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quinta-feira, 30 de junho de 2022

Mitos e verdades sobre doenças respiratórias e articulares em pets

Com a queda nas temperaturas, aumentam os riscos de doenças respiratórias e pioram quadros de doenças já existentes




Assim como os humanos, cães e gatos também têm a saúde afetada pelas temperaturas mais baixas. Por isso, as dicas sobre uso de roupinhas, caminhas e casinhas mais quentes e protegidas e cuidados com banho e tosa são indispensáveis, afinal ninguém quer ver seu animalzinho adoecer. No entanto, algumas dúvidas frequentes podem prejudicar a saúde e o tratamento adequado dos pets.

A médica veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade, esclarece alguns mitos e verdades sobre os cuidados com os pets no inverno:

Os cães só contraem a gripe canina no inverno - MITO

A traqueobronquite infecciosa, popularmente conhecida como gripe canina, é causada pela bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza A. Os sinais clínicos nos cães são muito parecidos com as manifestações em humanos: tosse, espirros, febre, secreção nasal e olhos lacrimejantes. Engasgos também podem ocorrer, deixando os cães bastante desconfortáveis. Já os gatos podem ser acometidos pela rinotraqueíte felina, com sintomas semelhantes e causada pelo Herpesvírus felino tipo 1 ou FeHV-1.

“Por se tratarem de doenças virais, são autolimitantes, porém contagiosas e podem passar de um animal para o outro por gotículas de ar ou restos de secreções no solo, em comedouros e bebedouros. Por isso, a prevenção e a alta imunidade são determinantes”, explica a veterinária. Clima frio, períodos chuvosos e mudanças bruscas de temperaturas afetam diretamente as defesas do organismo dos animais, por isso os riscos de contrair a traqueobronquite infecciosa e a rinotraqueíte felina tendem a ser maiores nesses períodos, mas o risco, na verdade, está presente em qualquer estação.

A melhor forma de prevenção é a vacinação, que deve ser feita anualmente, além da qualidade dos cuidados rotineiros, respeitando a idade e a condição de saúde de cada animal.

Doenças articulares pioram no inverno – VERDADE


Com o frio, o organismo dos animais faz a vasoconstrição (redução do tamanho do vaso sanguíneo) aumentando a densidade e o acúmulo de líquido nas articulações, reduzindo a circulação de oxigênio pelos tecidos e aumentando a produção de ácido lático no corpo. Tudo isso gera ainda mais dor em animais com fraturas ou que tenham quadros de artrites, artroses ou alguma doença osteoarticular crônica, mais comuns em animais idosos e de grande porte.

A veterinária orienta manter os animais em ambientes aquecidos, evitar caminhadas em pisos escorregadios ou instáveis e ficar atento ao peso dos pets. “Animais com sobrepeso têm mais tendência a doenças articulares por causa da sobrecarga articular, principalmente nos joelhos e cotovelos. Já quando os animais escorregam ao se levantar e enquanto caminham ou correm, as articulações sofrem ainda mais”, explica. O acompanhamento veterinário e o tratamento contínuo são fundamentais para animais com quadros de doenças articulares. Já a prevenção e a complementação do tratamento com suplementos podem fazer uma grande diferença: “O uso do UC-II, ou colágeno tipo dois, é indicado para os animais com doenças articulares, pois desacelera a destruição articular e reduz os quadros de inflamação”, comenta Farah.

Vitaminas e suplementos ajudam a prevenir doenças de inverno – VERDADE


Vitaminas e nutracêuticos colaboram muito para a imunidade dos pets e atuam como antioxidantes, o que ajuda a evitar enfermidades e a melhorar quadros já instalados de doenças infecciosas e processos inflamatórios.

Além do UC-II, outro nutracêutico que se destaca no tratamento de doenças articulares é o açafrão-da-terra, ou cúrcuma, por ter propriedade anti-inflamatória, que reduz a dor causada pela artrite e estimula a imunidade. Já a condroitina protege a cartilagem e a glucosamina tem o poder de fortalecer o tecido cartilaginoso lesado.

A tão conhecida Vitamina D também colabora com a imunidade dos cães e gatos e as betaglucanas têm efeito anti-inflamatório, imunomodulador e antioxidante no organismo dos pets. A veterinária lembra que, apesar de serem suplementos naturais, nutracêuticos e vitaminas devem ser prescritos pelo médico veterinário, pois somente esse profissional poderá indicar a dosagem e a posologia adequadas a cada animal.

A pele dos animais não precisa de cuidados extras no inverno – MITO


Apesar da proteção da pelagem, a pele dos pets sofre com as temperaturas extremas, clima seco ou úmido demais e a agressão causada pela água quente dos banhos. Além disso, o uso de roupinhas, embora proteja os animais do frio, pode causar danos à pele caso não seja feita a troca periódica para evitar o acúmulo de sujeiras, pelos embolados e umidade. Pets com pele sensível e atópicos, também acabam sofrendo mais nesse período.

A indicação é investir em shampoo, condicionador, leave-in e banho seco com ativos hidratantes. A administração de ômega 3 e uso de shampoos medicamentosos com bases emolientes também podem ser receitados pelo veterinário. “Ao retornar dos passeios sempre é indicado higienizar as patas com produtos próprios para pets, como lenços umedecidos que possuam ação protetora para a pele. A aplicação diária de hidratante de patinhas também vai proteger a pele dos coxins, focinhos e cotovelos de ressecamento e fissuras”, esclarece Farah.

Medicamentos que combatem os sintomas da gripe em humanos podem ser administrados nos pets – MITO


Neste quesito a especialista faz um importante alerta: “Nunca medique seu animal de estimação sem consultar um veterinário. O organismo de cães e gatos responde de maneira totalmente diferente: remédios para humanos, podem causar sérios danos e até levar animais a óbito”. O ácido acetilsalicílico, por exemplo, que é facilmente metabolizado pelo organismo humano, pode causar falência hepática em felinos e gastroenterite hemorrágica em cães. Cães e gatos também não possuem enzimas necessárias para metabolizar o ibuprofeno, o que pode causar úlceras, danos nos rins e ser fatal, dependendo da dosagem e sensibilidade do animal.

A lista de medicamentos proibidos é extensa, por isso, a consulta veterinária é fundamental. “Além das particularidades do organismo dos pets, o médico veterinário geralmente já conhece o histórico do paciente e vai receitar o tratamento mais adequado ao seu quadro de saúde, com a dosagem específica para a espécie e o peso do animalzinho”, reforça Farah.

Outro ponto importante é a adesão do animal ao tratamento. Nem sempre o pet aceita o medicamento com facilidade por não estar acostumado ou pelo mal-estar causado pela doença, o que pode causar estresse e também comprometer os resultados, caso o bichinho não faça a ingestão correta do medicamento. A manipulação de medicamentos veterinários com sabores e formas farmacêuticas diferenciadas é uma alternativa para tornar o tratamento mais agradável e prazeroso para o pet. “Um medicamento em forma de molho sabor frango, por exemplo, vai estimular o pet e melhorar a adesão ao tratamento”, comenta a veterinária.


Sobre a DrogaVET


A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 60 unidades nas principais cidades brasileiras, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários.

Mais informações estão disponíveis no site: www.amoranimalcaramelo.com.br.


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Eis aqui uma solução prática para cuidar bem do seu amor!



quarta-feira, 29 de junho de 2022

Inteligência artificial e acessórios com LED: tecnologia invade mundo pet


Com tutores cada vez mais conectados, empresas apostam em soluções inovadoras para bem-estar de animais de estimação



A pandemia estimulou a chegada ao mercado de novas empresas focadas em soluções inovadoras. De acordo com a Associação Brasileira de Startups, em 2021, foram abertas mais de 1.400 empresas desse tipo com investimento recorde na casa dos US$ 10 bilhões. Muitas nasceram focadas no mercado pet, que no mesmo período faturou R$ 51,7 bilhões, conforme levantamento do Instituto Pet Brasil.

Os novos produtos e serviços disponibilizados no mercado precisam atender ao comportamento do público, cada vez mais conectado. De acordo com a empresa de pesquisas GfK, 71% dos lares estavam conectados em 2019. Em 2020, o número saltou para 83%. Por isso, consagram-se no mercado as empresas que têm a tecnologia em seu DNA.

É o caso da Pinn Pet, que lançará na PET South America 2022, realizada de 17 a 19 de agosto, o Assistente de Comportamento e Saúde. O aplicativo permite que os tutores relatem diariamente o estado de saúde e os hábitos de seus animais. Ao acessar o app, o usuário irá informar se o pet está feliz ou triste, se está dormindo muito, vomitando ou diversas outras possibilidades. Com base nessa descrição, o tutor será direcionado para uma melhor solução graças à inteligência artificial.

Walex Mateus, chief marketing officer da Pinn Pet, explica que, se houver necessidade, o Assistente poderá indicar um profissional ou local próximo para atendimento do pet. Também poderá oferecer um resumo das principais respostas de especialistas e de buscas do Google sobre uma determinada condição notada no animal.

A tecnologia no mercado pet está presente até em itens mais clássicos. A empresa Harmonia das Letras desenvolveu jornais exclusivos para higiene dos pets que substituem os tradicionais jornais velhos que, em vez de serem descartados, eram utilizados por tutores para as necessidades fisiológicas dos animais de estimação. Papéis que podiam conter pragas e até tinta tóxica.O lançamento da empresa será feito também na PET South America. O produto é de papel reciclado, de alta absorção, higienizado e biodegradável.

Para torná-lo ainda mais interessante, recentemente, a Harmonia das Letras fechou uma parceria com a Mauricio de Sousa Produções e licenciou a impressão do Jornal Turma da Mônica Pets. Nele, a criança pode fazer atividades de passatempo, como pintar e colorir, e ler tirinhas e dicas. Depois, em vez de ir para o lixo, o jornal pode ser utilizado para os pets, como banheiro. Um produto ecologicamente correto e que atende cães, gatos, roedores e aves. “É um item desenvolvido com tecnologia voltada à saúde dos pets e que também prioriza a sustentabilidade do planeta. Trata-se de um jornal higienizado, impresso com tinta à base de água para não causar alergias”, conta Joseph Henri Hayfaz, diretor da empresa.

No grupo Petlove, que reúne diversas inovações em um dos maiores ecossistemas pet do Brasil, a tecnologia é empregada desde os planos de saúde, que podem ser contratados 100% online, até no desenvolvimento de uma linha de ração premium natural, da marca True, que elimina farinhas de vísceras de sua composição. “Hoje, atuamos de formas variadas em nossas marcas de modo que possamos facilitar o dia a dia tanto na frente do B2B quanto no B2C, sempre prezando pelo melhor que há em termos de tecnologia e levando em conta as necessidades dos pets e daqueles que atuam no setor”, afirma Hugo Rodrigues, CEO do Vet Smart e DogHero.

Acessórios

O LED é o destaque em peças que a Mimo, empresa do grupo Multilaser, apresentará na próxima edição da PET South America. Guias, coleiras e peitorais ganharam iluminação para manter os cães sempre à vista nas caminhadas noturnas. O tutor pode escolher por mantê-los totalmente acesos ou optar por diferentes velocidades para o acessório piscar. Depois do uso, basta carregar com um cabo USB por cerca de 2 horas para uma autonomia que pode chegar a 7 horas.

Os donos de gatos também poderão contar com acessórios que ganharam LED. É o caso do Crazy Donut, um brinquedo eletrônico interativo que se move em três velocidades. Uma pena acoplada ao acessório chama a atenção dos felinos, que têm os sentidos de caça aguçados. A brincadeira faz com que o gato se mantenha ágil, fisicamente forte e mentalmente estimulado. O Crazy Donut é programado para funcionar por 8 minutos. Após esse tempo, ele para automaticamente. O LED permite que a brincadeira siga no horário noturno. “A Mimo está investindo em produtos de tecnologia, pois acredita que ela pode unir tutores e pets, além de trazer tranquilidade e facilidade ao dia a dia”, afirma Bruno Ancona, coordenador de Produto PET na Multilaser.


Serviço:

PET South America

17 a 19 de agosto

São Paulo Expo

https://www.petsa.com.br/


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segunda-feira, 30 de maio de 2022

O que existe por trás da venda de animais de estimação pela internet?


Muitos criadores ilegais se escondem atrás de anúncios fofos e chamativos. E conhecer o mercado por trás desse comércio é fundamental para identificar um criador legalizado e dentro das normas federais e regionais.

Encontrar um site de vendas de pets ou até mesmo se deparar com cãezinhos fofos nas redes sociais tem se tornado cada vez mais comum. Mas como saber o que realmente existe por trás da venda de animais de estimação pela internet?


Cada vez mais cresce o número de animais de estimação no Brasil. De acordo com dados do Instituto Pet Brasil, atualmente existem mais de 139,3 milhões de pets no Brasil, incluindo cachorros, gatos, aves, peixes, répteis e pequenos mamíferos. E esse fator, juntamente com a facilidade de acesso a mecanismos de vendas ou de divulgação online, tem alimentado a comercialização de pets.

É fácil encontrar dezenas, e até centenas de “ofertas” de cães e gatos de todas as raças cores e padrões. Desde a raça mais acessível, comercializada através das plataformas de e commerce, até as raças mais caras, exóticas e exclusivas, que geralmente são vendidas mediante reservas, entrevistas e com filas de espera de até 2 anos. Contudo, boa parte das pessoas que têm interesse em adquirir um cão de raça não sabe que, muitas vezes, o modo de criação dos animais não é o adequado.

Logo, antes de comprar cãezinhos fofinhos para se ter em casa, é preciso conhecer o mercado que há por trás desse comércio, para saber diferenciar um criatório clandestino, de um de acordo com a lei.

Quais os tipos de criatórios mais comuns?

Dentro do cenário de comércio de cães de raça, existem várias formas de criação de animais de estimação. Dentre elas estão:

1. Criatórios clandestinos

Os criatórios clandestinos são mantidos por pessoas que acumulam animais e se auto intitulam criadores, mas que não seguem nenhum princípio ético da área. Dentro desse tipo de criatório também estão englobadas as Puppy Mills, onde não existe seleção genética e os problemas de saúde são recorrentes, por conta das condições insalubres.
Não é à toa que o número de canis e criadores clandestinos fechados por conta de denúncias de maus tratos tem crescido. De acordo com a Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) da SSP-SP, no primeiro semestre de 2019 o número de denúncias foi de 4.108. Já em 2020, no mesmo período foram registradas 4.524 denúncias. Já no Paraná, de acordo com dados da Policia Civil (PCPR), somente esse ano foram autuados 5 canis clandestinos.

2. Criação doméstica

Outra forma muito comum de criação que há por trás da venda de animais de estimação pela internet é a doméstica. Ela ocorre quando donos de cães de raça optam por fazer a
reprodução dos mesmos, mas sem qualquer critério de melhoria, acompanhamento veterinário ou cuidado com a manutenção da espécie. Como não há qualquer respaldo técnico ou conhecimento sobre a área, não é possível fazer qualquer seleção genética na raça, ou até mesmo comprovar que o cruzamento foi corretamente.

3. Criadores legalizados, responsáveis e éticos

São canis especializados que possuem todas as autorizações de criação de cães de raça. Esses criadouros prezam pela criação, venda, e tratamento ético e responsável no desenvolvimento e manutenção das espécies. Para isso, além do cumprimento de rigorosas normas de comércio estabelecidas pelos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária e pelo Conselho Federal De Medicina Veterinária, os criadores também possuem um amplo conhecimento técnico sobre o
assunto.

Leriel Gaio e Carol Lima são titulares do Treville Kennel, criadouro referenciado nacionalmente como modelo de bem-estar animal. De acordo com eles, “A criação
responsável é um estilo de vida”, e por isso exige cuidados constantes, bem como um amplo conhecimento técnico sobre reprodução de raças.
Localizado na região metropolitana de Curitiba, o canil possui um espaço totalmente dedicado ao bem-estar animal e a criação raça SPitz Alemão. Atualmente, além da criação, ambos
palestram e tem alunos sobre o tema em todo o Brasil.

Como criadores responsáveis, além de seguirem todos os protocolos de cuidados com animais de estimação, eles também mostram a dinâmica diária do espaço no Instagram
@TrevilleKennel. Dessa forma as pessoas interessadas em adquirir um pet, podem acompanhar o dia a dia do local através de postagens e vídeos em tempo real.

De acordo com Leriel, há uma necessidade urgente de uma regulamentação nacional que defina parâmetros não apenas para o comércio, mas para a criação de cães de raça.
Mais do que isso, é necessário criar normas técnicas sobre bem-estar animal para que seja possível melhorar o controle de canis e criadores. “Assim será possível combater e punir com mais facilidades aqueles que cometem maus tratos ou estimulam a criação cruel, sejam eles criadores particulares ou pseudoprotetores”, afirma Leriel.

Dicas para quem deseja comprar um animal de estimação pela internet


Antes de comprar um cão de raça pela web, é importante tomar alguns cuidados básicos. É por meio deles será possível identificar com mais facilidade o tipo de criador que está fazendo o anúncio, e se ele realmente segue os cuidados para garantir o bem-estar dos animais comercializados.

-Procurar as redes sociais do criadouro e buscar por clientes do espaço.
-Perguntar para quem já comprou qual foi a conduta do canil em questão;
-Pedir para conhecer o espaço onde os filhotes são criados e recebem os cuidados.

Dessa maneira será possível verificar as condições onde os cães vivem;

-Evitar a aquisição de cães através de criadores particulares que não prestam assistência e não fazem contrato;

-Planejar-se para uma aquisição responsável. Cuidar de um animal de estimação exige muita atenção e paciência, principalmente no caso de cães de raça que muitas vezes
exigem cuidados especiais;

-Conhecer os detalhes e perfil específico de cada raça;

-Fazer um levantamento da disponibilidade de tempo, bem como de logística e espaço, para dar a atenção necessária ao novo cãozinho;

-Ficar atento, golpes e perfis falsos também são problemas recorrentes. Com esses cuidados básicos, ficará mais fácil identificar se a venda de animais de estimação
pela internet e até mesmo a criação são feitas de forma legal e prezando pelo bem-estar dos cães.


O Canil TREVILLE KENNEL
Localizado na região metropolitana de Curitiba, é uma referência nacional na criação de Spitz Alemão. Comandado por Leriel Gaio e Carol Lima, o espaço conta com ampla infraestrutura para a criação consciente de animais de raça. Mais informações pelo e-mail contato@trevillekennel.com.br ou através do Instragram: @TrevilleKennel

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Guia de Adestramento 


sábado, 28 de maio de 2022

Síndrome de ansiedade da separação: como cuidar da saúde mental do seu cachorro

A zootecnista Regina Herculano, CEO da Adoleta Diversão Pet, alerta sobre a importância de estimular a interatividade





Os bichos também podem ficar depressivos. No reino animal, esse quadro é conhecido como a síndrome de ansiedade da separação em animais (SASA) sendo definida por um conjunto de comportamentos manifestado pelos cães em resposta ao fato de terem sido deixados sozinhos ou afastados de seus tutores. Segundo um estudo da Universidade de Helsinque, na Finlândia, que analisou 3.824 casos de 192 raças diferentes, a SASA afeta 17% dos cães.

De modo a ajudá-los a não sofrer em demasia diante destas situações a Aromaterapia, (técnica criada em 1920 pelo químico francês na área de cosmética René-Maurice Gattefosse), é uma excelente opção para o tutor oferecer aos cães, segundo relatos da Zootecnista, Regina Herculano Pinto a indicação da aromaterapia é feita quando se quer alterar algum quadro comportamental. Podendo ser indicada também em casos de:

Ansiedade (quando o tutor viaja, vai trabalhar ou mudança de lar);
Medo (de pessoas, outros animais, fogos, trovoadas);
Latidos em excesso;
Agitação, entre outros sintomas.




Pensando no bem-estar dos animais, a Zootecnista e fundadora da marca Adoleta Diversão Pet, Regina Herculano, trabalha com a tecnologia de ponta única no Brasil — os brinquedos de aromaterapia para pets, o grande sucesso da marca.

A Linha Calming Aromadog, foi feita especialmente para cães, contém cinco brinquedos de pelúcias: a girafa, o cachorro, o elefante, o esquilo e o urso que utilizam propriedades dos óleos essenciais, mais especificamente, a essência de lavanda em sua composição. “Os animais que passaram por alguma situação de separação sejam de seus tutores, das mães ou de seus irmãos, muito cedo, tendem a ter uma predileção por pelúcias para se sentirem aconchegados e seguros”, comenta Regina Herculano.

Os itens da linha interativa da Adoleta também são uma ótima indicação para auxiliar no tratamento de cães com SASA, por dispor de itens que ajudam a promover a interação entre o tutor e seu pet, além de estimular o exercício do corpo, que acarreta gasto de energia acumulada pelo animal.

A empreendedora finaliza informando que um fator determinante para que o cão dê preferência a um brinquedo é a associação que ele faz daquele item a momentos de felicidade e relaxamento: “alguns cães dão preferência para os brinquedos que os tutores usem mais para brincar com eles, e também a itens novos, toda novidade na rotina tende a ser o seu predileto durante determinado tempo”.

A Adoleta Diversão Pet também investe em treinamentos para capacitação dos seus parceiros representantes e distribuidores, para que os donos de pets saibam exatamente qual brinquedo é feito para o seu melhor amigo, assim a diversão terá uma maior durabilidade.

Para mais informações acesse: adoletadiversaopet.com.br



Sobre a Adoleta Diversão Pet


Criada em 2019 pela Zootecnista, Regina Herculano Pinto, a Adoleta Diversão Pet, nasceu com o intuito de fazer a diferença para o mundo dos animais de estimação, visando sempre a segurança dos pets em primeiro lugar. A rede hoje conta com mais de 100 itens no portfólio, já atingiu 22 dos estados brasileiros, além de trabalhar com uma tecnologia única no Brasil, os brinquedos de aromaterapia para animais de estimação.


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quinta-feira, 26 de maio de 2022

Causa Animal é tema de plenária do 5º Conexidades






O Conexidades traz sempre para suas plenárias temas ligados a governança, além de assuntos de grande relevância no dia a dia das cidades e dos cidadãos.

Na edição desse ano, a Causa Animal também terá espaço, tendo como palestrante o Vereador Cadu Barbosa, do município de Praia Grande, que desenvolve um trabalho de excelência em sua cidade, abordando questões sanitárias como a necessidade do controle de natalidade, ações protetivas, maior vigilância da comercialização e exploração animal.

O assunto está na transversalidade dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desenvolvidos pela ONU, além de estar na Constituição Brasileira a Lei que reconhece os Direitos dos Animais.

Atualmente o Brasil concentra 139,3 milhões, de animais de estimação, de acordo com números levantados pelo IBGE, atualizados pela inteligência comercial do Instituto Pet Brasil, que contabilizaram no país no ano de 2018, 54,2 milhões de cães; 39,8 milhões de aves; 23,9 milhões de gatos; 19,1 milhões de peixes e 2,3 milhões de répteis e pequenos mamíferos.

Na contramão desses dados, o Brasil tem, segundo a OMS, 30 milhões de animais abandonados, que vagam pelas ruas, sendo 20 milhões de cachorros e 10 milhões de gatos, que são vetores de transmissão de doenças e retrato de desumanidade.

Por esta razão, a causa animal também promove a importância da cultura para gerar novos pontos de vista na mudança de tradições. Portanto, por trás desses movimentos existe o motor de uma nova ética que observa o animal como semelhante a partir da perspectiva de um sofrimento que pode ser evitado, além de promover uma cultura ecológica que defende o valor da lei natural como o equilíbrio de um ecossistema perfeito.

A quinta edição de Conexidades conta com a colaboração da Associação Paulista de Municípios, da União dos Vereadores do Brasil, da Associação de Desenvolvimento dos Municípios do Estado de São Paulo, do Tribunal de Contas do Estado, do Guarujá Convention and Visitors Bureau, entre outros apoiadores.

A participação é gratuita, e a inscrição pode ser feita através do site: https://www.conexidades.com.br

Serviço:

5º Conexidades

Data: 7 a 11 de junho

Local: Casa Grande Hotel Resort & Spa

Av. Miguel Stéfano 1001, Guarujá - SP


terça-feira, 24 de maio de 2022

Mercado de seguros para pets prevê crescimento bilionário nos próximos anos

Setor deve atingir US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano



O distanciamento social exigido na pandemia de Covid-19 abriu novas oportunidades para o mercado pet, que devem se ampliar nos próximos anos. Como tentativa para as pessoas driblarem a solidão do isolamento, houve crescimento na aquisição e adoção de animais em todo o mundo, o que aqueceu o setor de produtos e serviços dirigidos aos bichinhos. No Brasil, não foi diferente: atualmente há, no país, mais de 141 milhões de pets, entre cães, gatos, aves e outros, de acordo com estimativa da companhia de serviços de assistência Europ Assistance Brasil (EABR).

A crise econômica internacional ocasionada pela pandemia e por outros fatores estimula particularmente o mercado de seguros para pets, já que os tutores buscam o serviço pela necessidade de reduzir o risco financeiro e driblar os altos custos dos cuidados veterinários. Segundo relatório da consultoria Grand View Research, o setor foi avaliado em US$ 8,3 bilhões em 2021 e deve alcançar US$ 32,7 bilhões em escala global até 2030, com crescimento de 16,7% ao ano.

Para o consumidor, há muitas vantagens. Afinal, ao contrário de planos de saúde pet, que se limitam à assistência veterinária, as assistências podem oferecer amplas gamas de serviços, como hospedagem e transporte.

“As soluções pet já fazem parte do nosso portfólio há alguns anos, mas desde o ano passado temos investido ainda mais na diversificação de nossos produtos, como por exemplo, a assistência psicológica à família em caso de perda de um pet, pois sabemos que os bichinhos são como membros da família, e a orientação remota de saúde, seguindo a nova onda de Telemedicina”, afirma Rogerio Guandalini, Diretor Comercial e de Marketing da Europ Assistance Brasil. “Temos mais de 20 soluções que podem auxiliar os clientes em casos de emergências ou momentos de conveniência, como: consulta veterinária e cirurgia emergencial, internação, exames laboratoriais, hospedagem, funeral, entre outras”.

Segundo Rogerio, a procura por esse tipo de assistência tem crescido no país, seguindo as tendências internacionais. “Sabemos que esse é um mercado que vem crescendo a cada ano, e, com a pandemia, notamos um aumento de aproximadamente 30% na procura por serviços voltados aos pets. Temos investido bastante em novas soluções e capilaridade de atendimento, garantindo modelos de credenciamento de clínicas veterinárias e pets de forma simplificada, a fim de atender a população brasileira sem restrições”.

Para o especialista, este é o momento ideal para investir no setor. “O segmento vem crescendo acima da casa de dois dígitos nos últimos anos, e a procura de serviços também. Tanto o mercado segurador, como o mercado varejista estão incluindo em seu portfólio de produtos os serviços voltados ao mundo pet, para atender a nova formação das famílias brasileiras e suas necessidades”, conclui.

Sobre a Europ Assistance Brasil


A Europ Assistance Brasil (EABR) foi fundada em 1996 e atualmente está entre as cinco maiores empresas de assistências do País. A companhia atua em cinco linhas de negócios diferentes: automóveis, viagens, saúde, residencial e concierge. A EABR faz parte da Europ Assistance Group, que atende clientes em mais de 200 países e conta com uma rede de 750 mil prestadores e 39 centros de assistência pelo mundo. Para saber mais, basta acessar www.europ-assistance.com.br.


domingo, 22 de maio de 2022

Como criar conteúdo de pets para plataforma de vídeos curtos

Os bichinhos ganharam cada vez mais destaque na internet, e criadores do app Kwai dão dicas para transformar os animais de estimação em verdadeiras estrelas




Até pouco tempo, os pets eram coadjuvantes dentro dos perfis de seus tutores. Hoje em dia, com o aumento no número de páginas destinadas a conteúdos de animais, eles se tornaram os verdadeiros protagonistas. De cachorros a aves, os animais de estimação são muito queridos pelos usuários de redes sociais, mostrando perfis repletos de muito carisma e personalidade.

E o Kwai, aplicativo de criação e compartilhamento de vídeos curtos, reuniu dicas valiosas dos pais e mães dos pets mais amados da plataforma para quem quer começar a criar conteúdos para seus bichinhos. Os criadores dos perfis Lulu de Lua (1.1M seguidores), Pequenos Príncipes (1.1M seguidores) e Pedrinho e Paulinho (666K seguidores) ensinam como tornar seu animalzinho um sucesso na internet. Confira:

1- Conheça a personalidade do seu pet e adote uma linguagem divertida

Ao identificar a personalidade do seu animalzinho, é possível criar uma voz e uma história para ele. Com essas características você pode contar o que seu pet gosta e não gosta de fazer, se ele faz mais o tipo inteligente ou mais inocente; e criar histórias ou contar piadas na visão dele. É o que Fran e Emily, as mães do trio de cachorros Pequenos Príncipes, fazem. “O Zorro é o mais engraçado, o Nhoque o mais manhoso e o Bolt o mais inteligente. Todos os vídeos criados por nós retratam a realidade e a personalidade dos bichinhos, com o viés sempre voltado para a comédia”, afirmam.

2 - Registre vários momentos

Uma dica chave para criar um conteúdo de pet é registrar os mais diversos momentos do dia dele. Qualquer situação pode gerar um clique ou um vídeo legal. Um passeio, uma soneca, a hora da comida e até o veterinário podem render boas histórias. Pode ser brincando ou até mesmo tomando um banho! Com esses registros, é possível criar uma história com diferentes cenários, diferentes gestos e ações do seu animalzinho. “É preciso ter dedicação e respeitar o tempo dele”, explica Layla, dona do ringneck Lulu. “Por isso, um bom truque é estar sempre fazendo algum registro. Assim os conteúdos saem com mais naturalidade e espontaneidade”.

3 - Identifique o gosto do seu público

É muito importante receber e abraçar o feedback dos seguidores. Saber o que mais atrai o público irá gerar mais engajamento. “Sei do que os seguidores mais gostam, então meus vídeos curtos performam bem na plataforma. Nos feedbacks que recebo, os fãs contam que gostam de ver os gatinhos em situações fofas e engraçadas, e que esses conteúdos acabam tornando o dia dessas pessoas melhor”, explica Cláudia, criadora dos gatinhos Pedrinho e Paulinho.

4 - Siga outros perfis para buscar tendências

Ficar atento aos assuntos mais falados em outros perfis ou nas hashtags mais utilizadas - como a #pet, que já possui mais de 1 bilhão de visualizações - farão você ter várias inspirações na criação do seu conteúdo. Fazer um vídeo que remete aos assuntos mais comentados fará com que seu pet ganhe visibilidade. Mas seja original, se você quer ter uma página diferente das que já existem, é bom quebrar a cabeça para ter uma ideia exclusiva.

5 - Faça com amor

Nunca force o seu bicho a fazer algo que ele não esteja curtindo, foque apenas na diversão e no conforto dele. Faça com calma e muito amor! E não se esqueça de responder aos comentários e às mensagens diretas com muita simpatia e cordialidade. Dessa forma, o seu pet vai ganhar o carinho do público com base em um relacionamento de confiança e amizade.


Sobre o Kwai


Um dos aplicativos gratuitos mais populares do Brasil, o Kwai permite que o público crie seu próprio conteúdo e compartilhe vídeos online de forma fácil, inclusiva e acessível, em um universo interativo que possibilita a conexão de pessoas. Com a missão de tornar a vida das pessoas mais felizes, o Kwai acredita que todos os pequenos momentos da vida merecem ser compartilhados. O app está disponível nos sistemas iOS e Android, na App Store e no Google Play . Saiba mais em: www.kwai.com.


domingo, 2 de janeiro de 2022

Como salvar seu Pet em caso de acidentes




Dicas importantes para salvar seu pet em caso de acidentes:


Os animais sempre tiveram ao lado dos seres humanos, isso é fato! Com a pandemia, essa relação se tornou ainda mais estreita. Apesar de todo carinho e amor que temos por eles, será que estamos preparados para lidar com situações que envolvam a saúde ou até mesmo a manutenção da vida de nossos queridos animais?

Infelizmente, o conhecimento de técnicas de primeiros socorros não é conhecida por grande parte das pessoas no auxílio a outros seres humanos. E quanto aos acidentes aos animais? O que podemos fazer?

Apaixonada por animais, inclusive pelo seu amigo inseparável Pickles, a Priscila Currie – que é a única paramédica brasileira neste cargo em Londres, acaba de elencar algumas dicas de socorro aos animais, em parceria com a Dra Maísa Secco, que é médica veterinária. Confira:

“As emergências acontecem e, dessa forma, estarmos preparados pode salvar a vida dos bichanos e garantir sua saúde deles. Mas muito cuidado, pois o susto e a dor podem deixar o animal agressivo ou tocá-lo”, explica Priscila.


Confira as dicas:


Antes de qualquer coisa tenha disponível o contato de mais de um hospital, clinica ou Veterinário que atenda a qualquer momento. Muitos veterinários atendem somente em horário comercial e talvez não poderão oferecer ajuda em diferentes horários.

Tenha um kit de primeiros socorros para o seu animal. Neste kit, tenha visível o contato da emergência 24h, um termômetro, esparadrapo, gazes estéreis, faixas de compressão largas, uma tesoura, bandagens, gel antisséptico, luvas estéreis, uma caneta, água oxigenada volume 10%, carvão ativado e dipirona gotas. Caixa de transporte sempre disponível! Limpa e segura!

Atropelamento ou quedas: as fraturas devem ser imobilizadas com faixas ou pedaço de papelão. Fraturas expostas, o melhor é cobrir a região com um pano grande e limpo. Vale ressaltar que no caso de fraturas expostas, somente um veterinário terá habilidade de reposicionar, por isso apenas cubra a região com pano limpo e busque assistência veterinária. Muito cuidado com as mordidas! O animal estará com dor, então, com auxilio de um cobertor ou toalhas de banho, cubra ou enrole a cabeça do animal. Tenha cuidado para manter a respiração dele viável.

Envenenamento: Antes de qualquer atitude é importante saber o que o animal ingeriu. Nunca dê leite ou água para o animal. Nunca! Administre, por via oral, a água oxigenada do kit de emergência. Isso fará com que o animal vomite o conteúdo tóxico. O carvão ativado também ajudará a evitar a absorção do veneno. Estimular o vômito é uma atitude de emergência e pode salvar seu animal, mas somente o médico veterinário poderá estabilizar o quadro.

Sangramento por cortes – nunca lave a ferida. Utilize bandagem ou panos limpos, como toalhas e pressione para evitar mais perda de sangue. Procure imediatamente o veterinário.

Engasgos - Ofereça petiscos seguros para seu animal. Atualmente o mercado pet conta com produtos anatomicamente produzidos para auxiliar a preensão e evitar esses acidentes. No caso de engasgos, a mesma Manobra de Heimlich utilizada em humanos pode auxiliar seu pet. Muito cuidado ao tentar abrir a boca do animal, pois pode acontecer mordedura!

Convulsão - Coloque seu animal sobre almofadas e enrole em cobertores para evitar traumas pela agitação. Cuidado com as mordeduras que podem acontecer. Lembre-se que o animal está inconsciente e pode machucar você. Espere o quadro se acalmar e o leve para acompanhamento clínico veterinário.

Avalie sempre as vias respiratórias e batimentos cardíacos. Lembre-se que a manutenção da vida começa por aqui. Aja com calma, tenha atenção para não se machucar e procure seu veterinário de confiança.

Em caso de dor, a medicação mais segura que você pode oferecer é a dipirona. Uma gota para cada quilo pode aliviar o desconforto até que o veterinário estabeleça o protocolo de controle de dor. Na Inglaterra, a medicação usada é a aspirina, na dose de 10mg para cada quilo. Ou seja, para um cão com 10kg, por exemplo, você pode administrar 100mg (equivalente a mais ou menos ¼ de comprimido).


Sobre a Paramédica

Priscila Currie é formada por umas das melhores faculdades clínicas do mundo, a St Georges University, em Londres. Ela trabalha como Paramédica (única mulher brasileira neste cargo) para o governo britânico atendendo as maiores emergências pré-hospitalares da capital.

Sobre a Médica Veterinária

Maísa Secco é formada na Universidade do Estado de Santa Catarina. Atua há 10 anos como anestesista em campanhas de esterilização de cães e gatos em comunidades carentes no Brasil. Apaixonada por emergência, controle de dor e clínica médica de cães e gatos e por todas as formas de vida, realizou curso de primeiros socorros com a Priscila Currie para auxiliar seres humanos em situação de urgência e emergência. Também se atualizou com o curso Pet First Aid by Internacional Open Academy em Londres. Além disso, é veterinária técnica do laboratório francês Virbac em Santa Catarina, pela Agroveterinária Timbó.


sábado, 1 de janeiro de 2022

Viagens internacionais com pets exigem certificado veterinário emitido pelo Mapa


A emissão do documento pode ser feita de forma eletrônica para o trânsito internacional de cães e gatos com destino a 11 países





Quem pretende viajar para fora do país com seu animal de estimação precisa obter o Certificado Veterinário Internacional (CVI), emitido gratuitamente pelo Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O documento atesta as condições e o histórico de saúde do animal de estimação e comprova que o cão ou gato atende às exigências sanitárias do país de destino.

Os donos de animais devem planejar a viagem com antecedência, a fim de conhecer as exigências do país de destino. Cada país tem seus procedimentos para autorizar a entrada de animais domésticos: alguns aceitam o CVI ou o passaporte para a entrada do animal, outros países só permitem a entrada de cães e gatos exclusivamente por meio do CVI.

Confira no link as respostas para as principais dúvidas sobre viagens com animais

O passaporte pode ser usado durante toda a vida do animal, desde que seja acompanhado de comprovante de vacinação atualizado, e não tem prazo de validade. Já o CVI deve ser emitido antes de cada viagem. Atualmente, a emissão do passaporte está suspensa, devido à pandemia de Covid-19.

O Ministério da Agricultura já disponibiliza a emissão do CVI para trânsito internacional de cães e gatos para 11 países de forma eletrônica: Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, Japão, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela. Nesses casos, é possível solicitar o Certificado por meio do Portal GOV.br

Para os demais países com o CVI presencial, o passageiro deve contatar uma unidade do Vigiagro com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

As informações, exigências de cada país acordado e contato das unidades


Estados Unidos

Desde o dia 1º de dezembro, o Center for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de controle e prevenção de doenças dos Estados Unidos, alterou as regras de entrada de cães no país. Os animais que chegam de países classificados como de alto risco para raiva, que inclui o Brasil, só poderão ingressar nos Estados Unidos por um dos 18 pontos de entrada aprovados. A decisão inclui cães que estiveram em países com alto risco nos últimos seis meses.

A exigência de documentos aumentou. Antes, era exigido apenas o comprovante de vacina de raiva, agora é preciso apresentar um comprovante de microchip e o laudo de sorologia da raiva, se a vacina atual tiver sido aplicada fora dos Estados Unidos. A idade mínima para o ingresso de cães passou de 4 meses para 6 meses de idade.

Segundo o CDC, as medidas são necessárias para proteger a saúde pública contra a reintrodução da variante do vírus da raiva canina nos Estados Unidos.

>>> Ouça a matéria na Rádio Mapa


sábado, 13 de novembro de 2021

3 importantes alterações na próstata dos cães


Novembro azul traz um alerta sobre os problemas de próstata que também acometem os pets



As campanhas de combate ao câncer tem sido cada vez mais frequentes na sociedade e extravasando também para o mundo animal. Embora o câncer de próstata nos pets não seja comum, atingindo apenas cerca de 4% dos cães com mais de 7 anos, outras alterações prostáticas interferem corriqueiramente na vida e no bem-estar dos pets machos.

“A próstata é uma glândula que faz parte do sistema reprodutor do macho, circundando a uretra. Pela região anatômica, todas as alterações da próstata podem interferir nos órgãos vizinhos, impedindo a passagem da urina e até mesmo gerando dificuldade para o animal defecar“, conta a médica veterinária e gerente de Produtos de Nutrição da Avert Saúde Animal, Priscila Brabec.

Os sinais clínicos mais comuns de problemas relacionados à próstata são dificuldade em urinar, urina com sangue, gotejamento (sangue, urina ou secreção) pelo pênis, infecções urinárias recorrentes, dificuldade em defecar, “fezes em fita” e, em alguns casos, dificuldade de locomoção. “Muitas vezes esses sintomas são confundidos com problemas no sistema urinário, digestivo e até mesmo locomotor. Em outros casos, o animal pode apresentar problemas na próstata sem manifestar nenhum sinal clínico, mas interferindo no seu bem-estar, e por isso é importante falar sobre o tema”, explica Priscila.

A palpação e ultrassonografia abdominal ajudam a diagnosticar e retardar o avanço das afecções prostáticas e a castração pode contribuir como um fator protetor.

Quando diagnosticado a tempo, o câncer de próstata, pode ser tratado e por isso, é muito importante manter a rotina de “check-up” do animal junto ao médico veterinário.

Abaixo, listamos três alterações da próstata muito importantes para a saúde e bem-estar do cachorro:

1 – Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)

É muito comum em cães mais velhos e não castrados. Ela acontece pelo aumento do tamanho da próstata de forma acentuada, podendo ocasionar compressão das estruturas regionais, como reto, cólon e a uretra. Apesar de não apresentar risco de vida ao animal, a hiperplasia prostática interfere negativamente no bem-estar do cão, sendo a castração indicada também como tratamento, com possibilidade de redução do tamanho da próstata após o procedimento.

2 – Prostatites

A prostatite é uma inflamação da próstata, que pode ser infecciosa ou não. Os animais com HPB são mais predispostos a apresentarem o quadro, que gera dor, desconforto e mal-estar para o animal. Prostatites infecciosas podem facilitar infecção urinária e outros quadros mais sérios para o animal. O tratamento é complexo e quando não tratada de forma adequada, a prostatite pode se tornar crônica.

3 – Câncer de Próstata


Apensar de sua baixa ocorrência, o câncer de próstata quando maligno nos cães é extremamente agressivo e danoso para o animal, promovendo metástases de forma rápida.

Os sinais clínicos incluem perda de peso, fraqueza de membros pélvicos, retenção ou incontinência urinária, inchaço nos membros pélvico e dores abdominais ou lombares, associados aos sintomas já citados anteriormente. O diagnóstico geralmente é tardio, limitando as opções de tratamento e o sucesso terapêutico. Por isso, leve sempre seu pet ao médico-veterinário.

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br



sexta-feira, 12 de novembro de 2021

A longevidade dos pets requer cuidados diferenciados





O desejo de ter a convivência com pet por mais tempo tem se tornado cada vez mais realidade atualmente, porém é preciso se atentar que com os pets vivendo mais as suas necessidades mudam e é importante entender e se adaptar à essas mudanças.

Um envelhecimento saudável, livre de doenças e sem o uso de medicações, também traz consigo alterações comportamentais normais e esperadas, que estão relacionadas ao declínio cognitivo e sensorial do pet, assim como a redução de energia e vivacidade para as ações do dia a dia. Não espere aquela vivacidade e excitabilidade que o pet tinha anos atrás quando alguém chegava em casa, tampouco a curiosidade e empolgação para brincar ou explorar novos ambientes. O sono fica mais perturbado, o ato de comer é mais lento, e alguns comandos podem ser ignorados... tudo isso é esperado no processo de envelhecimento dos pets.

Alguns cuidados relevantes para garantir uma velhice segura para os nossos companheirinhos de quatro patas são mais do que necessários, e envolvem principalmente os cuidados com a saúde física e emocional, além de ajustes no ambiente e na dieta.

A Dra. Dani Ramos, médica veterinária comportamentalista, explica de forma mais detalhada as alterações esperadas em um envelhecimento saudável do pet e como podemos ajudar nossos animais a passarem por esta fase da vida de forma tranquila e confortável:

1 – Mais idas ao veterinário

Os animais idosos precisam ir ao veterinário pelo menos duas vezes ao ano para realizar exames de acompanhamento da saúde física e psicológica do pet. “O médico veterinário precisa estar mais perto, mais presente, e o tutor precisa relatar com mais detalhes os comportamentos e os sintomas do animal. Existe uma série de exames que precisam ser feitos com uma maior frequência nos pets idosos. Algumas mudanças de comportamento trazem junto o diagnóstico de doenças físicas, que são comuns nessa faixa etária, e quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhores são os resultados”, conta Dani.

Além das doenças físicas mais comuns nesta época da vida, alguns animais podem apresentar alterações comportamentais relacionadas ao envelhecimento cerebral mais pronunciado, como a disfunção cognitiva (o Alzheimer canino).

“Animais que apresentam um envelhecimento cerebral mais pronunciado, mais acelerado, apresentam alterações comportamentais mais significativas e perceptíveis, como alteração de personalidade, uma grande agressividade, um medo que virou fobia, problemas graves de ansiedade de separação quando o cão não tolera mais ficar sozinho... tudo isso precisa ser investigado pelo veterinário clínico geral e pelo veterinário comportamentalista. É um trabalho em conjunto para que o pet passe por um processo de envelhecimento saudável, ou o mais saudável possível”, alerta.

2 – Cuidados com o Ambiente

Adaptar o ambiente é uma etapa necessária para a nova realidade do pet, facilitando o seu acesso à água, ao alimento e ao local onde ele deve fazer suas necessidades.

‘É importante pensar em como o ambiente pode se tornar mais seguro e facilitar a locomoção do pet, o conforto dele, sinalizar através do uso de tapetes para que ele sinta com as patinhas onde está indo, com sons e cheiros para que ele saiba por onde está passando. Esses estímulos ajudam muito! E precisamos pensar na segurança deles também, então sempre tomar cuidando com rampas e escadas, isolar bem as piscinas e os acessos para a rua, por exemplo”, explica Dani.

Além disso, evitar a mudança de móveis, redecorar a casa e realizar mudanças também é importante. Essas mudanças, ainda que pareçam pequenas e quase irrelevantes, estressam o animal e podem gerar confusão.

“Outro ponto que faz a diferença nessa fase do pet é que precisamos adequar a nossa linguagem com eles para que a nossa comunicação fique mais clara, e parar por completo qualquer tipo de bronca, punição ou castigo, que nunca deveria existir. E adequar também os estímulos mentais e físicos: manter os passeios manter os passeios frequentes, porém mais curtos e sempre interessantes para o cão, estimular as brincadeiras com os gatos, sempre adequando à personalidade do nosso idoso. Somos nós que precisamos nos adequar a eles, e não o contrário”, continua.

3 – Cuidados com a dieta

Uma dieta equilibrada e bem pensada para os pets idosos é aquela que atende todas as necessidades desta fase da vida, fornecendo nutrientes e minerais responsáveis não apenas por alimentar, mas também por contribuir com a saúde integral do pet.

Buscar uma dieta adequada para o idoso é muito importante, e na maioria das vezes é necessário entrar com suplementos para poder fornecer à ele tudo o que é necessário para suprir suas necessidades nutricionais. Suplemento à base de ômega-3 com antioxidantes ou também que contenha triptofano na sua composição, pode ajudar na proteção e manutenção da saúde em geral e principalmente do sistema nervoso dos animais.

O triptofano é um aminoácido utilizado pelo cérebro junto com vitaminas e minerais para a produção de serotonina, neurotransmissor relacionado ao humor e bem-estar, popularmente conhecido como hormônio da felicidade. Já os benefícios do ômega-3 são conhecidos mundialmente na medicina humana e na veterinária, reduzindo inflamações, protegendo contra doenças vasculares, melhorando a musculatura, auxiliando no funcionamento cerebral e ajudando inclusive a prevenir contra o Alzheimer.

Sobre a Avert Saúde Animal


Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br


quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Comidas naturais para pets ganham espaço na escolha dos tutores



Os pets estão ganhando cada vez mais status de parentesco nas famílias brasileiras. Os animais, que antes eram vistos apenas como de estimação, começam a ter suas necessidades atendidas com mais rapidez e preocupação. Desde cuidados veterinários, até momentos de lazer e alimentação, os tutores buscam diariamente proporcionar bem-estar para os bichinhos.

O mercado pet, que já era enorme, cresce a cada ano. Segundo o Instituo Pet Brasil, em 2020, o mercado pet brasileiro fechou o ano com um faturamento de R$ 40,8 bilhões, um aumento de 13,8% em relação ao ano anterior.

O setor está aquecido e percebe isso. Para atender a demanda do mercado, muitas marcas estão oferecendo opções cada vez mais saudáveis e diferenciais para os animais. Apenas a ração já não basta e os tutores buscam produtos que agreguem valor nutricional e ofereçam bem-estar.

Hoje, é possível encontrar opções de marmitas naturais de vários sabores, tanto congeladas como frescas, cookies, bolos, sorvetes, cervejas... Um mercado imenso focado apenas para pets.

Como é o caso dos petiscos naturais da Dentalight, uma marca que acabou de chegar ao Brasil e já atende o mercado exigente da Europa. Os petiscos têm a proposta de ser um complemento alimentar que traz benefícios para a saúde bucal e intestinal e oferece um grande valor nutricional.

Além de ter ingredientes naturais, algumas opções são vegetarianas, atendendo um público de tutores ainda mais exigente com a própria alimentação e a dos animais. Nader Ghosn, representante da marca no país, explica a importância das marcas em oferecem opções preocupadas com a saúde animal. “Os animais se tornaram parte da família, e nada mais justo que serem tratados tão bem quanto. Os tutores buscam opções que mantém uma rotina saudável e, em ocasiões especiais, possam oferecer um alimento diferenciado que acompanhem o cardápio junk food escolhido pelos humanos. Assim, ninguém passa vontade”.

A Dentalight se destaca pela variedade de sabores, tendo em sua linha:


Vital Fiber – disponível na versão haste ou escova, é 100% vegetariano e mantém o intestino saudável;


sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Meu home office acabou, especialista dá dicas para preparar os pets sem os donos




Igor Cesar S. Miranda, professor e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Cesuca, explica os impactos que os pets podem sentir nos pós pandemia, quando seus tutores voltarem ao trabalho 

Meu home office acabou, e agora o que fazer com meus pets?

Os animais de companhia se acostumaram com a presença física ininterrupta de seus tutores dentro de casa. Mas para os pets, o isolamento social acabou impactando de forma diferente seu dia a dia e seu comportamento. Habituados com o “novo normal”, agora, os bichinhos irão encarar um novo desafio, a sensação de casa vazia deixada por seus donos ao terem que retornar ao trabalho presencial. O impacto desta transformação de rotina pode trazer sofrimento emocional e físico, podendo comprometer o bem-estar animal.

Igor Cesar Santos de Miranda, médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Cesuca, explica que cães e gatos têm realidade distintas para enfrentar essa nova situação. O canino é uma espécie gregária, que busca o convívio social, e aprimorou esse relacionamento com os humanos na sua linha evolutiva. Já os felinos são animais que conseguem conviver em grupos, mas utilizam a ferramenta de interação social de forma diferente dos cães. Eles gostam sim de companhia, possuem rotina e muitos até “recepcionam” o tutor na chegada em casa, mas adoram também momentos sozinhos.

“Os cães e gatos estavam acostumados com uma rotina pré-pandemia dos seus donos (casa/trabalho ou escola/faculdade/casa), e com horários definidos de passeios e alimentação com eles. Com o isolamento social, passaram por uma nova adaptação, e a mudança estressou a todos. A retomada das atividades presenciais poderá sim causar um estresse nos animais”, explica o médico veterinário.

Igor alerta que os impactos que os pets poderão sofrer ao voltarem a ficar sozinhos em casa são ansiedade, irritabilidade, picacismo (apetite por coisas ou substâncias não alimentares) ou até mesmo urinar e defecar em espaços da residência.

O retorno às atividades fora do ambiente doméstico por parte dos tutores poderá estressar e deprimir os pets, isso é um fato para o médico veterinário, que aponta abaixo algumas dicas para preparar os animais para este momento de transição, sem os donos presentes o tempo todo:
Se puder, realize uma mudança gradual do ambiente. Para o felino, o ideal é o enriquecimento ambiental, seja com a colocação de arranhadores, prateleiras, pontos para escalar ou mesmo a utilização de feromônio sintético, que são ferramentas adequadas para melhorar o espaço para eles. Já para os cães, o interessante é incluir momentos de passeio com uma frequência maior. Uma alternativa é contratar passeadores ou mesmo incluí-lo em creche para animais.

Planejar com bastante antecedência. Ir deixando o pet sozinho de forma gradual, assim é uma forma de preparar o bichinho para o momento sem os tutores presente o tempo todo. Hoje, se você está em home office, utilize o mesmo espaço da residência para trabalhar ou estudar, e insira na sua rotina, momentos externos com mais de 2 horas, pois assim, o animal terá tempo de ir se acostumando com a sua ausência.

Busque o atendimento do médico veterinário. É importante consultar o especialista para mediar e acompanhar o processo, indicar as alterações do ambiente.

Por fim, o veterinário ainda ressalta que os tutores devem ter um cuidado especial com essas adaptações de rotina dos animais, visto que a saúde dos pets também é importante, e que ele é parte integrante do núcleo familiar dos tempos atuais.

sábado, 14 de agosto de 2021

Mostra Filhos de Estimação reúne famosos com seus pets




Ana Maria Braga assina curadoria da exposição 

Muita fofura reunida é o que o público vai encontrar na exposição Filhos de Estimação que tem a curadoria de Ana Maria Braga, uma tutora para lá de apaixonada pelos seus pets, clicada pela fotógrafa Catarina Machado. 20 personalidades com os seus animais de estimação explicitam nas imagens a relação mútua de amor e amizade.

Participam da exposição Filhos de Estimação a própria Ana Maria, a atriz Adriana Lessa, o jornalista Amaury Júnior, a apresentadora Ana Paula Padrão, o Padre Antônio Maria, a apresentadora Catia Fonseca, o jornalista Celso Zucatelli, o apresentador e chef Edu Guedes, o Padre Fábio de Melo, o confeiteiro Flávio Federico, o morador de rua Leandro de Almeida, a amazona olímpica Luíza Almeida, o cartunista Maurício de Sousa, os publicitários Mauro Sousa e Rafael Piccin, o cantor Nahim, a comediante Nany People, a repórter e jornalista Pamela Domingues, a apresentadora Regina Volpato, a cantora Roberta Miranda e o cantor Ronnie Von.

Vejas algumas fotos da Catarina Machado:

Adriana Lessa

Amary Jr

Ana Paula Padrão

Catia Fonseca

Celso Zucatelli

Edu Guedes

Flavio Federico

Leandro de Almeida

Luiza Almeida

Mauricio de Souza

Nahim

Nany People

Pamela Domingues

Padre Antonio Maria

Padre Fabio de Melo

Rafael Piccin e Mauro Sousa

Regina Volpato

Roberta Miranda

Ronnie Von



Para Ana Maria Braga o carinho que os animais de estimação nos dedicam é uma sensação indescritível, é um amor incondicional. “Quem nunca teve um animal de estimação, se puder ter, eu acho que deveria experimentar. Ter a responsabilidade de amar e cuidar de um animalzinho é algo que aquece o coração, enobrece a alma e salva vidas. Quem não os tem está perdendo muito!”
A mostra tem patrocínio da Cobasi, que replicará a exposição para o público em cinco lojas da marca de 8 a 29 de agosto.

Sobre a fotógrafa: Catarina Machado, nascida em São Paulo é formada em fotografia pelo Centro Universitário Belas Artes com especialização no IIF - Instituto Internacional de Fotografia. É também autora das exposições “Bancos - Contemplar e Integrar”, “Calçada Portuguesa”, “Portas” e participou da exposição “A Cara de São Paulo”, com a curadoria da Ana Maria Braga e do Maestro João Carlos Martins. Para a fotógrafa “este trabalho foi uma excelente oportunidade para captar em imagens o amor e a cumplicidade entre os animais e seus “donos”. Cada personagem que fotografei é uma história exemplar de convivência harmônica e plena entre pessoas e animais.”

Serviço:
De 8 a 22 de agosto, das 9h às 18h - Entrada Franca
Saguão Social do Clube Paineiras do Morumby
Avenida Dr. Alberto Penteado, 605 – Morumbi
Visitas apenas mediante agendamento no Showare: https://clubepaineiras.showare.com.br/

Cobasi: de 8 a 29 de agosto
Cobasi Eldorado – Shopping Eldorado
Cobasi Aricanduva – Espaço Auto Shopping
Cobasi Vila Lobos – Rua Manuel Velasco, 90 – Vila Leopoldina
Cobasi Augusta – Rua Augusta, 2380 – Jardins
Cobasi Marginal Tietê – Vila Guilherme



domingo, 8 de agosto de 2021

Felinos ganham corações e lares dos brasileiros

Neste Dia Internacional do Gato, 8 de agosto, o CRMV-SP dá dicas sobre as principais características e cuidados com estes animais



Foi-se o tempo em que gato era visto como um animal traiçoeiro e frio, não sendo muito considerado na hora da escolha por um pet. A mudança de comportamento e estilo de vida ao longo dos últimos anos ajudou a abrir portas (e janelas) para que, aos poucos, os felinos começassem a ganhar seu espaço nos lares e no coração dos brasileiros.

Não por acaso, a população de gatos nos lares brasileiros cresceu mais do que o dobro em relação à de cães nos últimos seis anos, de acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, o País tem mais de 22 milhões de gatos domésticos e a expectativa é de que ultrapasse os 30 milhões até 2022.

Este considerável aumento é atribuído principalmente à mudança no estilo de vida das pessoas, explica a médica-veterinária Cristiane Pizzutto, presidente da Comissão Técnica de Bem-estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP). "A população tende a ficar muito tempo fora de casa e a morar em casas e apartamentos menores. Com isso, um gato é o pet ideal, porque há uma certa facilidade do animal se adaptar, assim como esses espaços às suas necessidades."

Desde o início da pandemia e do isolamento social por conta da Covid-19, há quase um ano e meio, essa aproximação entre humanos e felinos se intensificou. "O gato é um animal bastante afetuoso e interage bem com o tutor. Como as pessoas deixaram de sair na pandemia, o felino passou a ser uma opção de companhia interessante. Ele cumpriu essa necessidade de sanar o estado de solidão que tomou conta das pessoas", avalia Cristiane.

Para a médica-veterinária, o gato trouxe acolhimento e conseguiu se adaptar muito bem às condições da pandemia, quando todo mundo teve que ficar isolado. A independência característica desse animal caiu como luva. “Ele não depende, por exemplo, de passeios constantes na rua para fazer as necessidades fisiológicas ou de interagir com o mundo exterior, diferentemente do cão”, aponta. Ele também é capaz de brincar e se entreter em espaços menores.

Guarda responsável

Tanta independência, porém, não significa que os bichanos não precisam de amor, cuidados e atenção. Ao decidir ter um gato em casa, é fundamental saber quais são todos os compromissos e responsabilidades com a guarda responsável, para não ter arrependimentos. "As pessoas precisam conhecer todas essas características do animal, para depois não se decepcionarem e falarem que não era isso que queriam ou imaginavam, e, assim, acabar aumentando os índices de abandono", diz a presidente da Comissão de Bem-estar Animal do CRMV-SP.

Antes de adquirir um gato, é preciso conhecer a espécie e ter ciência de suas necessidades em todos os aspectos, como o dia a dia de manejo, custos com saúde, alimentação e higiene, visitas regulares ao médico-veterinário e vacinação. Outro ponto muito importante, Cristiane, é a adequação do lar, para garantir que o gato desenvolva seu comportamento natural.

"O ambiente tem que trazer segurança e oferecer conforto. É preciso estimular o comportamento de caça, de captura, de forma artificial; colocar atividades à noite, porque é quando estará mais ativo; e fornecer pontos de fuga, para se esconder quando sentir necessidade. Isso tudo proporciona qualidade de vida e bem-estar para esses animais", destaca a médica-veterinária.

Cuidados

A partir do momento em que se adaptam ao ambiente, qualquer mudança pode deixar os gatos estressados, como explica o médico-veterinário Otávio Verlengia, membro da Comissão Técnica de Clínicos de Pequenos Animais do CRMV-SP. “O gato é um animal que ainda está em processo de adaptação, de domesticação. Ele pode sofrer com interferências no seu ambiente, como a chegada de outros animais, excesso de barulho, nascimento de uma criança, uma visita. Tudo isso pode gerar estresse.”

Além da ambientação, há outros cuidados que o tutor deve tomar. O pote de água, por exemplo, deve ter a base mais larga para evitar que o gato encoste o bigode nas laterais. Para os felinos que bebem pouco líquido, uma sugestão é disponibilizar água corrente, como uma fonte.

Outra dica do médico-veterinário é em relação à caixa de areia. A limpeza do recipiente deve ser feita no mínimo duas vezes ao dia e ele deve ficar num lugar tranquilo, para evitar que o gato fique segurando a urina ou as fezes. “Se colocar a caixa ao lado de uma máquina de lavar que faz muito barulho, por exemplo, isso pode assustar o gato e impedir que ele use o local adequadamente.” As caixas maiores são as mais indicadas.

A escovação é mais um item importante a ser incluído na rotina de cuidados. Animais com pelagem longa dão mais trabalho e, nesses casos, a escovação deve ser feita ao menos duas vezes ao dia. Já os gatos de pelo curto, escovar uma vez é o suficiente. De acordo com Verlengia, o gato tem o hábito natural de se lamber, e a escovação é importante para evitar que ele ingira muito pelo.

O corte das unhas também é recomendado e deve ser feito, em média, a cada quinze dias. “O tutor deve procurar um médico-veterinário para que ele oriente como realizar o corte da maneira correta”, sugere.

A ida ao consultório, inclusive, pode ser um desafio para os tutores. Para o gato se acostumar com a caixa de transporte, o médico-veterinário indica deixá-la aberta pela casa, à disposição do gato. “Dá para usar feromônios, colocar brinquedos dentro, para que o gato vá se familiarizando com a caixa. O tutor não deve forçar a entrada do animal, para evitar que ambos se machuquem.”



Sobre o CRMV-SP

O CRMV-SP tem como missão promover a Medicina Veterinária e a Zootecnia, por meio da orientação, normatização e fiscalização do exercício profissional em prol da saúde pública, animal e ambiental, zelando pela ética. É o órgão de fiscalização do exercício profissional dos médicos-veterinários e zootecnistas do estado de São Paulo, com quase 45 mil profissionais ativos. Além disso, assessora os governos da União, estados e municípios nos assuntos relacionados com as profissões por ele representadas.

Rennan da Penha instala comedores para animais de rua no Complexo da Penha

 



O artista carioca anunciou o projeto nas redes sociais neste sábado (7) e revelou que homenageia sua cachorrinha 

O DJ e produtor Rennan da Penha lançou um projeto de instalação de comedouros e bebedouros para animais no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ele contou a novidade na sua conta do Instagram neste sábado, 7 de agosto. 

“Fé, rapaziada! Estou muito feliz por estar realizando esse projeto. Consegui instalar cinco pontos com comedouros e bebedouros para os cachorros aqui do complexo da Penha. Em breve, também estarei realizando um projeto de castração dos cachorros de rua aqui na região. Esta ação é em homenagem à minha cachorrinha, que eu perdi [faleceu] esses dias”, conta.

 A ideia consiste em promover uma ação social para diminuir a fome dos animais abandonados e que vivem nas ruas. Os comedouros são canos de PVC adaptados para serem recipientes de ração e água