no tratamento do cão. O uso de antidepressivos costuma ser muito mais seguro e de efeito duradouro do que os calmantes e sedativos. E lembre-se de nunca dar qualquer medicamento para o seu bicho sem falar com seu veterinário antes.
Aproveite e vá preparando o peludo para as comemorações da Copa do Mundo de 2010. Esta época também é um terror para os peludos sensíveis aos barulhos de fogos de artifício. Não perca tempo. Quanto antes vocês começarem este programa, maiores serão as chances de sucesso e de que o tratamento do seu amigão se torne definitivo.
Veja alguns dos destaques da BitCão
Indispensável no recondicionamento e dessensibilização de cães que ficam apavorados com barulhos de fogos de artifício. É um programa completo de dessenbilização que leva mais três semanas para ser completado.________________________________________
CD Sem Medo de Trovões e Tempestades
Indispensável no recondicionamento e dessensibilização de cães que ficam apavorados com barulhos de trovões e tempestades. É um programa completo de dessenbilização que leva mais três semanas para ser completado.
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CD com Músicas que Acalmam seu Cachorro
Este CD contém músicas que comprovadamente acalmam o seu cachorro. É adequado para cães que passam muito tempo sozinhos (latem ou choram), estão internados em uma clínica veterinária, ou que precisam passar muito tempo hospedados ou presos em canil.
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Hospital Veterinário da UnG retoma atendimento
Veja aqui os procedimentos e o valor da taxa para ser beneficiado com os serviços, que vão de intervenções clínicas às cirúrgicas
O Hospital Veterinário da Universidade Guarulhos (UnG), localizado no campus Guarulhos-Dutra da Instituição, retomou o atendimento no início deste mês após o período de férias.
Estruturado com laboratórios, centro cirúrgico e modernos equipamentos, o Hovet presta atendimento clínico e cirúrgico a todas as espécies de animais domésticos e silvestres, de pequeno e grande portes.
Embora não seja gratuito, o serviço oferecido pelo Hospital tem preço inferior ao cobrado pelas clínicas particulares (R$ 18 a consulta), e toda a arrecadação é destinada à compra de materiais. Os valores relativos a procedimentos são informados pelo veterinário.
Pessoas interessadas em levar seus animais têm de agendar com antecedência a consulta, seja na recepção ou por telefone. Emergências passarão por avaliação da equipe; se confirmadas serão atendidas na hora sem a necessidade de agendamento.
Clínicas – Os demais setores da UnG que prestam serviços de atendimento à comunidade têm previsão de retorno em meados do mês de fevereiro. As clínicas de Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Nutrição, além do Laboratório de Análises Clínicas, divulgarão no início do próximo mês os procedimentos necessários à inscrição aos tratamentos.
Serviço
Hospital Veterinário da UnG
Av. Anton Philips, 01, Vila Hermínia, Guarulhos
Tel.: (11) 2423-7601
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IMA DE GELADEIRA E CALENDÁRIOS
KID BRINDE
www.kidbrinde.webnode.pt
O Hospital Veterinário da Universidade Guarulhos (UnG), localizado no campus Guarulhos-Dutra da Instituição, retomou o atendimento no início deste mês após o período de férias.
Estruturado com laboratórios, centro cirúrgico e modernos equipamentos, o Hovet presta atendimento clínico e cirúrgico a todas as espécies de animais domésticos e silvestres, de pequeno e grande portes.
Embora não seja gratuito, o serviço oferecido pelo Hospital tem preço inferior ao cobrado pelas clínicas particulares (R$ 18 a consulta), e toda a arrecadação é destinada à compra de materiais. Os valores relativos a procedimentos são informados pelo veterinário.
Pessoas interessadas em levar seus animais têm de agendar com antecedência a consulta, seja na recepção ou por telefone. Emergências passarão por avaliação da equipe; se confirmadas serão atendidas na hora sem a necessidade de agendamento.
Clínicas – Os demais setores da UnG que prestam serviços de atendimento à comunidade têm previsão de retorno em meados do mês de fevereiro. As clínicas de Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Psicologia, Enfermagem e Nutrição, além do Laboratório de Análises Clínicas, divulgarão no início do próximo mês os procedimentos necessários à inscrição aos tratamentos.
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Animais ajudam a tratar pacientes com Alzheimer
O envelhecimento da população mundial traz grandes desafios à sociedade moderna. Segundo estudo recente promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2000 a proporção de idosos era de 17,8 para cada 100 jovens. Mas esses dados estão mudando radicalmente. Estima-se que, em 2050, serão aproximadamente 102 idosos para cada 100 jovens. Nesse contexto, torna-se fundamental promover iniciativas para melhorar as condições de vida da população acima de 65 anos. Uma delas é tratar a senilidade, um fenômeno altamente fragilizante, provocado também pela Doença de Alzheimer, que aos poucos apaga as mais valiosas lembranças.
Essa moléstia integra o grupo das doenças mais comuns na velhice. Ataca o sistema cognitivo do indivíduo e acarreta a perda gradual da autonomia decorrente de um declínio funcional progressivo. Esse processo que deteriora sobretudo a memória, se inicia por perdas em curto prazo e se agrava, comprometendo as atividades diárias. Perda de concentração, desatenção, perda de iniciativa, retraimento social, abandono de passatempos e mudanças de humor, são alguns sintomas que podem aparecer.
Terapia afetiva
Estudo realizado pela aluna de psicologia e pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Luciana Teixeira Guimarães, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), investigou os benefícios propiciados pela terapia assistida com animais, em idosos institucionalizados com diagnóstico de processo de demência tipo Alzheimer. A revelação é que os idosos, sobretudo quando institucionalizados, sentem uma enorme necessidade de receber demonstrações de afeto, como o toque, atenção e carinho, o que muitas vezes acaba não ocorrendo, pois estão afastados do convívio social. De acordo com Teixeira, a terapia com animais enfatiza bastante o tato e o contato, além de exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva, ou seja, aquela despertada por algum fato que traz lembranças com certa ligação afetiva.
A coleta de dados ocorreu por meio de observação, durante o tratamento em atividade assistida do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) - "Projeto Cão do Idoso", realizado na Associação Beneficente A Mão Branca de Amparo aos Idosos, em São paulo. O método aponta diversos benefícios aos pacientes, tais como: diminuição da pressão sanguínea e frequência cardíaca, do uso de calmante e antidepressivo; melhora do sistema imunológico; estímulo da interação social; melhora da capacidade motora; diminuição da quantidade de medicamentos utilizados e melhoria da auto-confiança e auto-estima.
Segundo Teixeira, o projeto recebe o acompanhamento de profissionais de diversas áreas. Veterinários, psicólogos e assistentes sociais são alguns especialistas envolvidos. Os cachorros estão sempre muito limpos e com exames que comprovam sua saúde. São escolhidos levando-se em conta as necessidades dos assistidos, uma avaliação de comportamento, para impedir situações desagradáveis, como mordidas, latidos inadequados, brigas com outros cães, inquietude, ou mesmo a falta de interesse na interação.
"Na relação com o cachorro permeiam-se sensações, emoções, palavras, imagens e posturas. O animal passa a ser um caminho pelo qual o idoso pode expressar de forma corporal e simbólica com suas lembranças, seus sentimentos, pensamentos e conceitos. Recordar vivências é o caminho da re-significação da história pessoal presente. Caso estas senhoras tivessem suas comunicações invalidadas, consideradas sem sentido, avaliadas em falsas memórias, a sua verbalização diminuiria, o que poderia acarretar no avanço da situação de Alzheimer", finaliza Teixeira.
A pesquisa foi orientada pela professora Regina Célia Gorodscy, doutora em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP) e co-orientada pela docente Ruth Lopes, coordenadora do Programa de Estudos Pós Graduados em Gerontologia, da PUC-SP.
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Essa moléstia integra o grupo das doenças mais comuns na velhice. Ataca o sistema cognitivo do indivíduo e acarreta a perda gradual da autonomia decorrente de um declínio funcional progressivo. Esse processo que deteriora sobretudo a memória, se inicia por perdas em curto prazo e se agrava, comprometendo as atividades diárias. Perda de concentração, desatenção, perda de iniciativa, retraimento social, abandono de passatempos e mudanças de humor, são alguns sintomas que podem aparecer.
Terapia afetiva
Estudo realizado pela aluna de psicologia e pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Luciana Teixeira Guimarães, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), investigou os benefícios propiciados pela terapia assistida com animais, em idosos institucionalizados com diagnóstico de processo de demência tipo Alzheimer. A revelação é que os idosos, sobretudo quando institucionalizados, sentem uma enorme necessidade de receber demonstrações de afeto, como o toque, atenção e carinho, o que muitas vezes acaba não ocorrendo, pois estão afastados do convívio social. De acordo com Teixeira, a terapia com animais enfatiza bastante o tato e o contato, além de exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva, ou seja, aquela despertada por algum fato que traz lembranças com certa ligação afetiva.
A coleta de dados ocorreu por meio de observação, durante o tratamento em atividade assistida do Instituto Nacional de Ações e Terapias Assistidas por Animais (INATAA) - "Projeto Cão do Idoso", realizado na Associação Beneficente A Mão Branca de Amparo aos Idosos, em São paulo. O método aponta diversos benefícios aos pacientes, tais como: diminuição da pressão sanguínea e frequência cardíaca, do uso de calmante e antidepressivo; melhora do sistema imunológico; estímulo da interação social; melhora da capacidade motora; diminuição da quantidade de medicamentos utilizados e melhoria da auto-confiança e auto-estima.
Segundo Teixeira, o projeto recebe o acompanhamento de profissionais de diversas áreas. Veterinários, psicólogos e assistentes sociais são alguns especialistas envolvidos. Os cachorros estão sempre muito limpos e com exames que comprovam sua saúde. São escolhidos levando-se em conta as necessidades dos assistidos, uma avaliação de comportamento, para impedir situações desagradáveis, como mordidas, latidos inadequados, brigas com outros cães, inquietude, ou mesmo a falta de interesse na interação.
"Na relação com o cachorro permeiam-se sensações, emoções, palavras, imagens e posturas. O animal passa a ser um caminho pelo qual o idoso pode expressar de forma corporal e simbólica com suas lembranças, seus sentimentos, pensamentos e conceitos. Recordar vivências é o caminho da re-significação da história pessoal presente. Caso estas senhoras tivessem suas comunicações invalidadas, consideradas sem sentido, avaliadas em falsas memórias, a sua verbalização diminuiria, o que poderia acarretar no avanço da situação de Alzheimer", finaliza Teixeira.
A pesquisa foi orientada pela professora Regina Célia Gorodscy, doutora em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP) e co-orientada pela docente Ruth Lopes, coordenadora do Programa de Estudos Pós Graduados em Gerontologia, da PUC-SP.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
UM CACHORRO CHAMADO FÉ
Esta é a história de um cachorro que nasceu na véspera do Natal de 2002
Ele nasceu com 3 pernas - duas saudáveis e uma anormal, na frente, que teve de ser amputada. Certamente ele não conseguia andar quando nasceu. Mesmo a sua mãe não o aceitou. Ele foi rejeitado e desdenhado.
Seu primeiro dono também nem acreditou que ele sobreviveria. Assim sendo ele até pensou em eliminá-lo. Naquela época, sua atual dona Jude Stringfellow entrou em sua vida e desejou cuidar dele. Ela estava determinada a ensiná-lo e treiná-lo para andar por si só. Ela acreditava que só precisava de um pouco de FÉ. Por isso ela lhe deu o nome de "Faith" (Fé).
No começo ela colocava FAITH numa prancha de surf para que ele sentisse osmovimentos da água. Mais tarde lhe dava pasta de amendoim,numa colher, como um premio e recompensa por ter ficado ereto e saltar pela casa. Até outros cachorros da casa o ajudavam e encorajavam a caminhar.
Surpreendentemente, depois de apenas seis meses, como que num milagre, FAITH aprendeu a se equilibrar em suas duas patas traseiras e saltar se movendo para a frente. Depois de mais algum treinamento na neve ele pode caminhar como um ser humano!
FAITH adora passear. Não importa para onde ele vai ele sempre atrai as pessoas à sua volta . Agora ele está ficando famoso no cenário internacional. Ele já apareceu em vários jornais e espetáculos de TV. Há,
inclusive, um livro cujo título é "With a Little Faith" (Com um pouco de
fé), publicado a seu respeito. Ele chegou a ser cogitado para aparecer num dos filmes de Harry Potter.
Sua atual proprietária, Jude Stringfellow deixou seu trabalho e carreira como professora, para levá-lo através do mundo, para orar:"mesmo sem um corpo perfeito, alguém pode ter uma alma perfeita."
Na vida sempre acontecem coisas indesejáveis.
Talvez uma pessoa que sinta que as coisas não estão indo bem como desejaria, talvez venha a se sentir melhor mudando seu ponto de vista e ver os fatos sob uma nova perspectiva.
Talvez esta mensagem possa trazer a todos novas formas de pensar e encarar a vida. Talvez,todos possamos apreciar e agradecer cada dia maravilhoso que se seguirá.
A Vida é uma demonstração contínua do poder do pensamento positivo e de ter fé.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
"CONHECENDO OS DIREITOS DOS ANIMAIS"
CONHECENDO OS DIREITOS” – LANÇAMENTO DE UM NOVO SEGMENTO BIBLIOGRÁFICO PARA O PÚBLICO INFANTO-JUVENIL
“A criança é curiosa, reflexiva e dialógica por natureza. Utilizei o conceito de ‘direito’ no sentido de ‘respeito’ e ‘bom senso’, partindo de situações que fazem parte do cotidiano das crianças, estimulando a abordagem dos temas nos ambientes escolar e familiar”, explica a autora. O lançamento será realizado no dia 10 de janeiro de 2010, domingo, às 11h, na livraria Argumento, do Leblon, com a participação do grupo “Os Tapetes Contadores de Histórias”.
A ideia do livro surgiu quando a autora começou a pesquisar sobre a possibilidade de aplicação do princípio da dignidade humana, princípio fundamental no texto da Constituição brasileira (art. 1º. III), à qualidade de vida como um todo (inclusive a não-humana). Foi a partir daí que se criou um Grupo de Pesquisa sobre os Direitos dos Animais e, em parceria com diversas ONGs, já foram realizadas palestras sobre o tema. Mas, por iniciativa própria, Renata Braga Klevenhusen passou a contatar responsáveis por escolas com o interesse de realizar ações diretas para as crianças.
A primeira ação, em maio de 2009, foi realizada com alunos entre 4 e 6 anos da Escola Trilingue, em Chapecó, Santa Catarina. As questões relacionadas ao bem-estar animal, à educação sanitária e a não instrumentalização dos animais foram tratadas no encontro, que ainda contou com jogos participativos e a apresentação de uma nova versão para a música “Atirei o pau no gato”, que passou a ser intitulada “Não atire o pau no gato”.
A segunda e terceira ações, em junho e dezembro de 2009, foram realizadas com alunos da Escola Corcovado, no Rio de Janeiro.
Esses encontros possibilitaram o desenvolvimento do texto do livro “Conhecendo os direitos dos animais”. A Editora UNOESC se interessou na publicação do primeiro volume como parte dos projetos sociais que estava desenvolvendo.
A coleção
A produção bibliográfica da autora sempre foi voltada para estudantes e profissionais da área jurídica. Como o projeto virou um livro, a autora se viu estimulada a trabalhar com outros temas jurídicos voltados para o público infanto-juvenil que serão publicados em 2010. O próximo lançamento será em co-autoria com o Promotor Rodrigo Terra e vai tratar dos “Direitos do Consumidor”. Há previsão dos seguintes temas, dentre outros: “Conhecendo as famílias”; “Conhecendo a Constituição Brasileira”; “Conhecendo os Direitos Humanos”; “Conhecendo os Direitos da Criança e do Adolescente”; “Conhecendo os Direitos dos Idosos”; “Conhecendo o Direito Ambiental”.
“Apresentar o ‘Direito’, sob uma nova roupagem, desde a infância, enfatizando os valores do respeito, da solidariedade, da boa fé, da eticidade, da sociabilidade, dentre outros, contribuirá para que a criança desenvolva o senso da importância da participação individual na construção do bem comum para as presentes e futuras gerações”, sinaliza a autora.
Sobre a autora
Renata Braga Klevenhusen é advogada e professora universitária da disciplina “Bioética e Biodireito” para mestrandos e doutorandos em Direito. É Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina e Mestre em Direito Civil pela UERJ. Toda sua produção bibliográfica foi desenvolvida na área do Biodireito, considerado um novo ramo do Direito que trata das normas jurídicas destinadas a disciplinar os conflitos que surgiram com o progresso técnico-científico da biomedicina e da biotecnologia, envolvendo o direito à vida, à integridade física e à saúde.
Sobre a ilustradora
As ilustrações do livro “Conhecendo os direitos dos animais” são de autoria da chapecoense Marlowa Pompermayer Marin. Artista plástica e ilustradora, Marlowa é associada à Sociedade dos Ilustradores do Brasil – SIB. www.marlowa.com.br .
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Um novo segmento bibliográfico, voltado para o público infanto-juvenil, intitulado “Coleção Conhecendo os direitos”, de autoria da advogada e professora universitária Renata Braga Klevenhusen, chega para conquistar a criançada. A autora inicia a coleção com a publicação do livro “Conhecendo os direitos dos animais”, que pretende alertar as crianças para as noções de seus direitos, deveres e cidadania com os animais e será lançado logo no início de janeiro. O livro realiza um desejo da autora, o de transformar seus leitores em adultos conscientes a partir de mecanismos lúdicos, com linguagem apropriada e ilustrações criadas especialmente para ciência da mensagem.
“A criança é curiosa, reflexiva e dialógica por natureza. Utilizei o conceito de ‘direito’ no sentido de ‘respeito’ e ‘bom senso’, partindo de situações que fazem parte do cotidiano das crianças, estimulando a abordagem dos temas nos ambientes escolar e familiar”, explica a autora. O lançamento será realizado no dia 10 de janeiro de 2010, domingo, às 11h, na livraria Argumento, do Leblon, com a participação do grupo “Os Tapetes Contadores de Histórias”.
A ideia do livro surgiu quando a autora começou a pesquisar sobre a possibilidade de aplicação do princípio da dignidade humana, princípio fundamental no texto da Constituição brasileira (art. 1º. III), à qualidade de vida como um todo (inclusive a não-humana). Foi a partir daí que se criou um Grupo de Pesquisa sobre os Direitos dos Animais e, em parceria com diversas ONGs, já foram realizadas palestras sobre o tema. Mas, por iniciativa própria, Renata Braga Klevenhusen passou a contatar responsáveis por escolas com o interesse de realizar ações diretas para as crianças.
A primeira ação, em maio de 2009, foi realizada com alunos entre 4 e 6 anos da Escola Trilingue, em Chapecó, Santa Catarina. As questões relacionadas ao bem-estar animal, à educação sanitária e a não instrumentalização dos animais foram tratadas no encontro, que ainda contou com jogos participativos e a apresentação de uma nova versão para a música “Atirei o pau no gato”, que passou a ser intitulada “Não atire o pau no gato”.
A segunda e terceira ações, em junho e dezembro de 2009, foram realizadas com alunos da Escola Corcovado, no Rio de Janeiro.
Esses encontros possibilitaram o desenvolvimento do texto do livro “Conhecendo os direitos dos animais”. A Editora UNOESC se interessou na publicação do primeiro volume como parte dos projetos sociais que estava desenvolvendo.
A coleção
A produção bibliográfica da autora sempre foi voltada para estudantes e profissionais da área jurídica. Como o projeto virou um livro, a autora se viu estimulada a trabalhar com outros temas jurídicos voltados para o público infanto-juvenil que serão publicados em 2010. O próximo lançamento será em co-autoria com o Promotor Rodrigo Terra e vai tratar dos “Direitos do Consumidor”. Há previsão dos seguintes temas, dentre outros: “Conhecendo as famílias”; “Conhecendo a Constituição Brasileira”; “Conhecendo os Direitos Humanos”; “Conhecendo os Direitos da Criança e do Adolescente”; “Conhecendo os Direitos dos Idosos”; “Conhecendo o Direito Ambiental”.
“Apresentar o ‘Direito’, sob uma nova roupagem, desde a infância, enfatizando os valores do respeito, da solidariedade, da boa fé, da eticidade, da sociabilidade, dentre outros, contribuirá para que a criança desenvolva o senso da importância da participação individual na construção do bem comum para as presentes e futuras gerações”, sinaliza a autora.
Sobre a autora
Renata Braga Klevenhusen é advogada e professora universitária da disciplina “Bioética e Biodireito” para mestrandos e doutorandos em Direito. É Doutora em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina e Mestre em Direito Civil pela UERJ. Toda sua produção bibliográfica foi desenvolvida na área do Biodireito, considerado um novo ramo do Direito que trata das normas jurídicas destinadas a disciplinar os conflitos que surgiram com o progresso técnico-científico da biomedicina e da biotecnologia, envolvendo o direito à vida, à integridade física e à saúde.
Sobre a ilustradora
As ilustrações do livro “Conhecendo os direitos dos animais” são de autoria da chapecoense Marlowa Pompermayer Marin. Artista plástica e ilustradora, Marlowa é associada à Sociedade dos Ilustradores do Brasil – SIB. www.marlowa.com.br .
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
RECADOS DE ANIMAIS PARA ORKUT - Grátis!
domingo, 3 de janeiro de 2010
HISTÓRIA DE UM CASAL DE ANDORINHAS
Elas anunciam o início e o fim do Verão. Constróem o ninho com lama nos beirais das casas ou no interior de celeiros, barracões ou outros edifícios de quintas.
Chegam por volta de Março /Abril e entre Outubro e Novembro juntam-se em bandos, que podem chegar a centenas de elementos, para rumarem a sul, a fim de passarem o Inverno. A andorinha-das-chaminés distingue-se da andorinha-dos-beirais por apresentar umas grandes guias caudais, umas asas mais angulosas e uma face avermelhada.
A andorinha não pesa mais de 10 a 20 gramas, mas pode percorrer até 10 mil quilômetros numa migração. O macho e a fêmea se ocupam com a construção do ninho, que é feito de pequenos grãos de areia e palha, cimentados com terra argilosa misturado com saliva.
A fêmea põe três a cinco ovos brancos, que são chocados pelos pais durante duas semanas. Os filhotes saem do ninho com cerca de três semanas, mas a família continua unida até que eles sejam completamente independentes.
Veja esta história de um casal de andorinhas:
Aqui sua companheira foi machucada e a condição é fatal
Ela foi pega por um carro enquanto voava baixo em uma rua.
Aqui ele traz comida para ela e a atende com amor e compaixão.
e trouxe comida novamente mas ficou chocado ao encontra-la morta.
Tentou move-la... Um esforço raramente visto entre andorinhas!!
Mas percebe que sua querida esta morta e que nunca mais voltará para ele...
Ele chora tristemente a perda de seu adorado amor...
Permaneceu ao lado dela tristemente em sua morte...
Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais...

Permaneceu ao lado de seu corpo com tristeza
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Chegam por volta de Março /Abril e entre Outubro e Novembro juntam-se em bandos, que podem chegar a centenas de elementos, para rumarem a sul, a fim de passarem o Inverno. A andorinha-das-chaminés distingue-se da andorinha-dos-beirais por apresentar umas grandes guias caudais, umas asas mais angulosas e uma face avermelhada.
A andorinha não pesa mais de 10 a 20 gramas, mas pode percorrer até 10 mil quilômetros numa migração. O macho e a fêmea se ocupam com a construção do ninho, que é feito de pequenos grãos de areia e palha, cimentados com terra argilosa misturado com saliva.
A fêmea põe três a cinco ovos brancos, que são chocados pelos pais durante duas semanas. Os filhotes saem do ninho com cerca de três semanas, mas a família continua unida até que eles sejam completamente independentes.
Veja esta história de um casal de andorinhas:

Ela foi pega por um carro enquanto voava baixo em uma rua.

Tentou move-la... Um esforço raramente visto entre andorinhas!!
Mas percebe que sua querida esta morta e que nunca mais voltará para ele...
Ele chora tristemente a perda de seu adorado amor...
Permaneceu ao lado dela tristemente em sua morte...
Finalmente consciente de que ela não retornaria jamais...


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GESTAÇÃO DE ELEFANTE
A gestação de uma eloá ou elefanta pode durar até 22 meses. Quando os filhotes nascem, pesam 100 quilos e tem 1m de altura, quando adultos, podem chegar a 7 toneladas. A vida de um elefante pode durar até 120 anos se não sofrer a interferência do homem.
Sua alimentação consiste de ervas, folhas e água. Seus únicos dentes são as presas de marfim. Com elas, o elefante pode separar seus alimentos antes de introduzi-los à boca pela tromba.
Vivem em manadas de até 30 membros, que são orientados por uma líder fêmea adulta e que geralmente é composto por ela, seus filhotes e aparentados.
No seu habitat natural, quando sentem que estão para morrer, procuram um lugar em comum onde encerram a sua vida. Vários pesquisadores, presenciaram as manadas passando por estes locais e tocando as ossadas com as trombas, como se estivessem reverenciando seus antepassados.
Estudos genéticos levaram os pesquisadores a considerar que, o elefante-africano do gênero Loxodonta, contitui três espécies: o elefante-da-savana (Loxodonta africana), o elefante-da-floresta (Loxodonta cyclotis) e uma outra espécie já extinta, o elefante-adaurora precursora do elefante-da-savana. O elefante-africano (Loxodonta africana) é o maior mamífero terrestre, podendo pesar 8 toneladas e medir 5 metros de comprimento, com 4 metros de altura, no caso do macho. A fêmea é bem menor, mede cerca de 3,5 metros de comprimento, tem cerca de 3,2 metros de altura e pesa aproximadamente 3,6 toneladas. A tromba do elefante é a estrutura que mais se destaca em sua anatomia externa e conta com (segundo alguns pesquisadores) cerca de 300 mil músculos, divididos em cinco grupos musculares. Ela representa uma modificação do lábio superior e do nariz e tem uma sensibilidade 10.000 vezes maior que um dedo humano.
Por que são as fêmeas que lideram o bando?
Geralmente, os machos ao completarem aproximadamente 30 anos, iniciam o processo natural de maturidade sexual, devido as altas taxas de hormônio masculino em seus corpos. A TESTOSTERONA aumenta durante 30 dias no ano, causando-lhes um odor característico e atraente para as fêmeas (nós humanos, não conseguimos nem chegar perto, tamanho é o odor terrível). Já para as fêmeas, o macho mais fético é aquele que representa mais força e saúde física e que pode lhe garantir filhotes mais fortes. Quando elas entram no cio, transmitem ruídos em baixa frequencia e que os machos captam pelas vibrações no solo, através de terminações nervosas que possuem em seus pés.
Após a cópula o macho abandona a fêmea deixando o caminho livre para outros machos. Uma fêmea, em geral, acasala 5 vezes para que ocorra a fecundação. Na hora do parto, quando estão em manada as outras fêmeas do bando auxiliam.
Quando sozinhas, a natureza se encarrega de ensinar como agir. Assista este vídeo em que uma eloá dá a luz a um filhote e se desespera quando percebe que ele não está reagindo bem e que poderá perdê-lo:
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Diferenças entre o elefante africano e o asiático
As únicas duas espécies de elefante que sobrevivem na atualidade se diferenciam com facilidade pelo tamanho de suas orelhas: pequenas, no elefante asiático, e muito grandes no elefante africano, mais corpulento (podem medir 1,5 m de comprimento). A tromba preênsil da espécie asiática termina num só lóbulo, enquanto que na africana existem dois lóbulos. As figuras representadas no esquema abaixo correspondem a elefantes machos e, portanto, não se observa a ausência de presas característica da fêmea do elefante asiático, já no elefante africano os dois sexos têm presas. O elefante asiático tem a frente convexa, o lombo arqueado. As duas espécies têm cinco unhas nas patas dianteiras, mas nas traseiras o elefante africano tem três e o asiático, quatro.
Aprendizagem (atuação dos elefantes)
Aprendizagem (atuação dos elefantes)
Muitos fatores externos e internos influenciam na aprendizagem, e o indivíduo precisa ter um aparelho chamado "cérebro" para aprender. Está fora de dúvida que o tamanho do cérebro é um fator decisivo na capacidade de aprender. Mas não é apenas o volume total do cérebro que importa, mas sobretudo o do córtex. A quantidade e o tamanho das células nervosas também são importantes.
Um elefante possui um cérebro de 6 kg, e estudiosos observaram que os elefantes (na Índia - onde executam tarefas úteis ao homem), se comportavam como se "soubessem" o que deviam fazer. Esses animais conheciam cerca de 24 comandos para o trabalho, mas, com um mínimo de ordens, puxavam e empurravam toras de madeira, colocando-as num caminhão.
Em testes realizados com elefantes, o animal aprendeu todas as respostas corretas, em troca de recompensa. Em todos os testes, o animal revelou também sua proverbial memória: um ano depois, lembra-se mais de 70 % do que aprendera.
Pré-História
Entre os representantes primitivos dos elefantes, estão os mamutes e os mastodontes - elefantes da Era Glacial. Dos mastodontes havia vários tipos: alguns tinham quatro presas, um par no maxilar superior e outro par no maxilar inferior. Mamute significa em língua tártara, "filho da terra". A explicação para esse nome está no fato de que os nativos da Ásia setentrional encontraram tantos desses animais sepultos na terra e no gelo que acreditaram que eles haviam sido gerados pela própria terra.
Elefante africano
◦Família - Elephantidae:
◦Nome Científico - Loxodonta africana;
◦Peso - de 4 a 6 toneladas;
◦Altura - 5 a 7 metros;
◦Alimentação - (Herbívoro) capim, folhas secas, cascas de árvores e raízes;
◦Tempo de Gestação - 22 meses;
◦Habitat - Florestas tropicais e Savanas;
◦Características - É o maior dos mamíferos terrestres dos tempos modernos. Tanto os machos assim como as fêmeas possuem no maxilar superior dois dentes incisivos (presas) prolongados. Com eles, os elefantes se defendem e procuram alimentos e sais minerais. Os machos são maiores que as fêmeas e possuem também os incisivos mais potentes. A pele é quase nua e a pequena cauda termina numa mecha.
Elefante asiático
◦Família - Primelephas;
◦Nome Científico - Elephas maximus;
◦Peso - de 3 a 5 toneladas;
◦Altura - 2,40 a 3 metros;
◦Alimentação - Folhagens, ervas, bolbos, frutos;
◦Tempo de Gestação - 22 meses. Nasce uma cria, por vezes, ajudada por outras fêmeas;
◦Habitat - Florestas;
◦Características - São utilizados como animais de carga há séculos. Muito agressivos na época de acasalamento, devido aos altos níveis de hormônios masculinos. Os Elefantes Asiáticos são menores que os africanos, tem orelhas menores e apresentam duas protuberâncias abobadadas em cima dos olhos. Em geral as "presas" são menores.
Classificação científica
Família dos Elefantídeos, ordem dos Proboscídeos.
O elefante asiático é classificado como Elephas maximus e o africano, como Loxodonta africana
Um elefante possui um cérebro de 6 kg, e estudiosos observaram que os elefantes (na Índia - onde executam tarefas úteis ao homem), se comportavam como se "soubessem" o que deviam fazer. Esses animais conheciam cerca de 24 comandos para o trabalho, mas, com um mínimo de ordens, puxavam e empurravam toras de madeira, colocando-as num caminhão.
Em testes realizados com elefantes, o animal aprendeu todas as respostas corretas, em troca de recompensa. Em todos os testes, o animal revelou também sua proverbial memória: um ano depois, lembra-se mais de 70 % do que aprendera.
Pré-História
Entre os representantes primitivos dos elefantes, estão os mamutes e os mastodontes - elefantes da Era Glacial. Dos mastodontes havia vários tipos: alguns tinham quatro presas, um par no maxilar superior e outro par no maxilar inferior. Mamute significa em língua tártara, "filho da terra". A explicação para esse nome está no fato de que os nativos da Ásia setentrional encontraram tantos desses animais sepultos na terra e no gelo que acreditaram que eles haviam sido gerados pela própria terra.
Elefante africano
◦Família - Elephantidae:
◦Nome Científico - Loxodonta africana;
◦Peso - de 4 a 6 toneladas;
◦Altura - 5 a 7 metros;
◦Alimentação - (Herbívoro) capim, folhas secas, cascas de árvores e raízes;
◦Tempo de Gestação - 22 meses;
◦Habitat - Florestas tropicais e Savanas;
◦Características - É o maior dos mamíferos terrestres dos tempos modernos. Tanto os machos assim como as fêmeas possuem no maxilar superior dois dentes incisivos (presas) prolongados. Com eles, os elefantes se defendem e procuram alimentos e sais minerais. Os machos são maiores que as fêmeas e possuem também os incisivos mais potentes. A pele é quase nua e a pequena cauda termina numa mecha.
Elefante asiático
◦Família - Primelephas;
◦Nome Científico - Elephas maximus;
◦Peso - de 3 a 5 toneladas;
◦Altura - 2,40 a 3 metros;
◦Alimentação - Folhagens, ervas, bolbos, frutos;
◦Tempo de Gestação - 22 meses. Nasce uma cria, por vezes, ajudada por outras fêmeas;
◦Habitat - Florestas;
◦Características - São utilizados como animais de carga há séculos. Muito agressivos na época de acasalamento, devido aos altos níveis de hormônios masculinos. Os Elefantes Asiáticos são menores que os africanos, tem orelhas menores e apresentam duas protuberâncias abobadadas em cima dos olhos. Em geral as "presas" são menores.
Classificação científica
Família dos Elefantídeos, ordem dos Proboscídeos.
O elefante asiático é classificado como Elephas maximus e o africano, como Loxodonta africana
Classificação científica:
Reino: Animalia.
Filo: Chordata.
Classe: Mammalia.
Ordem: Proboscidea.
Família: Elephantidae.
Gênero: Loxodonta.
Espécie: Loxodonta africana e Loxodonta cyclotis
Reino: Animalia.
Filo: Chordata.
Classe: Mammalia.
Ordem: Proboscidea.
Família: Elephantidae.
Gênero: Loxodonta.
Espécie: Loxodonta africana e Loxodonta cyclotis
Fonte de Pesquisa: Wikimedia, Curiosidades do Mundo Animal,
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
MAMÃE CHIMPANZÉ
Enquanto os que se dizem "seres humanos" atiram seus filhos pela janela, como aconteceu com a pequena Isabella Nardoni, ou enchem um corpinho pequeno de agulhas como o caso do garotinho de 2 anos que está sendo operado neste exato momento, os que são chamados de "animais irracionais" cuidam dos seus filhotes e até daqueles que não são seus, mas encontram-se indefesos, com amor e carinho. As fotos falam por si:


ACONTECEU EM CRICIUMA - SC
"Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar e sem defesa alguma, te encontrarás contigo mesmo, e esta, somente esta, poderá ser a mais feliz ou a mais amarga de tuas horas" Pablo Neruda
domingo, 13 de dezembro de 2009
Alto índice de chuvas aumenta o risco de contaminação por leptospirose em animais de estimação
Cuidados como vacinar os cães podem evitar a proliferação da doença transmitida – entre outros – por meio da urina de ratos, que se mistura às águas de alagamentos e enchentes
Grave doença infecciosa, a Leptospirose é causada por uma bactéria chamada leptospira interrogans que contamina a maioria dos animais selvagens e domésticos e também aos humanos. Transmitida principalmente pelo contato com a urina dos ratos que se mistura à água, ao solo e até mesmo aos alimentos, a enfermidade tem o índice de casos aumentados no período de maior incidência chuvosa, enchentes e alagamentos. “Este período de chuvas pode elevar o número de casos da doença porque a leptospira, que é eliminada na urina dos animais doentes ou portadores, é bastante sensível ao sol e ambiente seco, mas sobrevive em ambientes úmidos e sem sol”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care (SP), o médico veterinário Marcelo Quinzani. “Deste modo a água das chuvas ajuda na disseminação da bactéria que, quando entra em contato com mucosa ou pele com ferimentos, passa a contaminar um novo indivíduo”.
De acordo com a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo, só na capital paulista ocorreram pelo menos 127 casos da doença no ano de 2008, entre eles, foram registradas 23 mortes. Apesar de não fazerem parte das estatísticas, os animais de companhia podem ser afetados pela doença e ainda se transmiti-la. “Os roedores são reservatório da doença, ou seja, possuem a leptospira, mas não ficam doentes. Eles se alimentam de restos de comida, rações ou mesmo de fezes de animais e podem deixar sua urina nestes locais favorecendo a contaminação dos animais de companhia”, alerta Quinzani. “O animal doente também passa a eliminar a bactéria pela urina. Assim, o contato com essa urina, água contaminada, utensílios contaminados ou sangue do animal doente pode transmitir a doença a humanos e a outros cães.”
O médico veterinário explica ainda que os primeiros sintomas da doença são: febre, depressão, perda do apetite, vômito, desidratação, mucosas congestas, icterícia, urina escura e dor renal ou muscular, esses dois últimos podem ser notados nos animais através da mudança de comportamento. “Na evolução da doença, observa-se insuficiência renal, insuficiência hepática, hemorragias, lesões na pele e hematomas pelo corpo, úlceras na boca e língua e, em casos raros, necrose na ponta da língua. Ocasionalmente observa-se aborto, meningite e a inflamação intra-ocular comprometendo total ou parcialmente a íris”, completa. Ao notar estes sintomas em cães e gatos, mesmo que eles não tenham tido contato com água de alagamento ou enchentes, é preciso procurar imediatamente um médico veterinário e isolar outros animais da casa. “Se o animal realmente estiver doente e não receber o tratamento adequado certamente virá á óbito”, diz. “Em caso de confirmação da doença, a família deve também procurar orientação com um infectologista sobre os cuidados e exames necessários para as pessoas que tiveram contato com esse animal.”
Para o diretor clínico do Pet Care as medidas preventivas são simples e incluem cuidados com a saúde, alimentação e com o ambiente em que o animal vive. A imunização anual ou semestral dos cães está no topo da lista de providencias a serem tomadas. “O mercado disponibiliza várias opções de vacina que incluem a proteção contra a doença, elas são conhecidas normalmente como V8 e V10. Além da Leptospirose, a primeira vacina previne a Cinomose, Hepatite infecciosa, Adenovirus 2, Parainfluenza, Parvovirose e Coronavirose e a segunda possui antígenos contra mais dois tipos de Leptospirose”, esclarece. “Alimentar o animal em horários determinados, não deixando a ração à vontade e retirando os restos depois que o animal terminar a refeição é outra dica importante, pois os restos de alimento atraem os roedores.” Lavar o ambiente dos cães com cloro; evitar acúmulo de lixo e restos de comida que atraem os roedores; não permitir o acúmulo de água parada ou ambientes úmidos e fechar buracos entre telhas e rodapés também são atitudes que auxiliam no controle de roedores.
Medicina Veterinária especializada
Fundado em 1990, o Hospital Veterinário Pet Care está situado no bairro do Morumbi, em São Paulo, funciona 24h e oferece a mais completa estrutura de atendimento clínico e cirúrgico, apoiado por diversos exames diagnósticos. Capitaneado por uma equipe clínica de inquestionável formação técnica – movida pela paixão aos animais de estimação – o Pet Care reúne serviços convencionais como consultas, vacinação, banho e tosa e pet shop, e especialidades como: acupuntura, fisioterapia, cardiologia, ortopedia, dermatologia odontologia, cirurgias, oncologia e homeopatia entre outras, para cães e gatos.
Serviço:
Hospital Veterinário Pet Care - 24h
Avenida Giovanni Gronchi, 3001 – Morumbi – São Paulo/SP
11 3743-2142
www.petcare.com.br
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Grave doença infecciosa, a Leptospirose é causada por uma bactéria chamada leptospira interrogans que contamina a maioria dos animais selvagens e domésticos e também aos humanos. Transmitida principalmente pelo contato com a urina dos ratos que se mistura à água, ao solo e até mesmo aos alimentos, a enfermidade tem o índice de casos aumentados no período de maior incidência chuvosa, enchentes e alagamentos. “Este período de chuvas pode elevar o número de casos da doença porque a leptospira, que é eliminada na urina dos animais doentes ou portadores, é bastante sensível ao sol e ambiente seco, mas sobrevive em ambientes úmidos e sem sol”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care (SP), o médico veterinário Marcelo Quinzani. “Deste modo a água das chuvas ajuda na disseminação da bactéria que, quando entra em contato com mucosa ou pele com ferimentos, passa a contaminar um novo indivíduo”.
De acordo com a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo, só na capital paulista ocorreram pelo menos 127 casos da doença no ano de 2008, entre eles, foram registradas 23 mortes. Apesar de não fazerem parte das estatísticas, os animais de companhia podem ser afetados pela doença e ainda se transmiti-la. “Os roedores são reservatório da doença, ou seja, possuem a leptospira, mas não ficam doentes. Eles se alimentam de restos de comida, rações ou mesmo de fezes de animais e podem deixar sua urina nestes locais favorecendo a contaminação dos animais de companhia”, alerta Quinzani. “O animal doente também passa a eliminar a bactéria pela urina. Assim, o contato com essa urina, água contaminada, utensílios contaminados ou sangue do animal doente pode transmitir a doença a humanos e a outros cães.”
O médico veterinário explica ainda que os primeiros sintomas da doença são: febre, depressão, perda do apetite, vômito, desidratação, mucosas congestas, icterícia, urina escura e dor renal ou muscular, esses dois últimos podem ser notados nos animais através da mudança de comportamento. “Na evolução da doença, observa-se insuficiência renal, insuficiência hepática, hemorragias, lesões na pele e hematomas pelo corpo, úlceras na boca e língua e, em casos raros, necrose na ponta da língua. Ocasionalmente observa-se aborto, meningite e a inflamação intra-ocular comprometendo total ou parcialmente a íris”, completa. Ao notar estes sintomas em cães e gatos, mesmo que eles não tenham tido contato com água de alagamento ou enchentes, é preciso procurar imediatamente um médico veterinário e isolar outros animais da casa. “Se o animal realmente estiver doente e não receber o tratamento adequado certamente virá á óbito”, diz. “Em caso de confirmação da doença, a família deve também procurar orientação com um infectologista sobre os cuidados e exames necessários para as pessoas que tiveram contato com esse animal.”
Para o diretor clínico do Pet Care as medidas preventivas são simples e incluem cuidados com a saúde, alimentação e com o ambiente em que o animal vive. A imunização anual ou semestral dos cães está no topo da lista de providencias a serem tomadas. “O mercado disponibiliza várias opções de vacina que incluem a proteção contra a doença, elas são conhecidas normalmente como V8 e V10. Além da Leptospirose, a primeira vacina previne a Cinomose, Hepatite infecciosa, Adenovirus 2, Parainfluenza, Parvovirose e Coronavirose e a segunda possui antígenos contra mais dois tipos de Leptospirose”, esclarece. “Alimentar o animal em horários determinados, não deixando a ração à vontade e retirando os restos depois que o animal terminar a refeição é outra dica importante, pois os restos de alimento atraem os roedores.” Lavar o ambiente dos cães com cloro; evitar acúmulo de lixo e restos de comida que atraem os roedores; não permitir o acúmulo de água parada ou ambientes úmidos e fechar buracos entre telhas e rodapés também são atitudes que auxiliam no controle de roedores.
Medicina Veterinária especializada
Fundado em 1990, o Hospital Veterinário Pet Care está situado no bairro do Morumbi, em São Paulo, funciona 24h e oferece a mais completa estrutura de atendimento clínico e cirúrgico, apoiado por diversos exames diagnósticos. Capitaneado por uma equipe clínica de inquestionável formação técnica – movida pela paixão aos animais de estimação – o Pet Care reúne serviços convencionais como consultas, vacinação, banho e tosa e pet shop, e especialidades como: acupuntura, fisioterapia, cardiologia, ortopedia, dermatologia odontologia, cirurgias, oncologia e homeopatia entre outras, para cães e gatos.
Serviço:
Hospital Veterinário Pet Care - 24h
Avenida Giovanni Gronchi, 3001 – Morumbi – São Paulo/SP
11 3743-2142
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A BELA AMIZADE ENTRE UM MACACO E UM CÃO
AMIGOS PARA SEMPRE ...
Depois de perder os pais, este orangotango de três anos de idade estava tão deprimido que se recusava a comer e não respondia muito bem aos tratamentos e remédios.
Os veterinários achavam que ele iria se entregar à morte.
O velho cão foi encontrado perdido nos arredores do zoológico, e quando levado para dentro da sala de tratamento, encontrou o orangotango e os dois se tornaram amigos inseparáveis, desde então.
O orangotango encontrou uma nova razão para viver e se esforça ao máximo para fazer seu novo amigo acompanhá-lo em suas atividades.
Eles vivem no norte da Califórnia e a natação é o esporte favorito de ambos, embora Roscoe o (orangotango) ainda tenha um pouco de medo da água e precise da ajuda do amigo para atravessar a nado.
Eles passam o tempo todo juntos e podemos ver, pelos sorrisos e risadas, o quanto são felizes.
Juntos descobriram o lado engraçado da vida e o valor da amizade.
Encontraram mais do que um ombro amigo para debruçar.
E viva a AMIZADE!







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Depois de perder os pais, este orangotango de três anos de idade estava tão deprimido que se recusava a comer e não respondia muito bem aos tratamentos e remédios.
Os veterinários achavam que ele iria se entregar à morte.
O velho cão foi encontrado perdido nos arredores do zoológico, e quando levado para dentro da sala de tratamento, encontrou o orangotango e os dois se tornaram amigos inseparáveis, desde então.
O orangotango encontrou uma nova razão para viver e se esforça ao máximo para fazer seu novo amigo acompanhá-lo em suas atividades.
Eles vivem no norte da Califórnia e a natação é o esporte favorito de ambos, embora Roscoe o (orangotango) ainda tenha um pouco de medo da água e precise da ajuda do amigo para atravessar a nado.
Eles passam o tempo todo juntos e podemos ver, pelos sorrisos e risadas, o quanto são felizes.
Juntos descobriram o lado engraçado da vida e o valor da amizade.
Encontraram mais do que um ombro amigo para debruçar.
E viva a AMIZADE!







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domingo, 25 de outubro de 2009
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA CURSOS NA ÁREA DE BIOLOGIA

O Acqua Mundo, maior aquário da América do Sul, desenvolve, durante janeiro de 2010, três cursos direcionados a ecologia e vida marinha. As oportunidades são para estudantes e profissionais de Biologia e também para interessados em ações ambientais.
No primeiro curso "Educação Ambiental", que acontece de 11 a 16 de janeiro, os participantes têm a oportunidade de acompanhar e praticar as atividades desenvolvidas pelo setor de Educação Ambiental do aquário, assim como interagir com o público visitante. São oferecidas cinco vagas.
Já de 18 a 22, acontece o "Manejo de animais em cativeiro", para estudantes ou profissionais da área de Biologia. Na ocasião, por meio de aulas práticas e teóricas, será possível entender o funcionamento dos diversos subsetores do manejo, como limpeza de recintos, alimentação, prevenção e doenças mais freqüentes, entre outras atividades. O aquário disponibiliza quatro vagas.
Encerrando as atividades, de 25 a 27, o evento será sobre "Comportamento Animal". Direcionado ao público universitário em geral, os estudantes entram em contato com as técnicas empregadas para a observação de animais em cativeiro e a importância do enriquecimento ambiental. Grupo formado com no mínimo 15 alunos.
Todos os cursos são desenvolvidos em período integral. O aquário não possui alojamento.
Informações sobre taxas de inscrições podem ser obtidas pelo telefone 3398-3007, ou pelos e-mails: rossana@acquamundo.com.br ou silvia@acquamundo.com.br.
O endereço do Acqua Mundo é Avenida Miguel Estéfno, 2001, Praia da Enseada - Guarujá. Telefone (13) 3398.3000. Os ingressos custam R$ 20,00 para adultos e R$ 12,00 para idosos acima de 60 anos e crianças de 2 a 12 anos. Confira a promoção do mês. Horário de funcionamento em outubro: -Segunda-feira: fechado. De terça a sexta das 10h às 18h. Sábado das 10h às 22h. Domingo das 10 às 20h. Exceções: Dias 23 e 30 das 10h às 19h. Visite nosso site http://www.acquamundo.com.br/
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Produtos e preços sujeitos à alteração de acordo com disponibilidade no estoque
No primeiro curso "Educação Ambiental", que acontece de 11 a 16 de janeiro, os participantes têm a oportunidade de acompanhar e praticar as atividades desenvolvidas pelo setor de Educação Ambiental do aquário, assim como interagir com o público visitante. São oferecidas cinco vagas.
Já de 18 a 22, acontece o "Manejo de animais em cativeiro", para estudantes ou profissionais da área de Biologia. Na ocasião, por meio de aulas práticas e teóricas, será possível entender o funcionamento dos diversos subsetores do manejo, como limpeza de recintos, alimentação, prevenção e doenças mais freqüentes, entre outras atividades. O aquário disponibiliza quatro vagas.
Encerrando as atividades, de 25 a 27, o evento será sobre "Comportamento Animal". Direcionado ao público universitário em geral, os estudantes entram em contato com as técnicas empregadas para a observação de animais em cativeiro e a importância do enriquecimento ambiental. Grupo formado com no mínimo 15 alunos.
Todos os cursos são desenvolvidos em período integral. O aquário não possui alojamento.
Informações sobre taxas de inscrições podem ser obtidas pelo telefone 3398-3007, ou pelos e-mails: rossana@acquamundo.com.br ou silvia@acquamundo.com.br.
O endereço do Acqua Mundo é Avenida Miguel Estéfno, 2001, Praia da Enseada - Guarujá. Telefone (13) 3398.3000. Os ingressos custam R$ 20,00 para adultos e R$ 12,00 para idosos acima de 60 anos e crianças de 2 a 12 anos. Confira a promoção do mês. Horário de funcionamento em outubro: -Segunda-feira: fechado. De terça a sexta das 10h às 18h. Sábado das 10h às 22h. Domingo das 10 às 20h. Exceções: Dias 23 e 30 das 10h às 19h. Visite nosso site http://www.acquamundo.com.br/
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ONU premiará quem fizer o melhor vídeo sobre preservação do meio ambiente
O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente? Esta é a pergunta que as Nações Unidas estão colocando a todos os brasileiros através da campanha ONU Verde, que será lançada no 64º aniversário da Organização, festejado mundialmente em 24 de outubro 2009. A campanha conta com o apoio da TIM, que enviará cerca de oito milhões de SMS convidando seus assinantes a participar e também com o apoio da MTV Pública que divulgará a iniciativa e veiculará os cinco vídeos mais criativos.
Todos aqueles que quiserem participar, deverão responder a pergunta “O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente?” através do envio de até três fotos – tiradas com celular – ou um pequeno filme de até 30 segundos, também realizado com celular, acompanhados por um relato da ação proposta, com até 100 palavras. Estes materiais serão publicados pelo próprio participante no site http://www.onuverde.org.br/. Depois de enviar suas sugestões, o participante receberá um certificado online, da ONU, com a frase: “Eu faço minha parte”.
A campanha ficará no ar até 1º de junho de 2010, quando um Comitê de Seleção - composto por cinco representantes das agências e programas do Sistema ONU no Brasil - escolherá as 10 fotos e os cinco melhores vídeos que melhor traduzam o tema da campanha. O resultado estará disponível neste site a partir do dia 5 de junho 2010.
As fotografias selecionadas serão amplamente divulgadas pela rede de comunicação das Nações Unidas no Brasil e no exterior e os cinco vídeos vencedores serão veiculados pela MTV Pública no Dia Mundial do Meio Ambiente de 2010 (5 de junho).
Outras informações sobre a campanha, o regulamento, e detalhes sobre inscrição podem ser obtidos no site http://www.onuverde.org.br/
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Todos aqueles que quiserem participar, deverão responder a pergunta “O que você está fazendo para cuidar do meio ambiente?” através do envio de até três fotos – tiradas com celular – ou um pequeno filme de até 30 segundos, também realizado com celular, acompanhados por um relato da ação proposta, com até 100 palavras. Estes materiais serão publicados pelo próprio participante no site http://www.onuverde.org.br/. Depois de enviar suas sugestões, o participante receberá um certificado online, da ONU, com a frase: “Eu faço minha parte”.
A campanha ficará no ar até 1º de junho de 2010, quando um Comitê de Seleção - composto por cinco representantes das agências e programas do Sistema ONU no Brasil - escolherá as 10 fotos e os cinco melhores vídeos que melhor traduzam o tema da campanha. O resultado estará disponível neste site a partir do dia 5 de junho 2010.
As fotografias selecionadas serão amplamente divulgadas pela rede de comunicação das Nações Unidas no Brasil e no exterior e os cinco vídeos vencedores serão veiculados pela MTV Pública no Dia Mundial do Meio Ambiente de 2010 (5 de junho).
Outras informações sobre a campanha, o regulamento, e detalhes sobre inscrição podem ser obtidos no site http://www.onuverde.org.br/
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